segunda-feira, 8 de setembro de 2014

“My God is not dead, He’s surely alive”


Nunca escondi a minha e o fato de ser cristã de ninguém aqui. Fui criada na igreja evangélica presbiteriana e tenho Deus como Pai, Jesus como Salvador e o Espírito Santo como meu Guia. Não uso esse espaço no blog para pregar ou falar de religião porque não é esse o seu objetivo e nunca foi. Mas é impossível hoje não escrever sobre o filme Deus Não Está Morto, que tem justamente essa temática.


A produção do filme do diretor Harold Cronk chegou como quem não quer nada e se espalhou por todo o mundo. Aposto que você já viu por aí cartazes de Deus Não Está Morto, ouviu seus amigos falando essa frase ou percebeu que ele está nos cinemas e no Netflix. Depois de ver muitas críticas positivas, separei um tempinho para assistir e não me decepcionei nem um pouco.

Deus Não Está Morto é fictício, mas foi baseado em casos legais dos EUA de pessoas lutando para poder expressar sua fé em universidades e locais acadêmicos. O foco central é a história de Josh Wheaton (Shane Harper, a cara do Josh Hutcherson, o Peeta), um calouro que logo na primeira aula na faculdade chega na sala do professor Radisson (Kevin Sorbo), completamente ateu e antiteísta (Contra pessoas que acreditam em Deus). Seu objetivo é fazer com que os alunos afirmem que Deus está morto, o neguem. Josh, por ser cristão, se recusa e como punição precisa dar aulas para os colegas apresentando fatos para que provar que Deus não está morto. Se não os convencer, sua nota na aula será baixa e o seu futuro acadêmico pode ser prejudicado.

Josh estudando para as suas palestras

Apesar de todos serem contra ele seguir adiante, até mesmo a namorada insuportável e os pais, Josh acredita que o Espírito Santo falou com ele para continuar e faz seu papel.

Ao mesmo tempo, mais seis histórias paralelas acontecem:

Ayisha (HadeelSittu), uma estudante mulçumana que esconde da família que aceitou Jesus como Deus a cerca de um ano.

Martin (Paul Kwo), um estudante intercambista da China que entra em conflito com o pai por começar a se questionar sobre a existência de Deus, algo que não é feito no seu país.

Mina (Cory Oliver), a namorada do professor Radisson que sofre abusos verbais nas mãos dele por ser cristã.

Mark (Dean Cain, o antigo Super Man), irmão de Mina que desfruta de uma boa vida, sem nenhuma preocupação com sua mãe doente ou outras pessoas.

Amy Ryan (Trisha LaFache) uma blogueira que não liga para religião, namora com Mark e descobre que está com câncer. 

Reverendo Dave (David A. R. White), que é deseja que Deus o use de forma mais intensa e é a ligação entre todos os personagens.

Professor Radisson brigando com Josh

Muitas pessoas têm criticado a produção dizendo que os argumentos usados por Josh para provar que Deus não está morto são superficiais, assim como os do professor Radisson. Dizem também que algumas das situações foram inverossímeis e extremistas. Mas, para Deus, não é tudo possível? Já vi casos da vida real até muito mais intensos do que os mostrados no filme.

Para mim, foi um filme maravilhoso, que acendeu mais a chama da fé. Muito de acordo com a Bíblia, ele me deixou com um sorriso pregado no rosto no final e me fez ficar emocionada em algumas passagens.

Roteiro bom e coeso, complexo em sua simplicidade, e uma fotografia muito bonita. Deus Não Está Morto pode ser o fio de esperança para muita gente que está procurando por Ele, mas não sabe onde encontra-Lo.

E, assim como pedem no filme para fazermos, eu afirmo e repito para todo mundo que quiser ouvir: Deus NÃO está morto.

Recomendo MUITO.

Teca Machado

P.S.: A música tema de Deus Não Está Morto, dos Newsboys, é fantástica. Aperte o play :)



Um comentário:

  1. Como é bom ver garotas cristãs se pronunciando na rede sobre esse tema!
    Deus NÃO está morto!

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