segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Balanço de Ano Novo



Em 2012 eu...

Amei,
Fui amada,
Trabalhei,
Estudei,
Troquei de carro (Troquei o Incrível Hulk pelo Batman),
Comecei academia (E ainda não desisti!),
Fiz novos amigos,
Me afastei de outros que não mereciam a minha atenção,
Saí muito com todos eles,
Criei o Casos Acasos e Livros,
Escrevi 177 posts para o blog,
Viajei, mas queria ter viajado bem mais,
Tive duas férias,
Fui para a praia,
Fiz 24 anos,
Fiz amizades no avião,
Saí do emprego, comecei um novo, saí dele, voltei para o antigo e comecei outro novo, tudo quase ao mesmo tempo,
Li 39 livros,
Vi incontáveis filmes,
Passei madrugadas insones lendo,
Me apaixonei por vários personagens,
Escrevi muito,
Gostei de várias séries,
Fui abençoada,
Comi horrores,
Dancei um monte,
Acertei e errei, acho que na mesma proporção,
Chorei algumas vezes, mas ri mais ainda,
Senti muitas saudades,
Aprendi muito comigo mesma,
Tive algumas crises de “ninguém me ama, ninguém me quer” advindas da TPM,
Caí inúmeras vezes,
Abracei, abracei, abracei,
Conheci a Argentina,
Não bati o carro (YEEEEEEEEEES!),
Fui a vários casamentos,
Compartilhei da felicidade de amigas ficando noivas,
Fui a formaturas,
Orei como nunca,
Dei dízimo doze vezes,
Estabeleci algumas metas,
Adotei para minha vida alguns conselhos (Aqueles que eu escrevi aqui),
Dei muita risada, a ponto de chorar,
Beijei um monte,
Me esforcei para manter o contato com aqueles que eu amo,
Descobri meu outro lado profissional,
Cheguei a conclusão de que eu canto pessimamente mal,
Perdi dois cachorros, um coelho e quatro pintinhos, mas adotei uma vira-latinha linda,
Dancei dirigindo e riram da minha cara,
Comprei um computador cor-de-rosa,
Pintei o cabelo pela primeira vez, por causa de fios brancos,
Fiz reportagens que mudaram a minha vida,
Votei,
Fui a mais peças de teatro do que em toda a minha vida junta,
Aprendi sobre o mercado financeiro (Até agora não consigo acreditar nisso!),
Fui ao show do meu cantor preferido, o Michael Bublé,
Não achei que o mundo fosse acabar (E não acabou mesmo),
Renovei a minha carteira de motorista,
Brinquei com as minhas sobrinhas como se fosse criança também,
Menti, falei a verdade, pedi desculpas, 
Magoei algumas pessoas, mas também fui magoada,
Fui uma boa menina,
Fui uma má menina,
Realizei alguns sonhos,
Me mobilizei para realizar outros,
Fiz surpresas e fui surpreendida,
Dormi menos do que queria, mas mais do que deveria,
Fui feliz... Muito feliz.


2012 foi ótimo. Um ano de mudanças em alguns aspectos, em melhorias em outros. Não posso reclamar nenhum pouco, principalmente no campo pessoal e profissional.

E que 2013, para mim e para vocês, seja sensacional, seja lindo, seja amor, seja maravilhoso, seja abençoado.

E você, o que fez em 2012?

Feliz ano novo!

Teca Machado

sábado, 29 de dezembro de 2012

À Frente do Caos – Minha reportagem xodó


Como muitos de vocês sabem, eu sou jornalista. Apesar de ser formada há só dois anos e meio (Nossa, tudo isso já?), trabalhei em redação por mais de quatro. Primeiro em um jornal (Uma das coisas que eu mais detestei fazer no mundo, mas onde eu aprendi muito) e depois numa revista (O que eu amei de paixão e onde aprendi mais ainda). A partir de 2013 vou largar a redação e ficar só na assessoria de comunicação e no blog.

Ao longo de um monte de matérias sobre os mais variados assuntos do universo, de depilação masculina a entrevista com o Governador, tenho algumas reportagens que são xodós, como filhas mesmo. Que quando terminei, olhei o trabalho e disse: Oi, neném da mamãe! Uma dessas, escrevi no início de 2012 para a Revista RDM, onde trabalhava, sobre um grupo de Cuiabá chamado Quake Red Alert, que prevê abalos sísmicos ao redor do mundo.

Como estou dando um tchau para essa fase da minha vida de redação, resolvi colocar aqui para vocês esse texto. Achei o tema interessante e o trabalho deles algo sensacional que vale a pena ser compartilhado. É grandinho, mas você não vai se arrepender de ler até o fim.

Impossível é um termo que não está no vocabulário de Aroldo Maciel. Pesquisador, grande observador do mundo e dos seus acontecimentos, sempre teve facilidade de enxergar padrões nos fatos e de fazer experiências em todo tipo de campo da ciência. Durante mais de um ano acompanhou a atividade sismológica no planeta, lendo livros, matérias e artigos, até que percebeu um padrão. Na semana que aconteceu o terremoto no Japão, uma das maiores tragédias do ano de 2011, ele já tinha percebido que iria acontecer. E começou a testar a sua teoria. “O que todos os geofísicos e geólogos do mundo dizem ser impossível de fazer, eu descobri como. Agora tem gente que me acha picareta, principalmente porque eu não tenho formação acadêmica no assunto”, comenta. “Sou tachado de louco e até de genial, mas não me importo”. O fato de ser brasileiro, povo considerado pelo resto do mundo como “malandro” e ainda por cima cuiabano, fora do eixo Rio-São Paulo, faz com que muitas pessoas acreditem que o que ele faz é mentir.

Os meninos do Quake Red Alert

Com uma média de acertos de 90% em suas fórmulas matemáticas de previsão, ele explica que o que faz não é estatística. “Se fosse, acertaria muito menos. Seria muito mais possibilidade do que certeza, o que não é o meu caso”. Além dos terremotos do Japão e da Espanha (11/03), ele acertou os da Costa Rica (13/03), do Chile (02/04), da Turquia (23/10), que foram os mais devastadores de 2011.

A fórmula matemática consiste num algoritmo de triangulação de dados que prevê em até sete dias um sismo que está a caminho. O pesquisador defende que, assim como as correntes marítimas, os terremotos possuem rotas, direções e força. Desse modo, ele possui uma propriedade na qual é possível calcular magnitude, velocidade e localização.

De acordo com Aroldo Maciel, o índice de erro é de 1,2 a cada 10, e, quando não está correto, geralmente erra apenas o local atingido em alguns quilômetros. O seu material de trabalho são apenas mapas e papéis com cálculos. “Nada sofisticado ou tecnologia de ponta”, completa.


Equipe virtual > Para poder divulgar suas informações e provar a veracidade da sua descoberta, Aroldo Maciel chamou três amigos para fazer parte de um grupo chamado Quake Red Alert. André Galvan, Gregório Frigeri e Igor Machado, todos com formação em comunicação social, aprenderam sobre sismologia e criaram um site e uma conta no Twitter para disponibilizar suas previsões, que já passam de mil.

A fórmula matemática consiste num algoritmo de triangulação de dados que prevê em até sete dias um sismo que está a caminho, como o da Turquia. Aroldo é o líder e garante que o objetivo do Quake Red Alert não é causar o caos e o pânico, apenas alertar pessoas que podem ser atingidas. “Por isso, não disponibilizamos a magnitude do terremoto, apenas a sua localização. Quando eles são considerados pequenos e sem risco de danos, nem divulgamos. Então, se ele está no site e no Twitter, é porque é um dos perigosos”, salienta.

Como no mundo virtual é possível fraudar datas e fatos postados, a equipe coloca na sua conta do Twitter a chegada de um sismo com antecedência para que todos os seus seguidores e outras pessoas possam ver e, assim que ele ocorrer, comprovar a sua credibilidade. Há quase um ano no ar, desde abril de 2011, eles possuem atualmente mais de 40 mil seguidores e escrevem em inglês, português e espanhol.

Inicialmente, postavam a previsão do terremoto e, depois que ele acontecia, colocavam um link com sites de sismos oficiais e matérias relatando sobre o ocorrido para provar a veracidade das suas informações. Segundo Igor Machado, hoje isso não é mais preciso, já que os próprios internautas dos lugares atingidos twittam avisando que a previsão estava correta. É muito comum ver tweets de seguidores agradecendo o aviso do terremoto que vinha, pois foram salvos por causa disso.

Professor George Sand França, um grande apoiador.

Um dos problemas que o Quake Red Alert enfrenta, além do preconceito com a descoberta até então considerada impossível, é que a equipe é pequena. No momento, são apenas os quatro jovens, que trabalham em outras áreas e fazem da equipe algo como um hobby, não como emprego. Desse modo, não há como fazer previsões para o mundo todo, por isso eles acabam escolhendo apenas as áreas comumente mais afetadas por terremotos. Para acabar com esse obstáculo, André Galvan pretende criar um software que ajude nas pesquisas, assim, os cálculos não serão mais feitos apenas à mão e papel.

George Sand França, doutor em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP), é um dos que acreditam no trabalho do Quake Red Alert. Áreas de risco  > Alguns lugares do mundo são muito mais propensos a sismos do que outros. O Chile e a Turquia são alguns dos que mais sofrem com isso. Por isso, grande parte das previsões feitas pelo Quake Red Alert é sobre esses dois países. Com isso, a “população chilena já comprovou que nossos dados estão corretos e acreditam muito no nosso trabalho”, afirma André Galvan. 

Segundo ele, as redes de televisão do país apresentam os dados juntamente com previsão do tempo, os dois considerados como utilidade pública. Gregório Frigeri ainda conta que Rodrigo Candia, presidente da equipe de resgates ITF-CHILE, e Andrea Ojeda Miranda, assessora da Presidência da República do Chile, já mandaram cartas de agradecimento ao Quake Red Alert pelas previsões.

Gráfico de sismos.

Na conta do Twitter da equipe, há agradecimentos recentes pela divulgação com antecedência do sismo que abalou o Peru no dia 30 de janeiro de 2012. O internauta @habo25 escreveu “Aumenta para 98 o número de feridos por forte sismo no Peru. Sismo foi divulgado pelo Quake Red Alert”. Já @solanowilfred postou “Quake Red Alert, alguns esperam que vocês estejam equivocados para que não passemos por essas tragédias, mas, obrigado por nos avisar e assim estarmos preparados”.

Preconceito > Apesar de comprovar a eficácia da sua ferramenta, Aroldo Maciel pontua que o preconceito em relação ao trabalho é muito grande. “Os cientistas não acreditam na previsão de sismos principalmente pelo fato de que nunca tentaram algo igual ao que fazemos. Estão muito presos à ciência atual e não querem evoluir”.

Para que isso acabe, os membros do Quake Red Alert comentam que é preciso ter respaldo científico, além do que eles já têm feito. O complicado é que nem todos os geólogos e outros estudiosos da área estão abertos ao assunto. Felizmente, nem todos pensam assim. George Sand França, doutor em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP) e professor do departamento de sismos da Universidade de Brasília (UnB), um dos geólogos mais conceituados do país, é um dos que acreditam. “Posso ser também tachado de louco, mas eu asseguro o que eles tentam provar”, afirma o estudioso.

Aroldo Maciel procurou o pesquisador por meio de seu blog. “Apesar de parecer uma proposta estranha e fora do que se tem comprovado hoje, fiquei curioso e decidi ouvi-lo”, explica o professor. Para ele, o Quake Red Alert apresenta bons resultados, principalmente por meio do site e da conta no Twitter, e está baseado cientificamente. “É muito importante tomar cuidado para não gerar o caos com as informações descobertas e eles estão fazendo isso”, salienta. O próximo passo é quantificar e divulgar por meio de estudos formais e artigos, que já estão sendo elaborados por ele e sua equipe, da qual Aroldo Maciel faz parte.


O professor George Sand França acredita que, por a ciência crer que não há como prever terremotos, não se “pensa fora da caixa”. “Um sismólogo como eu nunca teria chegado a essa conclusão, pois sempre aprendemos que isso é algo impossível”. Para ele, o mais interessante é que a iniciativa saiu de alguém de Mato Grosso, uma região que quase não apresenta sismos.

Apoio de blogs  > Mesmo que muitas pessoas não acreditem que seja possível prever terremotos, Aroldo Maciel conta com o apoio de muita gente, principalmente do mundo virtual.

Blogs conhecidos nacionalmente, como Jacaré Banguela e Papo de Homem, que tratam de diversos assuntos, fizeram matérias sobre o Quake Red Alert. Sites, principalmente internacionais, além de rádios da América Latina, fazem reportagens com a equipe.

Placas tectônicas.

Mesmo assim, ainda há falta de respeito com o trabalho da Quake Red Alert, mas não é algo que incomoda os jovens pesquisadores. Segundo ele, enfrentar resistência não é nada se comparado à sensação de salvar vidas mundo afora. “Por mais que eu quisesse estar errado, para que aquelas pessoas não passassem por esse desastre natural, saber que eu ajudei é algo fantástico e muito gratificante”, finaliza Aroldo que, juntamente com André, Igor e Gregório, são funcionários da Universidade de Cuiabá (Unic).

Afinal, o que são sismos? > Um sismo é basicamente a ocorrência de uma fratura da crosta terrestre a certa profundidade, que origina ondas elásticas que se propagam por toda a Terra. As palavras sismo e terremoto são sinônimas, e normalmente reserva-se o uso da palavra terremoto para a classificação de grandes sismos, e para os pequenos costuma-se usar abalo sísmico ou tremor de terra.

Ha muito tempo o periodo jurássico ficou para trás. Mas os terremotos que remontam a ele continuam a nos ameaçar?

O link para o site onde a reportagem foi publicada originalmente é esse (Não achem que eu roubei o texto. O meu nome é Marcela Machado mesmo, mas eu só uso para o meu eu-profissional-gente-grande).

Teca Machado (Ou Marcela, dá na mesma)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Clarice Falcão, a louca


Na primeira vez que escutei músicas da Clarice Falcão, pensei imediatamente: “O que essa menina fumou para escrever essas letras?”. Mas achei tão estranhamento divertido, tão esquisito, tão stalker, que não teve como, eu me apaixonei. 

As melodias são doces, a voz dela suave, o rosto de garota boazinha querendo sempre sorrir, mas as letras são um tanto sombrias e loucas. Sempre que coloco para tocar, começo a rir sozinha.


Pesquisando, descobri que ela denomina o que faz como músicas com sons experimentais. A garota, que só tem 23 anos, é cantora, compositora, atriz e roteirista. Estuda cinema na PUC do Rio de Janeiro, participou da trilha sonora do filme Lisbela e o Prisioneiro, dirigiu e atuou em muitos curta-metragens (Inclusive um deles, chamado Laços, ganhou o primeiro lugar num concurso mundial do segmento realizado pelo Google e foi exibido até no Festival Sundance de Cinema), participou de novelas da Globo e trabalhou como roteirista no seriado Louco Por Elas, também da emissora. Acho que ela é tão talentosa porque é filha de um cineasta com uma roteirista/escritora.

Enfim, dá uma olhada em algumas das músicas dela (Cuidado, elas grudam na cabeça):

Oitavo Andar (Uma Canção Sobre o Amor)

Macaé

A Gente Voltou

Qualquer Negócio

Meio (Muito) louca, né?

Teca Machado

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

The 4400 – Estou com um pouco de medo, haha.


Como eu amei a série The Event (Comentei aqui) e me tornei órfã quando a primeira temporada acabou com grandes mistérios a serem resolvidos e a segunda temporada não veio, fiquei com um vazio de suspense/mistério deixado por ela. Essa semana, passeando pelo Netflix (Te amo, seu lindo!) e procurando algo para assistir, vi a sinopse do seriado The 4400. Achei interessante e resolvi ver o episódio piloto. Como já era de se esperar, The 4400 me fisgou.


The 4400 começa mostrando pessoas desaparecendo sem maiores explicações no último século nos mais variados países e décadas. Chegando à época atual, um cometa vem em direção a Terra. Apesar de todas as potencias nucleares mandarem mísseis para explodir o meteoro, nada acontece a ele. Quando a humanidade pensa que finalmente chegou o seu fim, a bola de fogo que vinha do céu começa a desacelerar e paira em um campo aberto (Nos EUA, claro, pois todas as catástrofes mundiais sempre acontecem por lá, pelo menos dessa vez não é em NY). Depois de uma explosão de luz, ela se extingue e, onde estava previamente, surgem 4.400 pessoas. Parecendo completamente confusas, todas elas estavam desaparecidas, alguns há apenas meses, outros há 50 cinquenta anos ou mais, e ninguém envelheceu nem apenas um dia.

Equipe do seriado

Ninguém, nem mesmo os 4.400, sabe o que aconteceu. Com medo, o governo coloca todos em quarentena. Apesar dos exames, do isolamento e de todos os testes, não é possível descobrir nada e as pessoas são liberadas. Então, os agentes Tom Baldwin (Joel Gretsch) e Diana Skouris (Jacqueline McKenzie) têm a missão de investigar o caso, uma coisa bem Arquivo X mesmo. Ele tem uma motivação especial para desvendar o mistério: Um dos 4.400 é Shawn Farrell (Patrick John Flueger), seu sobrinho. No dia que o rapaz sumiu, ele estava com o filho de Tom, que desde então está em coma.

A coisa começa a complicar um pouco mais quando os 4.400 começam a desenvolver habilidades especiais e sobre-humanas.

Diana e Tom em ação

Confesso que de vez em quando The 4400 me dá um certo medinho. Sei lá, as pessoas são meio sinistras no seriado, principalmente uma menininha de oito anos chamada Maia (Conchita Campbell), super cabulosa. Não sei se é o tipo de filmagem, as cores meio saturadas ou o que, mas todos têm olhos estranhos e são feios, haha. 

Foram quatro temporadas nos Estados Unidos e a série foi cancelada. Não sei dizer se o mistério é realmente legal ou interessante, nem sei ainda como tudo se desenrola ou se o final vale a pena, pois assisti apenas os primeiros episódios. Pelo que eu vi até o momento, gostei e prendeu a minha atenção. Quando eu terminar tudo, quem sabe volto aqui para fazer um Update.

Alguns dos 4400 e os agentes

The 4400 não tem nenhum nome realmente conhecido. Você olha os atores, tem a impressão de que os conhece de algum lugar, mas não lembra de onde.

Recomendo.

Teca Machado

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Adotando um cachorrinho


Há menos de uma semana contei aqui para vocês que o meu cachorro, o Indy, teve que ser sacrificado. Como a minha casa sempre quase foi um zoológico (Já tive cachorro, gato, peixe, periquito, papagaio, tartaruga, jabuti, hamster, porquinho-da-Índia, coelho...), não podíamos ficar sem um cachorrinho. Pensando nisso, fomos até a Associação Mato-Grossense Voz Animal (AVA-MT) e adotamos a Belinha, uma vira-latinha de quatro meses coisa mais amor do mundo.

Belinha, a fotogênica

Fundada em 2003, é uma sociedade civil sem fins lucrativos destinada a proteção animal. A AVA atua, principalmente, no amparo de animais abandonados e vítimas de maus tratos. Além disso, faz campanhas de conscientização e proteção a animais e ao meio ambiente.

Quando eu e a minha família resolvemos que queríamos outro cachorrinho, ficamos sabendo sobre a AVA e resolvemos fazer uma visita, só para ver mesmo e levar um saco de ração do Indy que tinha ficado lá em casa e nem tinha sido aberto. Já estava preparada psicologicamente, pois quando se fala em abrigo e cães abandonados, você instantaneamente pensa em tristeza e falta de carinho. Mas eu estava completamente errada. Nunca vi cachorros tão animados como aqueles. São mais de 100 (!!!) animais que vivem lá e são super bem tratados pela equipe. Vivem numa casa e canil só deles, com muito espaço e liberdade. Todos são vacinados, castrados, saudáveis e felizes, pois recebem muito amor das tratadoras. É algo muito bom de se ver.

Alguns dos cachorros da AVA

Logo que entramos, uma cadelinha bege e branquinha começou a nos seguir. Aonde íamos, ela ia atrás. Eu fiquei apaixonada. Enquanto olhávamos outros cachorros e a minha mãe resolveu que queria um, achei que seria maldade adotar outro que não a bonitinha que nos seguia. Então, fiz igual criança que desesperadamente quer um cachorro:

- Ah, mãe! Então leva dois! Por favooooooooor. Olha que bonitinha! Leva, vai! Ela é super meiga e gostou da gente.

Esse cachorrinho é cadeirante, mas super felizinho!

Resultado: Adotamos a cadelinha, que se chama Belinha (Na verdade, ela nos adotou, ela que nos escolheu) e mais uma outra filhote, que ainda não foi para a nossa casa porque estava em outro abrigo e não chegou até hoje. Detalhe: a Belinha é super carinhosa, fica atrás de nós o dia todo, quer sempre brincar e está feliz todo o tempo. Já até ganhou uma coleira cor-de-rosa cheia de glitter e florzinhas.

O bom é que eles olham para a foto e fazem pose.

O legal da AVA é que a presidente e fundadora da instituição é uma médica, que trabalha a semana toda, mas que, todos os sábados vai até a sede cuidar dos cachorros porque ama isso, porque tem o maior coração do mundo. 

Eu incentivo agora vocês a adotarem um cachorro na AVA. É super fácil: Precisa ir lá, escolher e preencher uma ficha. Depois alguém da equipe vai até a sua casa para ver se você tem espaço e capacidade de cuidar do animal e pronto. Só isso. Não precisa pagar nada.

Strike a pose!

A AVA-MT fica em Cuiabá, no bairro Santa Cruz. Vindo na Estrada do Moinho, entra na rua da Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança. É na segunda esquina à esquerda. Apesar de não ter placas, é fácil reconhecer o local: É só ouvir os latidos.

A AVA-MT vive de doações. Se você se interessou pelo trabalho deles, pode fazer o bem por meio de adoção de animais ou/e de depósito na conta bancária da instituição: Banco do Brasil, Agência 1216-5 C/C: 36000-7.

Teca Machado 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Feliz Natal com a propaganda linda de doer


E um dos meus dias preferidos do ano chegou. Então, FELIZ NATAL, LEITORES LINDOS DO MEU CORAÇÃO!

Para comemorar essa data super linda, de amor e de paz, vou colocar a melhor propaganda de Natal já feita na face da Terra. É do Grupo Zaffari e de 2011, mas a mensagem é universal e para qualquer década ou século. Há uns dias coloquei outra super amor aqui.

É de derreter até os corações mais gelados. Pegue um lencinho e aperte o play.



(Pausa para enxugar a lágrima que escorregou ali no cantinho do seu olho)

Dispensa comentários, né?

Gente, desejo um feliz Natal para vocês. Lembrem-se de que essa data é muito mais do que presentes, árvores e Papai Noel. Que vocês tenham no coração o verdadeiro significado da data: Que Cristo veio ao mundo para nos salvar e perdoar.

“Jesus Cristo deu a vida para que os nossos pecados sejam perdoados e não apenas os nossos, mas também os de toda a gente.” 1 João 2, 2.

Boas festas! (E espero que não tenham exagerado ontem na Ceia, haha)

Teca Machado

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O segundo melhor filme de Natal: O Amor Não Tira Férias


Véspera de Natal e estou super numa vibe natalina, então nada melhor do que falar sobre filmes no tema. O meu preferido de todos os tempos é o Simplesmente Amor, mas, como já comentei ele aqui, hoje vou falar sobre o meu segundo favorito: O Amor Não Tira Férias (Pausa para o meu suspiro habitual de todas as vezes que penso nos dois).


O Amor Não Tira Férias é daqueles filmes doces (Sem escorrer açúcar), que fazem você sorrir, ficar feliz e ao mesmo tempo chorar porque é lindo. Conceito bem mulherzinha, eu sei, mas é para o público feminino e masculino. É da diretora Nancy Meyers, que é sensacional. Entre as suas obras estão Simplesmente Complicado, Alguém Tem que Ceder e outros igualmente deliciosos de se assistir.

O filme conta a história de duas desconhecidas que trocam de casa para o período de festas do Natal e Ano Novo. Amanda (Cameron Diaz, melhor do que nunca) é uma grande produtora de trailers de Hollywood, com uma mansão gigante na Califórnia, que nunca chora e que descobriu que o namorado a traiu. Íris (A sempre excelente Kate Winslet) é uma jornalista londrina apaixonada e envolvida com um homem há três anos e ficou sabendo que ele está noivo. Ambas com coração partido desejam desesperadamente fugir das suas vidas por um tempo. Por meio de um site, elas se conhecem virtualmente e trocam de casas por duas semanas.

Amanda e Graham

A americana, acostumada ao luxo e ao sol, se vê presa numa casinha aconchegante de campo no meio do inverno cruel. A inglesa passa a curtir a vida como nunca fez antes, a tomar banho de piscina e a ver milhares de filmes. E claro que, eventualmente, o amor chega à vida das duas. Íris conhece Miles (Jack Black, o engraçado), um amigo do ex da Amanda que vai até a casa dela pegar alguns pertences do colega. E Amanda conhece Graham (Jude Law, SEU LINDO), o irmão de Íris que é um tanto misterioso.

Claro, é mais um filme de amor, mas, como ele se desenrola é bonito. Vale ressaltar a presença super amor de Eli Wallach, que faz o papel do vizinho de Amanda, que Íris conhece. Ele é um idoso roteirista de filmes da época de ouro de Hollywood que está se sentindo solitário e acha em Íris a filha que não teve.

Íris e Miles

Os quatro protagonistas estão muito bem em seus papéis e parecem se divertir em todos os momentos. Na verdade, Kate Winslet, Cameron Diaz e Jack Black tiveram os personagens escritos especificamente para eles. O papel de Jude Law seria destinado a Hugh Grant, que por problemas de agenda não pôde gravar. Não reclamei. Jude Law é mais charmoso e carismático como Graham, ainda mais do meio do filme em diante.

O Amor Não Tira Férias tem momentos de querer fazer chorar e de fazer rir (Principalmente quando Íris está no telefone com Amanda e Graham ao mesmo tempo). É uma comédia romântica, mas um pouco diferente do convencional. Vale a pena gastar duas horas e meia da sua vida com esse filme. Eu mesma tenho o DVD e sempre que vejo passando na televisão, paro para assistir.

Amanda na pequena casa de Íris

Recomendo com todo o carinho do meu coração.

Boa ceia de Natal para vocês hoje. Que seja divertida, cheia de amor, paz, família e Jesus.

Teca Machado

sábado, 22 de dezembro de 2012

O meu Marley & Eu

Há uns quatro ou cinco anos li o livro Marley & Eu. Logo depois assisti ao filme. Chorei nos dois tão incontrolavelmente que até soluçava. Primeiro: Porque cachorro morrer em histórias é uma das coisas que mais me deixam deprimidas no mundo. Segundo: Porque tenho um labrador igualzinho ao Marley, quase tão atentado quanto, mas muito mais gordo. Então, quando assisti, pensei que inevitavelmente ia chegar o dia que eu ia perder o meu cachorro. E esse dia infelizmente está chegando e eu estou arrasada.

Eu, minha irmã, minha sobrinha e o Indy há algumas semanas.

O meu labrador (que é da minha irmã, mas enfim, mora na minha casa, então é meu também) chama Indiana Jones, mais conhecido como Indy. Esse é, na minha opinião, o melhor nome de cachorro EVER, haha. Invenção da mente criativa da minha irmã. Ele hoje tem sete anos, 65 kg, muito amor para dar, animação que não acaba nunca e muita baba para espalhar por você inteiro.

Tenho ÓTIMAS histórias para contar sobre o Indy, como o John Grogan tinha sobre o Marley (Tanto que até virou livro). Para mim, a melhor de todas foi quando o Indy ainda era filhote, tinha menos de um ano, e mentiu para nós. Sim, eu tenho um cachorro mentiroso.

Nosso boizinho!

Ele estava encharcado, o que é normal dessa raça que é fascinada por água, e queria entrar em casa. Minha irmã não deixou porque ele ia melecar tudo. Então, ele olhou para ela com os olhos mais tristes de todo o universo, daquele jeito que só cachorros sabem fazer, virou de costas e saiu andando mancando, quase caindo. Minha irmã, vendo aquilo, ficou desesperada e foi atrás dele:

- Bebê, o que você tem? Mostra para a mamãe? (Ele é tratado igual gente)
- Marina, - Disse a minha mãe para a minha irmã. – esse cachorro não tem nada. Ele está te enganando...
- Até parece, mãe! Cachorro não faz isso! Ele está machucado!

Abaixada olhando a pata dele, viu que aparentemente estava tudo bem e disse:

- Pode entrar, fica com a mamãe lá dentro, Indy!

Ele, então, olhou para ela todo alegre, com a cara mais lavada do mundo, rabo balançando, e saiu correndo com a pata perfeita. Mentiroso.

Um dia brinquei de esconde-esconde com ele (Meu cachorro é um gênio! Ele fica de costas para a parede, eu escondo e ele me procura. Se não acha, chora). Agachei atrás do sofá. Quando ele me encontrou, ficou tão absurdamente feliz que começou a pular em cima de mim e a me pisotear por cinco minutos. E eu já falei que ele é quase um boi, 65 kg de gostosura. Minha irmã ria TANTO que não conseguiu me ajudar. Resultado: fiquei amassada, roxa, descabelada, toda arranhada e babada. Mas dei um desconto porque era o seu modo de demonstrar felicidade por me achar.

Isso era ele filhote. Olha o tamanho da criança!

Bom, teve a vez que ele não recebeu atenção e rolou na lama e depois do sofá da minha irmã. Ou quando ele, sem receber atenção de novo, pegou um sutiã da minha irmã no varal e colocou no colo de uma visita. Já viajei de carro com ele por 900 km no banco de trás. Sendo o carente que ele é, ficou a viagem TODA sentado no meu colo (Eu já disse que ele é quase um boi?). Mas quando fazia uma curva, ele ficava com medo e me amassava ainda mais.

As imagens que eu mais vou lembrar do Indy são de quando chovia muito numa tarde qualquer e eu olhei pela janela para o jardim. Ele estava saltitando na chuva, de uma poça a outra, e pulava mais alto que um cabritinho. Ele, que é bege, ficou marrom. A alegria dele era tão contagiante que não tive como não sorrir. Também vou lembrar de quando ele, se achando O humano, entrava escondido no meu quarto de manhã, deitava na cama comigo, e ficava aconchegado a mim.

(Pausa para enxugar as minhas lágrimas nesse momento)

Helena e Indy

Só que o meu Indy, o meu gordinho, o meu boi, foi diagnosticado com vários problemas de saúde nas últimas semanas. E vamos ter que sacrificar, porque ele vai sofrer muito (Peraí que eu estou chorando de novo!). Todo mundo na minha casa está com dor no coração, mas não tem outro jeito. É a vida, né? Eu sabia que um dia isso ia acontecer, é o natural. Pelo menos sabemos que o tempo dele foi bem feliz com a gente.

Só quem tem cachorro e gosta muito sabe como é isso.

Nem falei sobre o livro ou sobre o filme, mas eu recomendo Marley & Eu.

Um beijo, Indinho! Acho que nenhum cachorro vai ser tão engraçado e doce quanto você.

Teca Machado

P.S.1: Estou querendo adotar algum cachorrinho. Alguém tem algum filhotinho para me doar?

P.S.2: Nos últimos dois meses, eu perdi um dos meus cachorros, o Doobie (Comentei aqui), um coelho, quatro pintinhos e agora o Indy. O que será que tem na minha casa???

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Resultado do Sorteio de Natal


Chegou o dia! Do fim do mundo? Também, mas do resultado do sorteio do Vale Presente da Livraria Cultura.

O sorteio foi realizado ontem, ao meio dia, mas como eu não queria deixar o blog sem post até a hora do almoço, resolvi dar as boas novas hoje, só para dar mais emoção.

Como me foi pedido, fiz o vídeo do sorteio com as mesmas “super” habilidades do anterior:

video


Parabéééééns a quem ganhou!

Espero que você aproveite bastante, encontre promoções e possa comprar mais de um livro (Ou DVD, CD, sei lá o que você quer). Depois você me conta no que resultou o Vale Presente. Vou entrar em contato com você já já para pegar seus dados.

Gente, até amanhã se o mundo não acabar!

Teca Machado

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Dexter: A sangue frio

Hoje, 20 de dezembro, é dia do sorteio do Vale Presente de R$50 da Livraria Cultura! Programado para o meio-dia, mais tarde vou realizar o sorteio e amanhã divulgo aqui o resultado. Enquanto não dá o deadline, entre aqui e pegue a última chance de participar.

Agora, voltando a programação normal:

Sei que a série já é velha (Teve início em 2006), mas comecei a assistir Dexter essa semana. Gente, é tenso. Passo grande parte dos episódios com as mãos nos olhos, tapando nos momentos mais sangrentos e agoniantes, dando alguns gritinhos de “ai”, mas é legal. Sombriamente legal.


Já tinha ouvido muita gente falar de Dexter, mas como na televisão já estava em sei lá qual temporada e morro de preguiça de baixar pela internet, acabei não assistindo. Eis que chega o LINDO do Netflix na minha vida e tudo mudou em relação a seriados.

Dexter é baseado no livro Darkly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay. Conta a história do especialista forense em amostra de sangue Dexter Morgan. Trabalhando para a Polícia de Miami durante o dia, à noite ele próprio se torna um serial killer. Ele é excelente no seu trabalho diurno, consegue rastear os passos e pegar muitos assassinos e bandidos com a sua inteligência. Mas o que os seus colegas não sabem é que essas suas habilidades são afloradas por causa da sua própria natureza. Ele reconhece os criminosos, pois ele mesmo é um.


Diferente das outras pessoas do mundo, desde pequeno Dexter tem um instinto matador, de querer sangue. Órfão, ele foi adotado por um policial quando tinha quatro anos. Seu pai logo notou as tendências homicidas do garoto e sabia que era algo que não passaria com o tempo, que seria algo que regeria toda a sua vida. Então, ele resolveu canalizar toda a energia de Dexter numa versão um tanto distorcida do “bem”: Ensinou o rapaz a caçar infratores que a polícia não conseguiu pegar ou condenar e a esconder todos os seus rastros para que ele próprio nunca fosse preso. São apenas pessoas muito ruins, como pedófilos, assassinos de mulheres e estupradores. Assim, Dexter é uma espécie de justiceiro com muito gosto por sangue e tortura. Um típico anti-herói, que está na moda no mundo cinematográfico.

Dexter e sua irmã Debra

O engraçado é que Dexter não consegue se relacionar bem com as pessoas. Na verdade, é um sociopata. Finge ser normal, até tem namorada, mas é tudo atuação. Ele constantemente lembra o espectador que não tem sentimentos. Nenhum. Por ninguém. No primeiro episódio, afirma que “Se tivesse sentimentos por alguma pessoa no mundo, seria pela irmã”, com quem convive bem.

Dexter em ação com algum bandido.

Dexter é interpretado por Michael C. Hall, que o faz muito bem. Ele é estranho, esquisito no bom sentido. Parece sempre ter um sorrisinho no rosto que diz “Você nem imagina do que eu sou capaz”. Quando está no seu alterego de serial killer, ele sabe e consegue ser cruel e sarcástico. Você sente a sua inadequação ao mundo dos “normais”, sente a sua repulsa em certos momentos e a sua sede por sangue. A sua irmã, Debra, é interpretada pela atriz Jennifer Carpenter, que faz uma policial que tenta ser durona e quer seguir os passos do pai e ir para a Divisão de Homicídios.

Dexter é legal, mas é um pouco forte. É preciso ter um pouco de estômago para assistir sem se sentir incomodado com as cenas de morte.

Recomendo.

Teca Machado


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Rewind Youtube Style 2012


A criatividade humana é algo que nunca deixa de me surpreender. Acho que é por isso que gosto tanto do ramo de comunicação, onde as pessoas podem deixar sua mente louca e desenfreada com liberdade total, mesmo para as coisas mais absurdas do mundo. E a internet potencializa todas essas criações (Boas e ruins) e tudo vira hit, meme e famoso.

Pensando nisso, o Youtube lançou ontem no seu canal oficial um vídeo chamado Rewind Youtube Style, com uma coletânea dos vídeos mais vistos em 2012. 

A descrição é: “Nós convidamos alguns Youtubers para estrelar um mash-up (Mistura de músicas) dos momentos de definição cultural de 2012. Você consegue reconhecer todas as referências? Produzido por Peter Furia e Beau Lewis. Diretor de Fotografia: Catherine Goldschmidt. Editado por Peter Furia e David Fine. Uma produção Seedwell”.

Olha que divertido:



Eu só reconheci alguns. E CLARO que Gangnam Style tinha que ser o mais importante!

Aqui uma listagem de todas as referências com link para o vídeo original.

PSY 

2012 teve até algumas coisas boas, né?

E que venha 2013!

Teca Machado

P.S.: ÚLTIMA CHANCE! Amanhã é o sorteio do Vale Presente da Livraria Cultura! Corre nesse link AQUI que ainda dá tempo. Good luck!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Livros ou Ebooks, a dúvida


Quando se fala em livro, eu sou um tanto velha guarda. Gosto de papel, de capas duras e coloridas, de cheirar os livros (Louca...), de colocar o marcador de páginas no início e percebê-lo andando com o passar dos dias, de entrar na livraria e me sentir num parque de diversões, de vê-los na estante, de escrever e receber dedicatórias (Por falar nisso, tem um Tumblr SUPER legal só com livros e suas dedicatórias chamado Eu Te Dedico. Nesse link aqui). Apesar disso, eu também não sou contra Ebooks e sua tecnologia. Só que ainda prefiro o livro propriamente dito.


Se eu puder escolher, meu voto vai para o papel. Mas o Ebook tem se tornado parte da minha vida cada vez mais. Para começar, ele é mais barato. Bem mais barato. Então, aqueles livros que eu quero ler, mas não quero tanto assim, que eu não “preciso” ter e colocar entre os meus outros xodós, compro como Ebook. Só que o livro material ainda é o meu amor eterno.

Olha que legal esse vídeo da Editora Intrínseca sobre as diferenças entre os dois:


Nada que a gente já não saiba, mas achei interessante e que valia a pena compartilhar com vocês.

Dica da Larissa Klein, outra devoradora de livros tão voraz quanto eu. Obrigada!

Teca Machado

P.S.: O sorteio do Vale Presente da Livraria Cultura é depois da amanhã, mas você ainda pode participar. Nesse link aqui eu te explico como. É MUITO FÁCIL, GENTE!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A inspiração que veio da não-inspiração


Posso ser bem sincera? Estou sem criatividade hoje. Sem mesmo. Geralmente, quando isso acontece, é só dar uma olhada no Facebook, Twitter, site de notícias, não pensar em nada por um tempo que a inspiração acaba chegando. Mas hoje não. Zero. Niente. Nothing. Na verdade, muitas coisas estão passando pela minha cabeça nesse momento. Pensamentos voando em altíssima velocidade, todos desordenados, sobre quase todos os assuntos possíveis, principalmente trabalho (Ultimamente, meu nome é trabalho!). Mas nenhum relacionado a assuntos bloguísticos. Então sobre o que escrever? Sobre essa não-inspiração.


A minha cabeça é um lugar um tanto quanto peculiar (Para não dizer estranho...). Já disse logo no início do blog que eu tenho uns sonhos MUITO loucos, lembram? Desde que eu escrevi sobre isso da última vez, novos sonhos épicos foram adicionados à minha coleção. Os melhores que me lembro ultimamente foram ter escalado os Alpes Suíços de biquíni só porque era divertido e quando eu fiz trilha com a Shakira (minha best friend forever) no Chile para gravarmos um reality show. Falando sobre essas loucuras da minha mente transtornada com um amigo, ele me perguntou se eu bebia antes de dormir. Respondi que talvez seja sonâmbula e beba durante o sono. Só isso explica esses sonhos malucos que constantemente envolvem artistas homens querendo casar comigo ou artistas mulheres que são minhas amigas. Isso ou eu tenho a autoestima muito elevada no fundo do meu subconsciente.


Eu sofro de imaginação fértil. E quando digo sofro, é verdade. Quando alguém me conta algo, conversa comigo, consigo fazer imagens mentais rapidamente, imaginar uma cena vívida em poucos segundos, mesmo que esteja de olhos abertos. Talvez seja por isso que eu goste tanto de livros, porque deixo a imaginação correr solta, sem freios, sem amarras. Isso tem seus momentos bons, é claro. Mas, também muito ruins. É como disse antes, faço imagens mentais, mesmo de coisas que eu não quero fazer, de situações um tanto inusitadas, nojentas e toscas. É automático. E se eu fechar os olhos, piora! A cena fica mais real ainda. Acho que fico mais tensa lendo um livro de suspense ou terror do que assistindo a um filme, porque nesse caso, dentro da minha cabeça, tudo parece pior. Acho que por isso nunca tive coragem de ler Stephen King. Seria igual ao Joey, de Friends, no episódio quando lê O Iluminado, desse autor, e fica com tanto medo que esconde o livro na geladeira.


Às vezes acho que a minha mente não funciona no mesmo ritmo das outras pessoas. Queria que fosse no sentido de eu ser gênio, tipo o Sheldon, do The Big Bang Theory. Mas não, tenho um QI normal. O meu problema é que penso em muitas coisas ao mesmo tempo e numa velocidade muito rápida. Começo pensando em banana e dois minutos depois já cheguei à II Guerra Mundial, tudo isso com uma ligação um tanto lógica. Minhas amigas riem, porque estamos falando de um assunto e de repente, já fiz uma conexão muito louca na mente, cheguei a outro diferente e falo com elas sobre isso, mas elas não conseguem acompanhar porque eu não expliquei como cheguei ali. 


Será que eu sou louca? Acho que vou criar o AIF – Associação de Imaginadores Férteis. Quem se junta a mim? “Oi. Sou uma imaginadora fértil desde os cinco anos (Oi, Teca). Da última vez que eu fiz isso, foi porque sonhei que tinha um foguete nas costas e fui com ele até a lua. Foi muito real”.

A Marcella Brafman (Adoro ela, gente! É um blogueira super linda! Já falei sobre ela aqui e aqui), coloca na sua bio do blog que “sofre de imaginação fértil e só passa escrevendo”. E eu sou assim também, já disse. E hoje, mesmo sem inspiração, sem criatividade, e sobre sem o que escrever, escrevi. E a angústia de não saber o que escrever, apesar da vontade de fazer isso, passou. E o blog não ficou sem atualização (Apesar de que com certeza agora vocês acham que eu não sou muito normal...).

Teca Machado

P.S.: Está quase acabando o seu tempo para participar do sorteio do Vale Presente de R$50 da Livraria Cultura! Saiba mais sobre o assunto aqui. CORRE!

sábado, 15 de dezembro de 2012

Orelhão mágico do Papai Noel


Eu adoro essa época do ano. Natal, Ano Novo, essa sensação de missão cumprida de fim e de renovação para um novo começo. Todo mundo mais feliz e mais leve, as cidades e casas enfeitadas, o caminhão da Coca-Cola passeando por aí. Não sei se é impressão minha ou se é verdade, mas as pessoas sorriem mais em dezembro.  Como a boa comunicadora (Ou seria comunicóloga?) que sou, outra coisa que gosto muito desse período são as propagandas televisivas. Já disse que adoro publicitários criativos?

No dia do Natal vou colocar aqui a minha preferida de todos os tempos, mas hoje resolvi já adiantar esse espírito natalino com a propaganda da Oi

Lançada essa semana, ela é super amor. Pegou a premissa de que quando se é criança, há o desejo de falar com o Papai Noel. E se tudo hoje em dia é tão moderno, porque não fazer isso por telefone?

Olha aí que lindo:



Diz se não faz com que fiquemos com um sorriso no rosto e acreditando na magia do Natal?

Teca Machado

P.S: Ainda dá tempo para participar do sorteio de um Vale Presente de R$50 da Livraria Cultura. Se eu pudesse, eu mesma seria a vencedora, haha. Para maiores informações, clique aqui.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

De Volta para o Futuro, entre os preferidos


Pensando em alguma ideia de post, percebi que nunca falei sobre De Volta Para o Futuro. O que é um absurdo, porque desde que me lembro por gente adoro os três filmes da série. Eles fazem parte da leva de longas, músicas e livros que o meu pai introduziu na minha vida desde muito nova. Talvez seja por isso que eu gosto tanto e estejam na minha “seleta” lista de favoritos.


A série De Volta Para o Futuro lançou o primeiro filme em 1985. Escrito e dirigido por Robert Zemeckis, a Parte I conta a história de Marty McFly, interpretado por Michael J. Fox. Ele é um adolescente dos anos 1980 que é amigo do Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd, ótimo no papel), um cientista maluco muitos anos mais velho do que ele. Marty vive uma vida sem graça, numa família mais sem graça ainda e sem nenhuma ambição. 

A primeira experiência de viagem no tempo.

Certa noite, o Dr. Brown liga para Marty pedindo para que eles se encontrem. O cientista mostra para o rapaz um DeLorean (Carro) que ele transformou em máquina do tempo. Por confusões do destino, Marty acaba voltando no tempo e vai para 1955, onde fica preso, pois o automóvel parou de funcionar. Procura o Dr. Brown do passado, diz quem é e pede ajuda. Enquanto espera que a máquina do tempo seja consertada, conhece os seus futuros pais e a mãe fica apaixonada por ele. Se isso continuasse assim, o pai e a mãe não casariam no futuro e ele desapareceria. Então começa uma corrida contra o tempo para voltar para o futuro, mas antes fazer seus pais se apaixonarem.

Marty em 1955 conhece a sua mãe adolescente, que se apaixona por ele, na Parte I.

Na Parte II, produzida em 1989, logo depois que Marty volta de 1955, encontra o Dr. Brown, que o leva para o futuro, 2015, e mostra que o seu futuro filho seria um fracassado que seria preso. Enquanto tentam consertar a situação, Biff, o vilão, volta ao passado, em 1955, muda tudo e cria uma realidade alternativa terrível em 1985, que seria o presente (Confuso, né? Filmes de viagem no tempo geralmente são assim).

Na Parte II, enquanto Marty e Dr. Brown estão em 2015.

Na Parte III, de 1990, por causa de motivos da Parte II, o Dr. Emmett Brown está preso 1885, mas muito feliz. Marty, em 1985, vendo um cemitério antigo, descobre que o seu amigo cientista vai ser assassinado no passado e dá um jeito de ir até lá com o DeLorean para poupar sua vida. Só que, é claro, quando chega lá, fica preso também no passado. Ajuda o Dr. Brown, mas quer voltar para a sua vida 100 anos à frente, o que é meio difícil, por causa da falta de tecnologia da época.

Cena da Parte III, quando Marty chega em 1885 e diz se chamar Clintin Eastwood.

Os três filmes são excelentes. Eu não consigo escolher o meu preferido, pois são todos interligados, como se fossem um só. Assistir fora de ordem é pedir para dar um nó no seu cérebro, pois quem não viu o primeiro, dificilmente entende os outros.

Lendo sobre a série, descobri que a ideia do filme surgiu quando Bob Gale, roteirista e produtor, visitou seus pais, viu foto deles adolescentes, e imaginou se seriam amigos se os conhecesse naquela época.

O DeLorean, Marty, Einstein e o Dr. Brown.

Dizem por aí, rumores de Hollywood, nada comprovado, que estão querendo fazer o De Volta Para o Futuro Parte IV e que Zac Efron, aquele gostoso lindo, estaria no papel de Marty McFly. Eu gostaria de ver uma continuação, mas também não gostaria. Os antigos são tão bons que tenho medo que estraguem se fizerem um filme novo. Sabe aquela história de “Em time que está ganhando, não se mexe”? Então, acho que seria esse o caso.

A trilogia De Volta Para o Futuro é considerada por muitos institutos cinematográficos bem cotada na lista de melhores filmes do século e “cultural, historicamente e esteticamente significante”. É o tipo de filme que você não pode morrer sem assistir.

Recomendo muito.

Teca Machado

P.S.: Para participar do sorteio de um Vale Presente de R$50 da Livraria Cultura, clique aqui. É FACÍLIMO!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Chuva e Bad Day


Acordei hoje e estava chovendo (Ainda está). Muito. Depois de não querer levantar da cama, travar uma batalha contra o meu corpo para tomar vergonha na cara, me espreguiçar, me arrumar e ir para o trabalho, não consegui encontrar vaga perto do prédio. Tudo bem, tenho um lindo guarda-chuva em formato de garrafa de vinho que todo mundo ama e guardo no porta-luvas. Só que ele não estava lá. Meu pai mandou lavar o Batman (O nome do meu lindo C3zinho preto) e tirou ele de lá (Porque se for depender de mim, o carro nunca é lavado...). Resultado, saí correndo na chuva e cheguei encharcada, de cabelo pingando. Bom que se eu não tivesse tomado banho antes de sair de casa, teria tomado na chuva.

Enfim, como o dia já começou LEGAL e chuvoso, lembrei da música Bad Day, do canadense Daniel Powter. Na verdade, não que eu tenha lembrado da letra dela em si, mas do clipe, onde tem chuva e dia nublado. Achei que seria legal compartilhar aqui, porque ela não é muito conhecida, mas é uma graça!


Olha que bonitinha:



Bad Day – Daniel Powter

Where is the moment we needed the most
You kick up the leaves and the magic is lost
They tell me your blue skies fade to grey
They tell me your passion's gone away
And I don't need no carryin' on

You stand in the line just to hit a new low
You're faking a smile with the coffee to go
You tell me your life's been way off line
You're falling to pieces everytime
And I don't need no carryin' on

Because you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day
You had a bad day

Well you need a blue sky holiday
The point is they laugh at what you say
And I don't need no carryin' on

You had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
The camera don't lie
You're coming back down and you really don't mind
You had a bad day

(Oh.. Holiday..)

Sometimes the system goes on the blink
And the whole thing turns out wrong
You might not make it back and you know
That you could be well oh that strong
And I'm not wrong

So where is the passion when you need it the most
Oh you and I
You kick up the leaves and the magic is lost

'Cause you had a bad day
You're taking one down
You sing a sad song just to turn it around
You say you don't know
You tell me don't lie
You work at a smile and you go for a ride
You had a bad day
You've seen what you like
And how does it feel for one more time
You had a bad day
You had a bad Day

Não entendeu nada? Clique aqui para ver a tradução.

Teca Machado

P.S.: Ainda estou esperando você participar do sorteio do Vale Presente de R$50 reais da Livraria Cultura. Entre aqui e descubra como.