quinta-feira, 23 de março de 2017

Votação da capa de Blogueiras.com


Vocês se lembram que há uns dias eu falei aqui sobre o projeto Blogueiras.com?

É uma antologia de contos organizada pela Thati Machado, do blog Nem Te Conto, que tem como tema o universo dos blogs. 

As autoras/blogueiras do livro, além de mim, são só divas maravilhosas que conheci durante o processo: Thati Machado, Lari Azevedo, Raffa Fustagno, Mari Mortani, Mari Scotti, Adrielli Almeida e Thays M. de Lima.


E hoje venho pedir a opinião de vocês. Os leitores é que irão escolher a capa do livro!

Siiiiiiim, amiguinhos, não é todo dia que vocês podem escolher a capa do livro que vão ler.


Essas são as duas opções e a votação acontece aqui, na página do blog Nem Te Conto.

Se sua preferida foi a número 1, é só curtir. Se foi a número 2, é só dar coraçãozinho. Facílimo!

A votação começou ontem, dia 22, e vai até domingo, dia 26.

Eu ainda não consegui decidi a minha preferida, já que amei as duas. O link para votação é esse aqui.

E vocês, de qual gostaram mais?

Em breve o livro Blogueiras.com vai estar disponível para vocês! Fiquem de olho que vou sempre trazer novidades.

Teca Machado


quarta-feira, 22 de março de 2017

O que teve no Literatura Por Mulheres


Há alguns dias falei sobre o evento Literatura Por Mulheres, que aconteceu em Brasília no dia 11 de março e eu fui uma das autoras convidadas a conversar com o público.


Não pôde ir? Não tem problema! Agora tem um vídeo com os melhores momentos do debate!

A edição e a filmagem são do pessoal do Animars e ficou muito bacana:


Obrigada aos blogs Ponto Para Ler, Academia Literária DF e Leitora Sempre que organizaram esse evento tão legal, que nos trataram com muito carinho e com quem fiz amizade e agora vão ter que me aguentar, hahaha. Obrigada a Cinthia Kriemler, que foi uma moderadora maravilhosa e sem papas na língua. Obrigada a Animars, pelo vídeo tão lindo. Obrigada ao público que foi e participou ativamente. Obrigada aos amigos e desconhecidos que votaram na enquete para que eu pudesse participar. E obrigada a Verônica Saiki e a Wall Oliveira, as duas outras autoras que estiveram comigo e me ensinaram muito, cada uma a sua maneira.

Teca Machado


terça-feira, 21 de março de 2017

A Bela e a Fera – Lindo em 1991, lindo em 2017


Quando eu era bem pequena, em 1991, minha mãe me levou ao cinema para assistir A Bela e a Fera. Dessa experiência específica eu não me lembro, mas o filme me acompanhou nos anos seguintes em casa – e aí sim eu me lembro – e se tornou um dos meus contos de fadas preferidos. E isso não aconteceu só comigo, por isso agora toda menina da minha geração em diante, que cresceu com a Bela, estava quicando de ansiedade para ver a versão live-action de 2017 de um dos maiores clássicos da Disney, a primeira animação a ser indicada na categoria Melhor Filme, do Oscar.


A Bela e a Fera de 2017, do diretor Bill Condon, é simplesmente lindo. É, eu sei, estou sendo bem parcial aqui, mas a história é ótima, o elenco incrível, o visual muito bonito e as músicas maravilhosas. O que tem para não gostar? Saí do cinema com as pupilas dos olhos em formato de coração.

A história da garota que se sente deslocada na pequena vila em que mora e se apaixona por uma fera ganhou novos contornos na pele de Emma Watson. O que tem sido bem interessante nos remakes feitos pela Disney dos seus contos de fadas é que até o momento todas as princesas foram “reais”. Nenhuma delas – Aurora, em Malévola, e Cinderela – eram extremamente lindas, de belezas inalcançáveis, frágeis e bobas. Eram bonitas, mas não a ponto de garotas ao redor do mundo não conseguirem se enxergar ali. E Emma Watson fez isso com maestria (como não se identificar com o fato de ela amar ler?). Sua Bela é bonita, ousada, destemida e luta pelo que quer, ainda mais do que a do desenho, porque a história é um pouco mais aprofundada do que a de 1991.



Ainda que com cenas e músicas a mais e algumas alterações (no live-action Bela é a inventora da família, não o pai, enquanto ele faz caixas de música), A Bela e a Fera de 2017 é muitíssimo fiel ao seu original, graças a Deus! É possível ver em carne e osso tudo aquilo que a gente via no desenho, em alguns momentos eu até mesmo sabia as falas de cor. As partes “a mais” são fatos que explicam alguns furos de roteiro que antes haviam, como ninguém nas vilas perceber o desaparecimento dos habitantes do castelo e o porquê de Bela e o pai morarem naquela pequena vila onde nenhum dos dois se encaixa.

Mesmo com todos os pontos positivos, o que é mais incrível no filme é o elenco. Muitíssimo bem escolhido, não só a Bela, com Emma Watson, ou a Fera, com Dan Stevens (por falar nisso, é impossível reconhecer o ator. A produção optou por deixar todos os seus traços humanos, inclusive a voz, irreconhecíveis). Watson deu o tom certo que a personagem precisava e ainda canta bem. Não é a melhor cantora do universo, mas faz um ótimo trabalho.



Luke Evans, na pele do macho alfa Gaston, foi sensacional. Deu o tom quase caricato que o personagem tem, que passou de apenas babaca a vilão. Essa transformação gradual foi muito bem feita. E ao seu lado brilha Josh Gad, como seu amigo LeFou, aquele da polêmica gay. Na verdade, como o filme é mais aprofundado do que o desenho, acredito que só ficou mais evidente o que era discreto no original. Josh Gad é o alívio cômico e a voz da razão, excelente.

Há ainda Ewan McGregor, na voz de Lumière, e Ian McKellen, como Cogsworth – mais conhecido em português como Horloge. Os dois são os xodós do filme, sempre foram. Carismáticos e com uma relação de amizade verdadeira. Ambos deram a voz e a alma pelos personagens. E há ainda Emma Thompson interpretando Mrs. Potts (no português Madame Samovar), e Kevin Kline como Maurice, pai de Bela.




A trilha sonora é de uma lindeza sem fim. Ela até tomou o lugar de La La Land no meu Spotify, que só tocava isso havia um mês. As cenas musicais são lindas e bem orquestradas. A gente até arrepia no momento do baile do vestido amarelo e se diverte muito na sequência sobre Gaston na taverna. Além das canções originais, muito bem interpretadas pelos atores atuais, há ainda novas músicas, como How Does a Moment Last Forever, interpretada por Celine Dion, que cantou a versão original de Tale as Old as Time, que levou o Oscar em 1991 e hoje foi gravada por Ariana Grande e John Legend.

Enfim, A Bela e a Fera é um lindíssimo musical repleto da magia Disney, que sempre soube contar muito bem uma história. Mas, apesar de ter amado muito, ainda gostei mais da versão live-action de Cinderela, acho que pela doçura da história.


Recomendo demais.

Teca Machado

segunda-feira, 20 de março de 2017

Mapa mundial da literatura


Há algumas semanas encontrei no instagram um perfil muito bacana chamado Far Away Places in Books (@farawayplacesbooks) onde o projeto da menina é ler um livro de cada país do mundo. Achei a iniciativa super interessante e até perguntei quais ela tinha lido e quais tinha mais gostado até o momento: Já leu livros da Alemanha, Polônia, Estônia, Itália e muitos outros, sendo que o seu preferido foi um da Finlândia, chamado The Summer Book.

E foi exatamente desse perfil que eu lembrei ao ver o Mapa da Literatura, postado no Reddit por Backforward24.

Tendo em mente que os livros podem te levar para os locais mais distantes, Backforward24 fez um mapa onde colocou dentro das fronteiras do país o livro considerado mais famoso ou importante entre os autores locais. 

Clique na imagem para ampliar

Claro que essa é uma visão pessoal do autor do mapa, não necessariamente sendo o livro mais importante do país (por exemplo, tem muita gente reclamando que Orgulho e Preconceito, na Inglaterra, deveria dar lugar para alguma obra de Shakespeare), mas deixemos isso de lado e veremos quantos livros interessantes temos por aí fora da rota literária principal de Estados Unidos e Inglaterra. E viram quem está no Brasil? Dom Casmurro!

Vou pesquisar alguns dos livros mostrados no mapa e no Far Away Places in Books.

Vamos dar uma volta ao mundo literária?

Fonte: Indy100

Teca Machado

sexta-feira, 17 de março de 2017

Simplesmente o Paraíso – O adorável início de o Quarteto Smythe-Smith


Todo mundo que se aventurou pelos livros da série Os Bridgertons, de Julia Quinn, conheceu as adoráveis, mas terríveis em música, garotas da família Smythe-Smith. Todos os anos o clã Bridgerton e toda a sociedade londrina são convidados para os concertos do quarteto formado por primas. O problema é que elas são horríveis. Muito horríveis. Assassinam qualquer sinfonia que toquem, principalmente de Mozart. Elas não sabem disso? São surdas? Agora poderemos conhecer as musicistas, já a autora nos presenteou com uma série focada nessas meninas: Quarteto Smythe-Smith.

O primeiro livro, que recebi em parceria com a Editora Arqueiro, é o Simplesmente o Paraíso. Nesse doce romance de época, temos como protagonistas Honoria e Marcus. 

Livro recebido em parceria com a Editora Arqueiro

Honoria é a violinista atual do quarteto. E, sim, ela sabe que toca mal. Ela sabe que todas as primas tocam mal. Mas ela não se importa (pelo menos não tanto quanto as outras integrantes do concerto, que preferem morrer a participar mais um ano). Só que ano após ano ela enfrenta o público, pois sabe que isso é importante para a sua família, é uma tradição. E para ela não há nada mais importante nessa vida do que a família.

Marcus não se importa tanto assim. Muito se dá ao fato de que cresceu numa família em que era apenas ele e o pai, que pouco interagia com filho. Ainda novo, Marcus encontrou em Daniel, irmão de Honoria, a família que não teve. Os Smythe-Smiths eram numerosos, barulhentos e divertidos, mesmo a irmã mais nova de Daniel, a teimosa Honoria, que grudava nos garotos igual um carrapato, de onde surgiu seu apelido “carinhoso”.

Julia Quinn
Quando Daniel é exilado fora do país, pede que Marcus tome conta de Honoria, para que ela não case com nenhum babaca ou caça-fortunas. Marcus odeia os eventos sociais de Londres, principalmente a temporada de festas em que jovens damas, inclusive Honoria, buscam maridos. Mas ele precisa estar lá, mesmo que discretamente, devido a promessa que fez ao amigo. Até que um infeliz acidente faz com que Marcus e Honoria, que já eram amigos, se aproximem ainda mais e enxerguem o que sempre esteve ali, mas não viam realmente.

Fofura. É assim que eu descrevo Simplesmente o Paraíso. A história, e a forma como Julia Quinn a conduz, é de delicadeza e sensibilidade enormes. Esse é, sim, um romance, mas com um amor que surgiu aos poucos. Aliás, surgiu não: foi descoberto aos poucos. Não foi uma paixão fulminante e repentina, foi um sentimento construído ao longo dos anos e das atitudes e tem a amizade como base sólida. Por isso é tão doce!

Simplesmente o Paraíso é uma lição sobre laços afetivos, sobre a importância da família e da amizade. Ali vemos como por aqueles a quem amamos podemos passar por provações terríveis (seja tocando no quarteto, seja escutando o quarteto) e ainda assim colocar um sorriso no rosto.

Honoria é uma excelente protagonista feminina. Apesar da época, não é frágil, mas ainda assim sonha com um casamento cheio de amor, filhos e uma família para chamar de sua. Divertida, otimista e inteligente, Honoria nos conquista logo no começo do livro, quando a conhecemos criança infernizando o irmão e Marcus. E por falar no Marcus, que homem! Um típico mocinho de romance de época, mesmo que mais taciturno e quieto. Ele é um homem fechado, mas que se abre para aqueles de quem gosta, e então mostra o seu ótimo senso de humor e bondade. Como não se apaixonar, me diz? Minha lista de periguete literária só aumenta!

O meu tem autógrafo :D

A escrita da autora é leve, fluida, muito divertida e ainda nos dá de presente a presença de alguns Bridgertons. Gregory é citado e Colin aparece num trecho. Mesmo nos momentos mais sombrios, quando Marcus cai doente e tem alucinações, é possível rir e se divertir. A graça dos romances de época é essa: saber que é uma história leve, que aquece o nosso coração e que nos faz sorrir várias vezes durante a leitura. E ainda tem uma promessa de finais felizes – ou pelo menos otimistas.

Simplesmente o Paraíso foi um ótimo começo para a série Quarteto Smythe-Smith e espero em breve ler os próximos volumes!

O mais legal do lançamento do Quarteto Smythe-Smith é que a Editora Arqueiro deu para os leitores duas opções de compra: Os quatro livros de uma vez em um box lindão ou em livros avulsos. Então quem gosta de maratonar séries literárias, não vai ter que esperar anos para a publicação de todos.



Recomendo muito.

Teca Machado


quinta-feira, 16 de março de 2017

Sorteio de Simplesmente o Paraíso autografado - Resultado


Na última semana tudo o que eu falei aqui foi sorteio, sorteio, sorteio!

Quando conheci a Julia Quinn na terça-feira passada, levei um exemplar de Simplesmente o Paraíso para que ela autografasse para vocês.


E hoje saiu o resultado!

Quem fooooooi?


Foi a Leonora Oliveira!

(Se você quiser ver como foi feito o sorteio, filmei tudo no instastories do blog @casosacasoselivros)

Hoje mesmo entro em contato para pegar os seus dados para envio do livro. Já posso dizer que Simplesmente o Paraíso é de uma fofurice sem fim! Eu amei a leitura (e amanhã tem resenha, fiquem de olho).

Parabéns a vencedora e obrigada a todos que participaram!

E querem mais sorteio?

A Carol Daixum, do blog Pequena Jornalista, está sorteando um livro meu, o Je T’aime, Paris. Clique aqui e participe também!

Teca Machado


quarta-feira, 15 de março de 2017

Mãe, conheci a Julia Quinn!


Tem tiete por aqui?

Tem sim, senhor!

Na semana passada, a Editora Arqueiro trouxe para o Brasil a Julia Quinn, uma das minhas escritoras preferidas da vida. Ela fez um tour por várias cidades, inclusive, veio para Brasília, onde moro. Claro que eu fui presença garantida na noite de autógrafos.

Eu que já era fã da autora das séries de romance de época Os Bridgetons e Quarteto Smythe-Smith, fiquei mais ainda!

Fui de manhã cedinho pegar a senha e voltei à noite. Evento super organizado, pessoal não furou fila e foi muito tranquilo. Fiquei cerca de duas horas esperando e ainda fiz amizade com umas meninas super bacanas, inclusive a Denise do blog Seja Cult.

Quando chegou a minha vez, bateu AQUELA emoção de ver uma das minhas divas supremas. Tanto que sai com cara de louca nas fotos, hahaha. 

Foto: Roberto Filho

Foto: Roberto Filho

A Julia Quinn foi super simpática com todo mundo, conversou, beijou, abraçou, deu autógrafos e distribuiu sorrisos.

Uma das melhores sensações é descobrir que aquela pessoa de quem você é é, além de tudo, super bacana ao vivo.

Livro recebido em parceria com a Editora Arqueiro

Saí do evento organizado pela Editora Arqueiro super feliz e realizada. Obrigada por terem trazido a Julia Quinn para o Brasil e para Brasília!

E ainda dá tempo de você participar do sorteio de um exemplar de Simplesmente o Paraíso, o primeiro livro do Quarteto Smythe-Smith, autografado pela Julia Quinn. Mas corre que são as últimas horas!



Teca Machado