sexta-feira, 30 de março de 2018

Porque Ele vive


Hoje é Sexta-Feira Santa.

O dia em que Jesus foi crucificado.

O dia que o sacrifício mais cheio de amor foi feito para a humanidade.

Domingo comemoraremos a ressurreição, a prova de que Cristo vive.


Esse vídeo me emociona todas as vezes que eu assisto porque eu sei que meu Jesus morreu para nos salvar dos nossos pecados e que Ele ressuscitou para provar que ninguém é maior do que Ele. E essa é a história da Semana Santa.

Eu agradeço pela Páscoa, agradeço pelo sacrifício e agradeço pela misericórdia Dele por nós.

Feliz Páscoa para vocês!

Teca Machado

quarta-feira, 28 de março de 2018

Sarah J. Maas recebe roteiro de adaptação de Corte de Espinhos e Rosas


Se você me acompanha pelo menos um pouquinho, sabe que ando no último ano num enlouquecimento pela saga de livros Corte de Espinhos e Rosas, da Sarah J. Maas, publicado no Brasil pela Galera Record.

Ao terminar o primeiro livro, Corte de Espinhos e Rosas, fiquei assim:


Ao terminar o segundo, o incrível e maravilhoso Corte de Névoa e Fúria, fiquei assim:


E agora estou prestes a ler o terceiro, Corte de Asas e Ruína, e estou assim:


Por que?

Porque a Maas ama nos destruir, remendar, sambar no nosso coração, consertar tudo, rasgar nossos sentimentos e assim por diante num looping eterno de atropelamento de emoções (Mas é maravilhoso, juro!).

Mas hoje vim falar de uma novidade que a autora divulgou essa semana no seu instagram:


Ela recebeu o roteiro de Corte de Espinhos e Rosas!

Éééééé, nossa série amada vai virar filme! O que é animador e assustador ao mesmo tempo. Você não odeia quando um estúdio destrói a adaptação do seu livro amado? Mas é também maravilhoso quando dá certo! Por isso essa mistura de medo e alegria.

Em 2015 a Sarah J. Maas vendeu os direitos da série para a Piers Tempest e Tempo Entertainment, que são responsáveis pela franquia Resident Evil e a série da Netflix Shadowhunters (Ok, isso me dá um pouco de receio, porque apesar de amar Os Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, convenhamos, a série é meio tosca).

Série Corte de Espinhos e Rosas

O roteiro, que finalmente chegou às mãos de Maas depois de quase 3 anos, foi assinado por Rachel Hirons, responsável pela série Kiss Me First, que não assisti, então não posso opinar. A autora disse que ainda há um longo caminho pela frente, porque nem mesmo diretor ou elenco foi escolhido (Ai, céus, quem será nosso muso Rhysand?).

A própria Maas disse que está empolgada e que o time está apaixonado por adaptar a jornada de Feyre para os cinemas. E o estúdio garantiu que o roteiro irá captar toda magia e emoção dos livros. Assim esperamos, né?

Deixando o medo de lado, posso garantir para vocês que eu estou assim:


E se você ainda não leu a série Corte de Espinhos e Rosas vai CORRENDO agora mesmo. Juro que você não vai se arrepender!

Teca Machado


terça-feira, 27 de março de 2018

Pedro Coelho - Crítica


“Tia é para essas coisas”, disse a minha irmã me pedindo para ir ao cinema com as minha sobrinhas. Eu realmente gosto de levar as meninas ao cinema, desde que o filme seja bacana e me interesse também (eu me recusei terminantemente a assistir Meus Quinze Anos, da Larissa Manoela). Mas elas me pediram muito para assistir Pedro Coelho, do diretor Will Gluck. Tinha visto o trailer, achado meio bobinho, mas vamos lá, né? Como minha irmã disse, tia é para essas coisas. E ainda bem que eu fui. Me diverti com um filme infantil diferente dos últimos que assisti.


Pedro Coelho é baseado nos livros Peter Rabbit, de Beatrix Potter. Pedro, suas irmãs e seu primo moram no campo, na Inglaterra. Vivem numa toca ao lado de Bia (Rose Byrne) e Severino (Sam Neill). Bia é uma protetora dos coelhinhos e acredita que a terra precisa ser compartilhada. Severino já tem outra ideia. Odeia os coelhos – inclusive matou o pai coelho, numa cena que partiu meu coração – e não deixa que os animais comam da sua horta. O que não os impede de roubar uns legumes, claro. Quando Severino morre e Thomas (Domhnall Gleeson), seu sobrinho-neto, assume a propriedade, Pedro acredita que seus problemas acabaram, afinal, o rapaz está se envolvendo com Bia. Só que Thomas é ainda pior do que Severino e coelhos e homem começam uma guerra.



Temos aqui uma história que tinha tudo para falar do politicamente correto, de partilhar com os mais fracos, cuidar da natureza e tudo o mais. Mas Pedro Coelho tem uma pegada muito mais Tom e Jerry, Papa-Léguas e Coyote, com brigas, guerras e batalhas entre coelhos e humanos (e isso gerou polêmica nos EUA, já que em certa cena Pedro faz com que Thomas coma uma amora, que ele é alérgico, e algumas pessoas disseram que é bullying, maldade demais). E isso é algo que pode agradar os mais velhos – sei que eu me diverti muito -, ainda mais porque há muitas referências, como quando eles falam que alguém revive igual a um highlander.




Além disso, Pedro Coelho é um protagonista malicioso, arrogante e cheio de si. É aquele filme em que a jornada do herói molda o comportamento futuro dele, o tornando uma pessoa melhor. Vi dublado, mas acredito que deve ser melhor no original porque quem dubla é James Corden. As irmãs de Pedro e seu primo Benjamin são fofos, divertidos, com personalidades muito bem delineadas. Bia é inocente, bondosa e completamente avoada. Sua relação com os coelhos é muito bonitinha e Pedro vê nela uma mãe-postiça, por isso se sente ameaçado quando ela começa um relacionamento com Thomas. Rose Byrne trouxe a leveza que a personagem pede. E Domhnall Gleeson é um ótimo antagonista. O ator geralmente faz mais filmes dramáticos (Questão de Tempo ❤), mas ele se deu muito bem com essa comédia infantil que pediu muito da sua expressão corporal. Ele dá acessos de raiva, corre atrás dos coelhos, apanha, toma choque, cai e muito mais, e o faz de maneira que não parece forçada. Seu vilão é mau em muito momentos, mas passamos a ver que ele é apenas incompreendido, meio louco e com um pouco de esforço e carinho ele vai se tornar uma pessoa melhor.

A fotografia e os efeitos especiais são muito bonitos. O campo inglês é realmente um lugar lindo para se morar e o filme não deixa de ser uma ode à região. E o engraçado é que os animais não chegam a ser antropomórficos, mas não são inteiramente naturais. Todos usam roupinhas (muito se comenta da jaqueta marrom do Benjamin, e “todo mundo sabe que marrom sobre marrom não é fashion”), falam – e em certos momentos até mesmo com humanos, e convivem numa sociedade bem organizada entre várias espécies.




Foi um acerto do diretor usar como obras de Bia ilustrações dos livros de Pedro Coelho. Além disso, as imagens são usadas como maneira de flashback da história dos animais. Só não foi muito legal terem traduzido os nomes dos personagens. Pedro é Peter, Bia é Bea, Severino é McGregor e muito mais.

Mesmo que não foque no politicamente correto, a história tem uma boa mensagem e prega valores, sem ser de forma piegas. Pedro Coelho foi uma surpresa para mim e pode ser para você.

Recomendo.

Teca Machado


segunda-feira, 26 de março de 2018

Canal Teca Machado: We Should Hang Out Sometime


No fim de semana foi ao ar vídeo novo no Canal Teca Machado!

Você já ouviu falar de We Should Hang Out Sometime, do Josh Sundquist?

Como o próprio autor já diz, essa é, embaraçosamente, uma história real. O atleta paralímpico e palestrante motivacional conta o desastre que sempre foi a sua vida amorosa de maneira muito divertida, bem-humorada e sem deixar a peteca cair.

Vem ver a resenha:


Gostaram? Eu sei que adorei a leitura!

Recomendo.

Teca Machado

quinta-feira, 22 de março de 2018

HBO divulga primeiras imagens de série inspirada no livro A Amiga Genial


Ainda não li, mas já ouvi falar muito de Elena Ferrante e sua quadrilogia Série Napolitana, cujo primeiro livro é A Amiga Genial. Já me indicara e estou bem curiosa. E acabei de ter uma notícia boa: Vai virar série da HBO. Inclusive, nos últimos dias o canal divulgou fotos das atrizes escolhidas e as primeiras imagens das filmagens na cidade de Caserta, na Itália.

Durante 8 meses, testes aconteceram com 9 mil crianças e 500 adultos. As estreantes Elisa Del Genio e Ludovica Nasti serão as protagonistas jovens, e Margherita Mazzucco e Gaia Girace viverão as personagens adolescentes. A produção terá 8 capítulos e será sobre o primeiro dos quatro livros, sendo dirigida pelo italiano Saverio Costanzo.

Elisa Del Genio e Ludovica Nasti - Crédito: HBO

Gaia Girace e Margherita Mazzucco - Crédito: HBO

Vem ver a sinopse:

“A Série Napolitana, formada por quatro romances, conta a história de duas amigas ao longo de suas vidas. O primeiro, 'A Amiga Genial', é narrado pela personagem Elena Greco e cobre da infância aos 16 anos. As meninas se conhecem em uma vizinhança pobre de Nápoles, na década de 1950. Elena, a menina mais inteligente da turma, tem sua vida transformada quando a família do sapateiro Cerullo chega ao bairro e Raffaella, uma criança magra, mal comportada e selvagem, se torna o centro das atenções. Essa menina, tão diferente de Elena, exerce uma atração irresistível sobre ela.

As duas se unem, competem, brigam, fazem planos. Em um bairro marcado pela violência, pelos gritos e agressões dos adultos e pelo o medo constante, as meninas sonham com um futuro melhor. Ir embora, conhecer o mundo, escrever livros. Os estudos parecem a melhor opção para que as duas não terminem como suas mães entristecidas pela pobreza, cansadas, cheias de filhos. No entanto, quando as duas terminam a quinta série, a família Greco decide apoiar os estudos de Elena, enquanto os Cerrulo não investem na educação de Raffaella.

As duas seguem caminhos diferentes. Elena se dedica à escola e Raffaella se une ao irmão Rino para convencer seu pai a modernizar sua loja. Com a chegada da adolescência, as duas começam a chamar a atenção dos rapazes da vizinhança. Outras preocupações tornam-se parte da rotina: ser reconhecida pela beleza, conseguir um namorado, manter-se virgem até encontrar um bom candidato a marido. 

Mais que um romance sobre a intensidade e complexa dinâmica da amizade feminina, Ferrante aborda as mudanças na Itália no pós-guerra e as transformações pelas quais as vidas das mulheres passaram durante a segunda metade do século XX. Sua prosa clara e fluída evoca o sentimento de descoberta que povoa a infância e cria uma tensão que captura o leitor.”


Curiosa sobre a autora, descobri que ela é um pseudônimo. Não se sabe ao certo quem é ela, ou ele, mas desconfia-se da tradutora Anita Raja, que trabalha na editora que publicou o livro inicialmente na Itália. Há quem diz que Ferrante seria Anita e seu marido Domenico Startone, que é escritor. E alguns acreditam que é um grupo de pessoas, porque os livros são grandes, cheios de informações históricas e detalhes. Bom, o mistério não foi solucionado, mas Elena Ferrante, que concede entrevistas por e-mail, disse que “Queria que os livros se impusessem sozinhos, sem a minha proteção”.

Não importa quem é ela, mas sei que desejo conhecer sua quadrilogia, principalmente antes de assistir a série. Vocês já leram? O que acharam?

Teca Machado


quarta-feira, 21 de março de 2018

Everything Sucks!: Crítica


De carona com séries que trazem a nostalgia, como Stranger Things, a Netflix lançou Everything Sucks!, que se passa nos anos 1990. Ainda mais que eu fui uma criança nessa época (#oldfellings), foi bem bacana encontrar referências, como músicas, artistas, roupas e modo de falar. Ao contrário da sua predecessora de altíssimo sucesso, a série não é fantasiosa. Pelo contrário. É mais um roteiro que se passa no ensino médio americano e traz adolescentes aprendendo o que é crescer e se descobrindo. Mas, ainda que por alguns momentos caia no clichê, tem reviravoltas inesperadas e um roteiro inteligente, ainda que por vezes mal trabalhado em alguns personagens.


Everything Sucks! se passa na cidade fictícia de Boring (Entendiante, em tradução) e tem como protagonista Luke (Jahi Di’Allo Winston), um calouro que junto a mais dois amigos, Tyler (Quinn Liebling) e McQuaid (Rio Mangini), estão longe de serem populares, mas que sabem qual é o seu espaço: No Clube de Audiovisual. Luke se apaixona por Kate (Peyton Kennedy), filha do diretor, um pouco reclusa nas interações sociais, também integrante do clube. Quando uma rixa entre eles e o Clube de Teatro ameaça a existência dos meninos no ensino médio, Luke tem a ideia de apaziguar tudo ao fazer o primeiro filme da escola, estrelando os atores do teatro. E é nesse meio do caminho que amizade, sexualidade, amadurecimento e muito mais é inserido.

Ninguém pode negar que Jahi Di’Allo Winston é o carisma em pessoa. Podemos dizer que se a escalação fosse outra, Everything Sucks! perderia muito do que é hoje. Mesmo nos seus momentos mais egoístas – que acontecem, acredite! – Luke ainda é encantador e perdoamos os seus acessos de estrelismo. Seu competência como ator é um tanto limitada, mas a gente releva. Já a personagem de Peyton Kennedy é um gosto mais adquirido. Não gostamos dela logo de cara. Na verdade, assim que terminaram os episódios da primeira temporada eu ainda não caia de amores por ela, mas entendi um pouco mais sobre o motivo de ser tão apática com o pai e incompreensiva com Luke. O resto da gangue do Clube de Audiovisual me pareceu um tanto forçado. McQuaid foi caricato demais, irreal ao extremo, ainda que tenha melhorado nos últimos episódios. E Tyler foi uma claríssima tentativa de criar um novo Dustin, de Stranger Things (sendo que nunca haverá outro Dustin), só que mais desbocado e mais burro.




O arco de Emaline (Sydney Sweeney) é interessante e foi um dos que mais ganharam espaço nos episódios. Uma atriz muito popular na redoma do ensino médio, que sempre foi o que achou que os outros gostariam que ela fosse, foi se mostrando uma garota muito mais profunda e frágil do que esperávamos. Também é gostoso de acompanhar Sherry (Claudine Mboligikpelani Nako), mãe de Luke, e Ken (Patch Darragh), pai de Kate, num flerte e início de namoro de dois adultos que se encontraram após tragédias e decepções. Ken é tão bobo que é fofo e entendo porque Sherry gostou dele.

Um dos maiores acertos de Everything Sucks! é a forma como tratou a homossexualidade. Foi sensível, delicado, ainda mais por ser na década de 1990, quando o assunto era um tanto tabu e tratado como doença, principalmente depois do medo que os anos 1980 geraram quando a AIDS entrou em cena e era tida como algo que apenas gays tinham. O roteiro não força a barra nesse assunto e nem tenta transformar a série uma uma bandeira do LGBT, mas fala de forma natural e orgânica.




A trilha sonora, recheada de sucessos dos anos 1990, como Lovefool, Wonderwall, The Cranberries e muitos mais, ainda que óbvia para a década, é muito boa e tem um papel importante na trama. A ambientação também foi muito bem feita, principalmente os aparelhos tecnológicos da época e o figurino. Emaline é quem mais incorpora o espírito da década com suas roupas.

Everything Sucks! tem momentos muito inspirados, como quando Luke cria sua versão para o clipe Wonderwall do Oasis ou quando Kate e ele se encontram na ponte para que ela conte sua história, mas alguns são apenas medianos. A série não chega a ser ótima, mas também está longe de ser ruim. Não será um fenômeno como Stranger Things, mas é gostosinha de assistir, um ótimo passatempo, ainda mais porque são apenas 10 episódios de apenas 20 minutos nessa primeira temporada.

Recomendo.

Teca Machado

terça-feira, 20 de março de 2018

Champion: Resenha


Tenho mania de ler séries de livros com um espaço de tempo entre um volume e outro porque não gosto de acabar rápido e depois ficar órfã da história. Mas, confesso, que dessa vez não deveria ter feito isso. Ao pegar Champion, de Marie Lu, publicado pela Rocco no Brasil, não lembrava quase nada da história dos livros anteriores: Legend e Prodigy, que eu li em 2015. Claro que o enredo principal e os personagens eu tinha em mente, mas os detalhes, os acontecimentos, quase tudo me escapou da memória. E os meus exemplares dos dois primeiros volumes estão na casa dos meus pais, em outra cidade, então eu nem pude dar uma olhadinha para relembrar. Dei uma olhada no Google para dar uma situada na história e me joguei em Champion, desfecho da trilogia Legend, mesmo com muitas lacunas na minha cabeça.

Foto: @casosacasoselivros

Se você não leu Legend ou Prodigy, pule o próximo parágrafo!

Quem iria imaginar que Day, o criminoso mais procurado da República, iria impedir uma revolução e que o Primeiro Eleitor fosse assassinado? Então, ele agora, além de todo apoio da população do país, tem a gratidão do governo. Mas nem tudo são flores para ele: Day descobriu uma doença no cérebro e tem poucos meses de vida. Justo agora que Éden, seu irmão mais novo, está começando a se recuperar dos experimentos científicos aos quais foi submetido. Com medo da morte iminente, Day se afasta de June para que ela não sofra. Enquanto isso, a garota prodígio ocupa agora um alto cargo, muito próximo ao jovem Primeiro Eleitor, mas nem isso acalma seu coração. Ela ainda sofre com a morte do irmão e com o afastamento de Day. O caminho de ambos se juntam quando uma guerra se torna iminente. As Colônias afirmam que a República lançou uma nova praga pelas fronteiras e cabe a June e Day unir forçar para impedir esse conflito que pode destruir todo o país e tudo aquilo que eles sempre lutaram para proteger, mesmo que isso exija sacrifícios impensáveis.

Marie Lu
Legend é uma trilogia distópica um tanto diferente de outras do gênero. Claro que há romance, mas ele não está ali apenas para que garotas se interessem mais por essa história cheia de guerra, sangue, correria e ações militares numa sociedade na qual nenhum de nós gostaria de viver. O relacionamento dos personagens principais existe por um motivo no enredo. Marie Lu soube acrescentar uma história de amor que levou os personagens a moldarem suas principais características altruístas e a tomarem decisões extremas, que iriam mudar o rumo dos acontecimentos do país. June e Day combinam muito e a relação deles funciona (ainda quem em muitos momentos quis que June desse uma chance para Anden). Foi sutil e crescente a relação deles, até que chegou ao ponto de que eles não podiam negar o que sentiam.

Gosto de que a história foi contada em primeira pessoa pelos dois personagens principais, assim temos uma visão maior de tudo o que está acontecendo. Nos outros livros isso era ainda mais evidente porque June e Day estavam em lados opostos da luta, então conhecíamos ambos os lados da batalha. E mesmo em Champion, quando os dois lutam pelo mesmo objetivo, é bom saber o que cada um pensa, tem medo e acredita. E o legal é que a Rocco optou por sempre deixar bem claro de qual dos dois personagens é o capítulo. As fontes são diferentes e no início de cada um deles está escrito quem é o “dono” das próximas páginas.

O ritmo pelo qual a história corre é muito bom, ainda que tenha me dado muita angústia antes de tudo começar a se desenrolar. Era tanta desesperança, uma situação tão aparentemente sem saída, que me sentia encurralada junto ao povo da República, principalmente junto aos protagonistas. Em algumas horas eu tinha certeza que se a situação fosse comigo eu sentaria no meio-fio e começaria a chorar. Talvez no desfecho algumas coisas, que antes pareciam impossíveis, se desenrolaram – tanto para bem, quanto para o mal – de forma um pouco acelerada. Mas isso não prejudica nenhum pouco a leitura e nem o tão esperado final da saga.

Trilogia Legend

Há reviravoltas, pontas amarradas e um sentimento agridoce quando tudo acaba. Marie Lu sabe permear as suas páginas com melancolia e sensibilidade numa história cheia de ação numa sociedade futurística terrível, mas ainda assim muito possível de acontecer.

Os direitos cinematográficos da série já foram comprados, mas ainda não há conversas concretas sobre quando a produção vai começar. 

Recomendo toda trilogia.

Teca Machado

segunda-feira, 19 de março de 2018

Brave Shirts – Camiseteria literária, cinematográfica e gamer


Que bela blogueira me saí nos últimos dias!

Fiz tudo, menos postar aqui.

Mas foi por um bom motivo!

Eu, meu marido e um amigo lançamos oficialmente ontem uma marca de camisetas chamada Brave Shirts.


O objetivo é usar sua roupa como uma forma de expressão:

“Ser corajoso não é fácil e uma camiseta não é apenas uma peça de roupa. É uma forma de dizer ao mundo ‘ei, eu acredito nisso que estou vestindo’. Por isso acreditamos que a Brave é mais que uma simples camiseteria. É uma forma de pensarmos e nos comunicarmos. Nosso propósito é fazer você se sentir representado com aquilo que está vestindo. É traduzir aquilo que pensamos todos os dias, é a nossa forma de viver a vida e mostrar a todos como queremos vivê-la.

Toda vez que vemos ou lemos uma frase marcante, ficamos com ela na cabeça, certo? Postamos no Twitter, no Instagram e no Facebook (#quemnunca?). Pensamos então: por quê não vestir aquela frase que te representa estampada no peito? Séries, livros, filmes, músicas e games são algumas das nossas inspirações que usamos para apresentar nossas ideias.”




Nossa primeira temporada tem cinco frases:

Hakuna Matata – Com a explicação do que é essa expressão que realmente existe.
“I find your lack of faith disturbing”, Darth Vader – Star Wars
“Do or do not. There is no try”, Mestre Yoda – Star Wars
“You shall not pass”, Gandalf – O Senhor dos Aneis
“It’s a beautiful day to save lives”, Derek Sheperd – Grey’s Anatomy

Por enquanto as vendas serão apenas on line, por instagram, e entregamos no Brasil inteiro.



Segue a gente lá - @braveshirts – e fique de olho nos modelos, cores e frases. E de vez em quando rola sorteio!

E a nossa embalagem é a coisa mais amor do mundo: Um tubo que você pode transformar em porta-treco, estojo, cofrinho, enfim, no que a sua imaginação deixar.


Vem com a gente! Vem ser um Braver.

#bebrave #braveshirts #usebrave

Teca Machado

segunda-feira, 12 de março de 2018

Já está participando do sorteio?


Essa semana o blog vai ficar meio parado por motivos de:

Trabalho + viagem + lançamento da nossa marca de camisetas Brave Shirts (que você já pode seguir no instagram @braveshirts e pedir o seu modelo com a sua frase de filme e livro preferida).

Mas não se preocupem que eu volto logo.

Até porque quinta-feira sai o resultado do sorteio de 1 milhão de acessos do blog.

É super fácil participar, se você ainda não está tentando a sorte.

Vai no nosso instagram @casosacasoselivros e procura a foto oficial, que é essa aqui:


Curta, comente marcando três amigos e siga @casosacasoselivros e @sonetojewelry.

Só isso e pronto!

Participe e ganhe esses prêmios mega lindos.


Teca Machado

sexta-feira, 9 de março de 2018

Sorteio 1 milhão de acessos! – Parceria entre Casos, Acasos e Livros e Soneto Jewelry


Essa semana o Casos, Acasos e Livros alcançou um milhão de acessos.

UM MILHÃO! 

E nós estamos como?

Assim:


E assim:


Assim também:


E ainda assim:


E estamos tão felizes, mas tão felizes, que resolvemos fazer um sorteio!

Está cheio de prêmios amorzinhos, inclusive porque conseguimos uma parceria com a Soneto Jewelry (marca de acessórios de borracha que eu amo e sempre uso nos vídeos do Canal Teca Machado).

O que você pode ganhar?

O livro O Primeiro Dia do Resto da Nossa Vida, Kate Eberlen, os livros Je T’aime, Paris e I Love New York, escritos por mim, Teca Machado, o colar da coleção Infinito, da Soneto Jewelry, um montão de marcadores, um caderninho e um bloquinho de Je T’aime, Paris.

Procure pela foto oficial no perfil @casosacasoselivros, que é essa.

Para participar? É só seguir no Instagram @casosacasoselivros e @sonetojewelry, curtir a foto oficial aqui e marcar 3 amigos. E pode marcar quantas vezes quiser.

Você tem até a próxima quarta, 14, para concorrer e o resultado sai no dia 15, tanto aqui no blog quanto no instagram.

Essa foto é só para vocês verem como o colar Infinito da Soneto é maravilhoso!

Obrigada a todos que contribuíram para que o Casos, Acasos e Livros chegasse a 1 milhão de acessos. Vocês são maravilindos! ❤

Teca Machado

quinta-feira, 8 de março de 2018

Inspiring Women – Barbie lança linha sobre mulheres inspiradoras do mundo inteiro


Pensei em fazer um post sobre escritoras inspiradoras para esse Dia da Mulher, mas foi só olhar minha timeline e blogs que sigo que vi vários do tipo. E então me deparei com uma matéria do Bored Panda (amo de paixão!) sobre novas Barbies que a Mattel criou que tem como design mulheres que mudaram o mundo.

A linha chamada Inspiring Womem (Mulheres Inspiradoras), com 17 bonecas, surgiu após a fabricante fazer uma pesquisa com 8 mil mães e descobrir que 86% delas estava preocupada com o tipo de modelos femininos aos quais suas filhas estavam expostas atualmente.

Créditos: Mattel

Lisa McKnight, vice-presidente e gerente-geral da Barbie, disse que as meninas sempre puderam brincar com a Barbie e suas milhares de carreiras, mas que chegou a hora de usar como modelo mulheres reais para lembrar as garotas que elas podem ser o que quiserem, independente dos seus países de origem. Cada uma das bonecas vem com informação sobre a mulher em questão, como Amelia Earhart, a primeira mulher a voar sobre o Atlântico, e Frida Kahlo, a artista e ativista mexicana. E não só as mulheres de outros tempos são homenageadas, mas também as modernas: Ava DuVernay e Patty Jenkins, diretoras de cinema, Ashley Graham, modelo plus-size, Ibtihaj Muhammad, campeã de esgrima, e muitas outras.

Frida Kahlo, artista



Amelia Earhart, pioneira da aviação



Martyna Wojciechowska, jornalista



Hélène Darroze, chef mundialmente renomada



Ashley Graham, modelo e ativista



Patty Jenkins, diretora de cinema



Katherine Johnson, matemática e física da NASA (protagonist do filme Estrelas Além do Tempo)



Yuan Yuan Tan, prima ballerina



Sara Gama, jogadora de futebol



Leyla Piedayesh, designer e empresária



Ibtihaj Muhammad, campeã de esgrima



Bindi Irwin, conservacionista



Xiaotong Guan, atriz e filantropa



Chloe Kim, campeã de snowboarding



Gabby Douglas, campeã de ginástica



Ava Duvernay, diretora de cinema



Hui Ruoqi, campeã de volley



Nicola Adams Obe, campeã de boxe



*** 

Não consegui informações sobre venda delas, porque aparentemente é uma linha nova que acabou de ser lançada.

Posso querer todas? Sempre fui apaixonada pela Barbie.

Fonte: Bored Panda

Feliz Dia da Mulher!

Teca Machado