quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Je T’aime, Paris - SORTEIO


Ontem eu distribuí 10 ebooks de Je T’aime, Paris no Skoob. Hoje eu vou fazer um sorteio com um exemplar físico para vocês!

Quer?


Então é só seguir as entradas obrigatórias abaixo. E se você quiser mais chances de ganhar, pode preencher as entradas avulsas.

Facinho, né?

a Rafflecopter giveaway

Regras:

• O período do sorteio será de hoje, 07/12, a 12/12. O resultado será divulgado no dia seguinte.
• Para participar é preciso preencher as entradas obrigatórias do Rafflecopter.
• Comente nesse post o seu e-mail para que eu possa entrar em contato com você, caso seja o vencedor.
• É preciso morar em território nacional.
• O livro será enviado pelo Casos, Acasos e Livros num prazo de 15 dias após o resultado do sorteio.

E não se esqueçam:



Boa sorte!

Beijos,

Teca Machado


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Je T’aime, Paris no Skoob e para vocês


Como quem me acompanha sabe, ando meio monotemática. Falo sempre e o tempo todo sobre meu novo livro, o Je T’aime, Paris.

O lançamento vai ser dia 12, segunda-feira que vem, em Brasília, no Café Ernesto, a partir das 18h. Mas também vai ter noite de autógrafos em Cuiabá, no dia 19, a partir das 19h, no restaurante A Casa do Parque.

Enquanto esse dia não chega, tenho um presente para vocês!


Ontem fiz o cadastro de Je T’aime, Paris no Skoob. Mas ele está lá solitário, sem ninguém. Por isso resolvi que as 10 primeiras pessoas que o listarem como “quero ler” vão receber o ebook de graça. E ainda por cima antes do lançamento!

Essa aqui é a página de Je T’aime, Paris no Skoob. 

Gostaram?

É um presente de natal adiantado!

E fiquem de olho que vai rolar sorteio de um exemplar físico aqui no blog e na minha página do Facebook também.

UPDATE:

Divulgação encerrada!
Os 10 primeiros a cadastrar Je T'aime, Paris foram:

1- Mone Venzel
2- Bruna Peron
3- Mariana Garcia
4- Aline Cristina
5- Rafaela Faria
6- Octávio Cerdeira
7- Thainara Lima
8- Lídia Mara
9- Raquel Machado
10- Isabella Sardinha

Beijos,

Teca Machado


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Propósito e Cidade dos Espelhos – Sextante e Arqueiro


Entre os últimos lançamentos das Editoras Arqueiro e Sextante, há dois livros que eram esperados por muita gente: 

Propósito, de Sri Prem Baba, da Sextante

Sri Prem Baba é um guru, palavra que em sânscrito quer dizer professor e que no hinduísmo, no budismo e no sikhismo significa guia espiritual. Após uma viagem espiritual pela Índia, Janderson Fernandes de Oliveira, um paulistano, virou o guru Sri Prem Baba. Suas mensagens, muito voltadas para paz, disseminam o amor entre Ocidente e Oriente.



Cidade dos Espelhos, de Justin Cronin, desfecho da trilogia A Passagem, da Arqueiro

O autor americano Justin Cronin é conhecido pela trilogia A Passagem, mas já escreveu outros dois livros avulsos, Mary e O’Neil e The Summer Clients. Ele ganhou o Hemingway Foundation/PEN Award, o Stephen Crane Prize e o Whiting Writer's Award. Dizem que os direitos do livro foram comprados para ser adaptado em filme, mas não achei nenhuma matéria atual que fale sobre o estágio da produção ou se foi levado em frente, só uma site especializado em cinema que afirma que será lançado em 2018.



Quer conhecer um pouco mais sobre esses livros? É só clicar nas imagens e ler um trecho deles.

Teca Machado

sábado, 3 de dezembro de 2016

Lançamento Je T’aime, Paris


Está chegando a hora!

Quem acompanha o blog ou a mim nas redes sociais sabe que estou para lançar meu segundo livro, o Je T’aime, Paris.

Semana passada divulguei para vocês a capa do meu novo romance chick lit e hoje quero convidar para o lançamento.

A noite de autógrafos vai acontecer em dois lugares, em Brasília e em Cuiabá. Seguem os convites com datas, locais e horários:



Conto com a presença de vocês!

Venham conhecer a Ana Helena, me dar um beijo e ganhar uma dedicatória bem linda!

Espero vocês!

E fiquem de olho: Em breve vou sortear alguns exemplares aqui no blog.

Beijos,

Teca Machado

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Leituras de novembro


Mais um mês chegou ao fim e mais um mês chegou. O último do ano!

Novembro não li muitos livros, mas li muitas páginas. 

Foram só quatro livros, dois pequenos - com cento e poucas páginas cada - e dois grandes – um com mais de 500 e outro com mais de 400:


1- Cidade do Fogo Celestial, Cassandra Clare – Editora Galera Record
2- O Primeiro Dia do Resto das Nossas Vidas, Kate Eberlen – Editora Arqueiro
3- De Volta a Paradise – Os Arquivos Perdidos, da série Os Legados de Lorien, de Pittacus Lore – Editora Intrínseca
4- A Garota do Calendário – Março, de Audrey Carlan – Editora Verus

Foram leituras muito diferentes umas das outras, mas excelentes! Gosto de misturar os gêneros durante o mês para não enjoar.

E vocês, o que leram em novembro? E o que pretendem ler em dezembro?

Começo hoje Depois Daquela Montanha, de Charles Martin, que recebi em parceria com a Editora Arqueiro.

Teca Machado

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Assessoria de imprensa e 4 draminhas! – Projeto Drama Queen #104 – Por Carol Daixum


Trabalhar com assessoria de imprensa não é nada fácil, gente! Quando você consegue emplacar aquela pauta é uma maravilha, mas e quando se depara com jornalistas nada fofos? É um drama, que meu Deus! Dai, resolvi listar 4 draminhas muito comuns (bom, eu acho que são comuns, espero, hahaha) nessa doce e árdua área do jornalismo! ;-) 


1. Me manda por e-mail...

Não é sempre! Mas às vezes tenho impressão de que essa frase é usada só para dispensar a gente. Sério! Mando um trilhão de e-mails e nada. Tenho certeza que estou lotando a caixa de e-mail dele, mas por algum motivo, quando ligo pra confirmar, ele diz que o e-mail não está lá e repete essas quatro palavrinhas pela milésima vez. 

2. Transferindo a ligação... 

Olha, é um tal de transferir ligação. Quando você não tem o nome do jornalista então... Prepare para ficar durante muito tempo no telefone. Aí quando você consegue finalmente falar com a pessoa certa, o que acontece? Cai a ligação, óbvio! #ajeitaacoroa 

3. Me liga ano que vem... 

Tenho uma coleção de foras, gente. Mas esse foi o melhor. E olha que faltavam meses para acabar o ano. Eis que a produtora de moda me responde assim: "me liga ano que vem"... Ok, tudo nesse meio (editorial de moda e tal) é adiantado. Mas sabe, não tinha como... Faltava tipo... Um ano para chegar o "ano que vem".... 

4. Emplaquei, mas o crédito está errado... 

Aí você sai toda feliz da banca, com a pauta super mega emplacada. Mostra para sua chefe, cliente, jornaleiro e tal... Eis que um detalhe faz TODA A DIFERENÇA: sua cliente fica no Rio, mas o telefone saiu com o DDD de São Paulo... Então o que você faz? Senta e chora!

Gente! É só um draminha e com uma dose extra de exagero, ok? ;-) A profissão não é fácil, mas como todas têm seus prós e contras. E mais para frente, acho legal mostrar o lado do jornalista de redação também. Quem tiver sugestão, fique à vontade. E assessor de imprensa: pode desabafar também. ;p

Quando o crédito sai errado...

***

Vale lembrar que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre os blogs Pequena Jornalista e Casos, Acasos e Livros. Toda quinta um draminha para rir, se identificar e tal. ;-) Quer mandar o seu relato? Coloque aí no comentário. 

Beijos, 
Carol

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cidade do Fogo Celestial – O desfecho épico de Os Instrumentos Mortais


O fim de uma era.

Foi assim que me senti ao finalizar a leitura de Cidade do Fogo Celestial, o último livro da série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare, da Editora Galera Record.


O livro foi lançado em 2014, mas só li agora. Sou do tipo que tem dó de ler a série toda numa sentada e depois ficar órfã, ficar sentindo falta dos personagens. Mas eu estava muito curiosa, precisava saber o fim. Então me aventurei por suas mais de 500 páginas e digo que foi épico.

A autora já vinha preparando o terreno nos volumes anteriores. O seu vilão Sebastian, muito mais maníaco do que Valentim, da primeira trilogia da série, foi tudo o que prometeu e mais um pouco: louco, psicopata, sem compaixão, obsessivo e muito malvado. Grande parte do tcham desse livro, aliás, dessa série, se deve a ele. Sei que odiamos vilões, mas uma história em que ele não é bem construído perde toda a graça, não é verdade?

Cidade do Fogo Celestial começa já com Sebastian tocando o terror. Ele disse que voltaria e voltou. Começa a atacar institutos ao redor do mundo e a transformar cada vez mais Caçadores de Sombras em Crepusculares, seus soldados malignos. Enquanto a Clave e todos os Caçadores ao redor do mundo tentam achar uma maneira de parar o avanço de Sebastian, Clary, Jace, Simon, Alec e Isabelle acreditam ter a solução: encontrar o vilão em seu próprio território, um mundo demoníaco. Mas essa, com certeza, é uma viagem sem volta e que irá afetar tanto física quanto psicologicamente a todos eles.

Série Os Instrumentos Mortais

Definitivamente é um dos melhores volumes da série. Muitas vezes nos decepcionamos com o final de uma saga, mas não foi esse o caso. Cassandra Clare, com o passar dos livros, foi evoluindo sua escrita e seus personagens até o ponto em que encontramos muita maturidade tanto na história quanto nas atitudes dos personagens. Jace e Clary sempre foram os protagonistas, mas a cada volume outros cresceram e se tornaram tão importantes quanto, como Simon, Isabelle, Alec e Magnus. Eles formam uma unidade tão coesa, tão integrada que é difícil imaginar um sem o outro.

Foi interessante como a autora juntou suas três séries de livros numa só. Em Cidade do Fogo Celestial temos o desfecho da saga As Peças Infernais (que eu não li ainda, mas agora já sei o final) e o início de Os Artifícios das Trevas, cujo primeiro livro, A Dama da Meia Noite, já foi lançado. Ela foi muito inteligente ao entrelaçar todas as histórias desse universo que criou.

Série Os Artifícios das Trevas, primeiro livro

Série As Peças Infernais

Como disse lá em cima, podemos descrever Cidade do Fogo Celestial como épico. Cheio de ação, correria, drama, reviravoltas, decisões importantes, mortes e amadurecimento. Foi uma leitura intensa, que ia apertando meu coração a cada página, pois eu tinha medo do que viria em seguida, de quem ia morrer dessa vez. 

A narrativa é em terceira pessoa, como em todos os outros volumes de Os Instrumentos Mortais, só que pelos olhos de muitos personagens. A cada livro Cassandra Clare foi aumentando a quantidade de personagens pelos quais víamos a história acontecer e isso foi fundamental. O único problema foi que a minha edição, que foi a primeira, comprada assim que lançou, está cheia de erros de digitação, assim como em algumas páginas a tinta da letra está mais fraca, por vezes até falhada. Não sei se nas próximas isso foi corrigido, mas no meu caso foi assim.

Só não digo que vou sentir falta de todos os personagens porque ao que tudo indica em Os Artifícios das Trevas vou encontrar com eles outra vez.

Recomendo muito.

Teca Machado