segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Katy Perry num autodocumentário

Não sei o que chama mais atenção na cantora Katy Perry: Seus grandes olhos azuis, suas perucas coloridas, suas músicas irreverentes ou a sua voz poderosa. Independente de qual característica seja a mais marcante, ela é uma das artistas mais bem sucedidas do mundo no cenário musical. Apesar de ter “explodido” em 2007, surgindo de aparentemente lugar nenhum, Katy Perry já vinha tentando a fama desde a adolescência, quando era cantora gospel (Sim, seu pai era um pastor e ela foi criada tão rigidamente que nem sabia quem era Michael Jackson). Ela mostra seu início de carreira e mais um pouco no filme Katy Perry – Part of Me.


Não vi no cinema e nem estava com muita vontade de assistir em casa. Eu gosto da Katy Perry, tenho CDs e tudo o mais, queria ir no show, mas não me chamou a atenção um filme sobre ela. Até que há alguns dias, a Miris, minha amiga, disse que era muito bom, que mostrava um lado dela completamente diferente e era divertido. Me convenceu. No dia seguinte, sentei no sofá e embarquei na produção sobre a sua maior turnê.

Cena do show

Em 2011 Katy Perry estava com tudo: Tinha acabado de casar, estava fazendo uma turnê ao redor do mundo, era amada e adorada, seu álbum recém lançado, Teenage Dream, tinha cinco singles na Bilboard e se divertia como nunca. O perfeito conto de fadas moderno. Então, resolveu filmar o seu dia a dia, antes mesmo de fechar com uma produtora. Deu certo, logo depois Dan Cutforth e Jane Lipsitz, diretor e produtora, se encarregaram de continuar a tarefa.

O início de todos os shows

Katy Perry – Part of Me mostra do primeiro ou último dia de shows de turnê e todo o turbilhão de acontecimentos desse ano na vida da cantora. Depoimentos da equipe, de fãs, da família e dela mesma mais nova ficam entre as cenas de música. É um tanto narcisista, é verdade, mas o mundo hoje é assim, mesmo as pessoas nada famosas compartilham com o mundo suas vidas, suas inseguranças e suas felicidades (Eu mesma não faço isso aqui no blog?). E em um ponto eu a admiro, pois mostra o fim do seu casamento e a sua reação em relação a isso. Não tem vergonha de chorar, de aparecer sem maquiagem e fazer as coisas mais ridículas do mundo. Essa vitalidade e essa honestidade são parte da personalidade da cantora.

Katy Perry num momento de bastidores

O momento mais marcante do filme é sobre o show no Brasil. Quando seu casamento com o ator Russel Brand termina, depois de apenas 14 meses e ela fazendo de tudo para se encontrar com ele sempre que possível, Katy Perry estava em São Paulo para o show de maior público da turnê. No camarim ela entra em choro compulsivo e todos pensam em cancelar a apresentação. Ela tenta se controlar, respira fundo, coloca um sorriso no rosto e sobe ao palco. A energia do público foi tão incrível que é possível ver que um pedaço dela, que estava quebrado, se reconstituiu ali naquele momento e ela pôde se lembrar do motivo de fazer shows. Ok, confesso, chorei junto com ela, haha. Sou uma mané completa, mas morri de dó!

Local de encontro com os fãs

Um fato interessante é ver que Katy Perry não é uma “boneca” da gravadora. Ela se envolve, dá palpites, pede as coisas do jeito dela e monta o show de acordo com as suas vontades. E, olha, as apresentações são um deleite visual. Suas roupas, a coreografia, os efeitos especiais do palco, tudo é tão lindo que fiquei morrendo de vontade de assistir ao vivo. Bom, da próxima vez que ela passar pelo Brasil com certeza eu vou.

Um dos figurinos majestosos

Só um aviso: Você vai ficar com as músicas um tanto chicletes grudadas na sua cabeça por uns dias.

Recomendo.

Teca Machado

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