sábado, 29 de junho de 2013

Sequência tardia da Maratona Dan Brown: Inferno

Há alguns meses fiz uma Maratona Dan Brown, onde falei de todos os seus livros: Fortaleza Digital, Ponto de Impacto, Anjos e Demônios, O Código DaVinci e O Símbolo Perdido. Hoje, depois de praticamente engolir o livro (Característica comum em quem lê os livros dele), vim falar para vocês do último lançamento do autor: Inferno.

Uma palavra para descrevê-lo: Uau!


Sempre muito polêmico, principalmente com O Código DaVinci, Dan Brown escreve bastante sobre religião, principalmente a Católica (E, geralmente, é criticando arduamente). Apesar do nome forte – Inferno - o novo livro não fala sobre esse submundo espiritual propriamente dito. O título se dá porque dessa vez o enredo visa desvendar mistérios envoltos em simbolismos da obra A Divina Comédia, de Dante Alighieri, que fala sobre Inferno, Purgatório e Paraíso.

Mais uma vez o personagem de maior sucesso de Dan Brown está de volta: Robert Langdon (Apesar de que o meu preferido é Michael Tolland, de Ponto de Impacto). Num belo dia, o professor universitário de Harvard e simbologista mundialmente famoso acorda em um hospital de Florença, Itália, sem ter ideia do que aconteceu nos últimos dois dias. Ele nem ao menos se lembra de ter deixado os EUA, para início de conversa.

Florença, cenário de grande parte do livro Inferno

Desorientado e tendo levado um tiro na cabeça, tudo o que ele consegue se recordar é de uma alucinação na qual uma linda senhora de cabelos prateados está no Inferno criado por Dante Alighieri, com rios de sangue e pecadores enterrados de cabeça para baixo até a cintura, gritando “Busca e encontrarás” e que o seu tempo está esgotando. Enquanto está tentando se recuperar no hospital, Langdon vê um assassinato acontecer na sua frente e foge apressadamente com a Dra. Sienna Brooks, uma jovem médica que estava cuidando dele.

Tendo em sua posse um objeto muito estranho que ele não tem ideia de onde surgiu, o professor e a sua nova companheira de viagem precisam decifrar códigos criados por um louco e brilhante gênio obcecado com o fim da humanidade e com o livro A Divina Comédia. E dessa vez, o perigo é muito maior do que em todos os outros livros: Todo o planeta está ameaçado.

Dante Alighieri e sua criação: A Divina Comédia

Falando sobre ciência, apocalipse, genialidade, futuro, obras de arte e arquitetura, Inferno é uma história inteligente e apreensiva.

Uma das maiores qualidades dos livros do Dan Brown é que ele consegue sempre surpreender e nos enganar. Suas reviravoltas são tão intrincadas e empolgantes que o leitor fica o tempo todo com cara de espanto falando “Eu não acredito!”. Acho que de todos os livros do autor, Inferno foi o que mais fez isso comigo. Eu realmente não imaginava esses acontecimentos e esse desfecho. Quando li a última página, o pensamento que me ocorreu foi “Definitivamente, quando comecei a ler, pensei em uma história completamente diferente”. E isso é muito bom, pois não foi nada previsível (Tirando o fato de Robert Langdon sempre ter uma mulher bonita a tiracolo e ser uma das pessoas mais inteligentes do Universo).

Salão dos Quinhentos, um dos locais citados no livro

Com 443 páginas, eu li em apenas cinco dias (Leria mais rápido se as minhas sobrinhas não estivessem hospedadas na minha casa essa semana). Constantemente prendia a respiração de tensão, tamanha era a correria da história (Isso aconteceu muito essa semana com Depois da Terra e Guerra Mundial Z). A leitura flui, é rápida e desperta tanto a curiosidade que você simplesmente não consegue largar o livro. Eu dormi de madrugada quase todos os últimos dias porque não parava de ler. E não me arrependo nenhum pouco.

Como as outras obras dele, principalmente Anjos e Demônios e O Código DaVinci, Inferno é um mergulho na história da arte mundial, principalmente a italiana renascentista. Recomendo ler Inferno (Como todos os outros livros do autor) com um iPad ou notebook do lado. Como fala sobre simbolismos e segredos encontrados em obras de arte verdadeiras e pontos turísticos famosos, é preciso ver uma foto deles para poder se situar e imaginar melhor. A minha irmã e o meu cunhado acabaram de voltar de Florença, então eu o tempo todo perguntava: “Vocês foram ao Palazzo Vecchio?”, “Vocês viram os jardins Boboli?”, “Vocês foram no Salão dos Quinhentos?”. Acho que fiquei até chata perguntando tanto.

A mente genial por trás de livros excelentes: Dan Brown

Recomendo. E muito (Fiz bem em ter sorteado esse livro mesmo sem ter lido antes. É como eu disse: Difícil errar quando o assunto é Dan Brown).

Teca Machado

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Um dos melhores que assisti até agora em 2013: Guerra Mundial Z

Hoje, sexta-feira, estreia o filme Guerra Mundial Z, do Brad Pitt. Assisti na quarta-feira, quando aconteceu a pré-estreia. Eu e a minha irmã saímos do cinema com o peito doendo, pois passamos o filme quase todo sem respirar direito, tão tensa foi a situação criada pelo diretor Marc Foster (De 007 – Quantum of Solace). Um dos melhores longas que eu assisti esse ano (E olha que eu assisto muitos filmes).


O trailer de Guerra Mundial Z é daquele que te instiga. Ele não dá spoiler, apenas mostra uma confusão desenfreada e correria em várias partes do planeta. Todos os artigos, críticas e sinopses sobre Guerra Mundial Z falam qual é o “problema”, mas como o trailer não fala, quis ficar sem saber até chegar no filme (Só que uma amiga minha sem querer falou e eu quase esganei ela). Então, eu é que não vou dar spoiler para vocês, prefiro deixar na curiosidade.

Correria o tempo todo

O longa adapta Guerra Mundial Z, livro do autor Max Brooks. A produção teve uma série de problemas, com refilmagens significativas e uma troca constante de roteiristas. No filme algo muito grave está acontecendo no mundo e o ser humano corre o risco de ser extinto. Cabe a Gerry (Brad Pitt, seu lindo!), um ex-agente especial da Organização das Nações Unidas (ONU), descobrir como começou esse mal e como eliminá-lo. Obrigado a deixar sua família para trás, ele parte em uma missão que o leva a vários lugares do planeta. Em nenhum país a situação está nem próxima de equilibrada, o que vai deixando o espectador se contorcendo de quase pânico na cadeira do cinema.

Gerry e o vice-secretário geral da ONU

No último ato do filme está tão caótico, tão ruim, que eu nem tinha ideia de como tudo ia terminar. Você fica desesperançado junto com os personagens e pensa “Caramba, agora o mundo já era”. E o desfecho foi muito bom.

A família de Gerry

Brad Pitt, além de protagonista, é um dos produtores de Guerra Mundial Z. Ele não é nenhum Leonardo DiCaprio ou Christoph Waltz, mas é bom, muito bom. Aparece em praticamente todas as cenas e faz um excelente trabalho carregando o filme nas costas. Quem também se destaca é Daniella Kertesz, uma israelense que faz o papel de Segen, uma soldada que auxilia Gerry na sua missão da metade do filme para sempre. Olhando a ficha dela, vi que é a primeira vez que participa de alguma produção da Hollywood, as outras foram do seu país natal.

Gerry e Segen

Guerra Mundial Z impressiona com as cenas corridas e com os sustos que dá no espectador (Eu disse ontem que levei uns sustos com Depois da Terra, né? Esqueça, eu levei susto mesmo foi com esse filme). Os efeitos visuais foram extremamente bem feitos, tanto que chega a dar medo, ainda mais porque eu assisti em 3D, o que dá ainda mais susto nas pessoas.

Confusão

Com o passar do filme, a reação da plateia era barulhenta. Dava para ouvir as pessoas gritando de susto e depois rindo da própria reação exagerada, dava para ver que as respirações estavam suspensas e também dava para perceber a tensão palpável no ar.

Ao final da sessão, vi todo mundo (Todo mundo mesmo) respirando, enfim, em paz. Os comentários que ouvi de pessoas ao redor em sua maioria foram “Nossa, que filme tenso”, “Eu levei susto”, “Muito bom, né?” e “Nem sei se vou dormir hoje a noite”.

Caos em seu estado mais literal

Apesar dos meus comentários sobre sustos e tensão, não é um filme de terror. É ação e suspense na sua melhor forma.

Recomendo muito.

Teca Machado

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Filho de peixe quase peixinho é – Depois da Terra

Essa semana fui ao cinema com a minha irmã e o meu cunhado para assistir Guerra Mundial Z. Chegando lá, descobrimos que, na verdade, olhamos errado o horário e ainda não estava passando. Pensamos que a pré-estreia já era a sessão comum. Resultado: Na fila da bilheteria tivemos que trocar de filme para Depois da Terra. Confesso que não tinha nem visto o trailer, mas estava sem muita vontade de assistir. A crítica falou muito mal, que era um filme só para lançar o filho do Will Smith, que era sem graça, que era meio Sessão da Tarde e blá blá blá. Fico feliz de termos olhado errado, porque senão eu não ia assistir um filme que é muito bom


Num futuro muito longe, daqui milênios, o ser humano finalmente destruiu a Terra e foi  obrigado a se mudar para outro planeta. A nova colônia terrestre foi estabelecida em Nova Prime, mas lá tinha um problema: as Ursas. 

Ursa

Esses alienígenas maldosos, muito grandes e fortes, apesar de cegos, farejavam o feromônio do medo e destroçavam os humanos. Os Rangers, uma espécie de soldados de elite, combatiam esses etês com uma técnica chamada Fantasma, onde eles ficavam totalmente destituídos de medo. Quem inventou o Fantasma e era mestre na técnica era o Coronel Cypher Raige (Will Smith), um militar extraordinário tanto no trabalho quando em casa. Que o diga o seu filho Kitai (Jaden Smith – Filho de Will Smith), que tentava se aproximar do pai mais frio que o gelo, mas não conseguia, pois não era muito destemido.

Kitai e Cypher em momento tenso

Quando a nave onde pai e filho viajavam cai na Terra, ambos são os únicos sobreviventes. Cypher fica muito ferido e cabe a Kitai buscar nos destroços da nave o sinalizador para que sejam encontrados. O sinalizador está na parte traseira do veículo, que se partiu e caiu a mais de 100 quilômetros. Ponto negativo: Tudo no planeta evoluiu para matar seres humanos (O que não faz muito sentido, pois se não há mais humanos, por que os animais iriam querer matá-los?). Kitai precisa obedecer as instruções do seu pai e vencer o seu medo de tudo para procurar o objeto que será a sua salvação.

Kitai tentando passar por cima do medo

Do controverso diretor M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, Sinais, A Vila), Depois da Terra é o primeiro filme de Will Smith como argumentista (Roteirista). A temática – Embate de pai e filho e enfrentamento do medo – não é das mais originais, mas funcionou muito bem. A história prende atenção do espectador, mesmo que em alguns momentos os diálogos sejam longos e profundos, como é comum ao diretor e o que o diferencia dos outros filmes do gênero de ação. Além disso, o filme não é bem Sessão da Tarde. Ele dá uns sustos que fazem pular até as pessoas mais atentas (Eu, então, dei vários gritinhos). 

A Terra agora selvagem

A atuação de Will Smith tem sido considerada uma das melhores da sua carreira, apesar de o ator ser coadjuvante. O pai que se torna gélido após uma tragédia familiar, mas que no íntimo faz tudo pelos filhos, inclusive passar dor para cuidar de longe de Kitai. É um papel bem diferente dos personagens engraçados ou do super-heróis que estamos acostumados a ver o ator encarnar. Ele está excelente em Depois da Terra.

Will Smith, como Cypher Raige

Já o seu filho Jaden Smith é um caso a parte. Após À Procura da Felicidade e de Karatê Kid 4, ele trabalha até direitinho em Depois da Terra, principalmente nos momentos em que o personagem demonstra medo (Porque, dizem as más línguas, o garoto realmente estava apavorado nas filmagens, já que a pressão de ser filho de Will Smith e ter um filme feito especialmente para ele não é das mais fáceis). Mas a interação entre pai e filho da vida real e da ficção foi muito boa. Ele provavelmente tem futuro promissor no mundo hollywoodiano.

Pai e filho

M. Night Shyamalan fez um ótimo trabalho ao criar um ambiente inóspito e uma Terra não mais devastada, mas completamente selvagem. É um dos poucos filmes de destruição mundial que não mostra algum grande marco turístico dos EUA. Milagre! Efeitos especiais muito bons e fotografia bonita. Talvez o diretor esteja voltando aos bons filmes, porque os últimos (Destaque para O Último Mestre do Ar – Blé!) são totalmente dispensáveis...

Flash backs do passado da família

Recomendo.

Teca Machado

quarta-feira, 26 de junho de 2013

As mina pira! - Por Mah Prioli

Já diz o ditado, que o que é bonito é pra ser admirado e vamos combinar que toda mulher suspira nos homens bonitos da TV! Pode confessar, vai! (mas tire o namorado de frente do computador!).  Como boa noveleira e viciada em TV eu tenho meus boys magias favoritos e fiz uma listinha pra gente apreciar!!!  Já tirou o namorado de perto? Então, vamos lá!! 

Joaquim Lopes – O engraçadinho   

Ele é mais conhecido por ter trocado a atriz Thais Fersoza poucos dias após o casamento pra ficar com a sem graça Paola Oliveira (a Paloma de Amor à Vida). Mas este ‘deuso’ está na novela das sete, Sangue Bom, como o engraçadíssimo (e saradíssimo) Lucindo. Oh aqui em casa!



Gabriel Mann – We love!

O bilionário nerd e amigo inseparável de Emily Thorne, no seriado Revenge (que vocês sabem que eu AMO), Nolan Ross, interpretado pelo ator Gabriel Mann é um loirinho dos olhos azuis lindo, lindo, lindo! Sou suspeita porque eu AMO o personagem desde o primeiro episódio! Fora que na série ele tem um estilo navi-mauricinho tudo de bom mas  apesar da carinha de menino, já tem quase 40 anos!!!! Este eu traria pra casa e nunca mais largaria! haha




Continuando com os gatos dos Hamptons...Nick Wechsler

Nick Wechsler, o Jack Porter (namoradinho de infância de Emily Thorne) faz o estilo ‘faça amor não faça a barba’. Eu adoro! (Vai dizer que você não?)



O príncipe dos Hamptons – Joshua Bowman

Este é TÃO lindo que a Emily Vamcamp, que interpreta a Emily Thorne, correu a agarrou!! O ator que interpreta Daniel Grayson faz o estilo menino descolado, que adora usar óculos Ray Ban e moletom! Detalhe: Ganhou tanto o público feminino brasileiro depois que a série passou a ser exibida pela Globo que desbancou Zac Efron e foi contratado pela gripe John John pra ser novo garoto propaganda da marca. (Ele deve posar em breve para as fotos e vir ao Brasil). 


Os gatos de Revenge


Agora vamos falar dos médicos de Amor à Vida, e são tantos e tão lindos que mereciam um post só pra eles...

...começando por Caio Castro (suspiros)

Esse dispensa apresentações! É lindo, magya, delícia e faz a mulherada suspirar desde malhação!!! E Patrícia (par romântico dele na novela) fica fazendo doce...bobinha! 



Julio Rocha – O Sarado! 

Ele é o boy cobiçado por Felix Bicha Má, por mim e pela mulherada do Brasil inteiro!! Não é do tipo que eu namoraria, mas...dá pra perder uma meia hora, né?



Daniel Rocha – Bom moço 

Mais um médico-tchuco-delicinha de Amor à Vida. Estilo quietinho que sua mãe ia adorar ter como genro. Sério, gente...com tanto gato assim eu ficaria doente numa boa!



Malvino (lindo) Salvador

Ele não é médico, mas até cura uma dor de cabeça!! Malvino Salvador pra encerrar com chave de ouro!



Besitos, Mah Prioli.


Maíza Prioli é jornalista, assessora de imprensa e nas horas vagas uma viciada em novelas, séries, filmes, livros e reality shows (quanto mais fútil, melhor). Mah para a família, Prioli para os amigos, é uma paulista apaixonada por Cuiabá e Mato Grosso. Ela também adora animais e vive com a sua gatinha Preciosa,

terça-feira, 25 de junho de 2013

Harlan Coben: Ele não te decepciona

Harlan Coben, de quem eu já falei milhões de vezes aqui no blog, é aquele tipo de autor que você ama e odeia. Ama porque ele escreve histórias excelentes, envolventes e surpreendentes (Quantos “entes”!). Odeia porque ele faz exatamente isso: Não te deixa largar o livro. O que faz com que você perca algumas horas de sono, faz com que não queira sair de casa e te deixa um pouco antissocial. O livro grude dessa vez é Desaparecido Para Sempre.


Na obra o protagonista é Will Klein, um homem bom e discreto que vive para ajudar menores abandonados. Ele teve a sua juventude marcada por uma tragédia muito séria: Seu irmão Ken, que era considerado a ovelha negra da família, se envolveu com a ex namorada de Will e a matou violentamente no portão de sua casa. Depois disso, Ken desapareceu e é tido como morto. Muitos anos se passaram e, no leito de morte, a mãe de Will revela que Ken, na verdade, está vivo.

Atormentado com essa notícia sobre o irmão, Will vê a sua vida virar ainda mais de cabeça para baixo quando Sheila, sua namorada, desaparece deixando apenas um bilhete onde diz que o ama.

Para tentar resolver os dois mistérios, Will pede a ajuda de Squares, um amigo um tanto excêntrico, para não dizer esquisitíssimo. Squares é dono de uma escola de ioga frequentada por ricos e famosos, é um ex partidário nazista e é atual colega de Will na instituição que ajuda pessoas sem teto em Nova York.

Enquanto trilham os últimos caminhos de Sheila e tentam localizar Ken, Will e Squares vão descobrindo que todos esses acontecimentos estão interligados, além de outros ainda mais intrigantes. Até mesmo o FBI é envolvido nessa caçada, assim como o Fantasma, um maníaco assassino de dar medo que era melhor amigo de Ken.

Harlan Coben carequinha!

Desaparecido Para Sempre é um livro denso, do estilo que chega a te deixar sem ar em alguns momentos de mais ação. É uma narrativa que interliga todos os acontecimentos passados e presentes, assim como os personagens.

Harlan Coben constantemente surpreende com os seus livros (Apesar de que o tom da narrativa, meio sarcástico e engraçadinho, é onipresente em todas as suas criações). Ele sempre dá um jeito de criar um final que você não espera e só dá o desfecho mais sensacional na última página.

Acho que por já ter lido muitas obras do autor, fico esperando uma reviravolta louca. O último que eu li de Harlan Coben, O Preço da Vitória (É da coleção do protagonista Myron Bolitar, que eu amo), foi bom, mas não foi dos melhores, como Desaparecido Para Sempre é. Talvez as minhas expectativas tenham ficado muito altas em relação ao autor, mas dificilmente ele me decepciona.

Vale a pena ler toda a livrografia (Essa palavra não existe, né? Quis falar como se fosse discografia, haha) de Harlan Coben.

Recomendo.

Teca Machado

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Top 10 Joguinhos para se viciar

Sabe quando você combina de sair com alguns amigos, é o primeiro a chegar e fica lá esperando sozinho? Ou quando o seu médico marca a consulta, mas só te atende 2h15 depois? Ou mesmo quando na televisão não passa nada que presta, você não está lendo nenhum livro e está totalmente a toa? Para esses momentos de marasmo que foram criados os joguinhos legais e aplicativos divertidos de smartphones. Eles deixam a vida menos chata.

Vou mostrar para vocês alguns viciantes e que vão deixar vocês com raiva de mim porque vão adorar e não vão mais conseguir largar:

1- Angry Birds



Porquinhos verdes malvados roubaram os ovos de passarinhos, que ficaram muito bravos e agora querem trucidar os porcos. O jogador precisa ajudar os pássaros bravos atirando-os com um estilingue em cima dos vilões. Crianças de 2 a 90 anos jogam e amam (O sucesso é tanto que virou um fenômeno de marketing. Tem desenhos, brinquedos, chaveiros – eu tenho um! -, mochilas, roupas...). É um jogo de estratégia.

2- Candy Crush



Uma espécie de Tetris com 1 bilhão de fases, o jogador precisa juntar no mínimo três doces iguais para “quebrar” o muro. Cada fase tem um objetivo diferente (E em algumas fases você empaca por semanas. É um saco!). É um dos maiores sucessos de jogos em smartphones no mundo todo. No momento é o mais baixado.

3- Fruit Ninja



O jogador é um ninja com uma missão muito importante: Cortar frutas! O motivo, ninguém sabe ao certo. As frutas começam a voar pela tela e você tem que passar a faca nelas, sem deixar cair nenhuma e ainda desviar de bombas. É um vício e extremamente relaxante. Bom para aqueles dias de raiva.

4- Where’s My Water?



Swampy é um jacaré bonzinho. Ele vive nos canos e esgotos no subterrâneo da cidade, mas gosta de ser limpinho e tomar banho. Só que os outros jacarés são malvados e acabam com a água do Swampy. Cabe ao jogador ajudá-lo a conseguir água para o banho cavando túneis (E coletando patinhos de borracha) que levam a água até o banheiro de Swampy. Jogo inteligente, gracinha e viciante.

5- Cut The Rope



Om Nom é um bichinho gracinha verde que come doces. Ele foi deixado na porta da sua casa dentro de uma caixa de papelão. Agora você precisa alimentar o Om Nom com doces, cortando a corda que segura a comida e jogando-o diretamente na boca do animal (Animal?). É um joguinho de estratégia extremamente inteligente e bonitinho.

6- Temple Run 1 e 2




É um jogo bom para quem quer desanuviar a cabeça e não pensar em nada. Um explorador no melhor estilo Indiana Jones roubou um ídolo pagão de um templo no meio do nada e agora tem que fugir de uns macacos voadores do mau. O jogador é quem orienta o explorador a correr para direita, esquerda, pular, abaixar, pegar moedas e tudo mais o que aparecer. O legal é que você consegue muitos pontos e se acha o bom (Meu record é 5,5 milhões, haha).

7- Rail Rush



Estilo Temple Run, a diferença é que Rail Rush passa dentro de uma mina abandonada e você tem que ajudar o escavador a pegar ouro e pedras preciosas escapando de obstáculos de madeira e falhas dos trilhos. Bom para não pensar em nada enquanto joga.

8- Chasing Yello



Matilda é a versão de videogame da Felícia. Ela tem um peixinho dourado, o Yello, que ama de todo o coração e abraços apertados. Yello, cansado dela, foge do seu aquário e vai para o rio. O jogador precisa ajudar o peixinho a fugir, enquanto pega estrelinhas que são bônus e pula pedras, madeiras flutuantes e fogo.

9- Hugo Retrô Mania



É a versão para smartphones do antigo Jogo do Hugo que passava na extinta TV Manchete quando eu era criança. Comentei sobre ele aqui.

10- Icon Pop Quiz



Descubra quem são os atores, cantores, personalidades, filmes e seriados com imagens icônicas que os representam. Comentei sobre ele aqui.


Espero que agora os seus momentos de tédio sejam menos chatos (E se você viciar gravemente em algum deles, por favor não brigue comigo. Lembre-se que somos viciados juntos!).

Se você tiver mais algum nesse estilo para me indicar, fique à vontade.

Recomendo todos.

Teca Machado