sábado, 30 de setembro de 2017

Vídeo novo: A Garota do Calendário


Vocês já viram as resenhas de todos os livros da série A Garota do Calendário, da Audrey Carlan, da Verus Editora:

Mas querem saber o que eu achei da série como um todo?

Vem cá ver o vídeo novo do canal, então!


Por falar nisso, você já se inscreveu? Toda semana tem vídeo novo para vocês!

Teca Machado


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Vikings – Cultura e mitologia nórdica


Você já conhece a série Vikings, essa maravilhosidade que estreia a quinta temporada em novembro? Se ainda não assistiu, vem cá que eu vou te apresentar o louco mundo da mitologia e da cultura nórdica!


Na época de escola a gente estuda bastante mitologia e história grega, egípcia e romana, mas pouco sabe de outros locais. A nórdica mesmo é muito rica! Tudo bem que passamos a conhecer um pouco mais com o filme do Thor, mas não é muito fiel, né? Me interessei mais ainda quando li os livros da série Magnus Chase, do Rick Riordan, e agora estou alucinada com a série Vikings, ainda que esteja bem atrasada com os capítulos (meu eterno drama de séries. Assisto e leio tanta coisa que fica difícil estar atualizada).

Vikings, dos mesmos produtores de The Tudors (amo!), gira em torno da comunidade liderada por Ragnar Lothbrok (Travis Fimmel), um lavrador que se tornou chefe do clã que luta, conquista, mata e saqueia. Essa era a realidade da Europa no começo milênio passado, quando invadir era quase esporte para algumas culturas. Ragnar tem sempre ao seu lado a esposa Lagertha (Katheryn Winnick), o irmão Rollo (Clive Standen), o amigo Floki (Gustaf Skarsgad), o filho Bjorn (Alexander Ludwig) e o padre católico que ele sequestrou Athelstan (George Blagden).




O grande tcham de Vikings é ver uma sociedade que não tem medo da morte. Pelo contrário, a deseja ardentemente se for para acontecer no campo de batalha, porque segundo a crença quem morre honradamente durante uma luta irá para Valhalla se banquetear com os deuses por toda eternidade. Portanto, não espere uma série doce e sensível. É cheia de violência, guerras e um tantinho considerável de sangue (mas nada que vá te chocar, não se preocupe). 

Claro que não podemos deixar de citar como Ragnar e Lagherta são total e completamente badass. Ragnar é inteligente, leal, forte, curioso, um líder nato e muito, muito lindo (minha nossa, o que são aqueles olhos azuis que parecem até neon?). E você pensa que um guerreiro tão poderoso e destemido seria meio malvado, né? Mas não! Ragnar é a gentileza em pessoa. E tem a incrível e linda Lagherta, mais macho do que todos os homens juntos – talvez só não mais que o Ragnar e mesmo assim eu não tenho certeza disso. É interessante como ela, mesmo sendo mulher, tem voz na sociedade, e assim como o marido é uma líder, e ele a respeita – e ama, olha que lindo – de maneira forte. Na verdade, a série tem mostrado o papel da mulher no mundo Viking e ele não era pequeno, não. Era importantíssimo! Talvez possamos copiar esse costume deles.



Mesmo que alguns episódios sejam mais parados, a maioria é eletrizante, do tipo que te prende na cadeira com intrigas, mortes, conspirações e invasões, além de muita gente bonita em roupas de couro. Não dá para resistir a uma série assim, né?

Um ponto que achei muito interessante é que Ragnar Lothbrok realmente existiu! Bom, talvez. É uma lenda no estilo do Rei Arthur. Todo mundo conhece, mas ninguém tem certeza absoluta se realmente foi real, mas acredita-se que sim.


A Netflix tem algumas temporadas de Vikings, mas não todas. E a série já foi renovada para a sexta temporada mesmo antes de começar a quinta. Bom demais!

Recomendo.

Teca Machado


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Princesas em 2017


As princesas Disney são presença carimbada aqui no blog, mas é que elas são TÃO lindas, né? E tem tanto artista talentoso imaginando como elas seriam nas mais variadas versões. E hoje trouxe para vocês o olhar da chilena Fernanda Suarez.

Ela imaginou como as princesas seriam se vivessem em 2017, assistissem tutoriais no YouTube sobre como prender o cabelo, usassem a palheta NAKED2 da Urban Decay, comprassem na Forever 21 e postassem várias fotos com os príncipes no instagram. Além disso, Fernanda Suarez tem certeza que elas lutariam pelos direitos iguais dos anões, pela conservação dos sete mares e muito mais.

Mulan

Bela

Jasmine

Ariel

Pocahontas

Branca de Neve

Cinderela

Por enquanto a artista só desenhou 7 princesas, mas a série não acabou. Ela está aceitando votos sobre qual deve ser a próxima (Rapunzel e Merida estão quase empatadas em primeiro).

Qual princesa você gostaria de ver?

Fonte: Bored Panda

Teca Machado

terça-feira, 26 de setembro de 2017

A Garota do Calendário - Dezembro


E eu conseguiiiiiiiiiiiiii!

Terminei a série A Garota do Calendário, de Audrey Carlan!


Sim, meus amigos, depois de exatamente um ano, 12 livros, uma história que me fez passar raiva inúmeras vezes e dar alguns poucos suspiros, cheguei ao fim da saga da Mia Saunders com o livro referente ao mês de dezembro.

Veja as resenhas dos volumes anteriores:
JaneiroFevereiroMarçoAbrilMaioJunhoJulhoAgostoSetembroOutubro e Novembro.

Em Dezembro Mia, Wes e uma equipe de filmagem vão para Aspen, o refúgio dos ricos americanos que desejam esquiar no inverno. Eles vão para fazer uma matéria sobre os artistas locais, já que um homem misterioso pagou muito dinheiro para que a garota fosse gravar um episódio do seu programa com o Dr. Hoffman na cidade. Ao encontrar uma das artistas, muito do passado de Mia vem a tona, a desestabilizando totalmente. Ao mesmo tempo, ela precisa deixar tudo em ordem para receber a sua família e a do Wes para um Natal cheio de neve.

Confesso que Dezembro não me surpreendeu. Por todo andar da série eu já imaginava o que Mia iria encontrar nesse último volume. E apesar de não ter sido uma surpresa, foi bem bacana (a autora não sabe fazer mistério, sempre fica óbvio). A saga teve um final que condiz com tudo o que aconteceu, com tudo o que ela passou. 

O lema de vida de Mia – Confie na jornada – fez muito sentido e, após um ano de acontecimentos ótimos e terríveis, Mia teve o seu final feliz, muito mais feliz do que poderia um dia imaginar. Ela confiou na jornada e teve a sua recompensa. Mia amadureceu, cresceu e se tornou uma mulher, ainda que eu não ache ela tudo o que muita gente fala.

Além dos acontecimentos de Dezembro em si, no final Audrey Carlan nos dá um gostinho do futuro com um epílogo sobre cada um dos personagens principais. E depois de um ano na vida deles, é muito bom saber o que aconteceu dali para frente, mesmo que de maneira resumida. 

Como em todos os volumes, a leitura foi leve, rápida e nada de mais. Teve um zilhão de cenas de sexo, para variar – SÓ QUE NÃO, o que cansa, mas era o último volume, então relevei.


O vídeo do canal nessa sexta vai ser sobre a série, então vou deixar meus comentários sobre a saga inteira para o fim da semana. E por falar no canal, você já se inscreveu? Já assistiu ao vídeo novo? Veja aqui! É sobre o livro 365 Dias Extraordinários.

Bom, Dezembro foi um fechamento bacana para A Garota do Calendário e eu fiquei muito feliz porque finalmente acabei (porque sendo bem sincera eu não aguentava mais, haha).


Recomendo.

Teca Machado

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Fome de Poder – A história por trás do McDonald’s


Já viu o vídeo da semana? Já se inscreveu no canal do blog? Falei sobre o incrível, maravilhoso, tudo de bom e lindo 365 Dias Extraordinários aqui.

A semana acabou de começar e eu já estou aqui cheia de ódio no coração!

Calma, não é nada muito dramático, mas é que na sexta-feira eu assisti Fome de Poder, do diretor John Lee Hancock, que conta a história da criação do McDonald’s e o que o levou a ser a potência que é hoje. E todo ódio que eu estou sentindo é do “fundador” Ray Kroc (Michael Keaton), um babaca de marca maior (tanto que a cada cinco minutos de filme eu soltava um audível “babaca”, de tanta revolta que fiquei).


Você já parou para pensar o que está por trás dos onipresentes arcos dourados da empresa que vemos em todo o mundo? A história é muito mais tensa do que podemos imaginar.

Nos anos 1950, Ray Kroc é um vendedor que já está na meia idade e ainda não conseguiu sua grande chance. Tem uma vida confortável, mas é só isso. Não é rico, não brilhou, não se destacou. Até que consegue vender um dos seus produtos para os irmãos Mac e Dick McDonald (John Carroll Lynch e Nick Offerman), que possuem um restaurante no interior da Califórnia chamado McDonald’s e inventaram um sistema de produção rápida de hambúrguer a um custo pequeno. Ray percebe que isso é revolucionário e talvez seja a sua grande chance. Se torna sócio dos irmãos e transforma o pequeno empreendimento em algo que atingiu o país inteiro – e posteriormente o mundo.



O grande problema é que Ray é um babaca, como disse lá em cima. É a raposa que entrou no galinheiro, é o cara sem escrúpulos que faz tudo pelo poder, até mesmo tomar para si o que era de outras pessoas. Não podemos negar que ele era um empreendedor que enxergou além do seu tempo – ainda que sempre tenha contado com a ajuda de outras pessoas, mas a que custo? Tanto nos negócios quanto na vida pessoal ele foi um homem dúbio.

E além do problema com o personagem em si, eu tenho problema com o Michael Keaton. Tá, eu sei, ele é um ótimo ator, mas não consigo gostar muito dele. Aquela cara sarcástica, aquele sorriso que passa de gentil a malvado num piscar de olhos. Eu sei que é implicância pura e simples, mas não posso fazer nada, não gosto dele.



Fome de Poder tem uma história muito interessante e um enredo que te prende. O McDonald’s é algo que todo mundo conhece, todo mundo já frequentou, mas pouca gente sabia da história por trás dele. O roteiro tem alguns pequenos furos e não se aprofunda em alguns aspectos da vida de Ray, como em seu casamento, mas é muito bom. E o ritmo do filme é certeiro. É uma biografia (do McDonald’s ou de Kroc?), mas tudo acontece com a velocidade certa, nem rápido demais e nem lento demais.

O título do filme em inglês, The Founder (O Fundador), tem muito mais sentido, ainda que o brasileiro tenha ficado bom. Já vimos traduções piores, não é mesmo?


Apesar de eu estar cheia de ódio no coração (não é pelo filme, é pelo protagonista), Fome de Poder vale bastante a pena ser assistido. Agora eu fico me perguntando: Qual será a história por trás do Burger King?

Recomendo.

Teca Machado

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

365 Dias Extraordinários – Vídeo novo no canal Teca Machado


Semana passada furei com vocês, mas cá estou eu para liberar o vídeo novo do canal: Teca Machado – Casos, Acasos e Livros. Por falar nisso, você já se inscreveu? É só vir aqui para ver o vídeo recente e os antigos!

E a resenha de hoje é de um livro que eu amo, idolatro e venero: 365 Dias Extraordinários, de R. J. Palacio, publicado no Brasil pela Editora Intrínseca, uma espécie de spin-off do incrível Extraordinário (que logo logo vai ser lançado nos cinemas).

Vem comigo, vem!


Gostou? Dá um “curtir” e se inscreva lá no canal. Toda semana tem produções novas para você!

Teca Machado

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Feito na América – Uma história maluca baseada em fatos reais


Um dos meus filmes preferidos é Prenda-me Se For Capaz, com o Leonardo DiCaprio. Acho muito interessante que uma história tão maluca seja baseada em fatos reais. Só de pensar que ele fez tudo aquilo de verdade é muito doido! E esse foi um dos motivos que me fizeram gostar bastante também de Feito na América, do diretor Doug Liman. E o fato de ter o Tom Cruise e eu adorar os filmes dele – até mesmo os mais blockbusters – ajudou.


Feito na América, que está nos cinemas desde a semana passada, conta a história de Barry Seal, com Cruise no papel principal. Ele era um piloto de avião comercial nos anos 1970 e 1980 que foi contratado pela CIA para realizar alguns projetos na América Central devido ao seu talento fora do comum no ar. Mas ao longo do caminho ele virou “o gringo que resolve tudo”, como traficante de drogas – tinha uma relação bem próxima com Pablo Escobar -, de armas e virou um agente duplo que foi perseguido por vários órgãos do governo americano e foi parte vital de um escândalo político que quase depôs o presidente Ronald Reagan. Segundo o diretor Doug Liman, Seal era meio que o FedEx do submundo nos anos 1980.

Acho que não há outro ator que interpretaria Barry Seal com tanto charme! Tom Cruise faz facilmente o público gostar desse anti-herói – quase vilão, na verdade, porque Seal era um canalha. Mas Cruise dá aquele sorrisinho típico dele e todos até torcemos por Barry. Ultimamente o ator tem interpretado apenas mocinhos, e apesar do estilo ser bem parecido com as outras produções que participa, cheia de ação e conspiração, essa é diferente por causa do protagonista calhorda. E quem também merece menção é Domhall Gleeson (de Questão de Tempo e Brooklyn) como o agente da CIA cheio de ambição.



Feito na América tem uma história bem doida, com Barry realizando absurdos, como pousar um avião no meio da rua, e nunca ser pego (ou ser para logo em seguida ser solto). Hoje em dia, com toda vigilância de câmeras, radares e rastreadores ao redor do mundo, o modo de agir de Seal jamais daria certo.

O filme não é contado de forma inteiramente linear, já que em vários momentos vemos Barry falando diretamente com a câmera em anos a frente e temos uma narração sobre questões políticas da América Central sempre que necessário, com animações para ilustrar.



A fotografia do filme ficou a cargo do uruguaio radicado no Brasil César Charlone e ele deu o tom que a América Latina sempre ganha em Hollywood: Muito verde, muita cor, muito suor e muito sol. Como grande parte de Feito na América passa em outros países que não nos EUA, é o tom predominante da produção. E a identidade visual ficou bem bonita, com câmeras feitas em movimento, em zoom in e out o tempo todo, como se alguém que estivesse nos acontecimentos filmasse tudo. É uma visão bem intimista.

Algo que achei muito interessante sobre Feito na América foi que o diretor tem uma ligação bem próxima com a história de Barry Seal. O seu pai, Arthur L. Liman, foi investigador especial do caso Irã-Contras, que estabeleceu que o governo americano havia vendido armas ao Irã e usado o lucro para financiar os Contras, que combatiam o governo Sandinista, de esquerda, algo mostrado no filme e que teve participação muito ativa de Barry.



Feito na América tem ação, tem Tom Cruise todo carismático e tem uma história maluca que é baseada em fatos reais. Bom, né?

Recomendo.

Teca Machado

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Destinos turísticos de séries


Viajar nos livros, viajar nos filmes e nas séries é sempre bom, mas viajar de verdade é tão bom quanto (e é melhor ainda viajar nos livros enquanto você viaja de verdade, né?).

Pensando nisso, o BuzzFeed fez um apanhado de locais que você passou a querer conhecer só por causa de algumas séries. Vai dizer que você nunca pensou nisso?

1- Nova York, EUA


Sex And The City

Essa é clichê, mas é a mais pura verdade! Por causa de Sex And The City, Friends, Gossip Girl, How I Met Your Mother e muitas outras que tem a Big Apple como cenário, queremos andar por suas avenidas gigantes, pela Times Square, por Chinatown, pela Ponte do Brooklyn e muito mais. E para explorar NY nem precisa ser rico como as meninas de Sex And The City e Gossip Girl. (E a cidade é também é quase uma personagem do meu livro I Love New York, que você pode conhecer e comprar aqui).


2- Dubrovnik, Cróacia


Game of Thrones

Se você não sabia onde é filmado grande parte das cenas de Game of Thrones, te apresento Dubrovnik! As sequências de Porto Real (King’s Landing) são todas feitas lá. E olha que coisa boa: Você nem precisa se preocupar com dragões e intrigas políticas que vão cortar a sua cabeça.


3- Medellín, Colômbia


Narcos

Eu ainda não assisti Narcos (Shame on you, Teca! Shame on you!), mas sei que a Colômbia é lindíssima! Além de Medellín, a capital, o país tem praias paradisíacas que valem muito uma visita.


4- Orange County, Califórnia, EUA


The O.C.

Duvido que aqueles que têm mais ou menos a minha idade (29 anos) não assistiram The O.C. e sempre – SEMPRE – cantavam junto com a abertura da série “California here we come, right back where we start from, Califooooooooooornia”. Considerado um paraíso, o Orange County foi meu sonho de consumo durante muito tempo. Pena que eu não tinha – e ainda nem tenho – o dinheiro dos personagens. 


5- Seattle, Washington, EUA


Grey's Anatomy

Shonda Rhimes é a rainha do drama e adora nos fazer chorar, principalmente com Grey’s Anatomy, que passa em Seattle (Confesso que parei de assistir quando um certo acidente de avião matou quase todo mundo!). Mas a cidade tem pontos turísticos lindos e vale muito uma visita. Só torça para não chover, porque lá é só chuva o ano todo.


6- Sana'a, Yemen


Prison Break

Não assisti Prison Break (mas está na lista, juro), então nem tinha ideia que passava no Yemen (tudo o que sei do país é que uma época o Chandler de Friends quase mudou para lá para fugir da Janice), mas o país árabe deve ser lindo, como todos na região. Só que é melhor deixar a sua visita em stand by porque eles estão passando por uma guerra no momento.


7- Albuquerque, Novo México, EUA


Breaking Bad

Desertos tem um quê de beleza, não tem? Breaking Bad que o diga! Passear em Albuquerque deve ser realmente uma viagem inesquecível, ainda que muito, mas muitooooo, quente (só que quando o assunto é calor e baixa umidade eu sou expert, já que moro em Brasília e sou de Cuiabá. Estou pronta, Albuquerque!).


8- Islândia


Sense 8

Sense 8 eu comecei a assistir, mas não entendi NADA e acabei desistindo. Quem sabe uma hora eu volte a ver. Mas sei que a série passava em vários locais do mundo, inclusive na Islândia e, olha, esse é um destino que eu já tinha interesse, porque uma amiga conheceu e disse que era incrível!


9- Oahu, Havaí


Lost

Não preciso que série nenhuma me incentive a ir para o Havaí! Lost e Hawaii Five.0 tem como cenário esse cantinho do mundo que tem lugares lindíssimos. Dá até vontade de se perder numa ilha deserta por lá, né? (Desde que essa ilha tenha um hotel 5 estrelas para você, haha).


10- Miami, EUA


Dexter

Muitas séries passam em Miami, mas Dexter foi uma que mostrava bastante a cidade, assim como CSI Miami (gente, assisti todos episódios e direto vejo reprises). Não tem o que reclamar da cidade: sol, pessoas bonitas, praia linda, drinks, comida e a Disney ali do ladinho.


11- Condado de Wicklow, Irlanda


Vikings

Se você assiste Vikings, com certeza fica babando naqueles cenários lindos, naquelas vilas entre as montanhas e o mar maravilhoso (Além de babar no Ragnar e na Lagherta, né? Maravilhosões!). A Irlanda já era um lugar que eu tinha muita vontade de conhecer, agora mais ainda. Vamos?

***

Fonte: BuzzFeed

E aí, quais outros lugares do mundo você quis conhecer por causa de uma série, de um filme ou de um livro? Se eu for parar para contar todos que eu quero, vocês ficam aqui até amanhã!

Teca Machado