sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Eternamente Você: Livro 1.5


Há algumas semanas fiz aqui a resenha do livro Desejo Proibido, de Sophie Jackson, que recebi em parceria com a Editora Arqueiro. A continuação, chamada Paixão Libertadora, já foi publicada, mas antes dela decidi ler o conto extra, também conhecido como livro 1.5: Eternamente Você. 


E sabe o que é o melhor de tudo? Ele é grátis. Você pode fazer download dele aqui, no site da Editora Arqueiro. Mas, como é uma sequência de tudo o que aconteceu no primeiro volume, não recomendo que leia antes de Desejo Proibido. Além de não entender nada, você vai pegar um monte de spoilers do livro anterior.

Como Eternamente Você passa entre os dois livros, nada muito importante para o enredo acontece. É um “a mais” para quem quer saber o pouco mais do que se passou entre Carter e Kat após o pedido de casamento em Desejo Proibido. São apenas 51 páginas.

Como todos imaginávamos, a mãe de Kat não ficou nada feliz com o noivado da filha com Carter. Ele é um novo homem, não é mais o presidiário violento e nervosinho, só que isso não significa que a sogra aceita-o de bom grado.

Li esse conto tomando chá <3
Enquanto precisa lidar com a mãe da noiva, Carter ainda tem que tomar conta da empresa da família, da qual agora é CEO. Pelo menos com o primo fora do caminho, as coisas parecem se ajeitar, mesmo que ele pareça estar querendo dar a volta por cima.

Para deixar tudo ainda mais complicado, Max, o seu melhor amigo, está finalmente internado numa clínica de reabilitação. Ela parece estar seguindo o tratamento, mas Carter sabe que isso não é nada fácil, ainda mais ao saber que o vício em drogas começou após uma desilusão amorosa e uma tragédia.

Do mesmo jeito que Desejo Proibido, Eternamente Você tem uma escrita fácil, fluida, doce, sensível e sensual. Claro, temos os momentos de “amor” entre Kat e Carter, e, como sempre, a autora dosa bem a mão no erotismo. É sexy, é bonito e é amor, mas não é vulgar (mesmo que de vez em quando as cenas hots são compridas demais...).


Pelo que pude entender, você não precisa ler esse conto para ler o próximo livro. Nada realmente importante do enredo acontece, então é só um plus mesmo para quem sempre sente saudades dos personagens quando um livro acaba.

Ler esse conto 1.5 só me deu mais vontade ainda de começar logo Paixão Libertadora, já que quero muito conhecer mais sobre Max, que será o protagonista desse segundo volume.

Recomendo.

Teca Machado


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Soluço para que te quero! – Projeto Drama Queen #92


Enquanto digito isso, estou soluçando. Soluçando muito. Com um barulho que parece de porquinho guinchando. Sexy, né?


Desde muito pequena eu soluço demais. Na verdade, segundo minha mãe, quase todos os dias eu soluçava enquanto estava na sua barriga. Disse que o abdômen dela ficava dando pulinhos e tremidinhas. E depois que nasci a história não foi diferente. Até hoje, 28 anos depois, os soluços não me abandonaram. Pelo menos umas três vezes por semana eu sou presenteada com eles.

Um médico me disse uma vez que geralmente quem tem refluxo soluça muito. Como eu tenho um refluxo cabuloso, acredito que é a causa dos meus soluços sem fim. 

E o pior de tudo é que meus soluços são altos e doem. Eles parecem vir do fundo do meu ser e me fazem perder a concentração em qualquer coisa que eu estiver fazendo. E no intervalo entre um e outro fica aquela expectativa de “quando vai vir o próximo?” ou de “será que finalmente parou?”. Fora que todo mundo escuta e fica me olhando.

E quanto mais eu penso e me incomodo com o bendito soluço, mais rápido e forte ele vem. E ele não para. Geralmente só sossega quando eu finalmente entrego nas mãos de Deus e tento parar de pensar nele. Mas isso acontece depois de muitos e muitos minutos soluçando loucamente.



Aí você me fala: 

“Teca, mas soluço para quando você tranca a respiração”.

Comigo não funciona.

“Teca, mas soluço para quando você bebe um copão de água sem respirar”.

Comigo não funciona.

“Teca, mas soluço para quando você bebe um copo de água enquanto faz uma bananeira”.

Comigo não funciona. Até porque eu nem consigo fazer bananeira!

“Teca, mas soluço para quando você toma um susto”.

Comigo não funciona. Uma vez minha irmã me deu um susto tão grande para parar meu soluço que naquele momento tive certeza que não tinha problema cardíaco. Agora me pergunta se o soluço parou? Não.

Às vezes, quando ele me incomoda muito e não para, começa o drama. Reclamo até não querer mais, mas o porcaria vai embora? Vai nada.

Talvez seja mais psicológico do que realmente soluço, já que ele geralmente passa quando esqueço dele. Talvez seja por isso que enquanto escrevo esse texto estou soluçando igual uma doida. Então acho que vou parar por aqui para ver se me esqueço...

*** 

Conhece o Projeto Drama Queen? É uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista. Todas as quintas-feiras tem um post novo falando sobre pequenos, grandes, médios e irrelevantes dramas da vida. Quer participar? Mande seu texto para a gente.

Teca Machado

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Hogwarts Cafe


Nunca senti vontade de ir para o Paquistão, mas depois que vi no BuzzFeed Books esse café temático de Harry Potter aberto lá minhas prioridades magicamente se reorganizaram.


Com o tema dos nossos amados livros da J. K. Rowling, o restaurante chamado Hogwarts Cafe foi lançado há poucas semanas em Islamabad. 

A decoração lembra do Grande Salão e é cheio de referências a tudo desse universo, como feitiços, objetos mágicos pendurados na parede, fotos (que, infelizmente não se movem), miniaturas de personagens, livros lidos pelos alunos e mais.











No menu há pratos inventados pelos proprietários Hassan Khan, Ouj e Zahoor e Emad ur Rahman. Os clientes podem experimentar cerveja amanteigada (a deles, não a da Universal Studios), o Cálice de Fogo, que é uma limonada de maçã verde, o Hambúrguer Dragão, pratos da Cozinha de Cho Chang, além de muitas outras invenções.



Há produtos que você pode comprar, como o Vira-Tempo, canecas, varinhas e mais.


Quem queremos ir lá? Eu! Eu! Eu!

Teca Machado


terça-feira, 23 de agosto de 2016

O Caçador e a Rainha do Gelo – Tudo fica melhor sem a Kristen Stewart


Antes de começar o post, deixa eu te contar uma coisa: Meu novo livro, Je T’aime, Paris, está quase sendo lançado! Para isso, vou precisar de uma ajudinha de vocês. Deem uma olhadinha aqui no projeto e conheçam mais sobre isso.

Um dos maiores acertos do filme O Caçador e a Rainha do Gelo, do diretor Cedric Nicolas-Troyan, continuação de Branca de Neve e o Caçador, é a ausência da Kristen Stewart (argh), a volta de Charlize Theron e a aparição de Jessica Chastain e Emily Blunt. Além, é claro, do protagonista Chris Hemsworth (insira aqui a quantidade de suspiros de sua preferência). 


O Caçador e a Rainha do Gelo, que é um prelúdio e uma continuação da obra anterior, é uma espécie de Frozen mais sombrio, tanto que até o figurino de Freya (Emily Blunt) é parecido com o de Elsa. Esperei muito tempo ela sair cantando Let It Go (spoiler: não rolou).

Apesar do protagonista ser Chris Hemsworth, Eric, o Caçador, o filme foca muito mais nas personagens femininas, todas fortes a sua maneira. Freya, a Rainha do Gelo, é fria (juro que não é um trocadilho) e vive completamente isolada de qualquer sentimento bom depois que o seu coração foi partido e seu bebê morto. Ela governa com punhos de ferro um reino e um exército onde o amor foi banido. Sarah (Jessica Chastain) é a melhor guerreira de Freya. Ágil, forte, inteligente, bota qualquer homem no chinelo. Ravenna (Charlize Theron) está de volta e, como sempre, toma as cenas para si, tão linda, poderosa, incrível (e do mal) que é. Até mesmo as mulheres coadjuvantes, Sheridan Smith e Alexandra Roach, as anãs que acompanham Eric e seus amigos numa jornada, são muito mais interessantes que os homens.



O enredo de O Caçador e a Rainha do Gelo passa antes e depois de Branca de Neve e o Caçador. A história começa anos antes mostrando uma feliz e doce Freya, irmã de Ravenna. Ao contrário da irmã, ela não tem poderes. Até que um dia uma tragédia faz com que sua mágica se liberte, a transformando numa impiedosa rainha que odeia o amor e que o proíbe em seu reino, vizinho ao de Branca de Neve. Para conquistar mais terras, ela cria um exército de Caçadores, que treina desde que são crianças. Entra aí Eric e Sarah, que desde muito pequenos estão aos cuidados da rainha e são seus melhores soldados. Mas, o impossível acontece, eles se apaixonam. E Freya, sentindo-se traída, dá um jeito de separá-los.

Agora, anos depois de Branca de Neve ter tirado seu reino das mãos de Ravenna, o espelho mágico da antiga rainha desaparece. Eric é enviado para recuperá-lo, numa jornada perigosa em que encontra outra vez sua esposa há muito desaparecida. Mas Freya também deseja o antigo artefato da irmã e fará de tudo para tê-lo.




O filme tem como ponto alto o elenco maravilhoso e muitíssimo competente. É basicamente impossível errar quanto se tem Charlize Maravilhosa Theron e Jessica Incrível Chastain. Emily Blunt está muito bem também, assim como Chris Hemsworth, uma espécie de Flynn Ryder (de Enrolados) cheio de defeitos e arrogância, mas com um ótimo coração.

Outro acerto de O Caçador e a Rainha do Gelo são os figurinos incríveis, principalmente das duas rainhas, que sempre que aparecem enchem nossos olhos. Emily Blunt com o azul e prata, muito mais sóbria e elegante, e Charlize Theron abusando dos dourados e pretos, uma mulher fatal. Os efeitos especiais e fotografia da produção também são muito bonitas e bem feitas, enchem os olhos do espectador.



O único ponto em que o filme peca um pouco é no roteiro, que por vezes parece preguiçoso ou até mesmo simplista em resolver conflitos. Não deixa pontas soltas e nem falta coesão, só fica um pouco sem profundidade, principalmente no relacionamento do casal principal. Mesmo assim, isso não faz com que o filme seja ruim, pelo contrário. Ele é um conto de fadas, é entretenimento puro e simples. Não precisamos ficar procurando fio de cabelo em ovos.

Recomendo.

Teca Machado

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Imagens olímpicas


Segundas-feiras podem ser cruéis. Mas hoje é uma das segundas-feiras mais duras dos últimos tempos: Acabaram as olimpíadas. #TODOSCHORAM

Me diz como vamos ficar sem aqueles jogos maravilhosos que passavam umas 40 vezes por dia? Como vamos ficar com o coração tranquilo, sem emoção? Como vamos ficar sem se esgoelar torcendo para os nossos atletas preferidos? Como vamos ficar sem a torcida mais engraçada e criativa de todos os tempos? Como? Como? Como?

Então, o que nos resta é ficar com as imagens emocionantes que os jogos nos proporcionaram. As imagens abaixo são a seleção do jornal El País:



























Por último, a minha preferida <3

Agora um bônus: Tentei colocar aqui o clipe que passou no encerramento das Olimpíadas ontem, mas não consegui. Então segue o link da ESPN aqui para quem quiser assistir.

E aí, a saudade já bateu em vocês? Em mim já!

Teca Machado

P.S.: Vocês viram que o meu novo livro Je T’aime, Paris está participando de um projeto de financiamento coletivo no Catarse? Clique aqui e saiba mais sobre isso.