quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Frases de Young Adults


Último dia para participar do sorteio de inauguração do meu canal no Youtube! São quatro livros e mais brindes! É só assistir ao vídeo aqui e se inscrever no canal aqui.

Se tem algo que eu amo são livros Young Adult (aliás, eu amo livros. Ponto.). E eles são cheinhos de frases bonitas e de efeito, daquelas que te dá vontade de grifar o livro, colocar num quadrinho e levar para a vida.

O BuzzFeed fez uma enquete com seus leitores americanos e fez uma seleção com as mais citadas. E já dou um spoiler: Tem muita coisa linda!

Eu traduzi literalmente do post em inglês, então talvez as frases não estejam iguais aos livros em português, ok?

1- “Esse é o problema da dor. Ela precisa ser sentida.”

A Culpa é das Estrelas, John Green (Resenha aqui)

2- “Todas as outras coisas, elas são o vidro que contém a lâmpada, mas você é a luz de dentro.”

O Príncipe Mecânico, da série As Peças Infernais, Cassandra Clare


3- “Ela nunca era linda. Ela parecia arte, e arte não era para parecer bonita, era para te fazer sentir algo.”

Eleanor & Park, Rainbow Rowell

4- “As coisas são difíceis em todo lugar.”

Vidas Sem Rumo, S. E. Hinton

5- “E naquele momento eu seria capaz de jurar que éramos infinitos.”

As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky

6- “Existem tantas maneiras de ser corajoso nesse mundo.”

Convergente, série Divergente, Veronica Roth (Resenha aqui)


7- “São as nossas escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais que as nossas habilidades.”

Harry Potter e a Câmara Secreta, J. K. Rowling

8- “Para fazer algo simples como uma torta de maçã, você primeiro precisa criar o mundo inteiro.”

O Sol Também é Uma Estrela, Nicola Yoon (Resenha aqui)

9- “Lar não é onde você vem, é onde você encontra luz quando todo resto é escuridão.”

Filho Dourado, série Red Rising, Pierce Brown


10- “Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela furacão.”

Quem é Você, Alasca?, John Green (Resenha aqui)

11- “Mas mesmo se nós não temos o poder de escolher de onde viemos, nós ainda escolhes para onde vamos a partir daí.”

As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky

12- “Alerta de spoiler: O amor vale tudo, tudo.”

Tudo e Todas as Coisas, Nicola Yoon

13- “Nós todos carregamos cicatrizes... A minha apenas é mais visível que a da maioria.”

Trono de Vidro, Sarah J. Maas


14- “Você só vive uma vez. É sua obrigação aproveitar a vida da melhor forma possível.”

Como Eu Era Antes de Você, Jojo Moyes (Resenha aqui)

15- “Você nunca pode visitar o mesmo lugar duas vezes. A cada vez é uma história diferente. Pelo simples fato de você voltar, você apaga o que veio antes.”

The Last Little Blue Envelope, Maureen Johnson

16- “"Quebre meu coração. Pode quebrá-lo mil vezes, se quiser. Porque ele sempre foi seu, apenas seu, para quebrar de qualquer jeito.”

A Escolhida, série A Seleção, Kiera Cass (Resenha aqui)


17- “Coisas para fazer hoje: 1- Inspirar 2 – Expirar.”

Uma História Meio Que Engraçada, Ned Vizzini

18- “Luto e amor são conjuntos, você não tem um sem o outro.”

O Céu Está Em Todo Lugar, Jandy Nelson

19- “’Você poderia sacudir as estrelas’, ela sussurrou. ‘Você poderia fazer qualquer coisa, se apenas você ousasse.”

Trono de Vidro, Sarah J. Maas

20- “Sonhos são cheios de esperança porque eles existem como pura possibilidade. Ao contrário de memórias, que são fósseis, há muito mortos e enterrados fundo.”

We Are Ants, Shaun David Hutchinson

21- “Música é a grande unificadora. Uma força incrível. Algo que as pessoas que diferem em tudo e todos podem ter em comum.”

Just Listen – A Garota Que Esconde Um Segredo, Sarah Dessen 

22- “Às vezes há beleza em palavras duras. É só você saber como lê-las.”

Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven


23- “O que você pensa não é importante. Só é importante o que você faz.”

Sete Minutos Depois da Meia-Noite, Patrick Ness

24- “O medo não te desliga, ele te acorda.”

Divergente, Veronica Roth (Resenha aqui)

25- “Devemos sempre ter cuidado com livros e com o que tem dentro deles, porque palavras têm o poder de nos mudar.”

Anjo Mecânico, série As Peças Infernais, Cassandra Clare

26- “Se a minha vida vai valer alguma coisa, então eu tenho que viver por mim mesmo.”

Percy Jackson e o Ladrão de Raios, Rick Riordan

27- “Nós precisamos nunca perder as esperanças, porque nós nunca estaremos irremediavelmente quebrados.”

Quem é Você, Alasca?, John Green


28- “Não podemos escolher como vamos morrer, mas podemos escolher como vamos viver.”

We Are Ants, Shaun David Hutchinson

29- “Não podemos escolher se seremos feridos ou não, mas podemos escolher quem nos ferirá.”

A Culpa é Das Estrelas, John Green

30- “Quebrado não é o mesmo que sem conserto.”

Winter, série Crônicas Lunares, Marissa Meyer

Fonte: BuzzFeed

*** 

Qual foi a sua preferida? Senti falta de frases dos livros da Colleen Hoover, que são cheios de quotes maravilhosos, como:

“Você nunca será capaz de encontrar a si mesmo se estiver perdido em outra pessoa.”, frase de Novembro 9.

Teca Machado

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O Castelo de Vidro – Drama familiar baseado em uma história real


Segunda-feira virou o dia semanal do cinema na minha casa. Eu e o meu marido temos encontrado ótimos filmes no caminho, mesmo que sem querer. Essa semana íamos ver A Torre Negra. Só que na hora da sessão não conseguimos ingresso e acabamos assistindo O Castelo de Vidro, do diretor Destin Daniel Cretton, filme sobre o qual não sabíamos absolutamente nada, só que no elenco estava Naomi Watts. E essa foi uma grata surpresa.


Baseado no livro homônimo da jornalista Jeannette Walls, cujo enredo é a sua biografia, O Castelo de Vidro é um filme que nos deixa numa sensação de conflito interno. Rex (Woody Harrelson) é o pai que alterna momentos maravilhosos de paternidade com momentos crueis e negligentes que nos faz em igual medida amá-lo e odiá-lo. Ao longo da produção ficamos várias vezes com nó na garganta ao testemunhar a vida errática da família Walls.  

Jeannette (quando adulta interpretada pela linda Brie Larson) cresceu num lar complexo nas décadas de 1960 e 1970. Seus pais Rex e Rose Mary (Naomi Watts) eram tudo, menos convencionais. Pulando de cidade em cidade, de emprego em emprego, de casebre em casebre, seu pai autodidata e inteligente, além de alcoólatra, e sua mãe artista nunca se preocuparam em colocar os quatro filhos na escola e nem em fincar raízes. Mas essa vida de andanças que geraram histórias extraordinárias, cobrou seu preço, fazendo com que os filhos passassem privações, fome e situações absurdas.



Jeannette abandonou sua casa, seus pais, e mesmo adulta na década de 1980, com a vida já estabelecida, não consegue deixar para trás as marcas que a sua criação relapsa e disfuncional deixou na sua personalidade. Se você acha que a sua família é complicada, você ainda não conheceu os Walls.

Além de uma história delicada, sensível e muito complexa, O Castelo de Vidro brilha com seu elenco. Provavelmente é a melhor performance de Woody Harrelson. Ele soube criar um personagem ao mesmo tempo detestável e gostável, forte e frágil, que passa por mudanças de humor absurdamente contrastantes e perigosas. Eu o indicaria facilmente ao Oscar. 



Brie Larson é uma maravilhosa que soube dar o tom que o papel principal pedia. Não se vitimiza, mas tampouco se finge de forte o tempo inteiro. Ela mostra todo potencial da personagem numa cena de gritaria e briga entre o pai e o noivo quando finalmente perde as estribeiras e a elegância forjada e se mostra uma Walls. 

Naomi Watts também merece destaque como a mãe avoada, relapsa, preocupada apenas consigo mesma. As crianças que interpretam os quatro irmãos na fase mais jovem e na fase adolescente também são excelentes. Esse é aquele tipo de filme que perderia muito da sua força se o elenco não fosse nada menos do que espetacular.


O Castelo de Vidro é narrado não linearmente, com os anos indo e voltando. E essa foi uma boa estratégia porque primeiro somos apresentados a Jeannette adulta e depois a criança, e nesse meio tempo vamos encaixando as peças nesse quebra-cabeça maluco que foi a sua infância e juventude.

O design de produção foi muito bem feito e bem pensado, já que ele não é exagerado, mas nos deixa sempre ciente de qual década estamos falando. Os cabelos, as roupas e os cenários, tudo faz parte do conjunto impecável que é O Castelo de Vidro.

Quando entrei no cinema para assistir a um filme desconhecido não esperava encontrar uma produção que fosse tocar tanto no meu coração. E agora fiquei curiosa quanto ao livro de Jeannette Walls.


Recomendo.

Teca Machado

P.S.: Já viu o vídeo inaugural do meu canal do YouTube e se inscreveu para participar do sorteio? Não? Então corre aqui que é só até amanhã!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Só Por Esta Noite – Conto da literatura nacional


Nunca fui muito de ler contos, porque gosto de histórias compridas e desenvolvidas, mas desde que conheci mais autores brasileiros e assinei o Kindle Unlimited (quando você paga um valor fixo por mês para a Amazon e tem acesso a um zilhão de livros, tipo uma Netflix literária), comecei a me apaixonar pelo gênero. E o queridinho da vez é Só Por Esta Noite, da Alissa Nayer, uma escritora super fofa que conheci em junho, no Rio de Janeiro, no Evento da Menina, da Raffa Fustagno.


Durante o evento a Alissa contou um pouco da sua trajetória, como escreveu o livro sem grandes intenções e acabou virando um best seller que até apareceu na lista de mais vendidos da Veja. E agora eu entendo esse fascínio, porque apesar de ter um enredo curto e sem grandes reviravoltas, é tão bem escrito, tão delicioso de ler, que é impossível parar antes de terminar. Sabe uma daquelas histórias que deixam o seu coração quentinho? É essa.

Só Por Esta Noite é simples: Ela foi traída. Ele foi traído. Eles acreditam que podem um curar a ferida do outro. Lavínia está há semanas na fossa desde que pegou seu namorado no flagra. Até que um dia, cansada de sofrer, resolve afogar as mágoas na bebida em um bar qualquer. Lá conhece Henrique, o dono do estabelecimento, que lhe explica que álcool não é a solução. Ele já esteve em seu lugar e sabe que isso não vai curar seu coração partido. Henrique parece intrometido, levemente irritante, mas tem um quê que chama a atenção de Lavínia. E quando ele propõe que fiquem juntos só por esta noite, a garota não resiste.

Alissa Nayer
Lavínia está sofrendo, mas não é sofredora. Seu coração foi partido em mil pedaços, mas não está de mimimi. Ela é uma mulher decidida que me conquistou. E Henrique, apesar de toda pose de galã pegador, é um fofo e tem um coração que também precisa ser remendado. Foi um casal que torci desde o primeiro instante por um final feliz.

E apesar do título e da capa sugerirem um romance hot, Só Por Esta Noite é um romance doce. Em momento algum Alissa pesou a mão nas cenas eróticas e isso foi muito bom, deixou a história ainda mais gostosa de ler.

A escrita de Alissa é direta e simples, em primeira pessoa, algo que eu amo. Não fica de enrolação, mas ainda assim toca o nosso coração. Era talvez quase como ler o diário de Lavínia. Por ter me conquistado tanto, com certeza vou ler outras publicações da autora.

Só Por Esta Noite está disponível em e-book na Amazon. Se você tem o Kindle Unlimited, ele sai de graça, se não tem, sai por apenas R$ 2,99.


Recomendo.

E não se esqueça de participar do sorteio de inauguração do meu canal no YouTube (por falar nisso, já viu aqui o vídeo inaugural?)! São quatro livros e brindes. Você tem até quinta-feira. É só se inscrever aqui e pronto, já está concorrendo!

Teca Machado


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Game of Thrones – Considerações do episódio final


Hey, já se inscreveu no canal do blog? Veja aqui o vídeo inaugural, inscreva-se e concorra ao sorteio de quatro livros e brindes!

Depois de míseros 7 episódios, que passaram voando, eis que chegou ontem o último episódio da penúltima temporada de Game of Thrones.

A temporada foi sofrida, foi corrida, foi cheia de revelações e, felizmente, com poucas mortes importantes (mas um delas foi de pegar o seu coração de dentro do peito, rasgar em 67 pedaços, e colocar de volta lá dentro todo destruído).

Estou arrasada que aparentemente só teremos a oitava – E ÚLTIMA, AI, MEU DEUS – temporada em 2019. O que vamos ficar fazendo até lá?

Então vamos a algumas considerações (se você não assistiu ontem, não continue, tem spoilers por aqui hoje!):

1- Jonerys is real


Aquele momento pelo qual todos esperávamos – mesmo sendo errado, afinal estamos falando aqui de tia e sobrinho – chegou: Casal Jonerys (Jon + Daenerys) finalmente se concretizou! A temporada toda foi cheia de olhares, palavras carregadas de significado e aquela certeza de que dois corações feridos iam se encontrar (falei bonito agora, hein?). E na pegação rolou até a bundinha do Jon para todo mundo ver, haha. Só fico com dó do Sor Jorah. O bichinho moveu céus e terras pela Khaleesi, até se curou daquela coisa, e viu ela pegar outro cara DE NOVO, um homem que até o pai dele gostava mais do que do próprio filho. É, não tá fácil para o Jorah.


2- Linhagem Snow


Desde que li o primeiro livro falei “O Jon não é filho do Ned. O Ned é muito correto para ter tido uma amante”. E aí li teorias sobre a linhagem do nosso querido bastardo e queria muito que fosse verdade que ele fosse filho da Lyanna Stark e do Rhaegar Targaryen. E eis que temporada passada TCHARAAAAAAAAAAAAAAM, meus sonhos se realizaram. E muita gente ficou meio confusa com aquelas cenas não muito explicadas vistas por Bran, mas agora – AGORA – juntamos o conhecimento de Bran e de Sam e temos a linhagem toda explicadinha em detalhes e eu fiquei toda pulando na cadeira de empolgação. E acredito que o Jon vai querer morrer quando descobrir que pegou a tia e a Daenerys vai querer morrer quando descobrir que o verdadeiro herdeiro do trono é o Jon, não ela, como acreditou toda vida.


3- Mindinho is gone and Sansa is the queen


Aquela praga que devia ter morrido várias temporadas atrás teve um excelente final! Quis colocar irmã contra irmã, MAS AQUI NÃO, QUERIDO. A temporada inteira ficamos com ódio da sua conspiração quando finalmente Arya e Sansa se reencontraram e ficamos achando que elas eram bem burras de acreditar nele. Mas eis que o bom senso reinou e Sansa mostrou que ter sofrido nas mãos de psicopatas deixou ela forte, maravilhosa e com o coração quase de pedra e Arya badass não tem medo de ninguém. N-I-N-G-U-É-M.


4- Cersei mad queen


Que a Cersei é uma vaca que amamos odiar e odiamos amar sabemos desde a primeira temporada, mas agora ela se superou. Ficou mexendo com meus sentimentos durante o episódio. No começo achei que ela aceitou a trégua bem demais, aí resolveu que não ia aceitar, de repente o Tyrion – maravilhoso, sempre – fez sua mágica e ela aceitou de novo, até que ela se mostrou a Cersei de sempre. Só que dessa vez ela se deu mal gostoso porque se tem alguém que precisava sair correndo sem olhar para trás era o Jamie. Juízo ele até já tinha criado desde que passou uma temporada com a Brienne e perdeu a mão, mas os sentimentos pela Cersei falavam mais alto, mas ainda bem que ele se mostrou um homem de palavra e deixou a nossa quase mad queen sozinha.


5- Adeus, muralha!


Era bem óbvio que de uma maneira ou de outra a muralha ia ser destruída, cair, ganhar um buraco, o que fosse. O Rei da Noite não ia chegar na porta dela e simplesmente tocar a campainha pedindo para passar. Mas foi traumático, foi trágico e foi insano. COMO ASSIM NOSSO DRAGÃO ESTÁ CUSPINDO GELO TODO MALVADÃO? COMO ASSIM O TORMUND MORREU? Ele precisa ter bebês gigantes com a Brienne, ora essa! Espero muito que ele esteja debaixo dos escombros de gelo vivinho só esperando a oitava temporada. Enquanto isso, o exército dos mortos, depois de oito temporadas, chegou a Westeros e a gente vai ficar aqui se coçando de medo por Winterfell e pelo Norte.

***

Agora que a temporada acabou e vai demorar muito para lançarem a nova podemos dizer que o inverno da longa espera chegou.

Teca Machado

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Mãe, virei Youtuber!


E esse momento que eu taaaanto prolonguei, enrolei e demorei chegou: 

Hoje é o lançamento do meu canal - Teca Machado!

Siiiiiiiiiim! Finalmente a minha completa falta de timidez e minha completa preguiça de aprender a editar resolveram dar as caras e entrarem nesse mundo vlogorístico literário.

E já começo com coisa boa: Sorteio!

Vem cá, vem!


E aí, já se inscreveu no canal? Ainda não? É só clicar aqui.

Semanalmente – ou quinzenalmente, vai saber – vou publicar vídeos com resenhas de livros, filmes, séries e curiosidades do mundo pop em geral.

Sejam bem vindos!

Teca Machado

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Frontier – Netlix e Discovery Channel


Frontier, uma produção da Netflix com o Discovery Channel Canadá, foi uma daquelas séries que chegou no catálogo de streaming sem muito alarde. Não alcançou o barulho de 13 Reasons Why ou de Narcos, mas deveria ter a sua atenção, principalmente porque é muito bem feita e tem um apelo histórico de um período e de uma região que pouco estudamos no Brasil.


Nos idos do século XVIII, quando os Estados Unidos já estão bem delimitados e o Canadá começa a se formar como nação, a Inglaterra, colonizadora, explora o mercado de peles de animais do Canadá e consegue muito lucro. Mas a Hudson’s Bay Company, empresa que faz esse comércio – e pasmem, existe até hoje – anda tendo problemas com Declan Harp (Jason Momoa, nosso eterno Khal Drogo), um ex-membro da companhia. Ele se rebelou, trabalha no mesmo segmento de peles, acabou com as rotas de comércio e ainda se tornou vingativo, cruel e muito muito violento com à Coroa Britânia. Cabe a lorde Benton (Alun Armstrong) acabar com essa ameaça fazendo uso de métodos não ortodoxos. E Benton usa o jovem Michael Smyth (Landon Liboiron), um irlandês que vive nas ruas de Londres e que sem querer embarca para a América do Norte num dos navios da Hudson’s Bay e é jogado diretamente nos conflitos locais.


Apesar do nome de Declan ser o mais citado durante essa pequena temporada que conta com apenas seis episódios, o protagonista é Michael. Declan é quase uma entidade. Mesmo antes de o conhecermos já sabemos da sua reputação e do que é capaz. As pessoas o temem, o respeitam, mesmo seus inimigos. E Benton, apesar de parecer que está ali para salvar a pátria é um vilão quase cartunesco.


Temos em Frontier uma série cheia de personagens de caráter duvidoso. Ninguém é mocinho, nem mesmo Michael. Todos têm interesses escusos e fazem o que for preciso para sobreviver e para conseguir algo que desejam. Uma personagem que merece destaque é Grace (vivida pela ótima Zoe Boyle). Uma mulher forte, que não se intimida por homem nenhum – nenhum mesmo – e que corre atrás dos seus objetivos financeiros e pessoais.


Frontier tem um baseamento histórico muito bacana e é possível ver o dedinho da Discovery em cada cena, principalmente nas de ambientes abertos. Tem quase um quê de documentário. O visual é muito bonito e a ambientação é muito bem feita, mesmo nas roupa e nos cenários. O problema é que em cenas de batalhas noturnas não conseguimos enxergar muita coisa, ficamos com aquela sensação de “quem é esse sendo degolado?” por causa da escuridão.



E por falar em degolado, a violência está sempre presente. Não chega a ser um Game of Thrones com vísceras expostas, mas há uma exposição relativamente grande de sangue e cortes e membros sendo decepados.

A segunda temporada nem foi ao ar ainda, mas a terceira já foi confirmada. Frontier não é a melhor série do mundo, mas é bem bacana e rápida, vale a pena.

Recomendo.

Teca Machado


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

João, O Maestro – A música, o silêncio e um obssessivo


João Carlos Martins (interpretado por Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Davi Campolongo em suas diferentes fases da vida), é o protagonista do filme João, O Maestro, do diretor Mauro Lima. Mas não só ele é o palco central da história. O piano também é, assim como Bach, Mozart, Beethoven, Chopin e outros nomes da música erudita.


O mais incrível é que a história de João Carlos Martins, tão cheia de percalços e persistência, já deveria ter virado filme há muito tempo. Não chego a acompanhar o trabalho do maestro, mas já sabia por alto sua trajetória, porque adoro música erudita e sinfônica (pois é, quem diria, a pessoa que ama rock, pop e músicas adolescentes também escuta o clássico).

João, O Maestro foca no talento e na paixão – no caso obsessão – que João Carlos Martins tem pelo piano. Apesar de mostrar seus relacionamentos familiares por alto, a maioria deles fracassado, é muito claro que durante toda a vida o seu amor foi a música e a música apenas. Saúde, esposa, filhos, amigos... Tudo isso fica para trás quando ele tem um piano próximo a si.




Persistência é uma palavra que pode descrever João Carlos Martins. Ou talvez obsessão, teimosia, loucura, falta de juízo. A música desistiu dele muitas vezes, mas ele nunca desistiu. E essa história tão bonita de superação foi contada do modo certo pelo diretor: cheia de música e com diálogos apenas quando necessário.

Alexandre Nero, que interpreta o maestro já na sua fase madura, dispensa comentários. O ator sempre dá o melhor de si. Quem já viu pelo menos uma vez João Carlos Martins a frente de uma orquestra vai enxerga-lo nos gestos, nas feições, na maneira de posicionar as mãos que Nero tão lindamente consegue reproduzir. Rodrigo Pandolfo, conhecido por papeis cômicos, faz um jovem, desajeitado e extremamente nerd João com maestria (desculpa o trocadilho!). O ator está excelente e mesmo quando o personagem está em seus momentos mais baixos é possível se identificar com ele. Davi Campolongo, que faz o músico quando criança, é uma fofurinha que espero ver mais em breve. E foi muito bacana ver o próprio João Carlos Martins fazer uma pontinha no fim do filme.



Além da trilha sonora incrível, que foi toda – todinha – feita usando gravações do próprio João Carlos Martins tocando, o filme tem uma edição muito bem feita. Apesar de ser um filme biográfico, ele não segue totalmente a linearidade do tempo, com flash backs usados para colocar em perspectiva trechos importantes da sua vida e da sua carreira.

Eu amo comédias, não me entendam mal, mas é tão bom ver João, O Maestro e saber que a produção brasileira pode ser muito mais do que algumas risadas. É possível ter um cinema mais denso, profundo e bem pensado com um enredo que pode interessar espectadores de qualquer lugar do mundo (até porque João Carlos Martins é conhecido internacionalmente).

O verdadeiro João Carlos Martins

Assim como o foi dito no filme, “a música deve moldar o silêncio. O silêncio após uma peça de Mozart também foi escrito por Mozart”, o silêncio de reverência que fica na sala do cinema após a exibição da produção diz muito sobre o homem por trás de tudo.

Recomendo bastante.

Teca Machado


terça-feira, 22 de agosto de 2017

Uma história de literatura


Vocês se lembram qual livro foi aquele que fez com que você se apaixonasse pela literatura?

Talvez você tivesse apenas 6 anos de idade, talvez você tivesse 18, talvez você tivesse 40... Não importa. Quem ama a literatura provavelmente teve alguma obra catalisadora que despertou a paixão.

No meu caso não foi exatamente um livro em questão. Mas um autor: Julio Verne.

Lá pelos meus 7 ou 8 anos eu já lia algumas coisas. Lembro que meu primeiro livro de “adulto” – ou seja, sem figuras – foi Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos, que era do meu pai, uma edição da década de 1960, que achei na casa dos meus avós. Li numas férias e chorei igual a uma condenada. Não imaginava que livros para criança fossem tão absurdamente tristes!



Até que meu pai, que é um leitor assíduo, percebeu que eu gostava de livros e me apresentou Julio Verne.

Julio Verne

Primeiro eu fui com ele para o centro da Terra. Foi tão divertido que logo em seguida dei a volta ao mundo em 80 dias. E não parei por aí, porque depois fui navegar 20 mil léguas submarinas.

E foi tudo tão incrível, tudo tão maravilhoso, que a partir daí a literatura, não só fantástica, entrou na minha vida e nunca mais saiu. E tenho certeza que nunca mais vai deixar de estar comigo, porque essa paixão se tornou também profissão e hoje sou escritora (já conhece meus livros? Tem aqui) e jornalista, que não é necessariamente literatura, mas envolve escrita e histórias.



Depois do Julio Verne veio o Alexandre Dumas com seu Conde de Monte Cristo incrível. E vieram os autores brasileiros, com a triste história de O Guarani, com o engraçado enredo de Brás Cubas e o chocante (na época foi chocante, eu lá toda inocente, haha) Capitães de Areia. Ao mesmo tempo conheci a J. K. Rowling – li o primeiro Harry Potter com 11 anos e fui acompanhando a idade deles até o fim – e minha vida mudou. Em seguida entrou no meu caminho o maravilhoso C. S. Lewis e suas Crônicas de Nárnia e assim por diante. 


Esse marcador com uma frase de 20 Mil Léguas Submarinas me deu a ideia do post

A partir daí eu já tinha sido picada pelo bichinho da literatura e hoje em dia é difícil me encontrar por aí sem um livro na bolsa.

E você, qual foi o livro que fez com que você se apaixonasse pela literatura?

Teca Machado


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Vem conhecer os Livros da Teca

Segunda-feira é um dia bom para que?

Para comprar livros!

(Aliás, qualquer dia é bom para comprar livros, não é mesmo?)

E hoje vim apresentar para quem não conhece (e relembrar quem já conhece) meus filhotes – também conhecidos como livros, que podem ser adquiridos direto comigo, no site livrosdateca.com e na Amazon em formato de e-book.

I Love New York:


Alice cresceu apaixonada por Nova York. Mas sempre que tentava ir à Big Apple acontecia algo para atrapalhar seus planos. Quando um vídeo na internet fez com que ela virasse a piada de sua cidade e também do país, largou tudo e finalmente foi para Manhattan passar um tempo e tentar ser "esquecida por todos".

Estudando numa universidade americana, com novos amigos, um lindo namorado e um apartamento de cair o queixo, Alice pensou que tinha deixado o passado um tanto comprometedor para trás. Só que não foi bem assim que aconteceu.

Ela não era mais anônima nem mesmo na nova cidade.


Je T’aime, Paris:


Com um pai milionário encrencado com a Justiça e seus bens bloqueados, Ana Helena precisa aprender a viver com poucos recursos e decide se refugiar em Paris. Peraí! Como viver com pouco dinheiro em Paris? Não tem jeito! Arles acaba sendo a alternativa mais modesta. Mas a tranquilidade dessa pacata, porém charmosa, cidade do interior da França logo dá lugar a um turbilhão de acontecimentos envolvendo um novo amor, obras de arte importantes e homens tão ambiciosos que farão de tudo para colocar as mãos no que desejam. 

A grande aventura leva Ana Helena de volta a Paris, com perseguições alucinadas, romance, estratégia, muita ação, drama e reviravoltas. 

O que você faria para salvar um grande amor e alguns milhões de euros?


Blogueiras.com:


Oito histórias. Oito protagonistas. Uma paixão em comum: blogar!
Nas páginas desse livro, você conhecerá oito garotas diferentes com um sonho em comum. Seja falando de livros, música, comportamento ou viagem, tudo o que elas querem é compartilhar interesses e fazer novos amigos. No caminho, contudo, elas descobrirão que a blogosfera tem muito mais a oferecer. Embarque com elas nessa aventura e viva o sonho intensamente. Bárbara, Amanda, Mafalda, Valentina, Lilia, Helena, Aline e Clara vão te surpreender.

*** 

São histórias divertidas, no melhor estilo comédia romântica. I Love New York e Je T’aime, Paris, apesar de não serem continuações um do outro e poderem ler lidos fora de ordem, fazem parte do mesmo universo. Blogueiras.com é uma antologia de contos de oito autoras nacionais, sendo que uma delas sou eu, com a história Conversas Literárias.

E aí, que tal viajar literariamente comigo para Nova York, Paris e para o universo dos livros que você mais gosta?

Onde encontro:

Livros físicos com brindes:
www.livrosdateca.com

Livros digitais: Amazon (Normal e Kindle Unlimited) 
I Love New York
Je T'aime, Paris: O que você faria para salvar um grande amor e alguns milhões de Euros?
Blogueiras.com

 

Teca Machado

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Quando a Noite Cai, da incrível Carina Rissi


É com muitíssimo orgulho que falo que uma das minhas autoras preferidas é brasileira: Carina Rissi. Tenho vários escritores que amo de todo coração, mas ela tem um lugar especial. Com seus livros cheios de amor, risadas e emoção, ela me conquistou com todas as obras que já li. E com a mais recente, Quando a Noite Cai, publicada pela Verus Editora, não foi diferente. O livro se tornou uma das minhas leituras mais lindas de 2017.


Quando a Noite Cai é uma mistura de chick lit contemporâneo, romance de época e fantasia. Carina Rissi misturou esses elementos numa história que enche o coração da gente daquele sentimento quentinho e gostoso, do tipo que dá um frio na barriga enquanto a gente torce pelos personagens. Ah, e como a gente torce!

Pela primeira vez a autora nos dá duas histórias em uma. Acompanhamos um casal nos dias atuais e um na Irlanda do século XVI. Briana anda de mãos dadas com a má sorte. Desde que o pai morreu, a pensão da família anda quase à falência e ela, como filha mais velha, tirou para si a responsabilidade de ajudar nas finanças da casa, colocando seus sonhos de lado. O problema é que ela não é muito boa nisso. Nunca conseguiu ficar mais de uma semana em um emprego porque é o desastre em pessoa. A única coisa feliz em sua vida, além da relação linda com a mãe e a irmã, é que há cinco anos todas as noites sonha que é uma princesa apaixonada por um guerreiro irlandês (muito lindo, diga-se de passagem) de séculos atrás chamado Lorcan e vive com ele uma linda história de amor.

Carina Rissi
Ao sair de mais uma entrevista de emprego desastrosa, Briana “atropela” um carro e nele está Gael, um empresário que é igualzinho ao irlandês dos seus sonhos, literalmente falando, a não ser pela cor dos olhos. E enquanto Lorcan tem uma personalidade aberta e adorável, Gael é taciturno, triste e muitíssimo solitário. Briana acaba contratada por ele para ser sua assistente, mas como trabalhar para Gael quando a carga emocional que ele descarrega sobre ela é tão intensa quanto a de Lorcan? Por qual dos dois ela está apaixonada? Quando realidade e ficção se misturam na vida de Briana, ela descobre que o amor é uma força poderosíssima.

A gente pensa de início que quem irá mudar a vida de Briana é Gael, mas, na verdade, com seu jeito desastrado, inconsequente e divertido, Briana é quem irá transformar a vida do solitário Gael, e isso é muito bonito. O amor tanto dos dois quanto de Lorcan e Ciara, a princesa irlandesa, são extremamente palpáveis, reais e muito bem construídos.

O leitor se apaixona invariavelmente pelos dois núcleos da história. Ambos romances agradam, fazem suspirar e divertem o leitor. Talvez esse seja o livro mais maduro de Carina Rissi, como uma relação de personagens um pouco mais adultos, mas ainda assim voltado para jovens. Quando a Noite Cai é cheio de reviravoltas, segredos e descobertas, além de amor.


Gael e Lorcan entraram fundo no meu coração (Eu ouvi periguete literária? Ouvi!). Os dois são apaixonantes, lindos, leais e muito incríveis. Posso casar com os dois? Briana, apesar de teimosa como uma mula, foi uma protagonista pela qual me apaixonei – e olha que direto eu tenho birra com protagonistas. Ela faz tudo por aqueles a quem ama e se joga sem pensar duas vezes nos sentimentos. Ciara também foi maravilhosa, mostrando o que uma princesa tem de melhor ao se sacrificar pelo seu povo. Os personagens secundários também me agradaram muito, como a mãe de Briana, a sua irmã Aisla, a dona Lola e o melhor amigo de Gael Lorenzo.

Além dos romances, Carina Rissi nos presenteia com a história da Irlanda, suas lendas, sua mitologia e toda a região maravilhosa que eu sonho em conhecer. Foi tudo uma novidade, pois eu pouco sabia sobre a cultura. 

O único problema do livro para mim foi que eu só conseguia pensar em Lorcan e Gael como Jamie, de Outlander, que é escocês e ruivo, não loiro e irlandês, hahaha.


Recomendo um montãozão porque a Carina Rissi é maravilhosa!

Teca Machado

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Homem-Aranha: De Volta ao Lar – Vem, Tom Holland! Vem!


Finalmente consegui assistir Homem-Aranha: De Volta ao Lar (provavelmente amanhã o filme sai de cartaz, já que tem mil anos que está nos cinemas). E a sensação que ficou é a de que Tom Holland, interprete do herói, nasceu para esse papel. Ele é meninão, realmente adolescente (tem apenas 21 anos) e tem aquele charme maroto que conquista muita gente.


O diretor Jon Watts acertou em cheio ao não começar o filme com a origem do Homem-Aranha. Depois de três filmes com o Tobey Maguire (odeio!) e dois com o Andrew Garfiled (amo!), era totalmente desnecessário que o enredo tivesse início no passeio de escola no laboratório onde Peter Parker é picado por uma aranha radioativa e ganha seus novos poderes.

O prólogo mostra Toomes (Michael Keaton), que trabalha com reciclagem de destroços, sendo impedido de tocar seu negócio após o primeiro filme dos Vingadores porque o governo é quem irá lidar com toda a tralha alienígena que destruiu NY. Então ele passa a desenvolver armas com destroços contrabandeados e a comercializá-las. Em seguida anos passam e vemos Peter. Ele está gravando um vlog pessoal de toda a sua aventura em Berlin, quando foi ajudar os Vingadores na Guerra Civil, e em seguida somos jogados na sua vida cotidiana de herói que espera a grande próxima missão. Enquanto isso ajuda as pessoas do seu bairro ao impedir assaltos e ao dar informações para velhinhas perdidas, mas acha que isso não é o bastante, ele quer mais emoção na sua vida, ele sabe que é capaz de mais.



O grande tcham de Homem-Aranha: De Volta ao Lar é que os dramas de Peter não são dramas de um herói. Ele quer ser aceito, quer fazer parte de um grupo, quer impressionar a garota que gosta e quer impressionar Tony Stark (Robert Downey Jr.), quer equilibrar a vida comum com a do herói, ao mesmo tempo que esconde tudo da tia (Marisa Tomei). O que fazer: dançar com a sua paixonite ou ver o que explodiu ali perto?

Mesmo o vilão, que é chamado de Abutre, mas em momento algum isso é dito, tem uma construção bem feita. Toomes não quer tocar o terror, dominar o mundo ou simplesmente explodir coisas. Ele é um cara normal que foi impedido de fazer seu trabalho e achou uma maneira ilegal de continuar. Michael Keaton foi uma escolha de elenco muito bem feita e deu o tom ideal ao vilão, a ponto de fazer com que nos importemos com ele.




O diretor acertou muito ao mostrar o Peter mais humano possível, muito tranquilo e divertido (o que levou muita gente a achar o filme bobinho). E ao focar nisso, as cenas de ação se tornam segundo plano. Claro que quando elas são altamente importantes – e muitíssimo bem feitas, mas o foco é salvar pessoas no dia a dia, não salvar o mundo inteiro.

Tom Holland, como eu já disse, foi a escolha perfeita. O filme não seria tão divertido se não fosse por ele. O mais legal é que ele é apenas um nerd fã de Star Wars que foi picado pela aranha errada. E pelo que vi das entrevistas por aí é o próprio Peter Parker. O elenco de apoio também é muito bom, principalmente Ned (Jacob Batalon), o melhor amigo que descobre sua identidade secreta, Tia May (Marisa Tomei), que não é a velhinha fofa dos filmes anteriores, e nosso querido e amado Tony Stark (Robert Downey Jr.) e Happy (Jon Favreau). Só não fiquei muito fã de Liz (Laura Harrier), achei meio sem graça.



Homem-Aranha: De Volta ao Lar é mais uma produção divertida da Marvel, que se encaixa no padrão do universo cinematográfico já recheado de filmes e é um alívio encontrar o extremo oposto do chato Tobey Maguire (desculpa se você é fã, mas eu tenho um horror muito grande do ator, sempre tive).

E que venha mais do Homem-Aranha de Tom Holland!

Recomendo bastante.

Teca Machado