Indiana Jones e a Relíquia do Destino - Crítica
Praticamente fui apresentada ao mundo da sétima arte com os filmes de Indiana Jones e De Volta Para o Futuro. Essas duas sagas tem um lugar muito especial no meu coração. E é lógico que eu vibrei/fiquei com medo quando anunciaram o 5 filme de Indiana Jones, ainda mais depois de tanto tempo. Sempre fica aquela sensação de “e se estragarem algo que era perfeito?”. Apesar de gostar, convenhamos, o filme 4, de 2008 é bem médio, não chega aos pés da trilogia dos anos 1980. E após assistir a Indiana Jones e a Relíquia do Destino, o primeiro da saga que não é do Steven Spielberg, posso dizer que a magia dos originais está ali, mesmo com um Harrison Ford com mais de 80 anos.
Indiana Jones e a Relíquia do Destino
Do diretor James Mangold, temos aqui uma analogia do novo e do velho. Estamos em 1969 e Indiana Jones (Ford) está velho. Ele é professor de arqueologia, mas seus alunos pouco se importam com o que ele fala. Todos ao seu redor só querem saber de uma coisa: Os astronautas que pousaram na Lua. Ele luta para se encaixar em um mundo que parece tê-lo superado. Mas para ele o passado importa, mesmo que seus dias de glória tenham ficado para trás. Quando sua afilhada Helena (Phoebe Waller-Bridge) aparece falando sobre um artefato criado por Arquimedes milhares de anos antes, ele precisa sair da sua quase aposentadoria para ajudar a garota (não que ela queira) e impedir que a relíquia cai nas mãos de antigos rivais que a desejam para reviver a glória dos nazistas.
Um dos maiores acertos de Indiana Jones e a Relíquia do Destino é colocar os nazistas como vilões mais uma vez. Não que isso seja algo inovador – inclusive em outros filmes da franquia eles foram usados -, mas a maneira foi inteligente, além de muito atual. Dr. Schmidt (Mads Mikkelsen) era um oficial nazista que no pós-guerra foi recrutado pelos EUA, ganhou outro nome e foi para a Nasa. Isso, inclusive, aconteceu e sabe-se que muitos deles foram para o alto escalão do governo, numa operação que foi chamada da Paperclip. E ele, junto com americanos, quer trazer o auge do Terceiro Reich de volta (e não estamos vendo isso atualmente?).
Ford e elenco
Que Harrison Ford é o Indiana Jones não podemos negar. Ele não é um personagem que, como outros heróis, daria para fazer um reboot com outro ator no lugar. Seria errado, estranho. E apesar do filme de 2008 indicar que Shia LaBeouf seria parte importante de sequências, ele foi cortado (o ator é mal-quisto em Hollywood devido a inúmeras polêmicas). É interessante ver que mesmo acima dos 80 anos ele ainda tem o charme e a vitalidade que o personagem perde. Lógico que não como nos filmes anteriores, mas a faísca ainda está lá e é uma delícia de ver e reviver. E a sequência inicial, que o rejuvenesceram, é incrível, aquele gostinho de todo Indiana Jones.
O acréscimo de Phoebe Waller-Bridge foi excelente. Ela é carismática ao extremo, leve e divertida, um ótimo contraste com Indy que sempre é meio carrancudo e agora que mais velho e depois de inúmeras perdas na vida está ainda mais. Mads Mikkelsen, como sempre, também é excelente. Seu vilão é real e um risco à sociedade. A voz mansa e gestos contidos são muito mais amedrontadores do que um homem explosivo.
Ainda que alguns críticos tenham falado mal, a impressão geral é que a nostalgia e o respeito pelo personagem – e pelo Spielberg - estão ali. Indiana Jones e a Relíquia do Destino foi uma excelente maneira de terminar uma saga, com delicadeza, humor, ação e todo brilho de Jones. Meu coração ficou quentinho.
Recomendo muito.
Teca Machado






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