sábado, 18 de novembro de 2017

Canal Teca Machado: As Cordas Mágicas, de Mitch Albom


Eu sei que já teve resenha escrita de As Cordas Mágicas, de Mitch Albom, publicado pela Editora Arqueiro (aqui), mas eu gostei TANTO, mas TANTO desse livro que ele merecia um vídeo todinho para ele!

Então vem comigo e assiste o que eu achei desse livro (já dou um spoiler: é maravilhoso!):


E se você ainda não se inscreveu no canal Teca Machado, aproveite e clique aqui. Toda semana – ou quase isso – tem vídeo novo na sexta-feira ou no sábado. Falamos sobre livros, literatura, curiosidades literárias e tudo o mais que envolve esse universo maravilhoso.


Bom sábado!

Teca Machado

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Lettering: o novo hobby


Tenho um novo hobby e ele se chama lettering!

Comecei a conhecer mais desse mundo com a Bia Marques, do Sobre Tudo Que Passa (comentei aqui). Ela acompanhava o blog e me mandou de presente um quadrinho lindo com uma frase de A Culpa é das Estrelas. Me apaixonei! E então comecei a estudar um pouco mais sobre o assunto meses depois. 

Quadro que a Bia Marques me enviou

Agora estou viciada! Sonho com lettering, passo horas no Pinterest vendo inspirações, fico doida para sobrar um tempinho à noite e eu fazer mais um pouco.

O lettering é a caligrafia pura e simples. Geralmente, entendemos por lettering aquelas frases e letras lindas em quadrinhos, cartazes, imagens. Sempre acompanhadas de algum tipo de desenho e muita fofura.

Há alguns livros sobre o assunto, como Caligrafia Criativa e Muito Mais, de Gabri Joy Kirkendall, Julie Manwaring, Shauna Lynn Panczyszyn e Laura Lavender, da Quarto Publishing, e Caligrafia Para Relaxar, de Amy Latta, da Editora Sextante. E tem muita gente que está transformando o hobby em job, ganhando dinheiro fazendo lettering (não é o meu caso, eu estou longe, muito longe, far far away disso, haha).


Eu, por enquanto, peguei várias dicas no YouTube – principalmente no canal Primeiro Rabisco, da Marina Viabone, e me inscrevi no site Happy Ever Crafter, da Becca Courtice – é tudo em inglês, mas facílimo de entender. E pego mil letterings no Pinterest – que também tem muitas dicas! – para tentar reproduzir.

Por enquanto eu estou na fase de “copiar” mesmo. Ainda não sou boa o bastante para criar os meus letterings, inventar minhas próprias imagens, e estou treinando com o de outras pessoas. Já fiz vários alfabetos para começar e fui a partir daí.

Esse foi meu primeiro de todos






É extremamente relaxante, apesar de exigir da sua concentração. Fico tempos ali e quando percebo, opa, já se passaram duas, três horas. Minha mente fica limpa e tudo o que eu tento é fazer bonitinho, apesar de ter zero talento para o desenho.

E você? Já conhece ou pratica lettering?


***

Já viu o vídeo dessa semana? É sobre o divertido livro Austenlândia, de Shanon Hale. É só clicar aqui! E aproveite a promoção de Black Friday adiantada dos meus livros! Je T’aime, Paris está só R$ 10! Corre lá no livrosdateca.com.

Teca Machado

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Cinderela Pop – Princesa moderninha


Depois de leituras muito intensas, longas ou profundas, tudo o que a gente quer é um livro mais fácil, leve e que não exija muito do seu cérebro. E foi assim que li no mês passado Cinderela Pop, da Paula Pimenta, publicado pela Galera Record. Havia lido Os Tambores de Outono – Parte 1, livro 4 da série Outlander, e sempre ler um livro da Diana Gabaldon exige tempo, compromisso e um coração pronto para sofrer, por isso acabei me jogando numa obra que não fosse pedir muito de mim. E, assim como em Princesa Adormecida (comentei aqui), encontrei uma leitura fofinha, doce e infanto-juvenil.


Cinderela Pop é uma extensão do conto Princesa Pop, que a Paula Pimenta havia publicado no Livro das Princesas, junto com outras autoras. Fez tanto sucesso – como tudo o que ela escreve – que acabou virando livro, o segundo da coleção Princesas. Ele é uma releitura bem moderninha de, como o título já diz, Cinderela. A história é criativa e diferente, mas é possível ver claramente a inspiração do original.

Em Cinderela Pop conhecemos Cíntia, uma garota de 17 anos que não acredita mais no amor. Seus pais se separam, a mãe foi morar no Japão, o pai casou com outra e Cíntia se mudou para a casa da tia. E acabou descobrindo uma paixão: ser DJ. Na festa de 15 anos das meias-irmãs, que ela vai trabalhar escondida, acaba sem querer conhecendo um príncipe, quase que literalmente falando, e ele fica com seu sapatinho – não de cristal, um All Star mesmo. E sua vida fica de pernas para o ar, já que não sabe se dá uma chance para o amor ao mesmo tempo que precisa esconder sua identidade de todos.

A leitura é bem rapidinha, já que o livro é curtinho e muito fácil de ler. A Paula Pimenta escreve para adolescentes – o que não impede adultos de lerem também, meu caso (até porque minha alma terá eternamente 17 anos, haha). A história é fluída, coesa e prende a atenção do leitor. É claro que temos ali uma promessa de final feliz, alguns clichês, ainda que colocados de forma criativa, e um romance super fofo e bem inocente.

Cíntia, a protagonista, é até bem madura para a idade dela. Não é nenhuma Katniss da vida – que tinha a mesma idade e salvou o país inteiro e tals -, mas tem o equilíbrio que uma adolescente deveria ter e uma cabeça super no lugar. A sua madrasta, vilã da história, parece ter 13 anos, hahaha. E me irritou de maneira profunda. Mas vilões servem para isso, né?

A Galera Record caprichou bastante na edição, como sempre faz nos livros da autora. A capa é bem bacana, assim como toda identidade visual interna, como detalhes que fazem a diferença e te dão vontade de fotografar o livro todinho.

Acho que gostei mais de Princesa Adormecida, mas pelo simples fato de que eu gosto mais da Bela Adormecida. O terceiro livro da coleção é Princesa das Águas, que é uma releitura de A Pequena Sereia.


Recomendo.

E se você gosta de livros de romances no melhor estilo comédia romântica, meus livros – I Love New York, Je T’aime, Paris e Blogueiras.com - estão em super promoção de Black Friday no livrosdateca.com. Além disso, eles vêm com vários mimos! Corram que estão quase no fim!

Teca Machado 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Stranger Things – Segunda temporada


Sei que já faz uns dias, mas eu ainda não consegui superar a maravilhosidade que foi a segunda temporada de Stranger Things! Foi lançada há duas semanas, eu assisti há uma, mas não consigo parar de pensar nela, parar de pesquisar referências, parar de assistir vídeos do elenco... Enfim, meu coração está tomado pela série. E se você está com medo de ler a resenha por causa de spoilers, não se preocupe: aqui nunca rola spoiler!


Nem os irmãos Duffer – e nem a própria Netflix - imaginavam que a série seria esse fenômeno. O sucesso se deu por vários motivos: Uma história diferente, um elenco muitíssimo bem escalado, a nostalgia dos anos 1980 com as quais os mais velhos e os mais novos se identificam, o mistério, o suspense que não chega a dar medo, mas também não é bobinho, ser cheio de referências e pontas soltas que vão se amarrando e criando novas. E eles conseguiram algo muito difícil: Que a segunda temporada fosse tão boa e talvez até melhor do que a primeira.

A segunda temporada tem um quê muito mais de cinema do que a primeira. São três atos: o começo, em que somos apresentados à realidade; o meio, que é quando tudo desanda; e o fim, o momento em que tudo chega ao clímax e é resolvido – ou não. É até mesmo possível pensar nessa temporada como um filme longo de nove episódios (sendo que um deles destoa total e completamente. Quem já assistiu sabe que o episódio 7 é meio fora da curva). Eu mesma assisti a quase todos seguidos. Vi sete de uma vez só e só parei porque o sétimo é uma quebra da história e já eram 4h30 da manhã. E quer saber? Não é nenhum pouco cansativo. Mas ao mesmo tempo que dá para assistir seguido, também dá para ver um de cada vez.




Para quem não sabe, Stranger Things 2 gira em torno da volta de Will (Noah Schnapp) e as tentativas de voltar ao normal. Mas o Mundo Invertido parece perseguir o garoto e ele não consegue deixar tudo para trás, mesmo com a ajuda dos amigos e da mãe. Enquanto isso, Eleven (Millie Bobby Brown) retornou e vive escondida com Hopper (David Harbour), mas isso não é o bastante para a garota.

Impossível falar de Stranger Things sem falar do elenco e do desenvolvimento dos personagens. O quinteto principal – Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin e Noah Schnapp – é de uma sintonia e fofura que não se vê em qualquer lugar. Fora que as atuações são de outro mundo, principalmente a de Noah, que dá um show sempre que aparece, e Millie, que é especial. Gaten, nosso amado Dustin, é o mais divertido, sem dúvidas, e é o personagem preferido da maioria. E o quinteto ganhou uma nova integrante, Max (Sadie Sink), uma ótima adição. Tudo é bem pensado e a relação de Eleven e Hopper é daquelas de aquecer o seu coração e quase te fazer chorar.




E como discorrer sobre essa segunda temporada e não falar do Steve (Joe Harrington)? Meu Deus, esse menino merece um post todinho para ele! Foi um dos maiores desenvolvimentos que já vi num personagem. Ele passou de babaca-mor para queridinho-mor, ainda que com seus toques de personalidade que não deixaram de existir. Sua mudança foi completamente crível e deixou a todos apaixonados, principalmente quando o assunto é a sua relação de cuidado com os garotos mais novos e a de amizade com Dustin, se tornando uma figura paterna e de irmão mais velho para o garoto. NÃO DÁ PARA AGUENTAR TANTA LINDEZA!



Foi interessante que mesmo com todos os problemas sobrenaturais – o Mundo Invertido invadindo o real, o grandíssimo Monstro das Sombras e tudo o mais – há ainda os problemas “mundanos”: A chegada de uma nova garota e a disputa dos meninos para chamar a sua atenção, sofrer bulliyng pelos colegas, o novo namorado de Joyce (Wynona Ryder) Bob (Sean Astin), a adolescência crescente de Eleven, a amizade incondicional, Nancy (Natalia Dyer) viver um triângulo amoroso e a guerra de Steve com um novo babaca rei da escola, Billy (Dacre Montgmorey, irreconhecível!). Tudo isso mesclado de forma muito coesa, com os problemas sendo tratados da mesma maneira, sendo sobrenaturais ou normais.

Muito que ficou em aberto da primeira temporada foi respondido e novas questões apareceram e também tiveram seu desfecho, além de algumas novas perguntas para a terceira temporada. Os Duffer fazem o mistério, mas sem a ponto de ficar chato e não responder nunca, mas também não dão nada de bandeja. E essa é a graça de Stranger Things – que além da tensão, consegue nos fazer rir).



Ainda não assisti o Beyond Stranger Things, também da Netflix, com bastidores e curiosidades sobre a série. É o que vou ter até o lançamento da nova temporada, que dizem ser só em 2019. AI, MEU DEUS, COMO EU VOU SOBREVIVER ATÉ 2019 SEM STRANGER THINGS, SEM GOT, SEM UM MONTE DE COISAS?

Se você ficou curioso, procure na internet e encontre as referências de Stranger Things 2. São inúmeras e maravilhosas. E lembre-se: Nada está lá por acaso, nunca (nem a música, nem os acessórios, nem tudo o que parece sem importância).

Recomendo demais!

Teca Machado

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Vídeo novo: Austenlândia


Sexta tem vídeo novo e hoje não poderia ser diferente!

No canal Teca Machado saiu o vídeo com a resenha de Austenlândia, de Shanon Hale, publicado no Brasil pela Record.

Me dá a mão e vem comigo assistir:



Que tal aproveitar e se inscrever no canal? Também vou adorar se você curtir o vídeo e ajudar a gente a crescer.

E não se esqueça: Tem promoção de Black Friday (mesmo não sendo ainda) no site livrosdateca.com com todos meus livros e mimos em super promoção. É só clicar aqui e se jogar!

Bom final de semana!

Teca Machado


Sente o drama! - Projeto Drama Queen #108



- Jeannie, você me ama? 

(Esperando a minha cachorrinha responder, mas no momento ela só olha para a minha cara) 

- Jeannie, se você me ama, me dá uma lambida no braço. 

(Cri cri cri – me ignora e faz uma cara de “sai daqui, sua louca”) 

- Jeannie, por que você não me ama? 

(Cara de: “eu não sei falar, mas, sério, você é bem louca, irmã”) 

- Jeannie? Jeannie? Me respondeeeeeeeeee ou me dá um beijinho!

(Meu pai se intromete e Jeannie sai fora do quarto, agradecendo meu pai) 

- Filha, por que você estava espremendo a Jeanninha? 
- Estava tentando entender se ela me ama... (cara de choro)
- É óbvio que ela te ama, né, sua doida? 
- Pai, como você pode ter tanta certeza disso? 
- Ela não te larga um minuto. 
- Pai, ela está preferindo dormir na cozinha do que no meu quarto. Você tem noção disso? 
- Filha, ela tem direito de ter a privacidade dela. 
- Você está dizendo que não dou privacidade para a minha cachorra? 
- Não começa o drama. 
- QUEM ESTÁ FAZENDO DRAMA AQUI??? 

(Jeannie interrompe e me dá a tão desejada lambida no braço e sai correndo)

- E aí? Quem não te ama mesmo, filha? 
- Pai, ela fez isso por pura pena. 
- Ah, com certeza. 
- Você também acha isso? Pai, mudando de assunto li no Google que quando cachorro não deixa tirar a coleira, ele acha que manda no dono. 
- Você tem dúvida de que ela não te faz de trouxa? 
- Não faz nada. Ou faz? Jeannie, você me faz de trouxa? Vem cá, Jeannie Daixum! 
- Filha, você não pode acreditar em tudo que você lê no Google, né? Provavelmente, ela tem medo do barulho da coleira. 
- Mas com você ela deixa. 
- Ah! Mas é diferente... Filha, olha, chega desse assunto, ela te ama e PRONTO. 
- Por que ninguém tem paciência comigo? 

(Meu pai sai andando e a Jeanninha vai do lado dele, me deixando para trás... Vida cruel) 



***

Pois é, gente. Nem a minha cachorrinha escapa dos meus dramas! Vocês também são assim? A sorte que ela é tão dramática quanto eu. =D Ah! Vale lembrar, que a história não aconteceu exatamente assim, mas volta e meia tem um episódio parecido por aqui, hahaha. 

O Projeto Drama Queen é uma parceria entre os blogs Pequena Jornalista e Casos, Acasos e Livros. Duas vezes por mês, um draminha bem dramático para vocês. Quem quiser compartilha com a gente seus episódios “ajeita a coroa”, fique à vontade. 

Beijos, Carol. 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Depois Daquela Montanha – Adaptação cinematográfica


Ano passado li Depois Daquela Montanha (comentei aqui), de Charles Martin, publicado no Brasil pela Editora Arqueiro, e o romance destruiu e aqueceu meu coração. Foram momentos desesperadores entremeados por suspiros numa leitura que gostei muito. Por isso eu estava super na expectativa para assistir a adaptação cinematográfica do diretor Hany Abu-Assad, que teve como protagonistas Kate Winslet e Idris Elba. Posso dizer que mesmo com as diferenças da história original, gostei bastante.


Depois Daquela Montanha conta a história de Alex (Winslet) e Ben (Idris Elba). Ela é uma fotojornalista a caminho do próprio casamento e ele é um cirurgião que precisa voltar para casa para realizar uma operação. Eles se conhecem no aeroporto ao descobrir que o voo que pegariam foi cancelado devido ao tempo ruim. Então eles decidem fretar um avião para chegar a tempo para seus compromissos. Só que o pior acontece, o avião cai e eles ficam perdidos, muito machucados, numa cadeia de montanhas gigantesca, extremamente gelada e aparentemente sem vida. Eles precisam se apoiar um ao outro – e ao cachorro que estava no avião com eles e sobreviveu - GRAÇAS A DEUS – para encontrar civilização e voltar para casa.

Eu sei que linguagem de cinema não é a mesma linguagem literária e sempre vão ter diferenças entre um e outro (apesar de que uma diferença imprescindível – uma revelação bem importante de um dos personagens - na minha cabeça fazia todo sentido continuar igual, mas, enfim, sou só uma leiga doida por cinema e por literatura). Então geralmente aceito numa boa as mudanças. O que eu senti é que no livro a saga deles foi mais triste e dramática do que no cinema. Claro que o fato de termos acesso aos pensamentos, medos e inseguranças dos protagonistas ajuda muito nessa imersão, mas sinto que talvez tenham simplificado um pouco a história que era mais densa. Provavelmente isso a tenha transformado em algo mais palpável ao público em geral. Por exemplo, no livro Alex quebra a perna de uma maneira terrível e não consegue andar. No filme parece bem mais simples e com uma tala e uma bengala ela se locomove.





Mesmo com cenas de acontecimentos trágicos, não é um filme de muita ação ou efeitos especiais como estamos acostumados nos últimos tempos – os filmes de heróis que o digam. Mas Depois Daquela Montanha tem um elemento humano muito incrível, além de um elenco impossível de colocar defeito. Kate Winslet e Idris Elba são incríveis juntos e possuem uma química muito bacana. O roteiro não é o mais cheio de diálogos no mundo, mas as conversas entre eles convencem, assim como as situações altamente plausíveis nas situações extremas que vivem nas montanhas. E não posso deixar de citar o cachorrinho labrador lindãozão que parece feliz o tempo todo correndo na neve.

A fotografia de Depois Daquela Montanha é espetacular. Mesmo que cruel, a neve é linda! E o lugar onde Ben e Alex ficam perdidos é maravilhoso, ainda que impiedoso. O diretor fez de uma maneira que a sensação de solidão é ainda maior, nos dando realmente a impressão de que aquele é talvez um outro mundo se estende sobre eles.




A produção mescla filmes de sobrevivência com uma história de amor que surge nas adversidades. E é bacana que ele explora, mesmo que nem tanto, a pergunta de que um romance duraria fora daquelas situações extremas. Muitas vezes Depois Daquela Montanha cai em clichês, mas quem disse que a gente não gosta deles?

Recomendo.

Teca Machado


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Meu Romeu – Livro 1 da trilogia Starcrossed


Em setembro eu fui para São Paulo e descobri que justamente nos dias que eu estaria lá a autora Leisa Rayven faria uma tarde de autógrafos. O primeiro livro dela, Meu Romeu, da trilogia Starcrossed, publicado pela Editora Globo, estava na minha estante há tempos, então resolvi aproveitar a oportunidade para ler. E, MINHA NOSSA, POR QUE EU NÃO FIZ ISSO ANTES? Segura na minha mão e vem ver que leitura maravilhosa.


Cassie é uma atriz que finalmente vai estrelar uma peça da Broadway. Ela estaria dando pulos de alegria se não tivesse ficado sabendo que seu parceiro de cena era o it boy do momento: seu ex-namorado Ethan. Seis anos antes ele partiu o seu coração e ela nunca conseguiu se recuperar da peça de Romeu e Julieta que estrelaram juntos na época de faculdade. A volta de Ethan traz a tona todos os sentimentos de Cassie, inclusive a química louca que eles tinham.

Meu Romeu é aquele tipo de livro que a sinopse não chega nem perto dos pés dele (isso acontece muito com os livros da Colleen Hoover). Não se deixe enganar por essa sinopse aparentemente simples, porque a obra é incrível, vai despedaçar seu coração, juntar pedaços, despedaçar de novo e assim por diante num ciclo quase infinito.

Meu exemplar com autógrafo 

A Leisa Rayven soube como prender a atenção do leitor usando passado e presente juntos, colocando ali um mistério. Temos a Cassie e o Ethan do presente lidando com a Cassie e o Ethan do passado. A autora nos dá capítulos alternados contando as duas histórias – que na verdade é uma só – simultaneamente. E ficamos tentando entender como uma relação como a que eles tinham acabou dando tão errado e em tão pouco tempo.

Toda história é narrada por Cassie. Ela é uma boa protagonista (vocês sabem que eu tenho problemas com mocinhas, mas dela eu gostei), mesmo em momentos de insegurança quando tudo o que eu mais queria era dar uma sacudida nela e falar “minha filha, se dê valor!”. Com sua ingenuidade inicial e posterior amargor, Cassie conquista o leitor. E Ethan, o que falar dele? Que bad boy, que horror, que homem maravilhoso! Ele nos desperta sensações ambíguas, já que ora queremos dar um soco no meio da fuça dele e ora queremos dar um super beijo no rapaz (#perigueteliteráriafeelings). Há uma evolução de personagens bem bacana.

Eu e a Leisa (eu sempre saio com cara de doida nas fotos com autores, hahaha)

Leisa Rayven vai construindo uma tensão sexual que embala o leitor e nos tortura. A história, que é considerada new adult, tem cenas hots, mas o livro não é baseado nisso. Então se você tem problemas com obras eróticas demais, não se preocupe, não é o caso. Temos aqui um drama, uma história de amor de relacionamentos quebrados, de corações partidos e de problemas que vão muito além de um simples pé na bunda.

Meu Romeu acaba de uma maneira que você quer dar uma livrada na cabeça da autora, já que nos deixa um super gancho para o próximo volume, Minha Julieta. Acredito que muitas questões serão respondidas e que as coisas comecem a se encaixar.

A trilogia Starcrossed é formada por:

1- Meu Romeu
2- Minha Julieta
3- Coração Perverso
4- Histórias de Meu Romeu – Contos extras


E a Leisa Rayven ainda tem outros títulos, como Mr. Romance, que já tenho e quero muito ler.

E se você não viu o vídeo do dia que eu conheci a Leisa Rayven, super maravilhosa e simpática, é só apertar play (e aproveitar para se inscrever no canal):


Recomendo muito!

Teca Machado

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Frases de Friends para usar na vida real


Não sei vocês, mas sendo Friends uma das melhores séries da vida e que eu já assisti a cada episódio pelo menos umas 20 vezes, sei várias – várias mesmo! – frases de cor. E o melhor de tudo é que muitas delas são altamente usáveis no nosso dia a dia.

Vai me dizer que você nunca falou “Unagi” e colocou o dedo do lado da têmpora ou soltou no meio da frase um “how you doin’”? Até porque eu sei que você já se enfiou em várias situações parecidas com as deles (a não ser ficar preso numa caixa para pedir perdão ao melhor amigo ou ficar entalado numa calça de couro cheia de hidratante e talco na casa de uma crush).

Ross e sua calça entalada

O site Digital Spy fez um apanhado com frases de Friends altamente usáveis na vida real. E vamos começar com a clássica das clássicas:

1- We were on a break!



2- Unagi.



3- Could I be any more... (acrescente o que você quiser)



4- How you doin’?



5- He’s her lobster.



6- Pivot!



7- They don’t know that we know they know we know.



8- Fine by me!



9- The friendzone.



10- Joey doesn’t share food!



11- I’m breezy!



12- I wish I could, but I don’t want to.


13- Oh.my.God.



14- Bater os pulsos (Essa não é uma frase, é um gesto)



15- Wah-pah! (som do chicote bem mal feito)



Fonte: Digital Spy

E você? Usa algumas dessas frases? Eu uso várias (We were on a break, could I be any more..., Unagi, Joey doesn’t share food, how you doin’, he’s her lobster...).

Essa foto é só para mostrar a minha camiseta de Friends que eu amo!

Ai, que vontade de assistir tudo de novo!

Teca Machado