sábado, 25 de maio de 2013

The 80’s are back!


Se tem um ator com a maior cara de loser de Hollywood, para mim, é Tobey Maguire. Ele sempre com aquela expressão de quem acabou de ter uma dor de barriga, de quem levou um fora, de quem não sabe por que vive. Detesto ele como Homem-Aranha. Prefiro muito mais o Andrew Garfield. Tobey Maguire é seguido de perto por Kristen Stewart (Argh!) e Topher Grace (O Eric de The 70’s Show). Mas, pelo menos, esse último tenta fazer piadinhas autodepreciativas sobre ser um perfeito mané (Sei que essa expressão é de velho, mas não encontrei uma melhor). E, mais uma vez, Topher Grace fez o mesmo papel de inseguro/mala/bobo/mané no filme Uma Noite Mais Que Louca.


É bem Sessão da Tarde, sabe? Domingo passado, nada para fazer, assisti pelo Netflix. Foi uma escolha boa para um quase final de fim de semana. Previsível, legalzinho e que dá para dar umas risadas. E, para quem gosta dos anos 1980, é uma boa pedida (Mas Rock of Ages – Comentei aqui – é infinitamente melhor).

Típica festa anos 1980

O mais legal de Uma noite Mais Que Louca é a trilha sonora. Como passa no final dos anos 1980 (E eu adoro os bregas anos 1980!), não podemos esperar nada menos do que músicas clássicas que fazem você dançar involuntariamente. Tem Duran Duran, Mötley Crue, The Buggles e muitos outros. Se você não gostar do filme, com certeza vai gostar das canções e do figurino, que pegou a essência daquela década sem exagerar (Eu sempre me pergunto o que as pessoas tinham na cabeça na época para se vestirem daquele jeito. Seriam resquícios das drogas dos anos 1970 que ainda faziam efeito?).

Protagonistas de Uma Noite Mais Que Louca

Então, Uma Noite Mais Que Louca é mais da mesma fórmula de filmes americanos: Garoto loser, garota popular. Ele apaixonado por ela. Ela nem sabe quem é ele. Ele decide conquista-la numa festa muito louca. E é claro que consegue (Apesar da química inexistente entre o casal). 

Loser!

Vale do San Francisco, 1988. Matt Franklin (Topher Grace) é um jovem de 22 anos que terminou a faculdade no MIT e, apesar de ser um gênio, não tem ideia do que fazer da vida. Enquanto não resolve, trabalha numa locadora de vídeos. Quando Tori Frederking (Teresa Palmer, de Eu Sou o Número Quatro – Comentei aqui) volta para a cidade, ele decide que chegou a hora de conquistar a garota, pois é algo que quis nos últimos 10 anos. Junto com Wendy (Anna Faris, de Qual É O Seu Número? – Comentei aqui), sua irmã gêmea, e seu melhor amigo Barry (Dan Fogler, de Maldita Sorte), Matt decide ter um fim de semana épico.

Os dois amigos meio losers

Topher Grace é Topher Grace. Sem gracinha, tentando provar o seu valor e blá blá blá. Boriiiiiing! Eu esperava mais de Anna Faris, que é sempre TÃO engraçada. Mas a culpa não é dela, é na verdade do papel, que tenta ser meio sério num filme de comédia. Foi mal aproveitada. Teresa Palmer é a cara da Kristen Stewart, mas muito mais bonita e com expressões faciais de humanos, não de robôs. Atriz mediana. Nada espetacular, mas não é má também. Quem rouba a cena, na verdade, é Dan Fogler, o típico gordinho tosco e engraçado que todo mundo odeia amar, mas ama. As cenas mais engraçadas são dele, óbvio.

A Teresa Palmer que tem quase a mesma cara que a Kristen Stewart

Não acho que Uma Noite Mais Que Louca vai ficar marcado na sua memória por muito tempo, mas é um bom divertimento e uma boa maneira de passar um tempinho nos anos 1980.

Curiosidade: O filme foi feito em 2007, mas foi lançado só em 2011. A bilheteria foi baixa e grande parte dela foi doada à noiva de Chris Medina, um dos participantes do American Idol de 2009, que havia sofrido um grave acidente.

Anna Faris sendo Anna Faris: Louca

Recomendo.

Teca Machado

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nova Colunista - Os sete tons de azul do mar caribenho!


Ontem, no post 300, eu disse para vocês que algumas mudanças estavam a caminho. Então, elas já começaram. Na quarta-feira apresentei a Mah Prioli, que vai passar por aqui para escrever posts sobre coisas nerdizinhas e televisivas. Hoje, eu quero apresentar a Iara Vilela, uma das pessoas mais viajadas que eu conheço (Viajada no bom sentido, haha).

Quando pensei em alguém para escrever aqui sobre viagens, turismo e lugares legais do mundo, não me veio a mente outra pessoa, foi ela de cara!

Para começar a sua participação como colunista, segue o primeiro post sobre Cancún.

Iara, seja bem vinda!

Teca Machado

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Eu sempre digo que o melhor lugar do mundo para se fazer a primeira viagem internacional é Cancún. Mas também recomendo para qualquer pessoa que queira simplesmente inundar seus olhos com cores e comprovar que Deus foi muito caprichoso na hora de criar o mar Caribenho.
Mar de Cozumel. Não há filtro na foto, juro! (Foto: Iara Vilela)
Antes de contar mais, preciso alertar ao leitor que sou do tipo louca, que pesquisa tudo, vê fotos, calcula distâncias, traça rotas e roteiros, sempre!


Agora, continuando… Conheci essa maravilha de lugar em 2010 e mesmo tendo visto inúmeras fotos, não se compara ao choque (sim, a palavra é essa) de chegar lá e ver aquele mar azul que chega a doer os olhos. O azul foi o que mais me impressionou e por lá ouvi que o mar do Caribe possui sete tons de azul. E é verdade! Pude contar todos eles!

Para chegar até Cancún, porém, não é tão rápido e fácil quanto se pensa. Eu e meu marido fomos pela Aeroméxico e de São Paulo partimos direto para a Cidade do México, num vôo que durou umas 9 horas. Desembarcamos e ficamos umas 2h30 esperando o avião que nos levou para Cancún. Esse último trecho da viagem durou duas horas. Chegando lá, fomos recebidos pela equipe da CVC que nos levou ao hotel. Fomos de pacote e neste local foi uma ótima escolha.

O impacto do azul logo ao entrar no hotel (Foto: Iara Vilela)
Preciso dizer que Cancún não é apenas sol, areia branca e mar azul (como se isso fosse pouco). Pela principal avenida da cidade existem centenas de lojas, feiras de artesanatos, lojas de souvenirs, restaurantes e shoppings com marcas que vão de C&A a Louis Vuitton. O mais legal é que os preços são bem parecidos com os dos Estados Unidos ( praia + compras = paraíso!).


Sem contar que a cidade oferece atrativos para jovens como a boate CocoBongo (Sim, como a boate do desenho do Máskara) e o bar Senõr Frog, além de programas infinitos para turmas de amigos, recém casados e também para idosos. Ou seja, é do tipo de lugar que agrada turistas e viajantes de todas as idades!

A apenas alguns quilômetros de Cancún existem verdadeiros patrimônios da humanidade, que também são lindos e especiais. Os destaques ficam por conta da ilha de Cozumel, as ruínas do sítio arqueológico de Chichén-Itzá e o parque Xcaret. Pra mim é até hoje muito difícil de escolher quais desses lugares eu gostei mais! 

Começando por Cozumel. É um lugar perfeito para a prática de mergulho. Mesmo que você nunca tenha feito isso, arrisque ao menos mergulhar de snorkel (que é tipo uma máscara). Eu prometo que você não vai se arrepender.

Barco com turistas em Cozumel. (Foto: Iara Vilela)















Em Cozumel a vida marinha é muito intensa, o que permite que você veja todos aqueles peixes coloridos, barreiras de corais, tartarugas marinhas e com sorte até um tubarãozinho para dar emoção. Claro que tudo isso é feito com o acompanhamento de vários guias.

Chichén-itzá é um sítio arqueológico bem grande, onde funcionou uma das maiores cidade e o centro político/econômico da civilização Maia. Esse local fica a duas horas de Cancún, mas compensa. Os pesquisadores estimam que essa cidade foi fundada aproximadamente no ano 435 a.C. É muito bom quando a gente pode viajar e ainda absorver um pouco da cultura e história dos lugares.

Templo Kulkulcán, em Chichén-itzá. (Foto: Iara Vilela)
















Para conhecer o parque Xcaret você tem que separar um dia inteiro da sua viagem. Esse gigantesco parque fica em Playa del Carmen e lá você pode fazer inúmeras atividades como mergulhar com golfinhos, ver os animais da região em um pequeno zoológico, pode ainda almoçar e levar as crianças para brincar com as tartarugas.

Nesse mesmo parque você ainda pode conhecer a famosa capela do lugar, onde celebridades e a alta sociedade mexicana se casam, ver algumas ruínas e no fim disso tudo, assistir a um show teatral espetacular, que conta a história dos Maias e apresenta a cultura mexicana de uma forma que você nunca viu!

Eu, feliz, alegre e saltitante em Xcaret. (Foto: Eberson Terra)




Deixei para o final uma dica importante: Ir para Cancún é bem mais barato do que se pensa. Os pacotes de 8 dias custam em média R$ 3 mil, mas os hotéis são todos no sistema all inclusive (e todos de frente para o mar), ou seja, dentro das dependências dos hotéis você come, faz massagem e bebe de graça! Não há gasto com alimentação e bebida.

Existem alguns hotéis que contam com mais de 5 restaurantes e dezenas de bares que te servem ali na areia da praia. Se comparar com os valores para viajar aqui no Brasil mesmo, em lugares como Maragogi e Porto de Galinhas se prepare para gastar bem mais do que isso apenas em passagens e hospedagem!


Iara Vilela é jornalista e como boa wanderluster, ama viajar e já conhece mais de 50 cidades em 11 países. Ela também gosta de chocolate, esmaltes, cervejas especiais, tulipas, moda e é dona de um São Bernardo e de um Golden Retriever. Pseudo-nerd que é, adora toda a obra de J.R.R. Tolkien e Isaac Asimov, além de ter paixão por festivais de música! Entre uma viagem e outra, ela escreve para este lindo blog e também para o "Com os Erros Aprendi", que conta furadas e erros de navegação em muitas de suas viagens pelo mundo!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

E sããããão 300 posts e 40 mil acessos


Hoje a comemoração é dupla! Sabem por quê? Porque o Casos Acasos e Livros conquistou duas coisas: 300 posts e 40 mil visualizações.

We are 300! Hahaha

Olha que lindo, gente!

É motivo para sapatear, sair dançando na chuva, comer três quilos de chocolate e tomar champanhe! Infelizmente não posso fazer nenhuma dessas coisas no momento. Quem sabe no final de semana...

Então, estou feliz! Quando comecei o blog, há quase um ano (Dia 9 de junho é o aniversário), foi de modo muito despretensioso, já disse isso várias vezes. Na época estava me sentindo meio sufocada no meu trabalho, sem vazão de escrita criativa. Então, numa tarde de sábado, quando não tinha nada para fazer, coloquei em prática um desejo antigo: Fazer um blog. 


Mas sobre o que? Que nome usar? Como criar? 

Bom, sobre o que foi fácil: Sobre todos os assuntos possíveis e imagináveis (Mais sobre livros e filmes). Que nome usar: Casos Acasos e Livros surgiu do nada na minha cabeça. Como criar: O senhor Google me auxiliou.

Escrevi, fiz com amor, mas não achei que alguém além dos meus pais e do meu namorado fosse se interessar. Incrivelmente, no primeiro dia foram quase 200 acessos. Achei que o número tinha sido meio alto porque era novidade. Mas nos dias seguintes ele se manteve. 

Ao longo dos últimos quase 12 meses, a média diária de visualizações do blog foi de 150 a 200. Algumas vezes mais, algumas vezes menos, mas sempre teve gente que se interessou. Gente que eu nem imaginava que leria e gente que eu nem imaginava que existia.

A sensação de saber que tem pessoas que gostam do que eu escrevo me incentivou a realizar um sonho ainda mais antigo do que ter um blog: Escrever um livro.

De julho do ano passado a janeiro desse ano escrevi I Love New York, meu livro, meu bebê, um romance. Já comentei sobre isso várias vezes, mas nunca expliquei mesmo do que se tratava.

Sim, eu amo NY! #aloucadaestátuadaliberdade

Ainda não tenho editora. Pesquisei sobre elas e descobri que elas demoram de seis meses a um ano para dar a resposta sobre um manuscrito. Eu não quero esperar tudo isso para ouvir um provável “não” (O que acontece em 98% dos casos. Gente, a J. K. Rowling foi recusada 12 vezes!), então resolvi colocar a mão na massa sozinha.

É claro que vou enviar para editoras, mas enquanto ninguém me “quer” eu serei minha própria editora. Descobri um site de livros de autores independentes onde vendem o e-book e a versão imprensa. Vou hospedar lá a minha obra (Obra! Ai, que coisa séria!). Então, em breve, vocês poderão comprar o meu livro I Love New York.

E não é por que é independente que eu vou fazer algo amador. Não, de jeito nenhum. Quero que vocês, meus leitores, sintam que estão com um livro como qualquer outro “de verdade”. Mandei revisar, editar e agora está diagramando, tudo com profissionais.




Costumo dizer que fazer o livro é como cozinhar (Como se eu soubesse cozinhar...): Quando escrevia, era a fase de juntar os ingredientes numa bacia e misturar. Enquanto revisava e editava, era o momento de ir para o forno, tomar forma, crescer. Agora, a diagramação é a hora de confeitar, enfeitar, fazer as pessoas “comerem com os olhos”. E, gente, a capa está ficando linda! Como sou uma pessoa que julga pela capa, literalmente falando, queria algo que se eu visse, eu comprasse. Espero que vocês se sintam assim também.

Bom, muitas mudanças estão vindo por aqui nos próximos dias. Layout diferente, facilidade para deixar comentários (Finalmente!), colunistas e meu livro (E muitos outros) a caminho.

Obrigada por virem aqui 40 mil vezes. E que vocês voltem de novo. Talvez algo em torno de 40 vezes 40 mil. Ou mais.



E aguardem: I Love New York está quase chegando!

Teca Machado 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Noveleiras de Plantão – Amor à Vida


Eu gosto de novela. Não chego a ser viciada ou deixo de sair de casa para ver, mas gosto. Acho que sou, sim, meio noveleira. Mas não assisto qualquer uma, só as que chamam a minha atenção (Tipo Avenida Brasil. Carminha, I miss u!). 

Salve Jorge, por exemplo, só vi alguns capítulos das duas últimas semanas. Nem assisti o final. Achei um saco. Glória Perez, você é melhor do que isso, querida! Quem não riu dos posts do blog Ai, Morri de Sunga Branca que brincava de encontrar os erros em Salve Jorge? (Não viu nenhum? Então entra aqui). Mas a novela nova Amor À Vida já ganhou meu coração.


Resuminho: Félix (Mateus Solano) é bem mau. Morre de ciúmes da irmã Paloma (Paola de Oliveira) e morre de ciúmes da garota. Ela não se dá bem com a mãe e foge com o hippie Nino (Juliano Cazarré). Ela fica grávida, ele é preso com drogas, ela volta para casa. Os pais – Médicos, detalhe – não veem o barrigão de nove meses de Paloma. Ela foge de novo, tem o bebê num barzinho de quinta. Félix vai lá, rouba o neném e joga no lixo. O recém-viúvo Bruno (Malvino Salvador), encontra a criança. Fim do 1º capítulo.

Paloma e Nino na fase hippie

Curiosidade sobre Amor à Vida: Apesar da péssima música do cantor Daniel, a entrada da novela é muito boa. Ela foi criada pelo animador Ryan Woodward, que já trabalhou em filmes de ação como "Os Vingadores", "Homem de Ferro 2" e "Homem Aranha 2". Foram mais de quatro mil desenhos, três semanas de trabalho e um casal dançando de verdade.

Parto tenso

Na segunda-feira, no primeiro capítulo, eu e a Maíza Prioli, uma amiga (Twitter: @mah_prioli), comentamos em tempo real a novela por Facebook e Twitter em três status diferentes. Ficamos quase loucas! Começou por acaso. Ela disse que “Félix is the new Carminha”, aí eu escrevi para ela e no final do capítulo, uma hora e pouco depois, tínhamos mais de 50 comentários nos vários status Facebookianos. 

Félix, sua Carminha!

Segue para vocês nossos melhores momentos:

Status:
Mah: Já garrei amor na novela nova! (L)

Comentários:
Teca: Ai, Mah, a gente sofre do mesmo mal amorístico de novelas, haha.
M: Sofremos, Teca! Eu juro que tento resistir, mas não está fácil...
T: Detalhe: Mateus Solano não está TUDO de vilão? E nunca que a Paola de Oliveira é hippie.
M: Amor hippie não dá, né? Já Félix é a nova Carminha. Adorei.
T: Não há amor que sobreviva a dreads! Nem o Gianechini eu encararia de dreads.
M: Garrei nojinho dos dreads.
T: Imagina aquele cabelo esfregando no seu rosto enquanto ganha beijinho? Haha. 
M: Creeeeeedo, haha.
T: Gente, olha o tamanho da barriga e os pais dela nem veem! Que burros!
M: Está parecendo aquele programa da Discovery H&H: Eu não sabia que estava grávida, haha.
T: O pai é médico, mas não vê a melancia dentro da barriga dela!
M: Foi grávida para a balada. Não aprovo. Nunca confie nesse ex-dread.
T: Peraí que o neném está nascendo!

(Pausa para a cena do nascimento)

T: AI, MAH, ESTOU TENSA!!! Glória Perez deve estar querendo se jogar da ponte nesse momento por ver que a novela nova é muito melhor que a dela!
M: Ela desaprendeu a fazer novela...
T: Ela disse que ninguém a entende, que temos que aprender a “voar” com ela. #Louca
M: Você não está achando Amor à Vida meio Manoel Carlos?
T: Super. Cadê a Helena?
Danilo (Amigo aleatório da Mah que apareceu no meio da nossa conversa em comentários): Mas essa musiquinha da abertura... Sacanearam com o povo...
T: Coitado do seu amigo! Vai receber milhões de notificações desse status, haha.
M: Verdade, haha.

(Mateus Solano joga o recém-nascido no lixo numa atuação fantástica)

T: Mateus Solano é definitivamente a nova Carminha.
M: Certeza que vai ganhar todos os prêmios do ano.
T: A cara dele está dando medo.
Maria Helena (Amiga nossa em comum que apareceu também): A Dra (Leona Cavalli) podia estar um pouco menos Joelma, né?
Chalani (Amiga da Mah): Passada em Cristo com esse “minuto a minuto” da nova novela.

(Sobe o letreiro de fim do capítulo)

M: Acabou por hoje! Amanhã tem mais para a gente comentar, haha.
T: E por hoje é só! Sorte do Danilo que acabou rápido.

Adoooooooooooorei, haha

Então, eu e a Mah somos irmãs gêmeas de gostos televisivos (Gente, ela também gosta das Kardashians, haha!) e por isso a convidei para aparecer aqui de vez em quando com contribuições sobre novelas, realities e programas do tipo.

Ela é essa aqui:


Deem as boas vindas!

Mah, sempre bom comentar novelas com você. Que venham mais capítulos!

Recomendo Amor à Vida.

Teca Machado

terça-feira, 21 de maio de 2013

Cinema ao ar livre e show na beira do Lago Paranoá


Apesar de morar numa capital, Cuiabá, sinto muita falta de programas culturais. Aqui tem muito cara de interior em alguns aspectos. Tem algumas peças regionais aqui e ali, uns festivais de danças típicas, exposições de fotografias, muitos e muitos show sertanejos e alguns teatros e stand ups de fora. É sempre muito igual. Quando vejo cidades como Rio, São Paulo e Brasília, percebo o quanto estou perdendo nesse quesito. Felizmente, vou bastante para Brasília (E um pouco para SP), então, quando posso fico imersa em programas do tipo.

No último sábado, quando estava no nosso Distrito Federal, tive a oportunidade de ir ao Vivo Open Air no Pontão do Lago Sul. Trata-se de um cinema e show ao ar livre, na beira do lindo Lago Paranoá, com a maior tela de cinema do mundo. São 325 metros quadrados de espaço para projeção, 28 caixas de som e cadeiras super confortáveis.

Estrutura do Vivo Open Air

Achei legal que tinha uma arquibancada enorme, com cadeiras macias e almofadadas e no chão, mais próximo à tela, cadeiras típicas de casa da vovó, meio que uma rede, sabem? Quase deitadas para que o público pudesse ver aquela telona gigante em todo o seu esplendor.

Além da parte do cinema e de shows (Que aconteceram depois da exibição dos filmes), tinha uma parte de atendimento ao cliente com banheiros, lanchonetes, telas passando propagandas da Vivo e um balcão onde eles davam pipocas para o público. Fomos muito bem tratados. Organização excelente e uma estrutura excepcional

Em Brasília o Vivo Open Air foi do dia 8 a 19 de maio e a programação foi bem diversificada. Passou Pulp Fiction, As Aventuras de Pi (Comentei aqui), Curtindo a Vida Adoidado, Django Livre (Comentei aqui), Massacre da Serra Elétrica 2, Gremlins, E.T e muitos outros.

Estrutura de atendimento ao cliente

 Pena que no dia que eu pude ir, no sábado, passou um filme ruim: Taxi Driver, de 1976, do diretor Martin Scorsese. Depois teve show do Móveis Coloniais de Acaju. Não posso dar uma opinião completa sobre o longa porque eu saí antes de terminar. Apesar de estar super curtindo o ambiente e a companhia (Não o filme), tive que ir num aniversário e estava muito frio, então eu e o meu namorado saímos um pouco mais cedo. Mas uma coisa eu digo: O filme é devagar, parado, meio estranho e ruim (E agora os críticos cults de cinema devem estar querendo me bater, eu sei).

Eventos como o Vivo Open Air acontecem no mundo inteiro desde a década de 1990 e são um sucesso. Uns dos mais famosos são os de Madrid e de Santiago (Que usam a mesma tela imensa desse do Brasil). O Vivo Open Air começou em 2002, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Desde 2005 tem em Brasília e em 2012 começou em Recife.

Visão da arquibancada e das cadeira de "vovó"

Esse ano já teve em São Paulo e em Brasília. No Rio de Janeiro vai ser em outubro e novembro. E em Recife não tem data esse ano.

Se você tiver a oportunidade de ir ao Vivo Open Air, não deixe de ir. É muito gostoso e é uma forma de experimentar o cinema de modo diferente (E não se esqueça de comprar ingresso com antecedência. Comprei no primeiro lote umas 3 semanas antes. Nos dias do evento só tinha entrada para os piores filmes e estava o dobro do preço).

Filme ruim

Tim, você me deixa falar de graça (Apesar de viver caindo e a 3G não funcionar) e eu te adoro (Apesar de viver com raiva de você), mas a Vivo ganhou meio coração nesse final de semana.

Recomendo o Vivo Open Air.

Teca Machado

segunda-feira, 20 de maio de 2013

As 10 melhores praias do mundo – #morrendodevontadedeir


Eu amo praia. Amo de verdade. Eu seria muito muito muito muito muito feliz morando na praia. Ou pelo menos mais pertinho do mar. Afinal, estou no CENTRO Geodésico da América do Sul, ou seja: Para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita a distância do oceano é a mesma. E isso significa que é muito longe (O lado bom de tudo isso é que se as calotas polares derreterem e o nível dos mares subir muito e inundar os continentes, estou salva, porque até a água chegar aqui vai demoraaaaaaar...).

Geralmente eu vou para a praia uma vez por ano ou uma vez a cada um ano e meio. A última vez que fui foi em janeiro do ano passado, para Itacimirim, na Bahia (Dei dois pulos ultrarrápidos no Rio de Janeiro em 2012, mas não contam. Em um fiquei lá 24 horas e não tive tempo nem de colocar os pés na areia, e no outro fiz uma escala de avião por sete horas, aí fui passear, mas sem ir à praia). Então, meu prazo tolerado já mais do que passou. Estou muito necessitada de praia. Gente, é abstinência! Estou sofrendo. Ainda mais porque hoje é segunda-feira de manhã, então, tudo fica um pouco mais sofrido e menos ensolarado.

Mar da Bahia - I miss yooooooooooou!

Estou com saudades do calor do sol esquentando a pele (Aqui também tem MUITO calor do sol, mas não conta, é diferente, é ardido), o cheiro de maresia, a consistência da areia nos pés, a água de coco que tem um gosto diferente ali, o sal do mar grudado na pele e nos lábios, a calma e despreocupação que o ambiente traz, a cor dourada e saudável que o cabelo e a pele ficam (Pausa para uma lágrima rolando dos meus olhos). Enfim, tudo relacionado ao tema.

Um dia ainda largo tudo e vou vender coco na praia...

Então, para aumentar ainda mais a falta que eu estou sentindo e criar a mesma sensação de depressão em vocês, segue abaixo a lista das 10 melhores praias do mundo de acordo com o prêmio Traveler’s Choice 2013 (As melhores, não necessariamente as mais bonitas):

10º: Rhossili Bay – País de Gales



9º: Eagle Beach – Aruba



8º: Horseshoe Bay Beach – Bermuda



7º: Praia de Lopes Mendes – Brasil



6º: Playa de las Catedrales – Espanha



5º: Flamenco Beach – Porto Rico



4º: Baia do Sancho – Brasil



3º: Whitehaven Beach – Austrália (Só digo uma coisa: UAU!)



2º: Grace Bay – Turcas e Caicos (Essa eu não tinha a menor ideia de onde ficava. Pesquisei e descobri que é uma ilha do Caribe, super elitizada e exclusiva. Pessoas que tem casas lá: Bill Gates e Oprah Winfrey. Saiba mais sobre esse lugar maravilindo – Como diria minha prima Esther – aqui).



1º: Rabbit Beach – Itália





Cadê na lista as Maldivas? Bora Bora? Indonésia? As praias gregas??? Mas tudo bem, essas são lindas também.

Vocês vão me achar louca se eu disser que quero ir a todas (E mais algumas)?

Teca Machado

sábado, 18 de maio de 2013

Fogão, vidros explosivos e macarons


Eu não sei cozinhar. Sei fazer miojo e um brigadeiro meia boca. Eu sabia fazer cookies, mas já esqueci como faz. Para falar a verdade, tenho um pouco de medo de fogão e facas. Relembrando minha vida, acho que a apreensão com fogo surgiu quando queimei a minha perna com massinha de modelar (Sim, por mais absurdo que pareça, isso é possível. Saiba como aqui) e a com faca desde sempre, porque eu conheço as minhas “excelentes” habilidades manuais.

Na verdade, já consegui queimar um miojo. Deixei ele cozinhando por três minutos e saí da cozinha. Acabei esquecendo que ele estava lá (Porque é tão raro eu estar preparando algo que nem me dei conta disso mais depois que saí de perto) e voltei um tempão depois. Além de estragar aquele que era o último pacote e uma das únicas coisas que tinha para comer lá em casa, foi um perigo deixar o fogão ligado tanto tempo e o negócio queimando.

Isso é o que acontece quando eu estou na cozinha

Felizmente existe gente pior ainda de cozinha do que eu: Meu pai. Me lembro claramente de quando eu era criança e a minha mãe não estava em casa. Ele costumava comprar chocolate, derreter em Banho Maria e colocar em forminhas divertidas para mim e para a minha mãe. Não sei bem como, mas sempre que ele fazia isso ia parar chocolate no teto. Fora quando ele ia fritar Nuggets e ficava a dois metros do fogão atirando os pedaços congelados no óleo quente para que não espirassem nele (E acontecia exatamente o contrário).

Mas o fato mais absurdo em cozinha lá de casa foi quando numa manhã cedo meu pai ferveu água para tomar um cappuccino. Ele colocou a água lá e saiu da cozinha. Alguns minutos depois, ele escutou um barulhão e correu para ver o que tinha acontecido. Meu pai esqueceu de levantar a tampa de vidro do fogão! Ele colocou a chaleira em cima do vidro e acendeu o fogo. Juro. Com o calor, o vidro explodiu e foram cacos voando para todos os lados. Sorte que não tinha ninguém lá na hora, senão tinha machucado (Pai, por favor, não briga comigo por eu ter contato essa história. Eu te amo, haha!).

Então, tudo isso foi para falar que eu quero começar a me aventurar um pouco pela cozinha. Gente, não posso ter 25 anos e não saber fazer nada desse jeito (Eu não considero fazer miojo saber alguma coisa). Mas eu quero fazer coisas legais, como doces!

Achei uma receita esses dias de macarons e resolvi testar. Ainda não tentei, mas parece ser bem fácil e eu adoro macarons. Então, vou compartilhar com vocês. Vai que alguém aí fica inspirado também?

MACARONS



Ingredientes
1/2 xícara (chá) de clara de ovo
3/4 xícara (chá) de açúcar de refinado
Gotas de corante na cor de sua preferência
1 xícara (chá) de farinha de castanha de caju
1 xícara (chá) de açúcar de confeiteiro

Modo de preparo
Numa tigela misture clara de ovo e açúcar refinado. Leve a tigela para o banho-maria e misture sem parar até que a mistura perca a viscosidade.

Transfira a mistura para uma batedeira e bata até ficar duro (como clara em neve). Junte gotas do corante na cor de sua preferência. Desligue a batedeira e com o auxílio de uma colher junte farinha de castanha de caju e açúcar de confeiteiro. Isto fará com que algumas bolhas de ar se desprendam. Coloque a mistura num saco de confeiteiro.

Numa assadeira untada com manteiga e farinha de trigo (ou sobre uma fôrma de silpat) pressione o saco de confeiteiro e vá formando pequenas bolinhas (sem picos). Leve a assadeira para o forno pré aquecido a 100ºC por 10 minutos. Depois aumente o forno a 130ºC por mais 10 minutos.

DICA: não aumente mais que 130ºC para não rachar os macarons.

Retire a assadeira do forno e deixe os macarons esfriarem por 10 minutos e depois desenforme.

Depois de frios, pressione com um dedo o centro dos macarons (no lado reto). Nesta cavidade coloque o recheio de sua preferência. É o recheio que dá o sabor ao macaron.

RECHEIO DE GANACHE 

Ingredientes
150 g de creme de leite
300 g de chocolate meio amargo picado 

Modo de preparo 
Numa panela em fogo médio coloque creme de leite e deixe ferver.

Numa tigela coloque chocolate meio amargo picado e junte o creme de leite (que foi fervido). 

Misture bem até derreter o chocolate. Deixe esfriar e recheie os macarons

Eles são tão lindos que eu quis colocar foto deles de novo!

Vou tentar fazer e depois conto para vocês como me saí (Não esperem muito de mim).

Teca Machado