quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cidade do Fogo Celestial – O desfecho épico de Os Instrumentos Mortais


O fim de uma era.

Foi assim que me senti ao finalizar a leitura de Cidade do Fogo Celestial, o último livro da série Os Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare, da Editora Galera Record.


O livro foi lançado em 2014, mas só li agora. Sou do tipo que tem dó de ler a série toda numa sentada e depois ficar órfã, ficar sentindo falta dos personagens. Mas eu estava muito curiosa, precisava saber o fim. Então me aventurei por suas mais de 500 páginas e digo que foi épico.

A autora já vinha preparando o terreno nos volumes anteriores. O seu vilão Sebastian, muito mais maníaco do que Valentim, da primeira trilogia da série, foi tudo o que prometeu e mais um pouco: louco, psicopata, sem compaixão, obsessivo e muito malvado. Grande parte do tcham desse livro, aliás, dessa série, se deve a ele. Sei que odiamos vilões, mas uma história em que ele não é bem construído perde toda a graça, não é verdade?

Cidade do Fogo Celestial começa já com Sebastian tocando o terror. Ele disse que voltaria e voltou. Começa a atacar institutos ao redor do mundo e a transformar cada vez mais Caçadores de Sombras em Crepusculares, seus soldados malignos. Enquanto a Clave e todos os Caçadores ao redor do mundo tentam achar uma maneira de parar o avanço de Sebastian, Clary, Jace, Simon, Alec e Isabelle acreditam ter a solução: encontrar o vilão em seu próprio território, um mundo demoníaco. Mas essa, com certeza, é uma viagem sem volta e que irá afetar tanto física quanto psicologicamente a todos eles.

Série Os Instrumentos Mortais

Definitivamente é um dos melhores volumes da série. Muitas vezes nos decepcionamos com o final de uma saga, mas não foi esse o caso. Cassandra Clare, com o passar dos livros, foi evoluindo sua escrita e seus personagens até o ponto em que encontramos muita maturidade tanto na história quanto nas atitudes dos personagens. Jace e Clary sempre foram os protagonistas, mas a cada volume outros cresceram e se tornaram tão importantes quanto, como Simon, Isabelle, Alec e Magnus. Eles formam uma unidade tão coesa, tão integrada que é difícil imaginar um sem o outro.

Foi interessante como a autora juntou suas três séries de livros numa só. Em Cidade do Fogo Celestial temos o desfecho da saga As Peças Infernais (que eu não li ainda, mas agora já sei o final) e o início de Os Artifícios das Trevas, cujo primeiro livro, A Dama da Meia Noite, já foi lançado. Ela foi muito inteligente ao entrelaçar todas as histórias desse universo que criou.

Série Os Artifícios das Trevas, primeiro livro

Série As Peças Infernais

Como disse lá em cima, podemos descrever Cidade do Fogo Celestial como épico. Cheio de ação, correria, drama, reviravoltas, decisões importantes, mortes e amadurecimento. Foi uma leitura intensa, que ia apertando meu coração a cada página, pois eu tinha medo do que viria em seguida, de quem ia morrer dessa vez. 

A narrativa é em terceira pessoa, como em todos os outros volumes de Os Instrumentos Mortais, só que pelos olhos de muitos personagens. A cada livro Cassandra Clare foi aumentando a quantidade de personagens pelos quais víamos a história acontecer e isso foi fundamental. O único problema foi que a minha edição, que foi a primeira, comprada assim que lançou, está cheia de erros de digitação, assim como em algumas páginas a tinta da letra está mais fraca, por vezes até falhada. Não sei se nas próximas isso foi corrigido, mas no meu caso foi assim.

Só não digo que vou sentir falta de todos os personagens porque ao que tudo indica em Os Artifícios das Trevas vou encontrar com eles outra vez.

Recomendo muito.

Teca Machado

terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Chegada – Sci-fi profunda e blockbuster


Se você está esperando ir ao cinema assistir A Chegada e encontrar um filme comum de etês, no melhor estilo Independency Day com muita explosão, pancadaria e cidades destruídas, você está enganado. Bom, eu estava enganada. Pelo trailer achei que seria nesse gênero, mas se tem algo que o diretor Denis Villeneuve - os mesmo de Os Suspeitos e Sicário - sabe fazer é criar uma produção com ares profundos, mas que ainda tenha um pezinho no blockbuster.


E não se preocupe, as resenhas aqui no blog são sempre sem spoilers. :D

A Chegada definitivamente não é uma ficção-científica como eu imaginei. E isso acabou sendo muito bom. Sabe quando o filme acaba e você fica pensando “uau, isso foi muito inteligente e eu não esperava”?. Pode não ser aquele longa que vai te fazer quicar na cadeira com tanta ação ou mesmo te fazer rir, mas a maneira como foi construído é interessante, diferente e com uma aura muito tensa. 

Se você já assistiu aos outros dois filmes do diretor que eu citei, sabe que Villeneuve sempre cria uma vibe sombria de tensão em que ficamos o tempo todo atentos a espera de que alguma catástrofe aconteça. As cores são escuras, quase sempre com dias nublados, aquela sensação melancólica de que tudo irá por água abaixo a qualquer momento. Finais felizes não são a especialidade do diretor, assim como personagens esfuziantes e otimistas.




Amy Adams, sempre maravilhosa, tem o papel principal, de Louise Banks, uma doutora em linguística que vive uma vida sofridamente solitária. Quando 12 naves arredondadas e escuras descem em 12 pontos do planeta, autoridades do mundo inteiro se preocupam. Mas os alienígenas não atacam. Na verdade, não fazem nada. Então os países tentam uma forma de se comunicar com esses seres. Nos EUA, a encarregada disso é Louise, assim como Ian Donnelly (Jeremy Renner), um matemático e físico. Eles precisam de alguma forma entender o que os etês dizem e serem entendidos por eles para que, enfim, possam descobrir qual o propósito dos aliens na Terra.

A forma como o roteiro se desenvolve é interessante e inteligente, mesmo que algumas pessoas mais acostumadas com ação sintam que o filme é um tanto parado em alguns momentos. Mas posso dizer que ele não é lento, pelo contrário, tem um ritmo perfeito e que combina muito com o estilo de direção de Villeneuve.




Amy Adams e Jeremy Renner, assim como Forest Whitaker, o coronel que recruta os dois personagens, dão o tom certo do filme. Principalmente Amy, que é o coração da produção. Sua atuação está mais madura do que nunca e seus olhares dizem muito mais do que suas palavras, quase dispensando os diálogos.

Esqueça a trilha sonora com músicas. Jóhann Jóhannsson, responsável por esse setor, quase nos apavora. É difícil saber quando é a voz dos etês e quando é realmente algum outro barulho. A respiração entrecortada da protagonista sempre que veste um traje quase espacial para interagir com os aliens, a sensação claustrofóbica dela quase sendo a nossa. A Chegada é basicamente uma experiência sensorial.



A Chegada é um filme um tanto fora do comum e com uma grande reviravolta. Desse modo, talvez alguns dos mais distraídos podem se perder em algum momento. Mas não se preocupe, não é uma produção difícil de entender ou cult (alguém aí assistiu 2001?). Como disse lá em cima, pode até ser um longa mais reflexivo e com uma pegada diferente, mas mantém um flerte com o blockbuster que vai agradar a muita gente.

Recomendo.

Teca Machado

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Resultado livrístico da Black Friday


Não sei vocês, mas a Black Friday para mim é um período de comprar livros!

No Brasil a Black Friday nem sempre funciona com descontos reais, mas com livros os preços caem muito e vale a pena demais.

E os que eu comprei esse ano já chegaram. Aeeeeee!

Criança feliz :D

Alguns sites, como a Amazon, fazem a semana toda de promoção, aí eu comprei os meus na segunda-feira e na sexta-feira eles chegaram.

Queria ter comprado mais, porque, né, eu sempre quero (meu carrinho inicial tinha cerca de 30 livros e estava custando 400 reais, hahaha), mas fiquei muito feliz com as minhas aquisições:


Teve mais um livro que não apareceu na foto porque é para presente do meu amigo secreto do Meg’s Army Book Club.

E vocês, compraram algum livro? Qual?

Teca Machado

sábado, 26 de novembro de 2016

Je T’aime, Paris


Depois de semanas e meses quicando de ansiedade, eis que apresento a vocês a capa do meu novo livro, Je T’aime, Paris:


O mais legal é que ela não foi feita por um programa de edição de imagem. Pelo contrário: foi toda artesanal! O nosso designer, Ricki Lustoza, fez com uma técnica de recorte de várias camadas de papel sobrepostos e iluminou por trás. 

Sei que sou suspeita para falar, mas ficou bem linda!

Je T’aime, Paris é meu segundo livro. O primeiro foi I Love New York (que se você quiser comprar, fale comigo :D). Essa obra nova não é uma continuação, só que ainda assim é um livro interligado ao primeiro. Não precisa ler na ordem, mas seria bacana se lesse.

Ficou curioso? Veja aqui a sinopse:

Com o pai milionário encrencado com a justiça brasileira e boa parte de seus bens bloqueados, Ana Helena precisa aprender a viver com pouco dinheiro. Para ficar fora dos holofotes da imprensa, seu pai a manda para fora do país. O destino? Paris. Peraí! Mas como viver sem dinheiro em Paris? Não tem jeito! Arles, pacata cidade do interior da França, acaba sendo a alternativa mais modesta. Mas a tranquilidade dessa charmosa cidade logo dá lugar a um turbilhão de acontecimentos envolvendo um novo amor, obras de arte, muito dinheiro e homens tão ambiciosos que farão de tudo para colocar as mãos no que desejam. 

A grande aventura leva Ana Helena de volta a Paris, com perseguições pelas ruas da Cidade Luz, romance, muita ação, dramas e reviravoltas surpreendentes. 

O que você faria para salvar um grande amor e alguns milhões de Euros?

Para acompanhar todos os detalhes e novidades tanto de Je T’aime, Paris quanto dos próximos lançamentos, curta aqui a minha página no Facebook.

Em breve, muito em breve, divulgo aqui a data do lançamento do livro, que vai acontecer em Brasília e em Cuiabá.

Au revoir!

Teca Machado

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Gilmore Girls – Por que assistir?


Quando Gilmore Girls ainda passava na TV com episódios inéditos – de 2000 a 2007 -, eu nunca parei realmente para assistir. Via um capítulo aqui, outro ali, mas sem compromisso, sem realmente acompanhar. Mas era uma série que eu queria ter visto. Então, com a chegada dos novos episódios produzidos pela Netflix, do mesmo jeito que ela fez com Fuller House, resolvi finalmente me entregar à Lorelai e Rory (Lauren Graham e Alexis Bledel).

Todos os dias tento assistir um pouquinho e ao fim da primeira temporada (tenho um longo caminho pela frente: São sete, mais esses novos episódios, que estreiam hoje, diga-se de passagem :D), estou apaixonada e listei alguns motivos para você ver – ou rever – essa série:

1- Relacionamento mãe e filha

Rory e Lorelai têm um relacionamento tão lindo, tão honesto e tão divertido que é impossível não desejar que o seu seja assim.

"Ei, a minha mãe não está usando calcinha!"

2- Aliás, todo relacionamento da série

Seja entre as protagonistas, seja com namorados, com os avós, com os amigos, com os conhecidos da cidade, Gilmore Girls trata de relacionamentos incríveis, mesmo que cheios de defeitos e de problemas. O importante é dar o melhor de si que o amor, o respeito, o afeto e todo o resto vêm.

"Eu estou com tanta inveja! É isso. Eu preciso encontrar alguns amigos burros e feios"

3- Personagens principais e secundários

Tanto as protagonistas Rory e Lorelai quanto os personagens secundários são maravilhosos. Têm um quê de caricatos e de reais. Como não amar a loucura de Lorelai, a fofice de Rory, a rabugice de Luke (Scott Patterson), a falta de jeito de Sookie (Melissa McCarthy), a rebeldia contida de Lane (Keiko Agena) e a chatice de Paris (Liza Weil)?

"Toda manhã para você é uma manhã para café"

4- Os diálogos em velocidade da luz

Se você quer treinar seu inglês e assistir a série sem legenda, esqueça! Rory e Lorelai falam tão, mas tãããããão rápido que a gente quase não consegue acompanhar. E sempre que estão juntas, suas conversas são engraçadas, cheias de humor e cinismo, além de uma pitada de non-sense.

"Bem, você sabe, minha capacidade de balbuciar é infinita"

5- Livros, livros, livros

Se tem uma coisa que Rory gosta de fazer na vida é ler. Sempre que vai a algum lugar (mesmo que numa festa), há um livro em sua bolsa. E ela constantemente fala sobre suas leituras nos episódios. Há até mesmo um post no BuzzFeed Books que lista todos os 339 livros dos quais a personagem fala durante as sete temporadas.

"Nada, nada cheira como isso"

6- Referências ao universo pop

Nem só de literatura vive Rory ou os outros personagens de Gilmore Girls. Muito se fala sobre música, cantores, programas de TV, personalidade e acontecimentos do universo pop. Algumas nós brasileiros não entendemos bem, mas a maioria sim.

"Eu vou estar num clipe da Britney Spears?"

"Uma amiga chamada Crystal? Quem é você, Hugh Hefner?"

7- Girl power

Talvez empoderamento seja uma palavra para descrever bem Gilmore Girls. Ela fala sobre aceitação, sobre mulheres fortes e independentes, sobre ser quem você é, mesmo que o mundo não concorde. Melhor exemplo disso é Lorelai ter fugido das amarras dos pais porque eles a queriam moldar de certa maneira e ela ser totalmente diferente disso.

"Eu sou atraída por tortas. Isso não significa que eu tenha a necessidade de namorar uma torta"

8- Realidade

Mesmo que a série seja fictícia em muitos aspectos, numa coisa ela é muito real: Não mostra só que tudo na vida da certo. Pelo contrário, as coisas nem sempre saem como a gente esperava e está tudo bem. Às vezes essa alteração de percurso nos leva a algo muito melhor do que imaginamos.

"Eu não gosto de segundas-feiras. Mas infelizmente elas chegam eventualmente"

9- Star Hollows

A fofa e pequena cidade onde os personagens vivem é uma gracinha em qualquer estação do ano. Dá muita vontade de morar lá para sempre.

"Eu nunca quero deixar essa cidade."

10- Netflix

Todas as temporadas, inclusive a nova, que foi liberada hoje, estão no catálogo da Netflix, então você pode assistir sem se preocupar onde vai assistir ao novo episódio ou ter que baixar.

"Você foi Gilmorizado"

Recomendo.

Teca Machado

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Socorro! Situações dramáticas – Projeto Drama Queen #103


Algum dramático por aqui?

Eeeeeeeeeu!

Quinta-feira é o dia mais dramático aqui no blog.

Quando li esse post do BuzzFeed tive certeza absoluta que quem escreveu se inspirou em mim, hahaha. Sendo assim, achei muito justo compartilhar com vocês:

12 situações em que pessoas dramáticas acham que vão morrer

24 horas por dia à beira da morte.

1. Seu celular quebra: IMPOSSÍVEL SOBREVIVER.


“Não vai dar tempo de arrumar nem de comprar outro. EU VOU MORREEEEER”.


2. Você passa mal e pesquisa os sintomas no Google: RESTAM-LHE POUCAS HORAS DE VIDA.


“É câncer. É câncer. Só pode ser câncer”.


3. Sentado no carrinho da montanha russa: TARDE DEMAIS PARA ESCAPAR DO ACIDENTE QUE LEVARÁ À SUA MORTE.


“Eu devia ter ficado só na parte infantil do parque”.


4. Você engasga com a própria saliva e chega à conclusão óbvia: VAI MORRER.


“São 384 casos no Brasil todos os anos”.


5. Alguém diz que precisa conversar com você: ELA NÃO CONSEGUIRÁ DIZER O QUE É PORQUE VOCÊ SUCUMBIRÁ À MORTE ANTES.


“ALGUÉM MORREU. ALGUÉM MORREU. EU VOU MORRER TAMBÉM. EU VOU MORRER TAMBÉM”.


6. Você sente um apertinho no peito: É INFARTO FULMINANTE.


“Eu nunca senti isso antes. SÓ PODE SER INFARTO”.


7. Você come uma comida e descobre que ela venceu no dia anterior: DANDO ADEUS PARA PARENTES E AMIGOS.


“EU TENHO PARENTES QUE MORRERAM DE INTOXICAÇÃO ALIMENTAR, NÃO É BRINCADEIRA”.


8. Aparece um inseto que você nunca viu: VOCÊ VAI SER PICADO E MORRER IMEDIATAMENTE OU EM DECORRÊNCIA DA DOENÇA RARA QUE ELE VAI TRANSMITIR.


“EU LI QUE É MUUUUITO PIOR QUE O AEDES AEGYPTI”.


9. Dor de cabeça mais forte que o normal? PÉ NA COVA, COM CERTEZA.


“EU TÔ SENTINDO O MEU CÉREBRO SENDO TRITURADO”.


10. O elevador dá um tranquinho: ADEUS, MUNDO.


“EU VOU CAIR NO POÇO. NÃO VÃO ENCONTRAR NUNCA O MEU CADÁVER”.


11. Turbulência no voo: PASSA UM FILME DA SUA VIDA INTEIRA NA CABEÇA.


“EU TINHA TANTA COISA PRA REALIZAR NA VIDA”.


12. Você bebe demais e acorda com uma ressaca braba: DESCANSE EM PAZ.


“ACHO QUE ENVENENARAM A MINHA BEBIDA”.


Fonte: BuzzFeed

***

Quem mais aí de identificou? Tirando o pensamento da ressaca, todos os outros eu já tive, hahahahahaha. Juro juradinho.

O Projeto Drama Queen é uma parceria entre os blogs Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista com dramas, draminhas, dramões e dramalhões todas as quintas-feiras. Participe do PDQ você também!

Teca Machado

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Harry Potter pelas mãos de J. K. Rowling


Às vezes vocês também têm curiosidade de saber como o autor de um livro realmente imagina seus personagens? 

No caso de Harry Potter não precisamos mais imaginar, já que a própria J. K. Rowling fez ilustrações de algumas cenas dos seus “filhos” de Hogwarts:

Quadribol


Aula de poções com Snape


Pirraça atrapalhando os alunos


Harry e os Weasleys


Harry e os Dursleys


Privet Drive


Espelho de Ojesed



O Daniel Hadcliffe é realmente o Harry, né?

Teca Machado

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Planner Donna Rita


Não sei vocês, mas eu sou A LOKA dos papeizinhos. Papelaria em comigo mesma! Por que eu vou usar a agenda do celular se eu posso usar uma de papel muito mais bonita? Por isso que eu sou muito in love com os produtos do ateliê Donna Rita. Como próprio nome da loja on line já diz: artes e mimos. Fora que ela faz tudo artesanalmente com todo carinho.

Para nos ajudar a ser mais organizados, ela lançou hoje o planner 2017! E quer saber de uma coisa? Está lindo de doer! Se você sempre quis um para chamar de seu, a hora é agora.


Olha a descrição do produto de acordo com o site:

Você sabe que para alcançar o que queremos, além da vontade, temos que nos planejar para fazer acontecer. Muitas vezes deixamos a correria do dia a dia atropelar nossos desejos e nos desviamos do caminho dos nossos objetivos. 

Mais do que uma agenda, que dá conta apenas dos seus compromissos, um planner, ou planejador em português, é uma ferramenta que tem como objetivo te ajudar a se organizar, definir prioridades, olhar o que está sendo feito para "prever" o futuro, definindo seus passos.

O planner Donna Rita foi pensado para ser uma ferramenta útil, bonita, com qualidade e preço acessível (se comparado a outras marcas existentes no mercado).

Você poderá montá-lo de acordo com seu gosto e bolso, escolhendo o tipo de revestimento da capa, a gramatura das folhas e se quer ou não divisórias.



O planner Donna Rita 2017 é assim:

Capa dura, revestida com tecido da sua escolha ou papel laminado com acabamento fosco. Etiqueta na capa com seu nome, frase de sua escolha e o ano.
Tamanho aproximado de 15 x 21 cm, para facilitar o manuseio e o transporte na bolsa.
Bolso interno em papel de 180g/m² colorido.
São 254 páginas. Você pode escolher a gramatura do papel do miolo: 90g/m² ou 120g/m².
Fechamento feito com elástico chato ou roliço e m botão forrado com tecido. O elástico não é preso a capa, assim você pode optar por usá-lo ou não e ainda serve como marcador de páginas.
Dados pessoais.
Calendário de 2017 e 2018.
Lista de metas para 2017.
Aniversários e datas importantes.
Contatos
Lista de filmes para ver e livros para ler.
Controle se senhas, contas e protocolos.
Informações bancárias
Divisórias no início de cada mês em papel 240g/m² (opcional).
Frases inspiradoras no início de cada mês.
Projetos mensais.
Visão mensal no início de cada mês.
Lista de "desejo x preciso"
Controle financeiro mensal
Visão semanal em duas páginas, layout horizontal com ou sem pautas (pauta opcional).
Folhas pontilhadas e com pautas para anotações e rascunhos.





Um dos pontos mais legais é que você pode escolher sua capa, inclusive mandar personalizar com sua foto ou desenho.

Para ver mais fotos do planner, clique aqui.

O produto está em pré-venda. Você efetuará sua compra agora e receberá seu Planner 2017 - Donna Rita a partir do dia 12 de dezembro, data de início dos envios.

Gostou? Eu amei!

Peça o seu agora mesmo aqui no site da Donna Rita.

Teca Machado