quarta-feira, 30 de abril de 2014

A dor e a delícia de ter um espírito livre – Texto da Amanda Viaja


Gosto muito daquela frase que diz que viajar é o único modo de gastar dinheiro e ficar mais rico. Viajar, para mim, é vida. E esse ano tenho alguns passeios bem legais programados. #TecaFelizona #TecaContandoOsSegundos

Ontem vi esse texto da nova colunista do Estadão, a Amanda Viaja, e achei sensacional. Concordo com basicamente tudo o que ela falou. Como tem gente por aí que precisa aprender a liberar um pouco mais o espírito, por que não compartilhar com vocês?

Vamos lá?

A dor e a delícia de ter um espírito livre – Amanda Viaja


A pessoa de espírito livre vive um grande dilema. Sofre por ter que ouvir um “de novo?” quando diz que vai viajar no mês que vem, sofre por tentar convencer as pessoas de que é normal viajar tanto. Mas ao mesmo tempo, é a pessoa mais feliz do mundo quando viaja, sempre achando que aquele é o lugar mais lindo que já esteve. Mesmo tendo estado em outros lugares “mais lindos do mundo”.

Não é fácil ter um espírito livre. As pessoas não estão acostumadas. Continuam achando que o normal é apenas o pacote: estudar, trabalhar, namorar, casar e ter filhos. E qualquer coisa fora disso, você desandou.

Mas ser normal tem um conceito diferente para cada um. Deixa eu explicar… Por exemplo, se você sonhou a vida inteira em casar e ter filhos, isso é normal para você. Eu nunca sonhei com isso, portanto me parece a coisa mais normal do mundo não ter filhos. Ou então para você pode ser normal todas as noites depois do trabalho, se dedicar à pintura de um quadro. Pra mim não é, simplesmente porque nunca pretendi fazer isso. Mas não vamos tentar um convencer o outro do contrário, ok? O legal é respeitar. Eu já me vi em conversas com as minhas amigas sobre as flores que deveriam usar no casamento delas. E, me desculpe, mas eu não tenho a mínima ideia ou interesse em decoração de casamento. Mas as respeito e ainda dou minha opinião feliz da vida quando solicitada.

E quem está te falando tudo isso não é uma mochileira-hippie-doidona-uhu, mas uma mulher formada em Engenharia, com uma carreira internacional, que fez MBA e hoje é gerente em uma das empresas mais conhecidas do Brasil. Quer coisa mais “normal” do que isso? Mas mesmo assim eu não convenço as pessoas. E me nego a abandonar meu espírito livre, seguindo com meu dilema da dor e delícia de ser assim.

DOR

As pessoas podem não te levar tão a sério. Minha técnica para provar que elas estão erradas a meu respeito foi sempre estudar, ter uma carreira bacana, ser educada… tudo para esconder meu espírito livre e para me darem um pouco de razão. Mas tentar provar que você não é uma louca o tempo todo cansa, né? Aí parei.

Sua família pode discordar do seu estilo de vida. Meses atrás quando mudei de emprego, cogitei comprar um carro pois meu trabalho fica longe de casa. Meu pai disse que se eu não tivesse ido a Machu Picchu e Cancun, teria conseguido comprar um. Assunto encerrado. Hoje ando de ônibus feliz e contente. Não troco nenhuma das minhas viagens por nada.

Pode ser difícil encontrar um namorado(a). Até um tempo atrás eu escondia dos homens o quanto queria viajar para lugares inóspitos, morar fora do país de novo e até que não estou preocupada com casamento e filhos. Tudo isso sempre assustou aqueles de “vida normal”. Mas hoje não escondo mais nada. Na verdade, serei infeliz se me relacionar com alguém que não me conhece de verdade. E ainda tem a questão de afinidade: provavelmente, não vou me apaixonar se ele tiver uma vida normalzinha e não gostar da minha vida maluquinha.

DELÍCIA

Você tem amigos em qualquer parte do mundo. Quando você viaja e abre sua mente para o novo, você se comunica, conhece pessoas novas e interessantes e que podem se tornar amigos para sempre. Sabe aquela viagem que você quer fazer pra Europa? Então, que tal ficar na casa daquela amiga londrina que você conheceu na última viagem? E as dicas sobre a Índia com aquele seu amigo indiano?

Você se torna uma pessoa mais interessante. Apesar das pessoas não te darem moral com as suas ideias muito “loucas”, acredite: elas vão ouvir as suas histórias com brilho nos olhos e até um pensamento de “puxa, se eu tivesse coragem…”. Sem contar, que você sempre terá assunto em qualquer lugar, com qualquer pessoa, em qualquer situação.

Os relacionamentos amorosos são menos tediosos. As pessoas de espírito livre quando se encontram, naturalmente planejam aventuras, finais de semana interessantes e viagens dos sonhos juntas. E de tanto se aventurarem por aí, ficar em casa tranquilas vendo um filminho, já é sair da rotina.

Mas enquanto você decide o que é normal e o que não é, se deve assumir seu espírito livre ou não, se casa ou compra uma bicicleta, se sai do seu emprego insuportável ou daquele relacionamento infeliz com aquela pessoa que não te deixa fazer nada, vou ali comprar minha passagem para aprender a surfar na Costa Rica. Depois te conto como foi.

Fonte: Estadão

E aí? Seu espírito também é livre? O meu é soltinho até demais. Preciso encontrar um modo de achar uma profissão que me paguem para viajar a lazer, tipo ter um programa d TV de viagens ou algo assim, haha. Não quero nada da vida, né?

Teca Machado

terça-feira, 29 de abril de 2014

Princesos e príncipas: Personagens da Disney ao contrário


Gente, hoje tem minha coluna literária no site Olhar Conceito. O post é sobre o livro Garota Exemplar. Veja aqui.

E se a princesa Aurora fosse o príncipe Auroro? E o Cinderelo? Pensando em inverter os papeis, a artista canadense conhecida pelo apelido Sakimi Chan resolveu criar uma galeria com a temática de troca de gêneros.

Vários personagens da Disney tiverem os seus sexos invertidos e o resultado é interessante e estranho, dá nó no nosso cérebro acostumado com o contrário.

Arielo (Detalhe para a Linguada fofinha *.*)

Hadas 

Malévolo 

O Belo e a Fera (Ok, esse ficou MUITO esquisito)

Esmeraldo 

Úrsulo 

Pocahontos 

Cruelo 

Elso


Um tanto confuso, né? Não é por nada, não, mas o Elso, de Frozen, ficou bem gato, haha.

Dica da Ingrid Barbosa.

Teca Machado

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Garota Que Você Deixou Para Trás: Sobre guerra, arte, otimismo e amor


Jojo Moyes já tinha ganhado o meu coração no final do ano passado com o livro Como Eu Era Antes de Você (Comentei aqui). Então, é claro que eu fiquei doida para ler outras obras da autora. A da vez foi A Garota Que Você Deixou Para Trás, que peguei em parceria com a Livraria Janina, e posso dizer que ela manteve o mesmo alto nível da publicação anterior. O meu próximo dela será A Última Carta de Amor, que me disseram também ser maravilhoso.


Apesar do nome típico de mais um romance água com açúcar, A Garota Que Você Deixou Para Trás tem um tema muito sensível: A I Guerra Mundial. Em 1917, Sophie Lefèvre vive em St. Perrone, no interior da França, com os irmãos e os sobrinhos, enquanto o marido Édouard e o cunhado estão lutando no front. A ocupação alemã já chegou à cidade e todos sofrem com a escassez de alimentos e de liberdade. Uma das poucas coisas no mundo que ainda deixam Sophie feliz é o quadro de si mesma que o marido, um artista que estudou com Matisse, fez e deixou como recordação chamado A Garota Que Você Deixou Para Trás.

Sophie e a irmã cuidam do Le Coq Rouge, um bar que é obrigado pelos alemães a cozinhar para os soldados. Virando alvo de especulação e desconfiança da cidade, as mulheres passam a viver próximas dos inimigos. O Kommandant alemão se interessa por Sophie e pelo quadro e nasce algo parecido com amizade em tempos de guerra. Desesperada para trazer o marido de volta, Sophie entra numa complicada trama que envolve o quadro e seus princípios.

Então a história pula para 2006, quando a jovem viúva Liv Halston, atual dona de A Garota Que Você Deixou Para Trás, tenta superar a morte precoce do marido. Ao conhecer Paul McCafferty num momento particularmente difícil, começa um processo de restituição de espólios de guerra em que o seu tão adorado quadro pode ser tomado. Mais do que manter a pintura consigo, Liv deseja saber o que aconteceu com a moça de sorriso enigmático que deu origem a obra de arte e vai descobrindo que a vida de Sophie foi mais complicada do que pareceu no primeiro momento. As duas histórias se cruzam de uma maneira fantástica.

Jojo Moyes

A primeira parte do livro é narrada em primeira pessoa por Sophie, o que é ótimo, já que temos em “primeira mão” as suas impressões da guerra. Certos trechos nos dão aquele aperto no peito ao pensar nos horrores que esses conflitos geraram. Logo de cara já gostamos de Sophie pela sua garra, vontade de superar obstáculos e pensamento rápido (Destaque para a cena que envolve um porco disfarçado de bebê), e torcemos loucamente por um final feliz para ela e para a sua pintura.

A segunda parte, que fala de Liv, está em terceira pessoa. É muito boa também, mas Liv não nos desperta a empatia que Sophie traz. Não que eu não goste dela, mas achei a Sophie melhor. O desenrolar do romance dela com Paul certas vezes é superficial, mas é preciso lembrar que o principal da história é a disputa e o destino da pintura, não o casal.

A Garota Que Você Deixou Para Trás tem reviravoltas, mistério, drama de guerra e situações inesperadas, tudo isso escrito de uma forma sensível, gentil e ao mesmo tempo sincera.

Gostei da capa, que segue muito o estilo de Como Eu Era Antes de Você. Condiz muito bem com a história. O que eu queria mesmo é ver uma “imagem” do tão falado quadro A Garota Que Você Deixou Para Trás.

Quer ler o livro? Tem aqui para comprar na Livraria Janina.

Recomendo.

Teca Machado

P.S.: Estou tão atribulada e avoada com trabalho que escrevi várias vezes no texto A Garota Que Eu Era Antes De Você, haha. Antes bem que eu sempre reviso meus textos e arrumei. #aloka

sábado, 26 de abril de 2014

Friends hoje e ontem


Quer ver eu fazer você se sentir velho

Friends acabou há 10 anos. Pois é, uma década.

Friends começou há 20 anos. Pois é, duas décadas.

"So no one told your life was gonne be this way..."

Tem gente que passa por aqui que nem tinha nascido na época dos primeiros episódios (Eu mesma em 1994 ainda nem entenderia nenhuma piada, haha). Mas não importa, podem passar vários anos e Friends continua sendo a melhor, a mais divertida, a mais amada série ever.

Infelizmente, todo o elenco e os produtores vivem falando que um filme, episódios especiais, um esquete que seja, NEVER GONNA HAPPEN. Por mais que doa ouvir isso, já estou conformada. Pelo menos temos 10 temporadas com que nos divertir!

Sentindo saudade de Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Ross e Chandler, a revista People fez uma montagem com um encontro dos atores na época do início de Friends com a versão atual deles.

 Courteney Cox

David Schwimmer (Eu sempre olho no Google como escreve o nome dele, haha) 

Jennifer Aniston 

Lisa Kudrow 

Matt LeBlanc 

Matthew Perry

Fonte: Flashland

O David Schwimmer não mudou quase nada, né?

Tem um post aqui de alguns meses atrás que eu falei sobre como os atores estão hoje, não fisicamente, de carreira mesmo.

Esses dias fiz aquele teste da Warner Channel “Que personagem você é?” e o meu deu Chandler – Uso o sarcasmo para me esconder de situações constrangedoras. Oi? Hahaha. Quer fazer também? Clique aqui (Mas não são só os seis personagens de Friends, e sim de todas as séries do canal). 

Teca Machado

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Divergente – O filme


Há algumas semanas, comentei aqui o livro Divergente, de Veronica Roth, e fiquei me perguntando COMO ASSIM EU NÃO TINHA LIDO ISSO ANTES? Amei de paixão. Ontem fui ver a adaptação cinematográfica da obra e posso dizer que fiquei muito satisfeita. 


Às vezes assisto filmes inspirados em livros que eu gosto muito com certo receio, por medo de mudarem demais a história, mas dou um hi five para os roteiristas e para o diretor Neil Burger (Sim, eu fiz piadinhas mentais com o nome dele: Burger – Hambúrguer, haha. Eu falo para vocês que a minha idade mental é 13 anos).

Meninos, apesar da protagonista feminina, Divergente não é mulherzinha. Pelo contrário, a parte de amor até foi rápida demais no filme. É muito mais estilo Jogos Vorazes do que Crepúsculo. Se forem acompanhar namoradas e esposas ao cinema, acredito que vão gostar, tem bastante violência, luta e conspiração.

Tris e Quatro

Em Divergente, vemos uma sociedade futurística em Chicago que é dividida em cinco facções: Abnegação, os altruístas; Audácia, os corajosos; Erudição, os intelectuais; Amizade, os gentis; e Franqueza, os sinceros. Cada indivíduo nasce em uma facção, mas aos 16 anos pode escolher seu caminho. Tris Prior (Shailene Woodley), uma garota da Abnegação, nunca sentiu que lá fosse o seu lugar. Ao fazer um teste de aptidão para descobrir qual é o seu caráter, o resultado é inconclusivo: Ela é divergente. De tudo um pouco, ela não pode ser facilmente controlada pelas autoridades, por isso precisa esconder o que é, senão será caçada pelo governo. Então toma uma decisão inusitada ao trocar da facção quando chega a hora da escolha.

A primeira a pular

O filme é muito parecido com o original escrito. Claro, há algumas diferenças, mas elas não chegaram a me incomodar. Se tem uma coisa que eu aprendi é que certas cenas dão certo em livros, mas não no cinema. Um dos maiores exemplos disso é A Menina Que Roubava Livros (Comentei aqui e aqui). A história é boa no papel, com pensamentos, reflexões e narração, mas não funciona tão bem na tela. Divergente mudou algumas sequências, principalmente do final, mas não feriu a essência e nem o andamento do filme.

Paisagem do medo

Divergente foi bem fiel na caracterização da cidade de Chicago nesse período pós-catástrofe. A fotografia do filme foi muito boa, principalmente na cena em que Tris faz a tirolesa mais louca da história mundial. Eu imaginava mais ou menos daquele jeito. Os personagens também, apesar de que Tris é descrita no livro como muito magra e baixa, algo que Shailene não é. Minha amiga Dudi até ficou brincando dizendo que como ela não era esquelética, como no original, com certeza andou roubando pão escondido da Abnegação, haha.

Tris, Christina e Will

O personagem Quatro é o lindão do Theo James, muito parecido com o do livro. Ele começa bruto e estúpido, mas vai ganhando o nosso coração (Suspiros eternos, ai, ai...). Achei interessante a escolha de Kate Winslet para o papel de Jeanine, quase uma nazista com um toque de gentileza venenoso. Não a imaginava assim, mas gostei. Não sabia, mas a minha amiga Larissa disse que Kate estava grávida nas filmagens, por isso quase todas as suas cenas mostram apenas a parte superior do corpo.

Uma nazista do futuro

Mesmo com as mudanças em certos trechos e com o corte de algumas informações e personagens (Cadê o Uriah?), Divergente foi uma das melhores adaptações que eu vi nos últimos tempos. Agora é esperar ansiosamente pela filmagem das continuações Insurgente e Convergente. Enquanto isso, estou “economizando” os livros. Não quero ler os próximos para não acabar logo e ficar órfã de mais uma trilogia, mas a curiosidade está batendo.

Recomendo muitão.

Teca Machado

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Fábrica de Bodas, essa linda!


Plaquinhas para tirar fotos em festas são lindas, são fofas, são o creme do verão. Mas você não tem a impressão de que elas são todas iguais, sempre com as mesmas frases? Ou que chega no final da comemoração e elas estão destruídas? Mas eu vou dar uma dica para vocês de plaquinhas e outros frufruzinhos para casamentos que são a coisa mais gracinha desse universo: a Fábrica de Bodas.


A Fábrica de Bodas surgiu por acaso. A Larissa, minha amiga que eu conheço desde que estava no útero da minha mãe (E que me apresentou o meu namorado, primo dela *.*), se casou em setembro do ano passado. Querendo deixar a sua festa com a sua cara e cheia de detalhes que fossem interessantes e do jeito que queria, ela mesma produziu artesanalmente muitas coisas. Tudo no casamento dela foi tão lindo que as pessoas começaram a pedir que ela fizesse para encomendas. Como ela já estava apaixonada pela arte do mundo dos casamentos, mergulhou de cabeça e criou a empresa. E eu já vi de perto, então posso afirmar que é tudo de qualidade e tudo muito lindo (Juro que ela não me pagou por esse post, haha).

Quer ver algumas das produções da Fábrica de Bodas?







Opa, olha eu! Hahaha.

Opa! Olha eu de novo... Hahaha




Gostou? Conheça mais da Fábrica de Bodas:


Nem noiva eu sou ainda, mas já sei quem vai fazer todas as coisas cuti cutis da minha festa de casamento.

Teca Machado


quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Marvel veio com tudo! - Capitão América 2: O Soldado Invernal


Antes de começar a falar sobre Capitão América 2: O Soldado Invernal, preciso suspirar pelo Capitão América (Ai, ai...) e pelo Soldado Invernal (Ai, ai...), que nesse filme está feio, mas é bem lindo e eu não posso dizer quem é para não dar spoilers. Pronto, suspiros feitos, agora posso começar a resenhar a produção.


Se você viu Capitão América: O Primeiro Vingador e achou o mais bobinho dos filmes do universo da Marvel, você tem razão. Mas não pode deixar de assistir essa continuação por causa disso. O filme dois é muito mais maduro, interessante e envolvente, porque não é preciso mais explicar quem é quem ou quem quer o quê. 

Além disso, Steve Rogers (Chris Evans), o Capitão, está menos idealista e menos cheio de fé em seu próprio governo. Acho que foi o encontro e as discussões com o Tony Stark, em Os Vingadores, que deram um banho de realidade nele. O Capitão ainda é patriota, é claro, mas fala-se muito menos dos EUA e sim de uma ordem a nível mundial, deixando o filme muito mais palpável para outros países (Isso e o fato de uma brincadeira do estúdio ao personalizar para as distribuidoras uma lista do que o Capitão precisa pesquisar no Google para se atualizar do tempo em que ficou congelado e aparece na versão brasileira Xuxa e Mamonas Assassinas).

Capitão América e a Viúva Negra

Em Capitão América 2, encontramos o protagonista e a Viúva Negra (Scarlett Johansson) no meio de uma missão um tanto nebulosa da S.H.I.E.L.D. Sentindo-se usado pela corporação, o Capitão confronta Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência de espionagem, sobre a verdadeira razão de estarem lá. Logo depois Fury sofre um atentado, deixando o Capitão como o principal suspeito. Ao mesmo tempo, assassinatos vão acontecendo e boatos dizem ser obra do Soldado Invernal, um matador fantasma que age há décadas, mas que ninguém sabe se é real.

Ação sem fim

Cria-se um clima de instabilidade e desconfiança, num cenário em que o Capitão não pode se dar ao luxo de confiar em ninguém. Há tensão, reviravoltas, segredos governamentais e conspirações. A S.H.I.E.L.D. passa por um momento de mudanças que vai deixar de ponta cabeça tudo o que conhecemos.

Apesar do clima mais tenso do que na produção anterior, Capitão América 2 ainda tem a marca registrada da Marvel: Muita correria, cenas de ação mentirosas (Mas que a gente ama!) e alívio cômico nos momentos certos. Extremamente bem feito, o filme tem um visual impecável (Claro que o Chris Maravilhoso Evans contribui muito para isso, assim como a Scarlett Johansson).

Até o uniforme dele está menos patriótico

Por falar no Chris Evans, ele está um ator muito melhor agora. Nos entrega um Capitão América muito mais competente. Scarlett Johansson está lá, sendo ela, sempre séria e gostosona. Samuel L. Jackson, impossível de falar mal dele, óbvio. E nos encontramos com Robert Redford, com seus quase 80 anos, num papel que lhe caiu como uma luva. Assim como Anthony Mackie, o Falcão, um ótimo coadjuvante (Não podemos esquecer de Emily VanCamp, nossa amada Emily Thorne de Revenge, divando em algumas cenas).

Soldado Invernal

Os filmes do universo Marvel estão cada vez mais interligados e é possível pegar frequentemente referências às outras produções. Ao fim de cada um dos filmes ficamos com vontade de mais e mais, principalmente por causa das famosas cenas pós-créditos que remetem às próximas filmagens. E dessa vez ficamos com o queixo caído (Só agora descobri que são duas cenas, não uma. Eu só vi a primeira, mas aparentemente a mais importante, então menos mal).

De uniforme vintage e com o Falcão

Capitão América 2: O Soldado Invernal é, definitivamente, uma das melhores produções da Marvel.

Recomendo muito.

Teca Machado


terça-feira, 22 de abril de 2014

De castigo numa ilha grega: Verão Cruel


Gente, a partir de hoje, todas as terças-feiras eu vou ter uma coluna sobre livros lá no site Olhar Conceito. Clique aqui e veja a minha primeira edição!

A capa do livro Verão Cruel, de Alyson Noël, me chamou a atenção assim que a vi na fan page da editora Novo Século (A mesma que publicou meu livro). Praia, casalzinho, Grécia e um nome interessante. Na hora me apaixonei e quis um para chamar de meu. Peguei na Livraria Janina em parceria com o blog já sabendo que se tratava de uma obra adolescente (Eu gosto mesmo. Me julguem!). Com 178 páginas e espaçamento grande entre as linhas, a leitura voa. Eu li em uma tarde tranquila em que tudo o que eu queria era dar alguns momentos de paz ao meu cérebro e ao meu corpo.


Em Verão Cruel conhecemos Colby, uma americana de 17 anos que está passando por um momento muito difícil: Foi obrigada a passar as férias na casa de uma tia numa ilha grega. Ai, meu Deus, coitada! Três meses num lugar paradisíaco cheio de sol, gente bonita e tranquilidade. Realmente, isso é terrível! Só que não, né?

De qualquer modo, para Colby isso é o fim. Quando finalmente virou uma garota popular, amiga das pessoas VIPs e conseguiu ficar com o cara dos seus sonhos, seus pais resolveram se separarem e brigarem muito. Para tirar a adolescente desse ambiente hostil de divórcio, o pai e a mãe decidiram que era hora de mandá-la para a pequena e graciosa ilha de Tinos, famoso destino religioso de peregrinação na Grécia, para ficar nas férias de verão com a maluca tia Tally. 

Colby não quer ir de jeito nenhum. Lá nem tem wifi direito, não tem lojas de marca e nem amigos populares com quem sair. Sua tia nem ao menos tem televisão porque é toda zen e paz e amor. Seu maior medo é ser esquecida durante o verão e quando retornar para o seu último ano de escola voltar a ser uma nerd invisível. Só que não tem opção, é obrigada a ir (Mas não sem antes fazer todo tipo possível de chantagem). 


Realmente, que lugar horrível. Colby não tem que querer ir mesmo...

Após momentos iniciais de reclamação, isolamento e mimimi, Colby acaba percebendo que Tinos não é tão terrível assim, principalmente depois de conhecer Yanni, um grego gatíssimo que parece gostar dela.

Colby é uma chata. Acha que o mundo gira ao seu redor, faz joguinhos emocionais e dramas exagerados. Mas, vamos dar um desconto, né? Ela é adolescente. E todos nós já fizemos (E alguns ainda fazem...) isso. Mas ela vai amadurecendo com o passar do livro de uma forma totalmente plausível e reavalia sua vida, seus conceitos, suas opiniões e principalmente seus amigos e amores. E aí a gente passa a gostar muito dela. Já o Yanni, a tia Tally, o Tassos e o Petros ganharam meu coração logo de cara.

Um dos aspectos mais interessantes de Verão Cruel é que a sua narrativa foi construída em cima de anotações no diário de Colby, no seu blog, nos e-mails, nas mensagens de texto e nos cartões postais que manda para os pais e para amigos que ficaram nos EUA. E cada um tem um tipo de letra e um entretítulo, então o leitor não fica perdido sobre para quem ela está escrevendo.

Alysson Nöel

Gostosinho de ler, Verão Cruel me proporcionou ótimos momentos de diversão.

Pai, se você quiser me mandar para uma ilha grega como uma espécie de castigo ao algo assim, vou reclamar muito, mas vou, tá? Sei que é para o meu bem... Hahaha.

Quer comprar? Tem aqui na Livraria Janina.

Recomendo.

Teca Machado

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Normal, pra quê? – Por Kenderson Araújo


Vocês se lembram do Kenderson, do Ambígua Existência (Comentei aqui)? Ele atacou novamente (Como sempre!) com um ótimo texto que eu tinha que compartilhar com vocês, porque eu realmente acredito que a normalidade é monótona e chata. Quero ser tudo, menos normal.

NORMAL, PRA QUÊ? – Por Kenderson Araújo


“A vocês meus amigos, desejo dias anormais. Desejo beijos anormais, abraços anormais, experiências anormais.

A vocês todos, desejo dias de deliciosa e inconcebível estranheza no amor, na carícia e na inspiração. Desejo que o monótono se despeça e de lugar ao estranho. Ao diferente. Aí anormal.

Desejo que a saudade seja anormal ao ponto de substituir a falta da presença pelo desejo e pela procura do outro.

Anseio pela anormalidade do ato, da luta e daquilo que é bom.

Enfim, caros colegas, desejo a todos vocês a benção da anormalidade que faz da vida essa montanha russa de experiências, ora insossa, ora saborosa mas que deus nenhum permita: normal.

Citando Oscar Wilde: ‘A normalidade é uma ilusão imbecil e estéril’.”

Uma vida anormal para vocês!

Teca Machado


sábado, 19 de abril de 2014

Resultado do Sorteio de 100 mil acessos


Chegou o dia do sorteio em comemoração aos 100 mil acessos do blog!

Antes de mais nada, queria agradecer de novo pelas visitas constantes, pelos comentários, pelo carinho e pelo feedback tão legal de vocês aqui com o blog.

O prêmio era uma caixa com:


• Livro I Love New York, cuja autora sou moi
• Livro A Linhagem, da autora Camila Dornas
• Livro A Ordem Perdida, do autor Gabriel Schmidt
• DVD do desenho Rio (O primeiro, né? O segundo ainda está nos cinemas)
• Caneca Minion (Que vem com um ovo de Páscoa! Olha que coisa boa!)
• Marca páginas dos Jogos Vorazes, do Senhor dos Aneis, do Percy Jackson e do Harry Potter.

Dessa vez o vídeo do sorteio teve duas participações especiais: a Aninha e a Lelê, minhas ajudantes super especiais diretamente de Rondonópolis.


Desculpa a falta de foco de vez em quando :)

Parabéns para a vencedora! Espero que você se divirta muito com os presentes.

E Feliz Páscoa! Que vocês se lembrem que hoje o feriado é mais do que não trabalhar e comer chocolate. Ele é a demonstração do amor de Cristo por nós, quando Ele morreu e ressuscitou para salvar os nossos pecados.

Beijo, gente! E até o próximo sorteio.

Teca Machado

P.S.: A Aninha brigou comigo e disse que sabe ler sim, ora essa! Hahaha.


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Templo Branco: o mais lindo (e bizarro) templo da Tailândia - Por Iara Vilela


Hey, você só tem até o meio-dia de hoje, sexta-feira, para participar do sorteio em comemoração aos 100 mil acessos do blog. Saiba mais aqui.


Oi gente, tudo bem?

O destino de hoje fica na Tailândia é do tipo de monumento que nenhuma foto jamais vai te dar a dimensão do tamanho e da beleza do lugar sem que você veja com seus próprios olhos. Mesmo! Hoje vamos falar sobre o Wat Rong Kung, o "Templo Branco", que fica na cidade de Chiang Rai.

A Tailândia é um país tradicionalmente Budista e por isso há milhares de Templos por lá! Mas, de todos os Templos que visitei, o Wat Rong Kung foi o que mais me impressionou. Ele foi construído por um artista local e representa o céu e o inferno e ao contrário da maioria esmagadora dos templos budistas, ele não é colorido e sim completamente branco.


Na frente do Templo há um lago cheio de carpas e ao atravessa-lo, você passa por uma passarela cheia de mãos com formas diversas. A ideia do artista é que você tenha a impressão de que aquelas mãos estão tentando te pegar! o.O

#Medo
CÉU x INFERNO

Confesso que além de lindo, há também um pouco de bizarro nesse lugar! Por todo o espaço interno e externo existem elementos que remetem a cultura ocidental como o inferno e a cultura budista como o céu. 

Pelo jardim há várias esculturas de filmes americanos como HellBoy, Predador e Hellraiser, todos classificados como “Do diabo”! haha

A área interna do Templo também mantém a linha ocidente = inferno. Nas paredes de entrada personagens do cinema americano e figuras de Osama Bin Laden e George W. Bush estão pintadas à mão junto com armas e tanques de guerra (representando toooodo o mal).

Já a parede oposta representa o céu (onde fica o altar com uma imagem de Buda). Lá, figuras budistas se unem a imagens de pessoas vestidas adequadamente e voando em nuvens em direção ao paraíso.

Não há foto desta parte porque é proibido, mas algumas fotos circulam na internet e você pode ver aqui.



TEMPLO OSTENTAÇÃO

Os templos budistas possuem muitos elementos dourados e cheguei a ver até  mesmo um Buda enooorme de ouro maciço.

Revestir as coisas de ouro foi uma forma que eles encontraram para mostrar prosperidade. Um exemplo disso é que os detalhes e parte da estrutura do banheiro do Wat Rong Kung são de OURO! Isso mesmo, tudinho de ouro. #Shine


#Wanderlust

Iara Vilela é jornalista e como boa wanderluster, ama viajar e já conhece mais de 50 cidades em 11 países. Ela também gosta de chocolate, esmaltes, cervejas especiais, tulipas, moda e é dona de um São Bernardo e de um Golden Retriever. Pseudo-nerd que é, adora toda a obra de J.R.R. Tolkien e Isaac Asimov, além de ter paixão por festivais de música! Entre uma viagem e outra, ela escreve para este lindo blog e também para o "Com Erros Aprendi"que conta furadas e erros de navegação em muitas de suas viagens pelo mundo!