segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Post nº 1.000 e livros que chegaram


Hoje é um marco aqui no blog: Post número 1.000!

Siiiiiiiiim, leitores. Há nesse site mil textos sobre livros, filmes, séries, viagens, fotografia, histórias, drama queens e participações especiais. Quando comecei, em 2012, nunca imaginei que ia chegar a 100, quanto mais a 1.000.

Então, para comemorar essa data especial, um post sobre uma das coisas que mais amo nesse mundo: LIVROS!

Um dia feliz é um dia que o carteiro vem todo serelepe pela rua trazendo a sua caixinha de livros encomendados, não é verdade?

Semana passada isso aconteceu para mim com a Amazon, que estava com descontos de Black Friday e livros que eu procurava há tempos e sempre estavam esgotados.


Origens – 14 bilhões de anos de evolução cósmica, de Neil deGrasse Tyson e Donald Goldsmith

“Os autores traçam o roteiro de uma ampla jornada científica aos aspectos macro e micro do universo. Neil deGrasse Tyson e Donald Goldsmith nos conduzem tanto pelo surgimento das galáxias e da estrutura cósmica e pelo nascimento das estrelas e dos planetas quanto ao quase infinitamente microscópico começo da vida, nos ambientes da microbiologia.”

Entre o Amor e o Silêncio – Babi A. Sette

“Francesca Wiggs sofreu uma grande decepção amorosa e, desde então, está decidida a não se relacionar mais. Além de se dedicar a escrever o seu livro, ela resolve preencher os dias com um trabalho voluntário – a leitura para pacientes em coma proporcionaria a ela a distância de problemas afetivos. No entanto, um grande imprevisto ocorre quando ela passa a se sentir atraída por um dos pacientes. Mitchell, descrito como um poderoso magnata, seria a antítese de tudo o que ela busca em um homem... se não estivesse em coma.”

Astronomia Para Leigos – Stephen P. Maran

“Você sabe a diferença de uma vermelha gigante e uma anã branca? De asteroides a buracos negros, esse guia de fácil compreensão te leva em uma grande viagem ao universo, te mostrando como conseguir aproveitar ao máximo sua observação estelar, visitas a planetários e outras ótimas atividades astronômicas. O livro também mostra descobertas recentes e novos sites astronômicos...”

Em Busca de Cinderela – Um Conto da Série Hopeless – Colleen Hoover

“Daniel está no breu do armário de vassouras da escola – o perfeito esconderijo para quem quer fugir do mundo real –, quando uma garota literalmente cai em cima dele. Às cegas, eles trocam juras de amor; amor esse que vem com certas condições: deverá durar apenas uma hora e não passará de um faz de conta. Quando o tempo acaba, e a garota misteriosa foge como Cinderela à meia-noite, Daniel tenta se convencer de que o que aconteceu entre eles só parecia perfeito porque era puro fingimento.

Um ano depois, Daniel conhece Six, e logo percebe que é possível nutrir um amor de conto de fadas por alguém completamente real. Especialmente quando os dois únicos amores de sua vida se revelam a mesma pessoa.

Mas infelizmente, para Daniel, encontrar sua Cinderela não significa ser feliz para sempre… No mundo real, os problemas também são reais. E somente juntos eles vão perceber que o amor verdadeiro é capaz de provar que um casal não precisa ser perfeito para ter seu final feliz.”

Roube Como Um Artista – Austin Kleon

“Verdadeiro manifesto ilustrado de como ser criativo na era digital, ‘Roube como um artista’, do designer e escritor Austin Kleon, ganhou a lista dos mais vendidos do The New York Times e figurou no ranking de 2012 da rede Amazon ao mostrar – com bom humor, ousadia e simplicidade – que não é preciso ser um gênio para ser criativo, basta ser autêntico. Baseado numa palestra feita pelo autor na Universidade do Estado de Nova York que em pouco tempo se viralizou na internet, Roube como um artista coloca os leitores em contato direto com seu lado criativo e artístico e é um verdadeiro manual para o sucesso no século XXI.”

O Lado Feio do Amor – Colleen Hoover

“Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo... apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor.

O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.”

*** 

É tanto livro que eu queria ler tudo ao mesmo tempo! :P

Vocês já leram algum dessas?

Teca Machado

sábado, 29 de agosto de 2015

O Pequeno Príncipe – A história vista com outros olhos


Preciso confessar que apesar de todo mundo falar das maravilhas do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, eu nunca fui muito fã. Li quando era criança e não entendi absolutamente nada, haha. Talvez essa experiência na infância tenha me mantido afastada da obra e de me aprofundar no assunto. Quando vi que seria lançado o filme, a minha reação foi simplesmente dizer “legal” e não ficar ansiosa para assistir. Mas essa semana fui ao cinema e posso dizer que agora, aos 27 anos, vejo tudo com outros olhos e entendi várias das metáforas presentes na história, principalmente porque o diretor Mark Osborne deixou tudo muito mais palatável e fácil de entender.


O Pequeno Príncipe, filme, na verdade não é apenas uma adaptação cinematográfica do livro. O diretor inseriu uma história paralela para explicar conceitos da obra e deixá-la mais atual. Uma menina, filha de mãe solteira workaholic, precisa entrar na escola mais puxada da região, o que irá transformá-la numa ótima adulta. Quando falha em seu teste de admissão, a mãe entra com o Plano B em ação, que consiste em mudar de casa e deixar o tempo de férias de verão da filha altamente cronometrado com estudos e outras atividades que irão fazer com que ela se aperfeiçoe, seja aceita no colégio, numa boa universidade, num ótimo emprego e assim por diante.



A menina, que nunca teve tempo de curtir a infância, descobre no seu vizinho, um idoso aviador cheio de sonhos e renegado por todo mundo, uma maneira de ser criança pela primeira vez quando ele lhe apresenta a história do seu encontro com o Pequeno Príncipe. Extremamente racional, logo de cara a menina faz cara feia para a narração. Como assim um príncipe vive num planeta quase do tamanho dele? Como assim uma rosa fala? Como assim ele viaja pendurado em aves migratórias? Mas o aviador é tão simpático e carismático que a menina embarca com ele em seus relatos, tanto que no ato final ela mesma é protagonista de um acontecimento que envolve todos os personagens do livro, mas com outro viés nunca antes apresentado na obra de Antoine de Saint-Exupéry.




A amizade da menina com o aviador é algo tão lindo, tão sensível, que tudo o que o espectador faz é torcer para que ele tenha um relacionamento assim tão puro e sem pedir nada em troca na sua vida. E é exatamente essa relação que dá o brilho ao filme com doçura, humor e, sim, um pouquinho de drama. Te desafio a sair do cinema sem ter derramado pelo menos uma lagrimazinha que seja. O diretor soube pesar muito bem todos os sentimentos que ele quis passar, nada é exagerado, é na medida certa.

E a beleza gráfica do filme é de tirar o fôlego. Na história da menina e do aviador é a computação que estamos acostumados, mas os personagens são tão expressivos, principalmente nos olhos, que quase esquecemos que não são atores reais. E as cenas em que o aviador conta sobre o seu encontro com o Pequeno Príncipe foram feitas em stop motion com esculturas de papel machê. Nem consigo imaginar o trabalho que deu para fazer isso.



Sendo muito profundo apesar da sua simplicidade, talvez crianças não entendam o filme por completo, mesmo com a ajuda narrativa que o diretor deu. Mas algumas lições ficam muito claras: Mesmo não presentes fisicamente as pessoas que amamos nunca nos abandonam e que nunca podemos esquecer como é ser criança, mesmo quando nos tornamos adultos.

Agora O Pequeno Príncipe e suas metáforas fazem muito mais sentido para mim e fiquei com vontade de reler o livro, principalmente depois de descobrir que o aviador é, na verdade, Antoine de Saint-Exupéry, que pilotou aviões no período da guerra.



Sabe-se lá porquê a versão que eu vi do filme foi em francês, mas no inglês ele conta com vozes de atores famosos, como Rachel McAdams, Paul Rudd, James Franco, Marion Cotillard (Que interpretou a Rosa tanto no inglês quanto no francês), Paul Giamatti, Jeff Bridges e Benicio Del Toro.

Recomendo muito.

Teca Machado

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Fragmentados – Distopia de tirar o fôlego


A discussão sobre o aborto é muito antiga e muito polêmica. Mas e se fosse criada uma lei que satisfizesse tanto os Pró-Vida quanto os Pró-Escolha? Esse é o mote do livro Fragmentados, de Neal Shusterman, da Editora Novo Conceito. Nessa distopia de tirar o fôlego e te deixar um tanto indignado, somos apresentados a um mundo onde todo adolescente morreria de medo de viver.

Livro cedido pela Editora Novo Conceito

Após uma guerra civil chamada Guerra de Heartland, ambos os lados desse debate foram apaziguados quando criaram a Lei da Vida, que afirma que do momento da concepção até a criança fazer 13 anos não se pode mexer nela. Acontece que se entre os 13 e 18 anos os pais quiserem se “desfazer” do filho, podem assinar um documento que o encaminha para a fragmentação, um processo onde todas as partes do corpo são retiradas e enviadas para transplante de órgãos. Para os Pró-Vida isso é bom porque a pessoa não morre, apenas vive de uma forma diferente no corpo de centenas de outros humanos, e para os Pró-Escolha é bom também porque se o pai não quer o filho tem o direito de não ficar com ele.

Connor é um garoto problema de 16 anos que vive se metendo em brigas e confusões. Nada muito sério, mas traz problemas. Mesmo assim ele nunca imaginaria que seus pais o enviariam para a fragmentação. Até que ele encontra o documento já assinado e encaminhado para o governo. Risa é uma órfã de 15 anos criada numa casa estatal. Tem boas notas, mas não maravilhosas. É uma boa garota, mas não se destaca. Tem talento musical, mas nada genial. Por corte de orçamentos, ela também é enviada para fragmentação. Já Lev, de 13 anos, é um dízimo. Décimo filho de uma família muito religiosa, foi concebido com o intuito de ser oferecido como sacrifício para Deus na fragmentação.

Neal Shusterman
Por persistência, esperteza e acaso, o caminho desses três jovens tão diferentes, mas com destino em comum, se encontra. E, depois disso, você nunca mais verá a fragmentação com os mesmos olhos.

Você pode até não gostar do livro (Eu adorei!), mas duvido que você consiga ficar indiferente a ele. A situação toda é tão absurda, mas escrita de forma tão real e envolvente, que o leitor sente as emoções e os medos dos personagens, vai vivendo as tensões de forma compartilhada. Durante a leitura várias vezes me peguei dizendo “Ai, não, ai, não, ai, não!”. Neal Shusterman acertou em cheio na narrativa, na construção e evolução dos personagens e nas reviravoltas da história. A tensão só deixa o seu corpo quando o livro termina.

Fragmentados é dividido em partes (Sem trocadilhos :P) e visto pelo ponto de vista dos três protagonistas Connor, Risa e Lev, além de alguns outros personagens que de vez em quando aparecem para que algo além da compreensão do trio possa ser explicada. Connor é o bad boy com caráter, Risa a órfã esperta que aprendeu a se virar sozinha e Lev um babaquinha meio bitolado que, apesar de meio chato, é o personagem com mais nuances e crescimento.

Instigante, interessante, diferente e às vezes meio assustador, Fragmentados é uma série de livros. O autor deixou a história desse primeiro bem fechadinha, mas com muitas brechas para a continuação. Curiosidade me define agora.

Ficou interessado em Fragmentados? Veja esse book trailer sensacional e bem tenso:


Eu que não ia querer ser adolescente numa sociedade dessas... E se fosse, ia ser a melhor filha do universo para isso nem passar na cabeça dos meus pais, haha. E você, correria o risco de ser fragmentado?

Recomendo muito.

Teca Machado

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

“Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabelada...” – O drama do cabelo comprido – Projeto Drama Queen #43


Aaah, cabelo grande! Sempre gostei dos meus fios compridos, mas durante muito tempo tive que mantê-los mais ou menos só na altura do ombro, já que eles são secos e ficavam feios quando longos, bem ralinhos, sabe? Mas depois de alguns anos de cuidado intenso, muita hidratação e cortes a cada três meses, eles hoje estão saudáveis, bonitos e bem grandões, abaixo da linha do sutiã. Estão do jeito que eu quis por muito tempo, mas há alguns dramas envolvidos em ter cabelo comprido.


A começar, eles grudam em tudo. No zíper da blusa e na alça da bolsa são os campeões comigo. Todas as vezes que penduro uma bolsa no ombro, quase metade do cabelo fica preso debaixo da alça e como as minhas bolsas geralmente são pesadas (Eu carrego o mundo dentro delas), dói para caramba se for puxar, então preciso levar com todo amor e carinho e retirar os fios.

Mas algo que faço bastante também é prender o cabelo na porta do carro. Se vocês já viram uma louca dirigindo por aí com metade do cabelo voando do lado de fora sou eu. Acontece, né? Às vezes você vai entrar no carro e está ventando. Aí quando fecha a porta, ficam vários fios presos. Geralmente na hora eu percebo a burrice, mas de vez em quando não e saio dirigindo. Só vejo a bobeira que fiz quando tento virar a cabeça de lado.

Outro drama para quem tem cabelo comprido é a quantidade absurda de shampoo que gasta. O seu condicionador está longe da metade e o seu shampoo já está no fim. Fora que demora mil anos para esfregar, lavar e pentear tudo.

O drama do vento batendo o cabelo no seu rosto é um dos mais normais. Qualquer ventinho já é motivo para você ficar despenteada, mas quando ele está mais forte, principalmente se for dirigindo de janela aberta, já era, você vai levar mil chicotadas de fios na cara. E o pior é que incomoda para caramba e às vezes dói. Você pode até prender, fazer um rabo, uma trança, o que for, mas sempre tem aqueles mais assanhados que escapam e continuam te batendo. E os nós que ficam depois? Triste. Fora que não satisfeitos em bater no seu rosto, tem aqueles que entram na boca. Ô, delícia!

E quando você quer secar o cabelo/fazer escova/chapinha/enrolar? Se o cabelo é comprido, você leva mil anos fazendo mecha por mecha. Às vezes o seu braço nem alcança a ponta do fio e a sua escova fica meio mal feita, só pela metade.

A época da queda de cabelo é cruel para as cabeludas. Como os fios são compridos, quando caem no chão parece que tem muito mais do que realmente caiu. Você fica desesperada com a quantidade que desprendeu do seu couro cabeludo sem a sua autorização, mas depois percebe que não foram tantos assim, só parece bastante porque são longos. Só que se não varrer logo a casa, parece que o Primo It da Família Adams deu um passeio por ali.

Comer de cabelo solto é outra tarefa complicada, porque sempre tem algumas mechas que insistem em cair no seu prato. O mesmo acontece quando você vai escovar dente. Acaba cuspindo pasta num pedaço do cabelo.

Cabelo grande dá um trabalho... Às vezes dá preguiça, às vezes dá calor, mas, vamos conversar, se bem cuidados eles são lindos, né? Estou aqui reclamando, mas amando essa fase capilar que estou vivendo. De vez em quando dá vontade de cortar, simplesmente pelo fato que eu amo cortar cabelo e mudar, mas vou aproveitar minhas madeixas por um longo tempo.

*** 

Gostou do Projeto Drama Queen? Ele é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista. Publicamos textos todas às quintas-feiras. Quer mandar o seu relato dramático, com bastante exagero e bom humor? Envie para projetodramaqueen@gmail.com. Será muito bem vindo nesse mundo cheio de chororô e mimimi!

Teca Machado

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Panamá: 10 lugares incríveis além do Canal - por Lala Rebelo


Oi gente! Aqui é a Lala, do blog de viagens LALAREBELO.COM. Depois de algum tempo sem postar, estou de volta. E animada para falar sobre o país onde moro: PANAMÁ!

Quando se fala em Panamá, a primeira coisa que vem ao pensamento de quase todo mundo é o famoso canal, que liga o oceano Atlântico ao oceano Pacífico. Ah, e claro... Tem também o tal do chapéu, enfeitando cabeças de cidadãos do planeta inteiro há mais de um século.

Mas o que muita gente não sabe, é que esse pequeno país da América Central, vizinho da Colômbia e da Costa Rica e bordeado por dois oceanos, guarda tesouros preciosos e pouco explorados, em quase todo o seu território.

Pelo aeroporto, apelidado de Hub das Américas, milhares de turistas já passam todos os dias, indo da América do Sul a dezenas de destinos na América do Norte e no Caribe. Mas selecionei 10 lugares incríveis no Panamá, para que sua visita a esse país seja muito mais do que uma simples conexão.


Desse lugar eu falo muuuuito! rsrs. Sou apaixonada. É um conjunto com mais de 360 ilhas no Mar do Caribe (costa atlântica do Panamá). O território é uma comarca indígena, então trata-se de um passeio suuuuper rústico, porém imperdível. Um dos lugares que mais amo no mundo. Que tal uma ilha para cada dia do ano?! ;)



Leia mais sobre San Blas aqui


Outro arquipélago no Caribe Panamenho. Este fica no extremo oeste do país, já quase na fronteira com a Costa Rica. Para chegar, tem que ir de avião da Cidade do Panamá (ou de carro, em cerca de 9h de viagem). 



Leia mais sobre Bocas del Toro aqui


A parte moderna da Cidade do Panamá já foi até apelidada de Dubai das Américas, devido a enorme quantidade de prédios altíssimos! O que eu moro tem 66 andares!! E são construções super mirabolantes: imitando uma vela de um navio, um parafuso... E por aí vai! 




O Casco Viejo (ou Casco Antiguo) é a zona histórica/colonial, Patrimônio Mundial da UNESCO. O local é cheia de ruelas estreitas, praças e casinhas coloridas restauradas, que hoje são restaurantes e hotéis boutique. Uma delícia passear pelo local. 

Casco Viejo visto de longe


Leia mais sobre a Cidade do Panamá aqui


Esta ilha pertence ao Arquipélago Las Perlas e fica no Oceano Pacífico. Facinho de chegar saindo da capital, pegando apenas uma balsa que faz o trajeto em aproximadamente 1 hora. A ilha é famosa por suas belas praias e também pelas baleias jubarte, que em alguns meses do ano se reproduzem ao redor da ilha e tornam um simples passeio de barco simplesmente fascinante! 



Leia mais sobre Isla Contadora aqui


Sei o quanto o nome dessa cidade pode soar engraçado para nós brasileiros, mas em espanhol, idioma do Panamá, isso não tem nada a ver! hehehe. Boquete é uma cidade fofinha, com um clima gostoso (friozinho), cheia de plantações de café (considerado um dos melhores do mundo!!) e cercada pelo Vulcão Baru, no qual você pode subir e avistar, até mesmo, a Costa Rica e os oceanos lá de cima (se o tempo não estiver nublado). 

Lááá em cima do Vulcão Baru
Casinhas charmosas em Boquete
Leia mais sobre Boquete aqui


Playa Venao é conhecida pelos surfistas. Quem vem ao Panamá e gosta das ondas, não pode deixar de conhecer. A praia, mesmo pra quem não surfa (meu caso), também tem seus atrativos. A areia é praticamente PRETA, o que a torna super diferente de tudo o que já tinha visto. 

Playa Venao Hotel Resort - o hotel mais legal da região, principalmente por causa da piscina!!
A cor da areia faz as pedras e as conchinhas saltarem aos olhos!!

Coiba é um parque nacional, super preservado, famoso principalmente por sua vida submarina. Sem dúvidas, o melhor lugar do Panamá para fazer mergulho de cilindro ou de snorkel, e avistar peixes, tartarugas, raias e até mesmo o gigante tubarão-baleia. 



Pra quem acha que o Panamá só tem praia e calor, está bem enganado! Em um pouquinho mais de 1 hora de viagem saindo da calorenta capital, você chega a esse vale, fresquinho, rodeado de montanhas e hotéis com piscinas aquecidas. A cidade fica em uma das maiores crateras vulcânicas do mundo. 

Hotel Los Mandarinos

Parece Caribe mas é Oceano Pacífico. Tem o mesmo nome de uma outra ilha em San Blas, da qual sempre costumo falar no meu blog e no meu instagram. Mas essa aqui é oooooutra coisa!! Fica no distrito de Pedasí, província de Los Santos, na costa Pacífica do país, a cerca de 5h de viagem da capital. Você pode conhecer Isla Iguana na mesma viagem a Playa Venao. De Venao (ou de outras praias de Pedasí) você pode pegar um barquinho (cerca de 20 minutos apenas) para chegar neste cenário paradisíaco e desabitado!



Espero que tenham gostado do "meu" país e ficado com vontade de conhecê-lo!! :) E o melhor, há dezenas de vôos diretos todos os dias saindo de várias cidades brasileiras (Copa Airlines). 

Beijos, 
>>Visite também meu blog para ler sobre outros destinos: www.lalarebelo.com<<

Contato


Lala Rebelo é autora do blog de viagens www.lalarebelo.com. Publicitária, brasileira de Cuiabá, já morou em São Paulo, na França, nos Estados Unidos, na Espanha, na Inglaterra e vive hoje no Panamá (quando não está viajando). Já esteve em quase 50 países (e espera que este número não pare de aumentar...). Seu objetivo é te contagiar com essa loucura chamada VIAGEM e te inspirar a pegar um avião ou a estrada para qualquer lugar.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Lego fotografado


O fotógrafo francês Samsofy tem um pezinho no mundo geek. Além de se especializar em fotografar esportes radicais em áreas urbanas, a sua veia artística agora está focada em ninguém mais, ninguém menos do que nos bonequinhos de Lego.

Combinando técnicas de fotografia, arte de rua e pequenas instalações de cenário que ele mesmo constrói, brinca com a escala dos objetos e com a nossa perspectiva.


























Para ver outras criações do fotógrafo na mesma linha, clique aqui.

Fonte: Bored Panda

Teca Machado