segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A Princesa e a Plebeia - Especial filmes de Natal 2018


Daqui uma semana vamos comemorar o Natal (bom, comemorar oficialmente, porque não sei vocês, mas eu estou curtindo a data já tem umas boas semanas), então resolvi fazer posts especiais com filmes sobre o tema. E para facilitar a vida de todo mundo, vou falar de produções que estão na Netflix.

Na verdade, o melhor filme de Natal de todos os tempos é Simplesmente Amor (mas também amo Esqueceram de Mim). Anualmente assisto essa lindeza incrível para encher o meu coração da sensação de quentinho que essa história me traz. Não vou fazer resenha sobre ele porque é antigo e todo mundo já conhece, mas tem bem aqui, se você quiser ler.

O primeiro post especial de Natal de 2018 é sobre A Princesa e a Plebeia, do diretor Mike Rohl.


Sabe quando é ruim, mas é bom? É clichê até onde não pode mais, é meio cafona e a gente tem certeza absoluta de tudo o que vai acontecer, mas A Princesa e a Plebeia é fofinho, encantador e nos mergulha nesse ambiente natalino do reino fictício de Belgravia. A produção é mais uma adaptação do clássico de Mark Twain, O Príncipe e o Mendigo, por isso a história nos parece tão conhecida.

Stacy (Vanessa Hudgens) é uma confeiteira de Chicago que ainda não esqueceu o ex e está triste porque o Natal era uma época especial para eles. Então quando seu melhor amigo e parceiro de trabalho Kevin (Nick Sagar) os inscreve na competição anual de bolos de Belgravia, eles embarcam para o país. Mas o que Stacy não imaginava era que uma duquesa (também vivida por Hudgens), de casamento marcado com o príncipe Edward (Sam Palladio), era idêntica a ela. Então Lady Margareth faz uma proposta a Stacy: que elas troquem de lugar por três dias. Margareth quer viver como uma pessoa normal e a confeiteira pode passar um tempo como realeza.


Acho que adorável é uma palavra que descreve bem A Princesa e a Plebeia. A história fala muito ao público, porque qual menina nunca quis ser uma princesa, pelo menos por uns dias? Tudo bem que o título fala sobre princesa, mas na verdade a personagem é uma duquesa. Enfim. Vanessa Hudgens não é uma atriz das mais excelentes do mundo, mas leva bem Margareth e Stacy ao mesmo tempo. Ambas são bem diferentes e é possível ver quão opostas são. O sotaque de Margareth é um pavoroso inglês britânico que até ele nos diverte, tão envolvidos ficamos com o filme fofinho.

O filme tem cenas engraçadas, fofas e que te fazem sorrir. A filha de Kevin (Alexa Adeosun) tem ótimas tiradas e nos traz ótimos momentos. E é bem legal que Stacy, na pela de Margareth, se recusa a ser uma mulher que vive a sombra do príncipe, sem papel ativo no país. Tem um pouquinho de girl power, já que ela não é alguém indefesa em busca de proteção.E é bem legal que Stacy, na pela de Margareth, se recusa a ser uma mulher que vive a sombra do príncipe, sem papel ativo no país. Tem um pouquinho de girl power, já que ela não é alguém indefesa em busca de proteção. Podemos dizer que essa é uma comédia romântica no melhor sentido da palavra.



Claro que o enredo envolve romance e o legal é que não é de Stacy com o melhor amigo, como pareceria óbvio. Ali não rola sentimentos platônicos, nem nada. Eles são amigos. Ponto. Mas é claro que o amor vai rolar é com o príncipe. E apesar de passar no Natal, não temos Papai Noel propriamente dito no filme, mas um senhor gentil que de certa forma orquestra tudo para que as pessoas fiquem felizes.

O cenário natalino do fictício reino de Belgravia é impressionante. Parece um local de contos de fadas, com uma fotografia que você tem certeza que se tem um lugar onde o Natal existe é ali. Gostaria de morar lá, não só no Natal, mas em todo o ano!


Recomendo.

Teca Machado


9 comentários:

  1. Adoro filmes clichês! Até comecei a ver esse, mas não fiquei envolvida com ele. Quem sabe numa próxima vez.

    naoseavexe.blogspot.com

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  2. Logo que eu vi o trailer desse filme pensei "Ah pronto, mais um clichêzão... TÔ LOUCA PRA VER!" HAHAHA é bem como tu falou, a gente já sabe tudo que vai acontecer nos primeiros 5 minutos, mas é realmente muito adorável, eu amei! Ah, e acho que sou a única que nunca assistiu Simplesmente Amor, mas já botei na listinha pra ver antes do Natal. Adorei o post!

    um beijão,
    GABS | likegabs.blogspot.com ❥

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  3. Bem fofinho e clichê, mas quem disse q a gnt n pode amar? kkk 😍
    Adorei parte do romance da Stacy com o príncipe, já achei q o arco da Margareth e do Kevin ficou meio prejudicado, n deram tanta atenção pra eles e faltou um tiquinho de química!
    Bjs
    http://acolecionadoradehistorias.blogspot.com

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  4. Oi, Teca
    Marquei de ver esse filme e até agora não vi, simplesmente me esqueci, mas com certeza vou dar aquela conferida. Eu amo um clichê haha
    Beijo!

    http://www.capitulotreze.com.br/

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  5. Oi Teca!
    Essa é uma daquelas histórias que já vimos milhares de versões, né? Eu só não sabia que era inspirado em um livro de Mark Twain (to correndo ali me esconder hehe).
    Quanto aos clichês e a previsibilidade...às vezes só queremos uma história leve que nos distraia, né? Nesses casos funciona bem.
    Beijos,
    alemdacontracapa.blogspot.com

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  6. ah adoro esse tipo de filme sessao da tarde que é ruim mas é bom hahaha curti sua resenha e ja quero assistir

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

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  7. Oi, Teca.
    O clichê muitos vezes é visto com desdém, mas a verdade é que se bem trabalhado é algo que cativa a maioria das pessoas.
    Eu não o maior fã de filmes sobre o natal, mas eles tem um charme especial.
    Vou tentar conferir.
    Bela resenha.
    Abraços.
    Diego || Visite Diego Morais Viana

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  8. Oi Teca! Eu adoro um filme natalino e amei esse! A história é super hiper clichê, mas eu adorei mesmo assim, principalmente a ambientação, como vc disse a ambientação é ótima!

    Bjs, Mi

    O que tem na nossa estante

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  9. Oie!
    Gostei muito desse filme e nem sei o motivo! É muito clichê, mas combina demais com essa época então a gente releva algumas coisas hahah Eu, super inocente, lembrei do desenho da Barbie quando vi esse filme, sabe? Nem sabia que era baseado em Mark Twain. Vergonha!!
    Beijos!

    Our Constellations

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