quinta-feira, 30 de maio de 2013

“Fran está procurando o seu príncipe encantado. O marido dela também” – Happily Divorced


No primeiro episódio de Friends (Ah, Friends! Saudades!), perguntam para Ross (David Shwimmer): “Mas você nunca percebeu que ela (Sua esposa) era lésbica?”. Ao que ele responde: “Claro que não. Por que eu me casaria com uma lésbica?”. O mesmo acontece na série de comédia Happily Divorced, de Fran Drescher (De The Nanny. Impossível não lembrar da sua voz anasalada dizendo “Oh, Mr. Sheffield!”).


Na vida real Fran Drescher foi casada com o produtor Peter Marc Jacobson por mais de 20 anos. Depois de se divorciarem, em 2005, ela namorou um homem 16 anos mais novo, que serviu de material para a criação da série Living With Fran, que era legal. Naquela época, Fran descobriu que o ex era gay. E como mantinham uma relação muito amigável, a arte imitou a vida mais uma vez. Surgiu assim a ideia de escreverem e produzirem juntos Happily Divorced, inspirada na história do casal.

Fran e Peter

Em Happily Divorced, pela terceira vez Fran Drescher usa o nome Fran para a personagem. Não sei se ela gosta muito do nome ou o quê, mas em todos os seriados que ela mesma escreve seu nome não muda.

O slogan da série é: “Fran está procurando o seu príncipe encantado. O marido dela também”.

Fran (Ficcional, não a real) é uma dona de floricultura, casada há 18 anos, que descobre que seu marido Peter (O ótimo John Michael Higgins) é gay. Super gay. E só ela não percebia, porque estava na cara. Mesmo separados, eles continuam a morar na mesma casa, pois estão com a situação financeira difícil e com hipotecas para pagar.

Fran, Peter e um suposto pretendente

Os episódios vão se destrinchando mostrando o relacionamento do ex casal e dos novos casais que eles tentam ser com outras pessoas. O mais engraçado é que ambos muitas vezes se apaixonam pelo mesmo cara e um tenta sabotar o outro.

A relação entre Fran e Peter é bem bonitinha. Apesar de não existir mais amor entre homem e mulher, eles se amam profundamente. Acho que mais como melhores amigas do que como qualquer outra coisa. Quando no primeiro episódio ele conta à esposa que é gay, diz: “Eu nunca fingi amar você. Eu amava você antes e amo você agora, e é por isso que para mim foi tão difícil falar isso para você”.

O ex-casal num encontro de Fran

No elenco de Happily Divorced também estão Tichina Arnold (A mãe em Everybody Hates Chris), como Judi, a melhor amiga de Fran, Rita Moreno e Robert Walden, que interpretam os ótimos pais de Fran, e Valente Rodriguez, como Cesar, empregado da floricultura que é bem engraçado. A cada episódio aparece um homem diferente para sair ou com a Fran ou com o Peter. E, olha, são todos de babar, viu?

Todo elenco fixo

A série é no melhor estilo comédia pastelão dos anos 1990 e tipo The Nanny, o que a levou a receber muitas críticas negativas. São aquelas piadinhas bobas e rápidas que se você não gosta muito de humor americano, não vai gostar. Mas como eu cresci vendo The Nanny, eu me divirto sozinha assistindo.

Ponto fraco: A voz de Fran Drescher continua simplesmente insuportável. Mas depois de um tempo tentando abstrair, você nem escuta mais.

Happily Divorced já tem duas temporadas e passa todas as segundas-feiras, às 20h no canal Comedy Central. Tem reprises nas terças-feiras às 17:30 e domingo às 11:30 e 20h.

O antigo Mr. Sheffield de The Nanny em participação especial

Recomendo.

Teca Machado

Princesas X Mulheres Reais


De vez em quando eu fico impressionada com a criatividade de alguns pais. Já falei de alguns que me chamaram a atenção, como Jason Lee (Aqui), que fotografa as filhas em produções super divertidas, e Patrick Boivin (Aqui), que transforma seus filhos em super heróis aclamados pelo cinema. Agora é a vez da fotógrafa americana Jaime Moore.

A mulher queria presentear sua filha Emma, de cinco anos, com um ensaio fotográfico. Buscando inspirações, encontrou tudo sobre “Como vestir sua filha como uma bela princesa da Disney” e fantasias de Barbies.

Apesar de ter gostado das lindas representações de vidas perfeitas e corpos perfeitos, Jaime percebeu que elas eram apenas personagens fictícios e que não valia a pena tirar fotos da filha com esses ideais vagos. Ela queria fotografias diferentes, que ensinassem algo para Emma.

Então, a fotógrafa pesquisou sobre mulheres inteligentes e que fizeram a diferença no mundo de alguma maneira. Ela queria representar Emma como pessoas reais e que fizeram muito mais do que uma princesa faria.

O resultado é muito bonito e interessante. Segue abaixo:

1 - Susan Brownell Anthony


Susan foi uma feminista líder do movimento norte-americano dos direitos civis. Teve um papel importante na luta por Direitos da Mulher no Século 19 para garantir o direito ao voto nos Estados Unidos.

2 - Gabrielle Bonheur “Coco” Chanel



Acredito que todos conhecem essa mulher. Estilista francesa, uma das figuras mais importantes da história da moda. Além de referência no luxo e na elegância, Coco Chanel também foi uma importante ativista do feminismo.

3- Amelia Mary Earhart


Célebre aviadora americana que desapareceu no Oceano Pacífico em 2 de julho de 1937. Foi reconhecida mundialmente por suas marcas de voo e por tentar realizar a primeira viagem aérea ao redor do mundo sobre a linha do Equador.

4- Helen Keller


“Mantenha seu rosto ao sol e assim não verá as sombras”. Considerada uma das maiores “guerreiras” do mundo, Helen foi uma ativista política e oradora norte-americana com deficiência visual e auditiva, o que nunca a impediu de fazer o que achava certo.

5. Valerie Jane Morris Goodall


É uma artista, ativista e primatóloga inglesa que dedicou sua vida ao estudo do comportamento dos chimpanzés na África e à promoção de estilos de vida mais sustentáveis. Hoje, aos 69 anos, ainda é uma grande protetora da natureza.

6. E uma mulher importantíssima para Jaime: Emma More, uma futura grande mulher.



Uma graça essa menina, né?

Fiquei apaixonada por esse ensaio. Queria ver mais fotos, mas só encontrei essas.

Como muitas vezes acontece, a minha fonte hoje foi o blog Sem Clichê, da Marcella Brafman. 

Teca Machado

quarta-feira, 29 de maio de 2013

“Don’t worry, be happy...”


“Don’t worry about a thing... ‘Cause every little thing gonna be all right” (Eu aposto que você cantou mentalmente com o “tchurururuuuuuuu” entre as duas frases).

Eu sou ansiosa. Muito mesmo. De verdade. Um monte. Vocês conseguiram perceber o quanto? Pois é, eu sofro. E sofro principalmente por antecipação. “O que será que vai acontecer?”, “O que vai ser de mim?”, “Como vai ser se isso ou aquilo for concretizado?”. Mesmo que a chance seja mínima, fico receosa e com o coração pesado (Só não digo que perco o sono porque perder o sono para mim é algo dificílimo. Costumo dizer que se eu tomar muito suco de maracujá entro em coma. Se tomar Dramin, tenho morte cerebral). E aí, se o imaginado ruim não acontece e fico feliz, tem todo aquele desgaste de ter me preocupado a toa, queimado neurônio sem motivo. Ou seja, não tem como ansiedade fazer bem.


E eu me sinto mal por ser ansiosa. Primeiro porque física e psicologicamente é muito ruim. Coração apertado, angústia, a mente que dispara em todas as alternativas (E olha que eu sou muito otimista). Segundo porque na Bíblia Deus nos fala para não ficarmos ansiosos com coisa alguma. Aí comecei a me sentir pior ainda quando há alguns na igreja o meu pastor disse que quem fica ansioso é porque tem pouca fé, porque não acredita que Deus vai fazer o melhor. Então veio a culpa, né? Eu tenho , muita mesmo, mas ficar com esse sentimento diz justamente o contrário. Meditei sobre isso e melhorei bastante.

Ultimamente eu andava ansiosa, mas uma ansiedade boa, de animada, de esperança. Com toda a história do meu livro (Falei sobre isso aqui) e conquistas do blog, veio a sensação de animação, de ficar quicando por dentro, de fazer igual criança pequena e falar “A gente já chegou? A gente já chegou?”. Achei que tinha controlado bem a minha ansiedade “do mal”.

Mas essa semana, aquela minha velha conhecida voltou a rondar. Por algo nada concreto, de ouvir conversas pela metade e tirar conclusões precipitadas. Por algumas horas, me deixei torturar e sofrer. Até que conversando com uma amiga, com o meu pai e com o meu namorado, meu coração ficou mais leve. Quando conversei com Deus, mais ainda. Falei: “Pai, independente do desfecho, independente do que for, sei que o melhor para mim vai ser feito. O Senhor fala que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. E eu amo muito o Senhor, então vai ficar tudo bem. Só me ajude a aceitar se não for bem o que eu queria”.


E olha, vou falar para vocês, estou calma e o pepino nem foi resolvido. Aliás, nem foi concretizado (Se é que um dia vai ser). Ainda estou em stand by, mas bem mais serena. Ainda mais porque no dia seguinte ao que eu estava nervosa, apareceram tantas boas coisas no meu caminho que nem podia pensar sobre o ruim. Enxerguei as boas notícias como um claro recado de Deus dizendo: “Está vendo, minha filha? Eu cuido de você. Sempre”.

É difícil deixar nas mãos de Deus porque nós gostamos de ter o controle. Eu mesma adoro ter o controle, principalmente em atividades relacionadas ao trabalho. Gosto de fazer e pensar tudo nos detalhes para que seja do jeitinho que eu quero. Mas com o passar do tempo aprendi que às vezes o jeito que a gente quer é tão ruim que no fundo foi bom mesmo que tenha acontecido de outra maneira.

Enfim, acho que o segredo da felicidade é ser como o Timão e o Pumba, que cantam Hakuna Matata (“Os seus problemas você deve esquecer...”) a plenos pulmões. 


Seja mais Hakuna Matata você também e deixe que Deus cuide.

Teca Machado

terça-feira, 28 de maio de 2013

Longe do Crepúsculo – A Hospedeira


Em 2009, quando Stephenie Meyer lançou o livro A Hospedeira, não me interessei em ler. A capa é legal, mas a história não me chamou a atenção. Tinha gostado da Saga Crepúsculo, mas tinha sentido que talvez já estava farta de vampiros tipo X Men, lobisomens e uma protagonista insuportável. O tempo passou e eu esqueci da existência desse livro. Quando lançaram o filme esse ano, pensei em assistir. Mas passou tão pouco tempo no cinema que eu perdi o timing. Deixei para lá, nem mesmo tinha visto o trailer. Até que uns dias depois, a Dudi, uma amiga que tem esse blog super lindo chamado Títulos de Livros e é tão obsessiva com livros como eu, me falou que valia muito a pena ler. Achei em promoção e comprei. Fiquei arrependida. Arrependida de não ter lido antes. Virou um dos meus livros preferidos.

Capa original

Coloque os seus preconceitos contra Stephenie Meyer de lado. A Hospedeira não tem absolutamente nada a ver com Crepúsculo. Ninguém vai brilhar no sol, nenhum pescoço será mordido e nenhuma família vampira vai viver com 17 anos para sempre. É tão ficção quanto os outros livros da autora, mas é mais “adulto”, vamos dizer assim. Crepúsculo falava apenas de amor e ponto final. A Hospedeira é sobre a sobrevivência da raça humana.

Num tempo não especificado, a humanidade quase chega ao fim. Alienígenas chegam de mansinho e tomam os humanos usando-os como hospedeiros. Eles são inseridos nos cérebros e a mente que estava ali antes é suprimida, deixando apenas o etê comandando o corpo. Eles continuam a viver a vida dos hospedeiros como se nada tivesse acontecido e a única diferença visível são olhos com um aro prateado ao redor da pupila. Quando os terráqueos percebem, já é tarde demais e foram praticamente dizimados.

Uma das maiores combatentes dos humanos remanescentes é Melanie Stryder, uma garota que se vê sozinha cuidando de Jamie, seu irmão mais novo. Quando encontra Jared, sua vida de fugitiva fica menos pesada, pois encontra ali um salvador e um amor. Até que é capturada pela raça alienígena e vira ela também uma hospedeira

Capa criada com o cartaz do filme

O que acontece é que ela se recusa a ser suprimida. Peregrina, a alma (Como são chamados os invasores) que toma o seu corpo, passa a ser obrigada a conviver com a teimosa Melanie em seu cérebro. Os embates entre as duas são ótimos. Como Melanie constantemente enche Peregrina com imagens e lembranças da sua vida com Jared e Jamie, a alienígena passa a também amar os dois. E assim ambas se aliam para procurar os homens e encontram uma célula rebelde cheia de humanos bons e maus, com defeitos e qualidades. 

Muito bem escrito e com o enredo bem amarrado, A Hospedeira me surpreendeu no melhor sentido. O início é meio lento, pois é quando capturam Melanie e Peregrina assume o corpo. Nesse momento, o ritmo vai devagar, situando o leitor na situação que a Terra vive. Quando Melanie e Peregrina começam sua busca desenfreada por Jamie e Jared fica excelente. Quando elas encontram o grupo humano, então, nem se fala. Ali é visto como o ser humano vive em sociedade e como ele reage em espaços confinados e quando está encurralado.

Você pensa no começo que vai odiar os alienígenas, afinal, eles estão acabando com a nossa raça. Mas eles são tão bons, dóceis, amáveis e pacatos que é impossível não se apaixonar pelas almas, principalmente por Peregrina, provavelmente a criatura mais altruísta do Universo.

Stephenie Meyer

A autora cria um quadrilátero amoroso entre três pessoas e uma mente que em nada lembra o trio um tanto insosso Bella-Edward-Jacob de Crepúsculo. Eu mesma me apaixonei pelos personagens, principalmente por Ian, um dos humanos da célula resistente aos alienígenas.

O livro é comprido, são 550 páginas, e você fica pensando “Será que tem assunto para tudo isso? Será que não fica enjoativo?”. A resposta é sim para a primeira pergunta e não para a segunda. Stephenie Meyer soube criar um ambiente totalmente crível, situações verossímeis (Apesar do tema um tanto irreal do livro) e personagens com características reais. Foi um livro que me fez perder muitas horas de sono à noite nessas últimas duas semanas porque não conseguia parar de ler antes de dormir.

A autora afirma que A Hospedeira é a sua obra favorita (E uma das minhas também) e que está escrevendo uma continuação (OBA!) de forma lenta. 

Cena do filme: Melanie e Jared

Agora estou louca para ver o filme. Me disseram que é bem fiel ao livro. Espero! Quando assistir, falo sobre ele para vocês.

Recomendo muito.

Teca Machado

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Evolução da Música - Pentatonix


Eu já disse algumas vezes por aqui que eu queria muito ter talento musical. Eu sou simplesmente louca por música, mas tenho zero tino musical. Canto mal, sou desafinada e não sei tocar ada. O que eu sei fazer muito bem é curtir a música e dançar mais ou menos (Seja em festa, seja sozinha no quarto ou seja dentro do carro, minha especialidade). O que é uma pena, porque eu queria muito ser uma estrela do rock

Enfim, gosto de quase todos os estilos musicais. Sertanejo para mim é mais ou menos e pagode e axé eu não suporto, mas, de resto, é tranquilo. Principalmente um popzinho ou rock glam.

Esse final de semana vi um vídeo que mostra que realmente algumas pessoas nasceram para fazer música. É do Pentatonix, um grupo texano que canta a capela composto por quatro homens e uma mulher. Eles são impressionantes! Me deixaram completamente apaixonada.


Esse em questão se chama Evolução da Música. Eles pegam ritmos e canções que vão do século XI até a atualidade e os misturam de um modo coerente e que encaixou direitinho. 

Muito melhor do que eu ficar falando aqui, é vocês escutarem:


Não é fantástico?

Eles têm muitos outros vídeos no Youtube. Vale a pena perder um tempinho (Na verdade, ganhar um tempinho) ouvindo. 

Pesquisando descobri que três deles eram amigos de infância e depois os outros dois se juntaram. Foram descobertos num reality show da NBC em 2011 chamado The Sing-Off e foram os vencedores.

Saiba mais no site oficial do Pentatonix aqui.

Recomendo.

Teca Machado

sábado, 25 de maio de 2013

The 80’s are back!


Se tem um ator com a maior cara de loser de Hollywood, para mim, é Tobey Maguire. Ele sempre com aquela expressão de quem acabou de ter uma dor de barriga, de quem levou um fora, de quem não sabe por que vive. Detesto ele como Homem-Aranha. Prefiro muito mais o Andrew Garfield. Tobey Maguire é seguido de perto por Kristen Stewart (Argh!) e Topher Grace (O Eric de The 70’s Show). Mas, pelo menos, esse último tenta fazer piadinhas autodepreciativas sobre ser um perfeito mané (Sei que essa expressão é de velho, mas não encontrei uma melhor). E, mais uma vez, Topher Grace fez o mesmo papel de inseguro/mala/bobo/mané no filme Uma Noite Mais Que Louca.


É bem Sessão da Tarde, sabe? Domingo passado, nada para fazer, assisti pelo Netflix. Foi uma escolha boa para um quase final de fim de semana. Previsível, legalzinho e que dá para dar umas risadas. E, para quem gosta dos anos 1980, é uma boa pedida (Mas Rock of Ages – Comentei aqui – é infinitamente melhor).

Típica festa anos 1980

O mais legal de Uma noite Mais Que Louca é a trilha sonora. Como passa no final dos anos 1980 (E eu adoro os bregas anos 1980!), não podemos esperar nada menos do que músicas clássicas que fazem você dançar involuntariamente. Tem Duran Duran, Mötley Crue, The Buggles e muitos outros. Se você não gostar do filme, com certeza vai gostar das canções e do figurino, que pegou a essência daquela década sem exagerar (Eu sempre me pergunto o que as pessoas tinham na cabeça na época para se vestirem daquele jeito. Seriam resquícios das drogas dos anos 1970 que ainda faziam efeito?).

Protagonistas de Uma Noite Mais Que Louca

Então, Uma Noite Mais Que Louca é mais da mesma fórmula de filmes americanos: Garoto loser, garota popular. Ele apaixonado por ela. Ela nem sabe quem é ele. Ele decide conquista-la numa festa muito louca. E é claro que consegue (Apesar da química inexistente entre o casal). 

Loser!

Vale do San Francisco, 1988. Matt Franklin (Topher Grace) é um jovem de 22 anos que terminou a faculdade no MIT e, apesar de ser um gênio, não tem ideia do que fazer da vida. Enquanto não resolve, trabalha numa locadora de vídeos. Quando Tori Frederking (Teresa Palmer, de Eu Sou o Número Quatro – Comentei aqui) volta para a cidade, ele decide que chegou a hora de conquistar a garota, pois é algo que quis nos últimos 10 anos. Junto com Wendy (Anna Faris, de Qual É O Seu Número? – Comentei aqui), sua irmã gêmea, e seu melhor amigo Barry (Dan Fogler, de Maldita Sorte), Matt decide ter um fim de semana épico.

Os dois amigos meio losers

Topher Grace é Topher Grace. Sem gracinha, tentando provar o seu valor e blá blá blá. Boriiiiiing! Eu esperava mais de Anna Faris, que é sempre TÃO engraçada. Mas a culpa não é dela, é na verdade do papel, que tenta ser meio sério num filme de comédia. Foi mal aproveitada. Teresa Palmer é a cara da Kristen Stewart, mas muito mais bonita e com expressões faciais de humanos, não de robôs. Atriz mediana. Nada espetacular, mas não é má também. Quem rouba a cena, na verdade, é Dan Fogler, o típico gordinho tosco e engraçado que todo mundo odeia amar, mas ama. As cenas mais engraçadas são dele, óbvio.

A Teresa Palmer que tem quase a mesma cara que a Kristen Stewart

Não acho que Uma Noite Mais Que Louca vai ficar marcado na sua memória por muito tempo, mas é um bom divertimento e uma boa maneira de passar um tempinho nos anos 1980.

Curiosidade: O filme foi feito em 2007, mas foi lançado só em 2011. A bilheteria foi baixa e grande parte dela foi doada à noiva de Chris Medina, um dos participantes do American Idol de 2009, que havia sofrido um grave acidente.

Anna Faris sendo Anna Faris: Louca

Recomendo.

Teca Machado

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nova Colunista - Os sete tons de azul do mar caribenho!


Ontem, no post 300, eu disse para vocês que algumas mudanças estavam a caminho. Então, elas já começaram. Na quarta-feira apresentei a Mah Prioli, que vai passar por aqui para escrever posts sobre coisas nerdizinhas e televisivas. Hoje, eu quero apresentar a Iara Vilela, uma das pessoas mais viajadas que eu conheço (Viajada no bom sentido, haha).

Quando pensei em alguém para escrever aqui sobre viagens, turismo e lugares legais do mundo, não me veio a mente outra pessoa, foi ela de cara!

Para começar a sua participação como colunista, segue o primeiro post sobre Cancún.

Iara, seja bem vinda!

Teca Machado

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Eu sempre digo que o melhor lugar do mundo para se fazer a primeira viagem internacional é Cancún. Mas também recomendo para qualquer pessoa que queira simplesmente inundar seus olhos com cores e comprovar que Deus foi muito caprichoso na hora de criar o mar Caribenho.
Mar de Cozumel. Não há filtro na foto, juro! (Foto: Iara Vilela)
Antes de contar mais, preciso alertar ao leitor que sou do tipo louca, que pesquisa tudo, vê fotos, calcula distâncias, traça rotas e roteiros, sempre!


Agora, continuando… Conheci essa maravilha de lugar em 2010 e mesmo tendo visto inúmeras fotos, não se compara ao choque (sim, a palavra é essa) de chegar lá e ver aquele mar azul que chega a doer os olhos. O azul foi o que mais me impressionou e por lá ouvi que o mar do Caribe possui sete tons de azul. E é verdade! Pude contar todos eles!

Para chegar até Cancún, porém, não é tão rápido e fácil quanto se pensa. Eu e meu marido fomos pela Aeroméxico e de São Paulo partimos direto para a Cidade do México, num vôo que durou umas 9 horas. Desembarcamos e ficamos umas 2h30 esperando o avião que nos levou para Cancún. Esse último trecho da viagem durou duas horas. Chegando lá, fomos recebidos pela equipe da CVC que nos levou ao hotel. Fomos de pacote e neste local foi uma ótima escolha.

O impacto do azul logo ao entrar no hotel (Foto: Iara Vilela)
Preciso dizer que Cancún não é apenas sol, areia branca e mar azul (como se isso fosse pouco). Pela principal avenida da cidade existem centenas de lojas, feiras de artesanatos, lojas de souvenirs, restaurantes e shoppings com marcas que vão de C&A a Louis Vuitton. O mais legal é que os preços são bem parecidos com os dos Estados Unidos ( praia + compras = paraíso!).


Sem contar que a cidade oferece atrativos para jovens como a boate CocoBongo (Sim, como a boate do desenho do Máskara) e o bar Senõr Frog, além de programas infinitos para turmas de amigos, recém casados e também para idosos. Ou seja, é do tipo de lugar que agrada turistas e viajantes de todas as idades!

A apenas alguns quilômetros de Cancún existem verdadeiros patrimônios da humanidade, que também são lindos e especiais. Os destaques ficam por conta da ilha de Cozumel, as ruínas do sítio arqueológico de Chichén-Itzá e o parque Xcaret. Pra mim é até hoje muito difícil de escolher quais desses lugares eu gostei mais! 

Começando por Cozumel. É um lugar perfeito para a prática de mergulho. Mesmo que você nunca tenha feito isso, arrisque ao menos mergulhar de snorkel (que é tipo uma máscara). Eu prometo que você não vai se arrepender.

Barco com turistas em Cozumel. (Foto: Iara Vilela)















Em Cozumel a vida marinha é muito intensa, o que permite que você veja todos aqueles peixes coloridos, barreiras de corais, tartarugas marinhas e com sorte até um tubarãozinho para dar emoção. Claro que tudo isso é feito com o acompanhamento de vários guias.

Chichén-itzá é um sítio arqueológico bem grande, onde funcionou uma das maiores cidade e o centro político/econômico da civilização Maia. Esse local fica a duas horas de Cancún, mas compensa. Os pesquisadores estimam que essa cidade foi fundada aproximadamente no ano 435 a.C. É muito bom quando a gente pode viajar e ainda absorver um pouco da cultura e história dos lugares.

Templo Kulkulcán, em Chichén-itzá. (Foto: Iara Vilela)
















Para conhecer o parque Xcaret você tem que separar um dia inteiro da sua viagem. Esse gigantesco parque fica em Playa del Carmen e lá você pode fazer inúmeras atividades como mergulhar com golfinhos, ver os animais da região em um pequeno zoológico, pode ainda almoçar e levar as crianças para brincar com as tartarugas.

Nesse mesmo parque você ainda pode conhecer a famosa capela do lugar, onde celebridades e a alta sociedade mexicana se casam, ver algumas ruínas e no fim disso tudo, assistir a um show teatral espetacular, que conta a história dos Maias e apresenta a cultura mexicana de uma forma que você nunca viu!

Eu, feliz, alegre e saltitante em Xcaret. (Foto: Eberson Terra)




Deixei para o final uma dica importante: Ir para Cancún é bem mais barato do que se pensa. Os pacotes de 8 dias custam em média R$ 3 mil, mas os hotéis são todos no sistema all inclusive (e todos de frente para o mar), ou seja, dentro das dependências dos hotéis você come, faz massagem e bebe de graça! Não há gasto com alimentação e bebida.

Existem alguns hotéis que contam com mais de 5 restaurantes e dezenas de bares que te servem ali na areia da praia. Se comparar com os valores para viajar aqui no Brasil mesmo, em lugares como Maragogi e Porto de Galinhas se prepare para gastar bem mais do que isso apenas em passagens e hospedagem!


Iara Vilela é jornalista e como boa wanderluster, ama viajar e já conhece mais de 50 cidades em 11 países. Ela também gosta de chocolate, esmaltes, cervejas especiais, tulipas, moda e é dona de um São Bernardo e de um Golden Retriever. Pseudo-nerd que é, adora toda a obra de J.R.R. Tolkien e Isaac Asimov, além de ter paixão por festivais de música! Entre uma viagem e outra, ela escreve para este lindo blog e também para o "Com os Erros Aprendi", que conta furadas e erros de navegação em muitas de suas viagens pelo mundo!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

E sããããão 300 posts e 40 mil acessos


Hoje a comemoração é dupla! Sabem por quê? Porque o Casos Acasos e Livros conquistou duas coisas: 300 posts e 40 mil visualizações.

We are 300! Hahaha

Olha que lindo, gente!

É motivo para sapatear, sair dançando na chuva, comer três quilos de chocolate e tomar champanhe! Infelizmente não posso fazer nenhuma dessas coisas no momento. Quem sabe no final de semana...

Então, estou feliz! Quando comecei o blog, há quase um ano (Dia 9 de junho é o aniversário), foi de modo muito despretensioso, já disse isso várias vezes. Na época estava me sentindo meio sufocada no meu trabalho, sem vazão de escrita criativa. Então, numa tarde de sábado, quando não tinha nada para fazer, coloquei em prática um desejo antigo: Fazer um blog. 


Mas sobre o que? Que nome usar? Como criar? 

Bom, sobre o que foi fácil: Sobre todos os assuntos possíveis e imagináveis (Mais sobre livros e filmes). Que nome usar: Casos Acasos e Livros surgiu do nada na minha cabeça. Como criar: O senhor Google me auxiliou.

Escrevi, fiz com amor, mas não achei que alguém além dos meus pais e do meu namorado fosse se interessar. Incrivelmente, no primeiro dia foram quase 200 acessos. Achei que o número tinha sido meio alto porque era novidade. Mas nos dias seguintes ele se manteve. 

Ao longo dos últimos quase 12 meses, a média diária de visualizações do blog foi de 150 a 200. Algumas vezes mais, algumas vezes menos, mas sempre teve gente que se interessou. Gente que eu nem imaginava que leria e gente que eu nem imaginava que existia.

A sensação de saber que tem pessoas que gostam do que eu escrevo me incentivou a realizar um sonho ainda mais antigo do que ter um blog: Escrever um livro.

De julho do ano passado a janeiro desse ano escrevi I Love New York, meu livro, meu bebê, um romance. Já comentei sobre isso várias vezes, mas nunca expliquei mesmo do que se tratava.

Sim, eu amo NY! #aloucadaestátuadaliberdade

Ainda não tenho editora. Pesquisei sobre elas e descobri que elas demoram de seis meses a um ano para dar a resposta sobre um manuscrito. Eu não quero esperar tudo isso para ouvir um provável “não” (O que acontece em 98% dos casos. Gente, a J. K. Rowling foi recusada 12 vezes!), então resolvi colocar a mão na massa sozinha.

É claro que vou enviar para editoras, mas enquanto ninguém me “quer” eu serei minha própria editora. Descobri um site de livros de autores independentes onde vendem o e-book e a versão imprensa. Vou hospedar lá a minha obra (Obra! Ai, que coisa séria!). Então, em breve, vocês poderão comprar o meu livro I Love New York.

E não é por que é independente que eu vou fazer algo amador. Não, de jeito nenhum. Quero que vocês, meus leitores, sintam que estão com um livro como qualquer outro “de verdade”. Mandei revisar, editar e agora está diagramando, tudo com profissionais.




Costumo dizer que fazer o livro é como cozinhar (Como se eu soubesse cozinhar...): Quando escrevia, era a fase de juntar os ingredientes numa bacia e misturar. Enquanto revisava e editava, era o momento de ir para o forno, tomar forma, crescer. Agora, a diagramação é a hora de confeitar, enfeitar, fazer as pessoas “comerem com os olhos”. E, gente, a capa está ficando linda! Como sou uma pessoa que julga pela capa, literalmente falando, queria algo que se eu visse, eu comprasse. Espero que vocês se sintam assim também.

Bom, muitas mudanças estão vindo por aqui nos próximos dias. Layout diferente, facilidade para deixar comentários (Finalmente!), colunistas e meu livro (E muitos outros) a caminho.

Obrigada por virem aqui 40 mil vezes. E que vocês voltem de novo. Talvez algo em torno de 40 vezes 40 mil. Ou mais.



E aguardem: I Love New York está quase chegando!

Teca Machado 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Noveleiras de Plantão – Amor à Vida


Eu gosto de novela. Não chego a ser viciada ou deixo de sair de casa para ver, mas gosto. Acho que sou, sim, meio noveleira. Mas não assisto qualquer uma, só as que chamam a minha atenção (Tipo Avenida Brasil. Carminha, I miss u!). 

Salve Jorge, por exemplo, só vi alguns capítulos das duas últimas semanas. Nem assisti o final. Achei um saco. Glória Perez, você é melhor do que isso, querida! Quem não riu dos posts do blog Ai, Morri de Sunga Branca que brincava de encontrar os erros em Salve Jorge? (Não viu nenhum? Então entra aqui). Mas a novela nova Amor À Vida já ganhou meu coração.


Resuminho: Félix (Mateus Solano) é bem mau. Morre de ciúmes da irmã Paloma (Paola de Oliveira) e morre de ciúmes da garota. Ela não se dá bem com a mãe e foge com o hippie Nino (Juliano Cazarré). Ela fica grávida, ele é preso com drogas, ela volta para casa. Os pais – Médicos, detalhe – não veem o barrigão de nove meses de Paloma. Ela foge de novo, tem o bebê num barzinho de quinta. Félix vai lá, rouba o neném e joga no lixo. O recém-viúvo Bruno (Malvino Salvador), encontra a criança. Fim do 1º capítulo.

Paloma e Nino na fase hippie

Curiosidade sobre Amor à Vida: Apesar da péssima música do cantor Daniel, a entrada da novela é muito boa. Ela foi criada pelo animador Ryan Woodward, que já trabalhou em filmes de ação como "Os Vingadores", "Homem de Ferro 2" e "Homem Aranha 2". Foram mais de quatro mil desenhos, três semanas de trabalho e um casal dançando de verdade.

Parto tenso

Na segunda-feira, no primeiro capítulo, eu e a Maíza Prioli, uma amiga (Twitter: @mah_prioli), comentamos em tempo real a novela por Facebook e Twitter em três status diferentes. Ficamos quase loucas! Começou por acaso. Ela disse que “Félix is the new Carminha”, aí eu escrevi para ela e no final do capítulo, uma hora e pouco depois, tínhamos mais de 50 comentários nos vários status Facebookianos. 

Félix, sua Carminha!

Segue para vocês nossos melhores momentos:

Status:
Mah: Já garrei amor na novela nova! (L)

Comentários:
Teca: Ai, Mah, a gente sofre do mesmo mal amorístico de novelas, haha.
M: Sofremos, Teca! Eu juro que tento resistir, mas não está fácil...
T: Detalhe: Mateus Solano não está TUDO de vilão? E nunca que a Paola de Oliveira é hippie.
M: Amor hippie não dá, né? Já Félix é a nova Carminha. Adorei.
T: Não há amor que sobreviva a dreads! Nem o Gianechini eu encararia de dreads.
M: Garrei nojinho dos dreads.
T: Imagina aquele cabelo esfregando no seu rosto enquanto ganha beijinho? Haha. 
M: Creeeeeedo, haha.
T: Gente, olha o tamanho da barriga e os pais dela nem veem! Que burros!
M: Está parecendo aquele programa da Discovery H&H: Eu não sabia que estava grávida, haha.
T: O pai é médico, mas não vê a melancia dentro da barriga dela!
M: Foi grávida para a balada. Não aprovo. Nunca confie nesse ex-dread.
T: Peraí que o neném está nascendo!

(Pausa para a cena do nascimento)

T: AI, MAH, ESTOU TENSA!!! Glória Perez deve estar querendo se jogar da ponte nesse momento por ver que a novela nova é muito melhor que a dela!
M: Ela desaprendeu a fazer novela...
T: Ela disse que ninguém a entende, que temos que aprender a “voar” com ela. #Louca
M: Você não está achando Amor à Vida meio Manoel Carlos?
T: Super. Cadê a Helena?
Danilo (Amigo aleatório da Mah que apareceu no meio da nossa conversa em comentários): Mas essa musiquinha da abertura... Sacanearam com o povo...
T: Coitado do seu amigo! Vai receber milhões de notificações desse status, haha.
M: Verdade, haha.

(Mateus Solano joga o recém-nascido no lixo numa atuação fantástica)

T: Mateus Solano é definitivamente a nova Carminha.
M: Certeza que vai ganhar todos os prêmios do ano.
T: A cara dele está dando medo.
Maria Helena (Amiga nossa em comum que apareceu também): A Dra (Leona Cavalli) podia estar um pouco menos Joelma, né?
Chalani (Amiga da Mah): Passada em Cristo com esse “minuto a minuto” da nova novela.

(Sobe o letreiro de fim do capítulo)

M: Acabou por hoje! Amanhã tem mais para a gente comentar, haha.
T: E por hoje é só! Sorte do Danilo que acabou rápido.

Adoooooooooooorei, haha

Então, eu e a Mah somos irmãs gêmeas de gostos televisivos (Gente, ela também gosta das Kardashians, haha!) e por isso a convidei para aparecer aqui de vez em quando com contribuições sobre novelas, realities e programas do tipo.

Ela é essa aqui:


Deem as boas vindas!

Mah, sempre bom comentar novelas com você. Que venham mais capítulos!

Recomendo Amor à Vida.

Teca Machado

terça-feira, 21 de maio de 2013

Cinema ao ar livre e show na beira do Lago Paranoá


Apesar de morar numa capital, Cuiabá, sinto muita falta de programas culturais. Aqui tem muito cara de interior em alguns aspectos. Tem algumas peças regionais aqui e ali, uns festivais de danças típicas, exposições de fotografias, muitos e muitos show sertanejos e alguns teatros e stand ups de fora. É sempre muito igual. Quando vejo cidades como Rio, São Paulo e Brasília, percebo o quanto estou perdendo nesse quesito. Felizmente, vou bastante para Brasília (E um pouco para SP), então, quando posso fico imersa em programas do tipo.

No último sábado, quando estava no nosso Distrito Federal, tive a oportunidade de ir ao Vivo Open Air no Pontão do Lago Sul. Trata-se de um cinema e show ao ar livre, na beira do lindo Lago Paranoá, com a maior tela de cinema do mundo. São 325 metros quadrados de espaço para projeção, 28 caixas de som e cadeiras super confortáveis.

Estrutura do Vivo Open Air

Achei legal que tinha uma arquibancada enorme, com cadeiras macias e almofadadas e no chão, mais próximo à tela, cadeiras típicas de casa da vovó, meio que uma rede, sabem? Quase deitadas para que o público pudesse ver aquela telona gigante em todo o seu esplendor.

Além da parte do cinema e de shows (Que aconteceram depois da exibição dos filmes), tinha uma parte de atendimento ao cliente com banheiros, lanchonetes, telas passando propagandas da Vivo e um balcão onde eles davam pipocas para o público. Fomos muito bem tratados. Organização excelente e uma estrutura excepcional

Em Brasília o Vivo Open Air foi do dia 8 a 19 de maio e a programação foi bem diversificada. Passou Pulp Fiction, As Aventuras de Pi (Comentei aqui), Curtindo a Vida Adoidado, Django Livre (Comentei aqui), Massacre da Serra Elétrica 2, Gremlins, E.T e muitos outros.

Estrutura de atendimento ao cliente

 Pena que no dia que eu pude ir, no sábado, passou um filme ruim: Taxi Driver, de 1976, do diretor Martin Scorsese. Depois teve show do Móveis Coloniais de Acaju. Não posso dar uma opinião completa sobre o longa porque eu saí antes de terminar. Apesar de estar super curtindo o ambiente e a companhia (Não o filme), tive que ir num aniversário e estava muito frio, então eu e o meu namorado saímos um pouco mais cedo. Mas uma coisa eu digo: O filme é devagar, parado, meio estranho e ruim (E agora os críticos cults de cinema devem estar querendo me bater, eu sei).

Eventos como o Vivo Open Air acontecem no mundo inteiro desde a década de 1990 e são um sucesso. Uns dos mais famosos são os de Madrid e de Santiago (Que usam a mesma tela imensa desse do Brasil). O Vivo Open Air começou em 2002, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Desde 2005 tem em Brasília e em 2012 começou em Recife.

Visão da arquibancada e das cadeira de "vovó"

Esse ano já teve em São Paulo e em Brasília. No Rio de Janeiro vai ser em outubro e novembro. E em Recife não tem data esse ano.

Se você tiver a oportunidade de ir ao Vivo Open Air, não deixe de ir. É muito gostoso e é uma forma de experimentar o cinema de modo diferente (E não se esqueça de comprar ingresso com antecedência. Comprei no primeiro lote umas 3 semanas antes. Nos dias do evento só tinha entrada para os piores filmes e estava o dobro do preço).

Filme ruim

Tim, você me deixa falar de graça (Apesar de viver caindo e a 3G não funcionar) e eu te adoro (Apesar de viver com raiva de você), mas a Vivo ganhou meio coração nesse final de semana.

Recomendo o Vivo Open Air.

Teca Machado

segunda-feira, 20 de maio de 2013

As 10 melhores praias do mundo – #morrendodevontadedeir


Eu amo praia. Amo de verdade. Eu seria muito muito muito muito muito feliz morando na praia. Ou pelo menos mais pertinho do mar. Afinal, estou no CENTRO Geodésico da América do Sul, ou seja: Para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita a distância do oceano é a mesma. E isso significa que é muito longe (O lado bom de tudo isso é que se as calotas polares derreterem e o nível dos mares subir muito e inundar os continentes, estou salva, porque até a água chegar aqui vai demoraaaaaaar...).

Geralmente eu vou para a praia uma vez por ano ou uma vez a cada um ano e meio. A última vez que fui foi em janeiro do ano passado, para Itacimirim, na Bahia (Dei dois pulos ultrarrápidos no Rio de Janeiro em 2012, mas não contam. Em um fiquei lá 24 horas e não tive tempo nem de colocar os pés na areia, e no outro fiz uma escala de avião por sete horas, aí fui passear, mas sem ir à praia). Então, meu prazo tolerado já mais do que passou. Estou muito necessitada de praia. Gente, é abstinência! Estou sofrendo. Ainda mais porque hoje é segunda-feira de manhã, então, tudo fica um pouco mais sofrido e menos ensolarado.

Mar da Bahia - I miss yooooooooooou!

Estou com saudades do calor do sol esquentando a pele (Aqui também tem MUITO calor do sol, mas não conta, é diferente, é ardido), o cheiro de maresia, a consistência da areia nos pés, a água de coco que tem um gosto diferente ali, o sal do mar grudado na pele e nos lábios, a calma e despreocupação que o ambiente traz, a cor dourada e saudável que o cabelo e a pele ficam (Pausa para uma lágrima rolando dos meus olhos). Enfim, tudo relacionado ao tema.

Um dia ainda largo tudo e vou vender coco na praia...

Então, para aumentar ainda mais a falta que eu estou sentindo e criar a mesma sensação de depressão em vocês, segue abaixo a lista das 10 melhores praias do mundo de acordo com o prêmio Traveler’s Choice 2013 (As melhores, não necessariamente as mais bonitas):

10º: Rhossili Bay – País de Gales



9º: Eagle Beach – Aruba



8º: Horseshoe Bay Beach – Bermuda



7º: Praia de Lopes Mendes – Brasil



6º: Playa de las Catedrales – Espanha



5º: Flamenco Beach – Porto Rico



4º: Baia do Sancho – Brasil



3º: Whitehaven Beach – Austrália (Só digo uma coisa: UAU!)



2º: Grace Bay – Turcas e Caicos (Essa eu não tinha a menor ideia de onde ficava. Pesquisei e descobri que é uma ilha do Caribe, super elitizada e exclusiva. Pessoas que tem casas lá: Bill Gates e Oprah Winfrey. Saiba mais sobre esse lugar maravilindo – Como diria minha prima Esther – aqui).



1º: Rabbit Beach – Itália





Cadê na lista as Maldivas? Bora Bora? Indonésia? As praias gregas??? Mas tudo bem, essas são lindas também.

Vocês vão me achar louca se eu disser que quero ir a todas (E mais algumas)?

Teca Machado