quinta-feira, 30 de julho de 2015

Destinos para colorir - Por Lala Rebelo e Mariô Cerchi


Hoje é dia de post meu, LALA REBELO (do blog de viagens lalarebelo.com) aqui no blog da Teca, agora uma Sra. Casada e ainda mais feliz! :D

E hoje o tema é sim VIAGENS... Só que para COLORIR!

Aproveitando a moda dos livros de colorir (quem não ama?!), a Mariô Cerchi, uma amiga muito querida, resolveu fazer algo diferente… Ela CRIA os próprios desenhos, para depois enchê-los de cor.

Assim como eu, Mariô é apaixonada por viagens e já rodou boa parte desse mundo! Flores, plantas, animais… Que nada! O tema do seu primeiro livro de colorir não podia ser outro: DESTINOS. Ou como ela mesmo define, “the world through my traces” (o mundo através dos meus traços).

Seu estilo é leve e divertido. Mariô desenha cidades, monumentos, igrejas e paisagens icônicas, de maneira alegre e graciosa, deixando a gente ainda mais animado pra sair pintando tantos lugares lindos!

Pra morrer de saudade das cidades em que a gente já esteve, ou pra ficar doido pra ir!!  É também uma super terapia pra passar o tempo no avião!!


Ficou com vontade de colorir? Acesse este link aqui, clique nas imagens para ampliá-las e depois IMPRIMA

Poste no Instagram seus desenhos coloridos com a hashtag #destinosparacolorir (só consigo ver se seu perfil for público/aberto). Postarei no meu Insta @lalarebelo_travelblog e vou atualizando o post lalarebelo.com/destinos-para-colorir com os desenhos de vocês. :) 

Acompanhe também os desenhos pelo Instagram da autora, @macerchi_hands

- LONDRES, INGLATERRA



- BASÍLICA DE SACRÉ COEUR, PARIS, FRANÇA



- CATEDRAL DE SÃO BASÍLIO, MOSCOU, RÚSSIA



- BURANO, ITÁLIA



- TAJ MAHAL, AGRA, ÍNDIA



- LA SAGRADA FAMÍLIA, BARCELONA, ESPANHA



- PONTE RIALTO, VENEZA



Olha só como os destinos estão ficando ainda mais lindos coloridos pelos leitores - todos postados com hashtag #DESTINOSPARACOLORIR

Burano by @valeproo
Burano by @verena_bio 
Londres by @verena_bio
Londres by @macerchi 
Moscou by @macerchi
Ponte Rialto, Veneza, by @macerchi
Moscou by @verena_bio 
Sacré Coeur, Paris, by @macerchi
Londres e Burano, by @sara_pilates
Moscou (MAARAAAAAA), by @dfamanda

Contatos da Mariô Cerchi: 
Instagram: @macerchi_hands
E-mail: macerchi@hotmail.com

Mariô, mais uma vez, parabéns pelo lindo trabalho!

Um beijo,
Lala Rebelo | LALAREBELO.COM



Lala Rebelo é autora do blog de viagens www.lalarebelo.com. Publicitária, brasileira de Cuiabá, já morou em São Paulo, na França, nos Estados Unidos, na Espanha, na Inglaterra e vive hoje no Panamá (quando não está viajando). Já esteve em quase 50 países (e espera que este número não pare de aumentar...). Seu objetivo é te contagiar com essa loucura chamada VIAGEM e te inspirar a pegar um avião ou a estrada para qualquer lugar.

sábado, 25 de julho de 2015

"What To Draw And How To Draw It": o livro de ilustrações que inspirou a carreira de Walt Disney! - Por Emily Antonetti


Muitos nomes de gigantes da animação da atualidade se inspiraram no legado do ícone cultural Walt Disney para produzir seus trabalhos. Entretanto, em quem será que Disney se inspirou para criar seus populares personagens Mickey Mouse, Pato Donald ou Pateta, por exemplo?

(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
O clássico "What To Draw And How To Draw It", de Edwin George Lutz, pode ser a resposta em forma de livro. Publicado originalmente em 1913, a obra ofereceu a direção de arte para o arranque de muitos iniciantes - entre eles, o próprio Walt Disney. 

(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
"What To Draw And How To Draw It" é um guia passo-a-passo com instruções básicas que ensinam como desenhar gatos, ratos, cavalos, corujas, entre outros animais. A estética simples é o grande segredo para auxiliar o leitor a criar ilustrações graciosas de maneira rápida. 

(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
E.G. Lutz é considerado o avô dos livros estilo "Como desenhar..." e suas obras são, até hoje, relançadas como incentivo para novas gerações. Se você é amante do trabalho de Walt Disney ou um iniciante em animação, esse guia irá deliciá-lo com tanto charme. Uma ótima dica para explorar o seu lado criativo. 

Gosta de desenhar? Dê uma olhada em outras páginas de amostra deste maravilhoso livro abaixo e se inspire a desenhar também.

(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")
(Imagem: reprodução/E.G. Lutz - "What To Draw And How To Draw It")

Emily Antonetti

sexta-feira, 24 de julho de 2015

A Verdadeira Bela – Chick lit nacional


Se tem um momento em que você não espera conhecer o cara dos seus sonhos tenho certeza que é quando você está na praça de alimentação de um shopping e derruba um prato de estrogonofe nele. Esse é o caso de Nicole, no livro A Verdadeira Bela, da autora nacional Li Mendi.


Na obra, Nicole é uma publicitária doida para começar a sua carreira e ser uma profissional em ascensão. No dia que ela tem uma entrevista na True-B, a agência de publicidade que sempre foi o seu sonho de consumo, vai ao shopping almoçar. Distraída e nervosa com a reunião da tarde, derruba toda a sua comida num cara alto, lindo e muito intimidador. Nicole quer morrer de tanta vergonha, mas ajuda o homem a comprar uma camisa nova e ainda é convidada para almoçar com ele. 

Tensa com o que aconteceu e mais ainda com o que a espera depois, ela conta para ele todos os seus podres profissionais. A garota mal imaginava que esse acidente ia mudar toda a sua vida. No fim das contas, quando chega à sua entrevista de emprego, o cara do estrogonofe é Fernando, o dono da agência. Aí sim que Nicole quer morrer de vergonha, ainda mais que ela já estava se apaixonando por ele. 

Li Mendi
Fernando é um empresário implacável, altamente bem sucedido, mas no fundo tem questões de insegurança não resolvidas e sofre muito com a vida solitária e inquieta que leva. Nicole, sem perceber, se torna a sua tábua de salvação e ele a dela.

Li Mendi tratou de vários assuntos em A Verdadeira Bela: Bullying na internet, insegurança, relação entre pais e filhos (Fernando tem trigêmeos gracinhas muito amor), espiritualidade, amor que ultrapassa o tempo e qualquer dificuldade, e escreve tudo isso de forma delicada e por vezes engraçada. Os capítulos alternam entre narração da Nicole e do Fernando, então o leitor tem a perspectiva dos dois protagonistas, o que é bem bacana.

Confesso que achei que ia gostar mais de A Verdadeira Bela. Li tanta crítica boa que estava com as expectativas muito altas. Gostei, mas não amei ou favoritei. Alguns trechos e temas importantes foram pouco aprofundados e outros que achei irrelevantes tiveram muito destaque. A Nicole é legal, mas um tantinho irreal. Fernando, não nego, é um gato e um ursinho carinhoso por baixo desse exterior grandão, gamei nele, mas não me apaixonei loucamente como em outras vezes.

A Verdadeira Bela é um chick lit bonitinho, ótimo para desanuviar a cabeça depois de uma leitura muito pesada. Por ser curtinho e de narração fluida, você lê muito rápido. Eu mesma li de um dia para o outro.

Recomendo.

Teca Machado


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Um caso de amor: A gravidade e eu – Projeto Drama Queen #40


Vivo um drama amoroso eterno: Tenho um caso de amor muito forte desde que nasci. Eu e a lei da gravidade somos inseparáveis. Eu sei, todos nós somos inseparáveis dela, só que ela me ama mais do que eu a amo, por isso ela força a barra e sempre usa os seus poderes (do mal) contra mim. Ela faz com que eu beije o chão ou que objetos (bolas, livros, mangas...) caiam em cima de mim, só para mostrar quem manda. 


Quem me conhece ao vivo provavelmente já me viu cair uma, duas, cinco, quinze vezes. É normal ou estar de boca ou bumbum no chão. Roxos? São recorrentes. Cicatrizes? Tenho várias (Algumas incomuns, feitas por massinha de modelar queimada. Falei sobre essa bizarrice aqui). A minha sorte é que eu não fico marcada por muito tempo, senão seria um retalho ambulante, não apenas um desastre ambulante.

Tenho tantas histórias sobre isso que eu nem sei por qual começar... 

Há exatamente um ano me estribuchei de quatro no asfalto pelando de meio-dia. Nunca me esfolei tanto de uma vez só. Meus dois joelhos ficaram arrasados, parecia que eu tinha passado um ralador de queijo nos pobres coitados. Ainda estou com as marcas para mostrar para vocês (Comentei mais sobre esse desastre aqui).

Há também o problema de que eu moro numa casa com escadas há 23 anos e despenco pelos seus degraus pelo menos uma vez por semana, só para não perder o costume. A minha mãe nem se preocupa mais. Se eu estou viva e não quebrei nada, para ela está tudo bem.

Quando tinha 10 anos, estava num aniversário brincando numa escadaria (É claro que isso não ia dar certo). Rolei 36465382 degraus, machuquei e destronquei o braço, mas a única coisa que eu consegui falar para a minha irmã quando ela me acudiu foi: 

- Nana, a minha calcinha apareceu?
- Sim...
- BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ (Durante três horas, mais ou menos).

Uma vez eu estava na frente do computador gravando um arquivo de som com uma piada. Como sempre, estava me equilibrando apenas nas duas pernas traseiras da cadeira. No meio da fala, despenquei com tudo para trás, me estabaquei no chão e a piada ficou sem fim. Num segundo estou lá, toda empolgada me achando a engraçada, e, de repente você escuta “AAAAAh! POF...” e um silêncio mortal. Depois de uns 20 segundos um “Ai” choroso e o arquivo para (Algum dos meus amigos ainda tem isso no computador para me mandar?).

E, como eu nunca aprendo a lição, há um tempo estava no trabalho fazendo isso com a minha cadeira e o mesmo aconteceu, fui com tudo para trás. Puxei a gavetinha do teclado, que voou e espalhou letrinhas por toda sala. O copo de água que estava na mesa caiu na minha cara. O meu sapato, que estava desencaixado do pé, foi parar perto da porta. Foi aquele silêncio geral de “Morreu?” até que eu comecei a rir igual uma louca, tanto que nem conseguia levantar.

Tenho tombos históricos! E o pior é que na maioria das vezes que isso acontece estou de vestido. Já cai de boca na escada da igreja, com um monte de gente descendo atrás de mim e todo mundo viu a minha calcinha. Também tropecei na escada principal do shopping e saí rolando até ela acabar. Numa viagem com um grupo de amigos para um congresso, eu e uma amiga saímos correndo para pegar o ônibus da excursão e derrapamos juntas no chão de poeira vermelha.

Se fosse contar todas as minhas tragédias e casos de amor com o chão, ia escrever umas dez páginas. Outro dia eu conto das vezes que meti a cara em placas e estátuas e de objetos que vêm em alta velocidade na minha direção (Principalmente na cabeça).

E sabe o que é o mais engraçado de tudo? Apesar de viver caindo, eu NUNCA quebrei nenhum osso. Sou o Wolverine! Haha.

***

Gostou do post? Tem vários outros no tema do Projeto Drama Queen. É só procurar na caixa de busca aqui do lado. Esses textos dramáticos fazem parte de uma parceria entre Casos, Acasos e Livros e Pequena Jornalista. Toda quinta-feira tem um relato novo. Quer participar? Mande uma contribuição para projetodramaqueen@gmail.com.

Teca “Desastre” Machado

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Ironias do Amor – Filme doce e bonitinho


O amor... Ah, o amor... Ô bichinho engraçado e que nos faz meter os pés pelas mãos. E se tem uma coisa que ele sabe ser é irônico. E o filme Ironias do Amor mostra isso muito bem (Apesar de no inglês o título ser My Sassy Girl – Minha Garota Atrevida), um remake de uma produção sul coreana.


Na Coréia do Sul o filme foi um sucesso estrondoso, mas a produção americana de 2010 do diretor Yann Samuell não teve sorte, tanto que nem passou nos cinemas, foi direto para DVD. Ironias do Amor é um romance fofo, com uma pegada mais para o triste, que faz a gente refletir um pouco sobre a vida e sobre os acontecimentos que nos levam para caminhos que não eram os planejados, mas ainda assim são bons.

Charlie (Jesse Bradford) é um cara legal e bonzinho. Totalmente pé no chão e racional, ele é o tipo de pessoa que nunca faz uma loucura ou é impulsivo. Já Jordan (Elisha Cutberth) é uma pirada. De espírito livre, pouco se importando com as convenções sociais, ela é divertida e completamente o oposto do doce Charlie. Por mais que quando se conhecem a ocasião é meio inusitada, é amor à primeira vista. O relacionamento parece totalmente sem sentido, já que eles são completamente diferentes, mas aparentemente dá certo. Bom, por um tempo.



Jordan, em toda a sua maluquice, tem cicatrizes muito profundas e dores do passado que ainda não conseguiu superar, por isso usa a impulsividade como válvula de escape. Charlie, bem menos complexo ou machucado do que a namorada, é um ser introspectivo, mas ainda assim com suas mágoas. Então eles percebem que por mais clichê que pareça, às vezes é preciso dar tempo ao tempo.

Ironias do Amor não é corrido ou explosivo nem uma grande produção Hollywoodiana, mas explora muito bem esse relacionamento problemático. Os diálogos são inteligentes e ágeis, principalmente por causa de Jordan e suas tiradas. Há cenas lindas, que nos fazem suspirar e em muitos momentos dão nó na garganta e vontade de chorar um pouquinho. Acho Elisha Cutberth um pouco má atriz, mas dá para o gasto. Não tenho nada contra ela, mas não me convenceu como Jordan.

Algo muito bem explorado no filme é a fotografia. Nova York está lá toda linda no inverno e constantemente os personagens passeiam por esse cenário que eu tanto amo.




Mas o melhor de Ironias do Amor é a trilha sonora. Sem músicas muito conhecidas ou cantores famosos, a trilha é delicada, doce e combina perfeitamente com a produção. Dá vontade de comprar e escutar, escutar e escutar até enjoar. Pena que não achei para comprar.

Ironias do Amor não é o melhor filme que já vi na vida, mas é uma graça e provavelmente vai tocar o seu coração.

Recomendo.

Teca Machado

terça-feira, 21 de julho de 2015

A Tormenta de Espadas – George R. R. Martin, o cruel


Vou falar uma coisa para vocês: O George R. R. Martin destroça o meu coração. Gente, que homem cruel com os seus personagens! Eu gosto tanto deles e aí esse autor sem dó e nem piedade vai e os mata. Sempre soube que não podia entregar meu amor para nenhum personagem porque todos, até mesmo protagonistas, correm perigo com o escritor, mas suas criações são tão vivas e incríveis que é muito difícil não gostar deles (ou odiá-los – Joffrey, te odeio seu babaca boca mole) e não sentir quando algo ruim acontece com eles. E no terceiro volume das Crônicas de Gelo e Fogo, A Tormenta de Espadas, muita coisa péssima acontece.


Georginho (Sou íntima, tá?) se superou em número de páginas dessa vez. A minha edição de A Tormenta de Espadas, que é a versão pocket que de pocket não tem nada, é um tijolão, nos apresenta quase 1.500 páginas de guerra, sangue, morte e tragédias. A Guerra dos Tronos (Comentei aqui) e A Fúria de Reis (Aqui), os dois primeiros livros da série, têm catástrofes, mas as fatalidades estão mais frequentes e fortes agora.

Como já diziam os Starks, o inverno está chegando. Em A Tormenta de Espadas o outono se impõe e as temperaturas caem. Sam, o patrulheiro gordinho e medroso, tenta fugir dos Outros e voltar em segurança para a Muralha. Enquanto isso, Jon está vivendo entre os selvagens e percebe que talvez eles não sejam tão ruins quanto acreditava. Ao sul da Muralha Robb, o Rei do Norte, vence todas as batalhas que participa, mas há conflitos em que espadas não são suficientes para vencer. Em Porto Real, Sansa se vê livre de um pesadelo, mas em breve irá entrar em outro. Não há paz para a sua vida já tão destruída? Tyrion tenta se recuperar de uma machadada no rosto e das conspirações e traições da Rainha Cersei. Jaime, ao lado de Brienne, desesperadamente tenta voltar para casa na Fortaleza Vermelha, assim como Arya quer retornar a Winterfell. Já do outro lado do Mar Estreito, Daenerys começa a construir seu exército para tomar o trono que é seu por direito.

George R. R. Martin, o serial killer de personagens
É difícil escrever a sinopse de um livro tão extenso, com tantos personagens e acontecimentos. Não sei se eu já me acostumei com a quantidade ou se realmente diminuiu o número de gente, mas já não fico perdida nas árvores genealógicas e na localização dos reinos de Westeros. É muito mais fácil aprofundar na história em si.

Em A Tormenta de Espadas alguns personagens ganham voz e capítulos só deles, como Sam e Jaime. Eles já estavam entre os meus preferidos, mesmo sabendo pouco sobre eles, mas agora vemos seus segredos, inseguranças, medos, desejos e felicidade. Foi interessante conhecer esse lado de Jaime, que antes se mostrava tão arrogante e cheio de si.

Vários personagens amadurecem ao longo dos livros, nesse mais ainda. Daenerys deixou de ser uma garota que leva em conta a opinião e conselhos de outros, Sansa não é mais uma resmungona e Arya se torna cada vez mais durona. Até Jon está se tornando um homem feito que enxerga que entre os mocinhos e os malvados de uma guerra a linha é bem tênue.

Amei a história e suas reviravoltas (Bem, não todas as reviravoltas. Várias delas ainda não consegui engolir. Por quê, George R. R. Martin, por quêêêê?). Por vezes a leitura se tornou cansativa, afinal, são 1.500 páginas. Havia dias que eu não aguentava olhar para a cara do livro, pois há capítulos em que nada muito interessante acontece. Mas, quando acontece, é de tirar o fôlego.

Olha o tamanho desse negócio, gente!

O autor escreve como ninguém sobre locais, História, pessoas, guerras e costumes da Idade Média, mesmo que Westeros seja um reino fictício. Imagino o trabalho de pesquisa e continuidade que ele tenha ao produzir cada livro desse.

Depois dos três primeiros volumes, O Festim dos Corvos, o quarto, me aguarda. Mas a ressaca literária está grande. Preciso de uns livros leves, fáceis e sem tragédias por um tempo. 

Recomendo muito.

Compre os livros das Crônicas de Gelo e Fogo aqui na Livraria Janina.

Teca Machado

P.S.: Ainda amo a vaca da Cersei. É uma personagem que eu amo odiar e odeio amar.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Princesas se transformam em Angels


As princesas Disney são lindonas, isso ninguém pode negar! Já coloquei aqui no blog um zilhão de posts dedicados à elas.

Muitas são as versões que artistas do mundo inteiro fazem das garotas. E constantemente elas são ligadas à moda e ganham um make over para ficarem mais estilosas.

Esse é o caso da versão criada pelo artista Guillermo Meraz, um mexicano que é designer, ilustrador e professor. Ele é fã de Disney e já criou algumas séries de ilustrações da marca, inclusive uma em que as características físicas e de figurino foram usadas para as princesas se transformarem nas glamorosas modelos da Victoria’s Secrets, grife de lingerie que tem as famosas Angels.

Elsa - Frozen

 Ana - Frozen

 Ariel - A Pequena Sereia

 Aurora - A Bela Adormecida

 Bela - A Bela e a Fera

 Branca de Neve

 Cinderela

 Jasmine - Aladdin

 Merica - Valente

 Mulan

 Pocahontas

 Rapunzel - Enrolados

 Tiana - A Princesa e o Sapo

Todas elas poderiam ir para o desfile anual Victoria’s Secrets Fashion Show, não poderiam?

Qual foi a sua preferida? A minha acho que foi a Cinderela e a Rapunzel.

Teca Machado

P.S.: Brasil, casei! :D Estou de lua-de-mel, mas os posts continuam diários aqui até eu voltar. Deixei tudo programadinho para vocês.