sábado, 31 de outubro de 2015

"Monster In Literature": infográfico classifica os personagens mais macabros dos livros! - Por Emily Antonetti


"Ele estava pronto para correr, iria correr em um segundo ou dois, quando seu painel de controle mental tivesse lidado com o choque provocado pelos dois olhos amarelos brilhantes. Ele sentiu a superfície áspera do macadame sob os dedos e a fina camada de água fria fluindo ao redor. Viu-se se levantando e se afastando, e foi quando uma voz, perfeitamente lógica e um tanto agradável, falou com ele de dentro do bueiro.
— Oi, Georgie — disse a voz.
Havia um palhaço no bueiro. A luz lá dentro não era nada boa, mas era boa o bastante para George Denbrough ter certeza do que estava vendo... O palhaço segurava vários balões de todas as cores, como lindas frutas maduras, em uma das mãos. Na outra, segurava o barco de papel de George.
— Quer seu barco, Georgie? — O palhaço sorriu.
— Sim, claro — disse George, olhando para dentro do bueiro.
— E um balão? Tenho vermelho e verde e amarelo e azul...
— Eles flutuam?
— Flutuam? — O sorriso do palhaço se alargou. — Ah, sim, claro que sim. Flutuam! E tem algodão-doce...
George esticou a mão. O palhaço agarrou seu braço. E George viu o rosto do palhaço mudar. O que ele viu então era terrível o bastante para fazer suas piores fantasias da coisa no porão parecerem doces sonhos; o que ele viu destruiu sua sanidade em um golpe de uma garra... 
(IT - Stephen King) 
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Quase não há nada mais assustador do que um monstro aterrorizante numa obra literária e você estar sentado sozinho lendo em seu quarto escuro com o vento assobiando do lado de fora. Nesse momento, todos os sons se amplificam. A casa em silêncio faz você ouvir cada respiração sua e a imaginação corre loucamente das palavras que acabaram de ser ditas no papel. Concorda?

Aproveitando a vibe, nesse Halloween, a MorphSuits criou o "Monster In Literature" - um infográfico para celebrar todas as noites mal dormidas por causa da literatura. Após uma pesquisa aterrorizante, eles selecionaram algumas obras e classificaram seus monstros de acordo com a aparência, poderes e má intenção - criando a pontuação global de "grito". Ou seja, o quanto o nosso gogó trabalharia se encontrasse algum desses seres malignos em nosso caminho. 

O infográfico apresenta desde personagens populares como "O Prisioneiro de Azkaban", de Harry Potter, que tem uma pontuação de grito em 85%, até "Pennywise", o palhaço de IT, que arrebata 100% de pânico em gritos. 

Portanto, é hora de acomodar-se numa sala beeem iluminada, com um copo de leite quente do lado e alguma música alegre tocando em volume máximo para desfrutar de "Monters In Literature". Já, para os aventureiros de plantão, aproveite o Halloween - e o infográfico - para embarcar num novo título do gênero. Bom grito pra vocês! 




Emily Antonetti

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A Menina da Neve – Conto de fadas russo


Friorenta do jeito que sou, senti frio só de pensar no cenário de A Menina da Neve, de Eowyn Ivey, que recebi em parceria com a Editora Novo Conceito. A história passa no inverno do Alasca em 1920 (Então esqueça os aquecedores elétricos!) e tem um enredo delicado, doce e bem diferente.

Livro cedido pela Editora Novo Conceito

Confesso que não foi a leitura mais fácil da minha vida. O livro tem um ritmo mais lento, focado nos sentimentos, melancolias e tristezas de um casal que nunca pôde ter filhos. Para fugir dos olhares de pena de parentes e do trauma de um bebê que nasceu morto, Jack e Mabel deixaram o ambiente familiar da Pensilvânia e foram enfrentar as terras selvagens do Alasca

Mas o que à primeira vista pareceu uma aventura, se tornou uma vida solitária. Enquanto Jack trabalha sozinho nos campos e a terra é dura, árida e quase não dá o sustento, Mabel passa seus dias numa cabana sucumbindo à solidão. Eles não são mais um casal apaixonado, os problemas os afastaram. Até que na primeira nevasca da temporada, num raro momento a dois, eles vão ao quintal fazer um boneco de neve. Na verdade, uma menina de neve.

No outro dia de manhã a escultura desapareceu, mas Jack e Mabel veem uma garotinha correndo pela floresta próxima. E ela se parece muito com a menina que eles esculpiram na noite anterior. Muito branca, loira, olhos azuis, boca vermelha e muito misteriosa. Vive sozinha em pleno inverno rigoroso e caça ao lado de uma raposa vermelha. Será que ela é uma resposta ao desejo mais profundo do coração do casal? Ela é um boneco de neve que criou vida? Ela é apenas uma menina perdida na floresta?

Eowyn Ivey
A Menina da Neve é baseado num conto de fadas russo, que várias vezes é citado no livro. Eowyn Ivey não se ateve a explicar vários aspectos do mistério (Qual era o papel daquela raposa na história, gente?), mas fica a cargo do leitor, o que para mim foi um pouco difícil, já que eu gosto dos porquês, de saber o que o autor estava pensando quando escreveu.

Jack e Mabel são sofridos e você sente compaixão pelo drama de eles não terem filhos. Não são um casal loucamente apaixonado, típico de romances, mas entre eles há afeto, companheirismo e cumplicidade, mesmo que sejam mais reservados sobre o que sentem um pelo outro. Já a menina da neve, que se chama Faina, não ganhou o meu coração. Desculpa, Eowyn! Na verdade nunca entendi “qual era a dela”, sabe? Não entendi quais eram seus sentimentos e motivações. Já Garret, filho dos vizinhos de Jack e Mabel, é a coisa mais fofa desse mundo e recebeu todo meu amor, assim como seus pais Esther e George.

O livro é narrado em terceira pessoa e temos acesso aos pensamentos de Mabel e Jack, que são os protagonistas, e algumas vezes de Faina e de Garret. Algo interessante é que as conversas são escritas normalmente, com travessão, mas quando é Faina quem fala, quando está presente no capítulo, os travessões somem e fica uma espécie de texto corrido. Isso ajuda a criar uma aura ainda mais sobrenatural para ela.

Temos acesso também às observações do local onde a história passa.  A descrição do Alasca é linda. Várias vezes me peguei olhando no Google paisagens do lugar e mesmo fotos dos animais que citam e eu nem tinha ideia de como eram, como caribus e lagópodes. O Alasca é quase uma pessoa, uma entidade e é onipresente na história, assim como a neve, que se torna basicamente um personagem, com personalidade, ações e sentimentos.

Caso você esteja se perguntando, isso é um caribu

Às vezes o enredo demora a andar e a se destrinchar, mas talvez seja exatamente isso que faça A Menina da Neve ser tão diferente, único e especial. Não é o tipo de leitura “comercial”, ágil, cheia de ação e tiradas bem humoradas, pelo contrário, não é possível rir nem uma única vez. Ele tem uma carga dramática bem grande, apesar de eu não ter chorado.

A Menina da Neve pode te fazer odiar o livro ou amá-lo, mas garanto que você não sairá indiferente desse conto de fadas quase real.

Nada a ver com o assunto, mas não podia deixar de comentar: Vocês perceberam que o nome da autora, Eowyn, é o nome de uma personagem de O Senhor dos Anéis? Esses pais nerds que batizaram a filha com esse nome estão de parabéns. Adorei! Quero uma filha Eowyn também!

Recomendo.

Teca Machado

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Concurso mais dramático da blogosfera - Projeto Drama Queen #52! ♥


Oi, gente!! Preparadas para mais um post especial do niver de 1 ano do Projeto Drama Queen? ;-) Dessa vez, preparamos um concurso com um prêmio que tem a nossa cara: uma capinha de celular que define nossa personalidade dramática (com muito orgulho, né? uhuuuu \o/). Mas como tudo na nossa vida tem um draminha básico, esse concurso tem o dele: a case só tem para Iphone (todos) e Samsung. :'( Se você não tem nenhum dos dois, não se preocupe, pois já estamos confabulando um concurso com um mimo tão apaixonante quanto. ♥ 

E agora chega de conversa e anotem o que é para fazer. ;-)


Regulamento: 

- Poste uma foto no seu Instagram no estilo #ajeitaacoroa e marque a gente (@pequenajornalista e @casosacasoselivros). Podem colocar a #ajeitaacoroa #projetodramaqueen
- Aceitamos fotos até a próxima semana, dia 4 de novembro (quinta-feira),  às 22h. 
- Importante: se o seu perfil é privado, não vamos conseguir ver a foto linda que você tirou. Então, deixa a imagem liberada para todo mundo visualizar? ♥ 
- Importante: Na legenda da sua foto, coloque o modelo do seu celular e o seu e-mail. 
- A dona da melhor foto dramática vai levar a capa Drama Queen, do site Go Case em parceria com o ilustrador Flávio Wetten (@lifeonadraw). 
- Quando divulgarmos o resultado na 6ª feira, dia 05 de novembro, na semana do dia 9, vamos entrar em contato com a vencedora, pedir seus dados por e-mail e fazer o pedido. Geralmente, esse site da Go Case entrega bem rápido. ;) 
- E para não ter draminha, não vamos postar só a foto vencedora! Para todo mundo ficar feliz, resolvemos que o post vai ter mais 4 fotos. Uhuuuu \o/



Clique na imagem para visualizar e conhecer os modelos disponíveis. 

P.S: Caso alguma regra não seja cumprida, vamos ter de tirar a pessoa do concurso. E nem draminha vai funcionar, hahaha! Somos coração mole, mas tem que ler o regulamento direitinho e cumprir. 

É isso, gente!! Boa sorte para todas as dramáticas da blogosfera. Pensem numa foto bem criativa!!! ;-) Soltem a imaginação, pois isso vai contar muito na hora da nossa escolha!! Ah! Só uma observação: vamos realizar esse concurso por conta própria, viu? Qualquer dúvida, podem entrar em contato com a gente. Por aqui ou por e-mail: projetodramaqueen@gmail.com. ♥

Lembrando que o Projeto Drama Queen completou esse mês 1 ano de vida (orgulhoooooo, gente!!!!) e é uma parceria entre os blogs Pequena Jornalista e Casos, Acasos e Livros. Toda quinta-feira, contamos uma situação dramática. Claro, com uma dose extra de exagero e muito bom humor. É nova por aqui? Corre na caixa de busca aqui do lado e procure os textos. Somos suspeitas, mas acreditamos que é impossível não amar. ;) 

Beijos, 
Carol e Teca.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Scratch Night View": "raspar" é o novo colorir! - Por Emily Antonetti


Todos nós já sentimos saudades da infância, não é mesmo? Tanto que, os livros para colorir voltados para adultos se apresentaram como a alternativa perfeita entre terapia e entretenimento nostálgico. Mas, se você já está cansado dessa avalanche de publicações do estilo, calma aí. Nos últimos meses, um novo hobby - ainda um pouco semelhante - foi silenciosamente encantando os adultos na Coreia do Sul com sua beleza simplista : o "Scratch Night View".

(Imagem: reprodução/Seul Lago - "Scratch Night View")
O estúdio de design Seul Lago criou um projeto de arte que promete vistas deslumbrantes da noite ao estilo "raspadinha". Tudo o que você precisa fazer é riscar a placa especial nas áreas especificadas para desvendar as belezas escondidas na escuridão. Ao invés de preencher os espaços em branco com lápis de cor, você irá utilizar uma caneta especial para desvendar as cores ocultas debaixo das áreas cinzas na placa preta.

(Imagem: reprodução/Seul Lago - "Scratch Night View")
(Imagem: reprodução/Seul Lago - "Scratch Night View")
(Imagem: reprodução/Seul Lago - "Scratch Night View")

Após riscar pacientemente cada pequeno ponto e linha, as placas - inicialmente monocromáticas - revelam um lindo cenário noturno envolvendo várias paisagens urbanas e monumentos históricos. Diversos skylines famosos estão prestes a se iluminarem no papel em locais como, por exemplo, New York, Hong Kong, Las Vegas, Londres e Paris.

(Imagem: reprodução/Seul Lago - "Scratch Night View")
O projeto chegou a ir para o KickStarter, mas logo levantou voo e ganhou espaço na loja online da Seul Lago. Para clientes fora da Coreia da Sul, "Scratch Night View" está disponível para compra pelo eBayAmazonEtsy e TaobaoExistem dois tamanhos disponíveis para venda - um no formato original e outro em modelo de um cartão postal. O preço ainda é um pouco desanimador, entretanto o efeito final é digno de decoração. Vale a pena ficar de olho! Quem sabe essa tendência também chega por aqui. 

Curtiu a ideia? Você trocaria os livros para colorir por livros de raspadinha?

Emily Antonetti  

terça-feira, 27 de outubro de 2015

A Dama Dourada – Sobre arte, guerra, direito e traumas


Às vezes nos sentamos para assistir um filme sem dar nada para ele e a produção nos surpreende de modo muito positivo. Foi o que aconteceu comigo domingo com A Dama Dourada, do diretor Simon Curtis. Vi pouquíssimo marketing em cima do filme lançado em agosto, passou em poucos cinemas no Brasil, mas escutei em algum lugar por aí que ele era muito bom. Naquela peregrinação pelo Netflix, demos de cara com essa obra e resolvemos dar uma chance. Melhor decisão do dia.


A Dama Dourada é baseado em fatos reais e fala sobre a restituição de obras de arte que foram tomadas pelos Nazistas na II Guerra Mundial. Maria Altman (Helen Mirren), uma austríaca judia de uma proeminente e rica família de Viena, precisou fugir da Áustria na juventude quando o governo de Hitler começou a perseguição. Saquearam a sua casa, prenderam seus pais, tomaram todos seus pertences, inclusive obras de arte de Gustav Klimt, sendo a mais famosa do artista, Retrato de Àdele Bloch-Bauer, também conhecida como A Dama Dourada, uma pintura da adorada tia de Maria que morreu antes do conflito começar.

Em 1998, quando a trama começa, Maria já idosa vive nos Estados Unidos e descobre que a Áustria começou um processo de restituição de obras de arte às famílias que foram saqueadas pelos Nazistas. Com a ajuda do advogado Randy Schoenberg (Ryan Reynolds), neto de um famoso compositor e filho de uma grande amiga de Maria, outra fugitiva da guerra, ela entra com uma petição para ter essas e outras pinturas de volta. Mas A Dama Dourada é o maior orgulho das artes da Áustria, é a “Monalisa” de Viena, e reaver o quadro, inclusive leva-lo para os Estados Unidos, será uma tarefa impossível, principalmente porque o governo austríaco se recusa a abrir mão da sua maior preciosidade. Cabe à Randy lutar pela restituição, mesmo que muitas vezes Maria se torne reticente devido aos traumas que a guerra gerou nela.

O Retrato de Àdele Bloch-Bauer, ou A Dama Dourada

Randy e Maria

O filme é contado pelo ponto de vista de Maria e Randy em 1998, mas constantemente há flashbacks dos anos 1940 que mostram a alegre vida da austríaca e sua família antes do conflito e posteriormente tudo o que os Nazistas tiraram deles e a fuga. Enquanto nos anos 1990 a fotografia do filme é em tons vivos, o passado é mostrado em cores desbotadas, vintage e a trilha sonora e figurino se tornam quase personagens do filme.

Helen Mirren interpreta Maria de forma magnífica, como todo trabalho que faz. Maria é aquele tipo de senhora meio maldosa, intransigente e sem filtro, mas que com o passar do filme nos faz amá-la principalmente por causa disso. É uma mulher sofrida, que viu os horrores da perseguição do seu povo, da sua família, e que encontrou um modo de sobreviver e ser feliz em outro país. 


Maria e seu marido na juventude na Áustria
Maria quando criança e sua tia Àdele, imortalizada por Klimt

Ryan Reynolds faz o papel de sempre, meio atrapalhado, meio engraçadão, mas nós o amamos exatamente por isso. Randy pode até ter começado a ajudar Maria por motivações exclusivamente financeiras (Afinal, os quadros de Klimt valem no mínimo U$ 100 milhões cada um), mas com o passar da história e ao conhecer a dor de Maria e de outras famílias austríacas, como a dele mesmo, sua vontade de recuperar as obras de arte se torna questão de justiça, de um reparo com as vítimas da guerra. Ele mergulha de cabeça nesse mundo, a ponto de deixar sua esposa (Katie Holmes, basicamente uma figurante no filme) sozinha durante o parto do seu filho.

A Dama Dourada traz reflexões sobre o período da II Guerra Mundial, sobre o pós-conflito, quando os governos até querem reparar alguns erros do passado, mas não tantos assim, sobre os traumas de quem viveu aquele período tão conturbado e sobre o impacto que isso teve sobre famílias destruídas, que tiveram tudo arrancado de si, inclusive a vida e a alegria.

A verdadeira Maria Altman

Fiquei com vontade de pesquisar sobre Maria Altman, sobre o processo no “mundo real” e sobre mais obras de Klimt, um pintor que sempre me chamou a atenção.

Recomendo bastante.

Teca Machado


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Shibas entalados


É, eu sei, segundas-feiras não são fáceis...

Maaaaaaas, tudo pode ficar bem melhor quando tem cachorrinhos fofinhos envolvidos. E se eles cachorrinhos forem da raça Shiba, melhor ainda.

Eles são muito serelepes. E vivem se metendo onde não deveriam. Por isso o BuzzFeed fez um apanhado com 11 Shibas que ficaram presos nas coisas, mas nem ligaram.

Como o post diz: “Por que isso continua acontecendo com vocês, Shibinhos?”

Prepare seu coração para morrer de amor:

1. Esse Shiba que ficou preso no meio do caminho para o trabalho.

Meu preferido! Toda vez que vejo dou gargalhadas, hahaha


2. E esse Shiba que achou que conseguiria andar atrás da cerca.


Mas, olha, até que ele tá bem de boa.



3. Esse Shiba que conseguiu subir numa pedra, mas não vai entrar na água de jeito nenhum.  Então ele vai morar na pedra. Vai ser tipo um novo estilo de vida.

Estou rindo muito!


4. Esse Shiba que queria dizer, oi, e aí? Olá.



5. E esse primo do Shiba que ficou preso enquanto tentava contar para as crianças a verdade sobre o Papai Noel.



6. Essa Shibinha que ama livros, ok? Deixa ela em paz.



7. E essa criaturinha que não sabe muito bem como foi parar ali.



8. Esse Shiba que não admite, mas ficou preso entre o arbusto e a cerca e não sabe o que fazer agora.



9. Esse Shiba que esqueceu que sua cabeça é significantemente menor do que seu corpo.



10. Esse Shiba que resolveu ser um cão de guarda para todo o sempre.



11. E finalmente, esse Shiba que tem um problema de verdade.



Fonte: BuzzFeed

Enquanto lia o post, não sabia se dava risada ou se vomitava arco-íris. Acabou que fiz as duas coisas! Hahahahaha.

Teca Machado


sábado, 24 de outubro de 2015

Encontrando-me – Um passeio romântico pela Europa


No meu primeiro mês de parceria com a Editora Novo Conceito, recebi a lindeza do livro Fingindo, de Cora Carmack (Comentei aqui). Apesar de ser o segundo de uma trilogia e não ter lido o primeiro, as histórias eram independentes e eu me apaixonei total e completamente. Agora em outubro recebi o último volume da série, o Encontrando-me, e basicamente engoli o livro em dois dias (e só demorei tudo isso porque estava bem ocupada com o trabalho). Posso dizer que há muito amor no meu coração por essa obra também!

Livro cedido pela Editora Novo Conceito

Kelsey é amiga de Cade (Ah, Cade!) de Fingindo, e de Bliss, de Perdendo-me, e cada livro é sobre um deles. Após terminar a faculdade e ver seus amigos tomando rumo na vida, Kelsey, totalmente perdida sobre o que fazer daí para frente, parte em uma viagem pela Europa sem rota, direção ou nada planejado. Ela acredita que será um momento de descobertas, de se encontrar, de deixar para trás todos os fantasmas do seu passado, inclusive seus pais que não dão a mínima para o que sente. Mas paisagens lindas de dia e bares, festas e homens à noite não têm surtido o efeito que ela precisava e se afunda cada vez mais na escuridão que são seus sentimentos escondidos há tantos anos.

Até que em Budapeste, depois de uma festa desastrosa, Kelsey conhece Hunt, um gostosão bonitão misterioso que aparece quando ela mais precisa de alguém. E o mesmo acontece em Praga e assim por diante. Por mais que ela seja teimosa e não queira alguém no seu pé, Hunt tem lhe feito bem de uma maneira muito diferente que ela está acostumada e passa a ser seu companheiro de viagem. Mais do que lhe fazer companhia, Hunt devolve as cores e a vontade de viver de Kelsey, de uma forma que ela nunca achou ser possível. Mas ele sabe tanto sobre ela e ela não sabe nada sobre ele. Quais são os mistérios que ele esconde, quais são as dores?

Kelsey é uma personagem que evolui muito. É interessante vê-la passando de menina festeira inconsequente que vive por baixo de uma máscara de rebeldia e diversão a uma mulher ainda traumatizada e triste, mas que enfrenta seu passado de frente. Ela alterna momentos muito bem humorados e engraçados com passagens depressivas, é uma pessoa ou 8 ou 80, que arde, pega fogo. Hunt não passa por esse processo tanto quanto ela, ainda mais porque o livro é narrado em primeira pessoa por Kelsey. Mas me apaixonei por ele mesmo assim, óbvio. Bem de cara desconfiei de qual era o grande segredo dele e estava certa, mas isso não tirou em nada o brilho do livro.

A história é doce, ardente e ao mesmo tempo triste. Kelsey passou por maus momentos, assim como Hunt. E eles estão de algum modo aprendendo a viver com as consequências tanto dos seus atos quanto dos atos de outras pessoas. Teve momentos em que ri, teve momentos em que fiquei com nó na garganta e teve momentos que fiquei apreensiva. A leitura me deu vários tipos de emoções. Cora Carmack escreve de forma dinâmica, rápida, sem muita firula ou enrolação. É o tipo de obra que você lê bem rapidinho.

E um dos pontos que eu mais amei em Encontrando-me é o cenário. Kelsey e Hunt passam por várias cidades e países europeus, alguns muito conhecidos, como Budapeste, Praga, Roma, Florença e Madri, e outros menos turísticos, como Heidelberg, na Alemanha, as cinco cidadezinhas da região de Cinque Terre, na costa da Itália, e a Grotta Azzurra, em Capri. Só sei que preciso urgente conhecer esses lugares. Obrigada, Cora, por me mostrar que essas lindezas existem. Ela descreve os locais, mas sem tantos detalhes a ponto de deixar a leitura chata. E eu fui ficando tão curiosa que sempre que eles chegavam numa nova cidade eu procurava fotos no Google.

Cinque Terre - Litoral da Itália

Grotta Azzurra - Capri

Com enredo e reflexões bem diferentes de Fingindo e acredito que de Perdendo-me também, Encontrando-me foi uma ótima leitura que derreteu o meu coração. Agora vou ler o primeiro da série. Beijo para vocês.

Recomendo muito.

Teca Machado


sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Dica de Canal: Literatura de MT, com Stéfanie Medeiros


Meu coração até saltita quando eu vejo cada vez mais pessoas gostando, amando e devorando a literatura nacional. Como uma escritora que se embrenhou nesse universo que sofria e ainda sofre muito preconceito, só posso dizer que felicidade define e que, sim, há esperança para os autores nacionais.

E há muita gente que concorda comigo nesse aspecto e que luta para fazer com que as obras brasileiras sejam reconhecidas. Uma delas é a minha amiga, escritora, jornalista e poeta Stéfanie Medeiros (Já falei sobre ela aqui).

A Stéfanie criou um canal chamado Literatura de Mato Grosso, no qual todas as segundas-feiras posta vídeos curtinhos e muito divertidos sobre livros do nosso Estado. Um deles é até sobre o meu I Love New York e, diga-se de passagem, ameeeeeei. A Stéfanie super tem futuro como rapper (Vejam e entendam o porquê).

Aperte o play e divirta-se:









Inscreva-se no canal e conheça mais sobre a literatura nacional!

Teca Machado


quinta-feira, 22 de outubro de 2015

TAG Dramática – Projeto Drama Queen #51


Desde semana passada estamos comemorando o primeiro aninho do Projeto Drama Queen (Veja aqui)! Durante todo o mês teremos posts relacionados ao nosso aniversário.

Hoje as blogueiras mais dramáticas dessa internet, Teca Machado (Casos, Acasos e Livros) e Carol Daixum (Pequena Jornalista), respondem a TAG Dramática.

Vem ver o nosso altíssimo nível de dramaticidade!


1- Você se lembra do seu primeiro drama?

Teca: Não me lembro exatamente, mas segundo meus pais eu fui uma criança altamente dramática. Eles contam que eu chorava por causa de absolutamente tudo nessa vida, inclusive quando pisava numa poça de água, quando a barra de chocolate que eu estava comendo quebrava, quando a minha irmã me chamava de “cara de melão” ou quando a bruxa do Mágico de Oz “derretia”.

Carol: Já sai da barriga da minha mãe fazendo drama. Ela não queria saber o meu sexo, porque tinha certeza de que eu era um menininho. Todo meu enxoval era azul (hoje em dia é uma das minhas cores preferidas e nem tem mais isso de tal cor pra menino, tal cor pra menina) e sofri bullying na maternidade por isso. P.S: Mamys pediu para avisar que assim que viu meu rostinho, se apaixonou. E pediu para o meu pai comprar um lacinho rosa correndo!!!

2- Quando você descobriu que era uma drama queen?

Teca: Acho que na adolescência, quando qualquer coisinha traz para fora o monstro que existe dentro de nós e tudo fica mais intenso, dramático e caótico. Lembro que enquanto as minhas amigas tinham TPMs de ficarem bravas, gritando, soltando fogo pelo nariz, eu só sabia chorar, chorar e chorar. E quando me perguntavam o motivo de tantas lágrimas as respostas eram algo como “Eu não tenho ideia”, “Fulano me viu de longe e não me deu oi”, “Eu só dormi 7 horas essa noite” ou “Essa propaganda de margarina é muito linda”. Nessa época percebi que era realmente uma Drama Queen.

Carol: Desde que eu me entendo por gente, as pessoas falam: "para de drama", "lá vem o drama" e blá-blá-blá. Mas depois que eu chorei Pq não achei um caderno e cheguei a conclusão que nada dava certo na minha vida... Pensei: ops.... Sou dramática. :D

3- Você já se arrependeu de algum drama que fez? Por que?

Teca: Sim. Não foi meu momento de maior orgulho na vida. Meu namorado queria terminar comigo e eu comecei a chorar litros e a dizer “Eu vou morrer sozinhaaaaaaa. Vou ser solitária, do tipo que só encontram o corpo morto depois de semanas porque comecei a feder” e mais exageros do tipo. Bom, ele não terminou comigo, sabe-se lá porque. Quatro anos depois (E mais nenhum drama do tipo para contabilizar) a gente se casou. Ele sabe que eu sou Drama Queen e nem leva meus draminhas a sério mais, haha.

Carol: Minha vida amorosa sempre foi um drama. Coitado do meu diário! Acho que hoje em dia, levaria as coisas menos a sério. A parte boa é que tenho muitas histórias que rendem ótimas lembranças e risadas! :D

4- Qual drama queen você é? Que faz dramas, que vive dramas, que atrai dramas ou que exagera nos dramas?

Teca: Eu sou do tipo Drama Queen que atrai dramas. Pelas histórias que eu conto no projeto vocês podem perceber que algumas coisas muito dramáticas acontecem comigo e nem sempre a culpa é minha. Claro que sou um pouco de todo tipo dramático, mas esse é o mais presente na minha vida.

Carol: Posso escolher todas as alternativas? :P Eu faço drama, vivo dramas, atraio dramas e... Er... Talvez eu seja exagerada. Poxa, super plausível tirar a conclusão de que nada na minha vida dá certo porque não achei um caderno! Pensando bem... Acho que sou do tipo que exagera, mas só um tiquinho, juro! :P

Carol e Teca


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Responda a TAG você também e marque a gente. Queremos saber dos dramas da sua vida!

Para quem não sabe, o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Casos, Acasos e Livros e o Pequena Jornalista. Todas as quintas-feiras postamos nos dois blogs textos dramáticos com muito bom humor, exagero e uma pitada de ironia. Você pode participar também enviando a sua história dramática para projetodramaqueen@gmail.com ou na nossa FanPage.

Beijos,

Carol e Teca

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A Garota no Trem – Thriller psicológico surpreendente


Na capa do livro A Garota no Trem, de Paula Hawkins, há uma chamada da Revista People que diz: “Se você gostou de Garota Exemplar, vai devorar esse thriller psicológico”. E é verdade, aquele clima de mistério, suspense, desaparecimento e falta de informações presentes nas duas obras são similares. E realmente eu devorei o livro, que peguei em parceria com a Livraria Janina. Confesso que Garota Exemplar, de Gillian Flynn, é mais surpreendente e genial, mas A Garota no Trem é também excelente e foi uma ótima experiência literária.


Fique tranquilo que essa resenha é sem spoilers. Leia sem moderação!

Em A Garota no Trem, Rachel perdeu o rumo da sua vida há dois anos. Depois de se tornar uma alcóolatra, ser trocada pela amante do marido, engordar, perder o emprego e sentir-se altamente infeliz, sua vida fica sem sentido, mas ainda assim todos os dias pega o trem das 8h04 para Londres, onde finge que trabalha. No caminho, ela vê as casas a beira da ferrovia e uma em especial é a sua preferida, a 15. Quase sempre vê o casal que mora na residência e os observa, criando em sua imaginação a vida perfeita que eles vivem e fica obcecada por eles.

Quando Megan, a mulher desse casal, desaparece e tem seu nome e história estampados nos jornais, Rachel sente que precisa ajudar, ainda mais que um dia antes, enquanto estava no trem, viu algo chocante acontecer na casa de número 15. Não só procura a polícia para relatar o que sabe, como se insere na vida dos envolvidos desse caso. E isso, apesar de trazer certo rumo e objetivo para a sua vida outra vez, pode botá-la em risco.

Paula Hawkins
Sabe os personagens bonzinhos, os mocinhos decentes e doces? Esqueça. Em A Garota no Trem ninguém é totalmente inocente. Rachel, a protagonista, é lotada de defeitos. Podemos dizer que ela é louca, psicótica, sem controle, lamuriosa, neurótica e stalker. Isso tudo fica bem claro desde o começo. Megan é o verdadeiro caso de “as aparências enganam”. Paula Hawkins fez um ótimo trabalho ao construir todos eles, principalmente Rachel, Megan, Anna, Scott e Tom. Mesmo que o foco seja nas mulheres, já que as três são narradoras alternadas em primeira pessoa, os homens também são parte importantíssima da trama.

A autora não entrega ao leitor nada de bandeja. Ele precisa ler, enxergar nas entrelinhas, para poder ter algumas pistas. Com bastantes reviravoltas, caminhos equivocados da investigação e lacunas de informações, já que nem sempre as narradoras são confiáveis, a obra consegue ser surpreendente. Pouco depois da metade eu imaginava o que tinha acontecido e quem tinha feito, mas acertei só metade da charada. Foi um tanto chocante quando a revelação enfim chegou.

O começo é um pouco devagar. Como todo mundo fala maravilhas de A Garota no Trem, você espera que já comece com o thriller a todo vapor. Mas Paula Hawkins vai nos apresentando Rachel e Megan, construindo a imagem das personagens na nossa cabeça, inserindo-as na história, e, só então, TCHAM, o caos toma conta. E quando ele acontece, se prepare que você não vai conseguir largar o livro enquanto ele não terminar (Apesar de ter momentos cansativos em que Rachel bebe, fica de ressaca física e moral e reflete, aí bebe de novo e vem a ressaca mais uma vez e assim por diante).

A Garota no Trem fez tanto sucesso mundo afora que os direitos dele já foram vendidos para um estúdio, que está preparando a adaptação do filme. Emily Blunt será Rachel, Rebecca Ferguson (De Missão Impossível 5) dará vida à Anna e Haley Bennett (De Letra e Música) interpretará Megan. Há rumores que Jared Leto pegue o papel de Scott e Chris Evans de Tom. Elenco sensacional, apesar de eu não imaginar Rachel bonita assim. Agora é esperar 2016 para o lançamento.

Recomendo muito.

Compre o seu exemplar aqui na Livraria Janina.

Teca Machado


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Livros de Outubro – Parceria com a Livraria Janina


Mais uma vez a parceria com a Livraria Janina, em Cuiabá, me proporcionou livros lindezas!

Foi difícil escolher os preferidos entre vários que eu queria. Mas fiquei muito satisfeita com o resultado final.

Vamos ver quais são os livros escolhidos de Outubro?


Doce Perdão – Lori Nelson Spielgman

Hannah Farr é uma personalidade, apresentadora de TV. Mas sua vida, que parece tão certa, está prestes a ser abalada por duas pequenas pedras: As Pedras do Perdão. O conceito é simples: envie duas pedras para alguém que você ofendeu ou maltratou. Se a pessoa lhe devolver uma delas, significa que você foi perdoado. Elas vão forçar Hannah a mergulhar de volta ao passado e todas as certezas de sua vida virão abaixo.

Yaqui Delgado Quer Quebrar Sua Cara – Meg Medina

Uma garota surge de repente no caminho da adolescente Piddy Sanchez para avisá-la de que Yaqui Delgado vai acabar com ela. Piddy acabou de mudar de escola e nem faz ideia de quem seja Yaqui, muito menos do que pode ter feito de tão errado para apanhar. Mas Yaqui sabe quem ela é, e a odeia. 

Piddy Sanchez não tem descanso. Ser filha de uma imigrante cubana nos Estados Unidos e crescer sem pai já era bem difícil sem ter alguém a odiando. No ensino médio da nova escola, seu corpo atraente desperta tanto os olhares dos meninos quanto o da esquentada Yaqui, que começa atacando a novata com ameaças cruéis, mas demonstra ser capaz de muito mais que isso, tornando a vida de Piddy um verdadeiro inferno dominado pelo medo. Denunciar Yaqui não é uma opção. Fugir não adianta. O importante agora é sobreviver.

O Conde Enfeitiçado – Os Bridgertons 6 – Julia Quinn

Toda vida tem um divisor de águas, um momento súbito, empolgante e extraordinário que muda a pessoa para sempre. Para Michael Stirling, esse instante ocorreu na primeira vez em que pôs os olhos em Francesca Bridgerton. Depois de anos colecionando conquistas amorosas sem nunca entregar seu coração, o libertino mais famoso de Londres enfim se apaixonou. Infelizmente, conheceu a mulher de seus sonhos no jantar de ensaio do casamento dela. Em 36 horas, Francesca se tornaria esposa do primo dele.

Mas isso foi no passado. Quatro anos depois, Francesca está livre, embora só pense em Michael como amigo e confidente. E ele não ousa falar com ela sobre seus sentimentos – a culpa por amar a viúva de John, praticamente um irmão para ele, não permite.

Em um encontro inesperado, porém, Francesca começa a ver Michael de outro modo. Quando ela cai nos braços dele, a paixão e o desejo provam ser mais fortes do que a culpa. Agora o ex-devasso precisa convencê-la de que nenhum homem além dele a fará mais feliz.

Detalhe Final – Harlan Coben

O agente esportivo (e por vezes detetive) Myron Bolitar finalmente está em paz. Passando um tempo numa praia caribenha com Terese, uma mulher deslumbrante que acabou de conhecer, ele se recupera de uma perda recente. Quando Win, seu amigo e sócio aparece, não traz boas notícias: um dos clientes mais antigos de Myron foi assassinado e a principal suspeita é Esperanza, melhor amiga e uma das sócias da sua agência. De volta a Nova York, Myron está determinado a ajudar Esperanza, mas os obstáculos são muito grandes.

A Espada do Verão - Magnus Chase e os Deuses de Asgard – Rick Riordan

A vida de Magnus Chase nunca foi fácil. Desde a morte da mãe em um acidente misterioso, ele tem vivido nas ruas de Boston, usando de muito jogo de cintura para sobreviver e ficar fora das vistas de policiais e assistentes sociais. Até que um dia ele reencontra tio Randolph – um homem que ele mal conhece e de quem a mãe o mandara manter distância. Randolph é perigoso, mas revela um segredo improvável: Magnus é filho de um deus nórdico.

As lendas vikings são reais. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e outros monstros horripilantes estão se unindo para o Ragnarök, o Juízo Final. Para impedir o fim do mundo Magnus deve empreender uma importante jornada até encontrar uma poderosa arma perdida há mais de mil anos. 

Quando um ataque de gigantes do fogo o força a escolher entre a própria segurança e a vida de centenas de inocentes, Magnus toma uma decisão fatal. Às vezes é necessário morrer para começar uma nova vida...

O Despertar do Príncipe – Collen Houck

Aos 17 anos, Liliana Young tem uma vida aparentemente invejável. Ela mora em um luxuoso hotel de Nova York com os pais ricos e bem-sucedidos, só usa roupas de grife, recebe uma generosa mesada e tem liberdade para explorar a cidade. Mas para isso ela precisa seguir algumas regras: só tirar notas altas no colégio, apresentar-se adequadamente nas festas com os pais e fazer amizade apenas com quem eles aprovarem.

Um dia, na seção egípcia do Metropolitan Museum of Art, Lily está pensando numa maneira de convencer os pais a deixá-la escolher a própria carreira, quando uma figura espantosa cruza o seu caminho: uma múmia — na verdade, um príncipe egípcio com poderes divinos que acaba de despertar de um sono de mil anos.

A partir daí, a vida solitária e super-regrada de Lily sofre uma reviravolta. Uma força irresistível a leva a seguir o príncipe Amon até o lendário Vale dos Reis, no Egito, em busca dos outros dois irmãos adormecidos, numa luta contra o tempo para realizar a cerimônia que é a última esperança para salvar a humanidade do maligno deus Seth.

*** 

Acho que vou começar pelo Magnus Chase, porque, né, Rick Riordan!

Já leram algum desses?

Compre esses e outros livros aqui na Livraria Janina.

Teca Machado


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

"M'Athchomaroon": é hora de aprender 25 novos idiomas - da ficção! - Por Emily Antonetti


Ok, ok. Então, quer dizer que você já aperfeiçoou o seu francês, conquistou o temido "r" do alemão, dominou o ritmo do espanhol... mas, não sabe falar "élfico"? Nem "Dothraki"? Ou "Furbish"? Calma! Ainda dá tempo de aprender.

A escola Raybum Tours, no Reino Unido, preparou um infográfico para ajudar todos os amantes de línguas estrangeiras - da ficção, é claro - a se aventurarem! Eles listaram 25 idiomas que você realmente pode aprender a falar. Alguns, com um vocabulário de cerca de 3.000 palavras. 

Basta se arriscar. As opções variam de "Kriptoniano" de "Superman" até "Minionese" de "Meu Malvado Favorito". Tá, pode ser que essas línguas não te ajudem a pedir a comida num restaurante ou perguntar as horas. Entretanto, você vai se tornar um especialista em saudações aos amigos com um caloroso "Kaltxi" (Oi) em "Na'vi" a la "Avatar". E isso, é sempre útil...

Curtiu? É só checar o infográfico, seguir as instruções e virar o mestre tradutor do universo.     










Emily Antonetti