quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Deixe a Neve Cair - Crítica


Que comece a temporada de filmes de Natal!

Ano passado a Netflix lançou vários, como Crônicas de Natal, A Princesa e a Plebeia, O Feitiço do Natal, O Príncipe do Natal e outros. E esse ano já entrou no catálogo do serviço a primeira produção do tipo: Deixe a Neve Cair, do diretor Luke Snellin e baseado no livro de mesmo nome escrito por John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle.


Acho que podemos descrever Deixe a Neve Cair como um Simplesmente Amor adolescente. E apesar de bonitinho e charmoso, nem se compara com a produção de 2003 (e eu sou suspeita para falar, porque é um dos meus filmes preferidos da vida). Ele gira em torno de vários núcleos de personagens separados cujas histórias acabam se cruzando.

Temos o enredo de Julie (Isabela Merced) e Stuart (Shameik Moore), ela cuja mãe está doente e ele um cantor famoso que quer fugir um pouco da loucura da turnê, de Addie (Odeya Rush), que está atrás do namorado que não se importa com ela e ainda por cima briga com a melhor amiga Dorrie (Liv Hewson), que está chateada porque a menina com quem ela teve um encontro finge que nem a conhece, de Keon (Jacob Balaton) que quer dar uma festa de Natal e tocar para impressionar um DJ que está na cidade e conta com a ajuda do amigo Tobin (Mitchell Hope), que é apaixonado pela melhor amiga, Duke (Kiernan Shipka), mas está caidinha por JP (Matthew Noszka).



A história acontece numa cidadezinha americana cheia de neve e todo o filme passa em um só dia, na véspera de Natal. Parece pouco para desenvolver tantas coisas, mas o roteiro dá conta. Claro que não há nenhuma profundidade maior em nenhuma das histórias, até porque são muitas acontecendo ao mesmo tempo. Mas é tudo o suficiente para um filme tranquilinho de Natal, do tipo que deixa o coração quentinho, mas que provavelmente não vai virar tradição de assistir todos os anos (eu faço isso com Simplesmente Amor).

O elenco é competente. Nenhuma atuação espetacular (até porque o roteiro nem dá margem para isso), mas ninguém é canastrão. Todos parecem bem à vontade nos seus papeis, principalmente Kiernan Shipka, totalmente despojada e parecendo leve e livre.



A fotografia é bem bonita, bem típica de filmes do tipo, com muita neve e jovens bonitos com sorrisos mais bonitos ainda, uma trilha sonora bacana, vários amores, desamores e um monte de clichês do tipo que a gente ama (garoto famoso conhece garota simples que nem quer saber dele, melhores amigos apaixonados, melhores amigas que brigam e fazem as pazes e muito mais).

Deixe a Neve Cair é fofo e apenas isso. Não espere que ele seja um grande clássico de Natal.


Recomendo.

Teca Machado 

3 comentários:

  1. Oi, Teca como vai? Assisti a esse longa metragem e não gostei. Poucas cenas me agradaram, a maioria me desagradou por completo, aquela cena de uma festança de amigos para celebração do Natal nada haver no meu entender. Cadê a família desse povo. Tradicionalmente o Natal é comemorado em família, não com amigos necessariamente, visto que, com os amigos existem os outros dias do ano pra se comemorar não é mesmo! Achei o filme muito fraco, mas se a pessoa não tiver outra opção melhor não custa assistí-lo, até porque terá muitas pessoas que se agradarão de vê-lo. Adorei sua resenha, abraço!


    https://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. ver esses filmes me da uma dor no coração que aqui nao neva no Natal hahaha mas parece um filme fofinho, vou ver qq dia desses

    www.tofucolorido.com.br
    www.facebook.com/blogtofucolorido

    ResponderExcluir