quarta-feira, 6 de novembro de 2013

The Wonders – A banda é cinematográfica, mas bem que podia ser real


Ontem o post foi de um tema tão pesado (O caso do sequestro de oito anos da austríaca Natascha Kampusch, veja aqui), que hoje quis fazer um texto bem leve, de um filme totalmente divertido e delicioso de assistir: The Wonders – O Sonho Não Acabou, um clássico da Sessão da Tarde que eu amo.


Uma das curiosidades desse filme é que foi idealizado e praticamente todo produzido por Tom Hanks. Na época do lançamento ele disse para as pessoas não esperarem uma produção profunda e intensa. Segundo ele, era apenas um filme despretensioso que já estava na sua cabeça há um tempo e resolveu que era hora de filmar. Tom Hanks foi diretor, ator (De um papel secundário, mas importante), roteirista, produtor e compositor. Sim, ele escreveu grande parte das maravilhosas músicas tema.

The Wonders, Mr. White e Faye

Impossível falar de The Wonders sem falar da trilha sonora: Ela é sensacional, principalmente a música That Thing You Do, que é o nome original do filme em inglês. É só ouvir a canção (E as outras. Só tem composições excelentes), que a vontade de dançar chega arrebatando (Imagem mental para vocês: Estou dançando nesse momento). As músicas remetem à década de 1950, 1960, quando Elvis e os Beatles eram reis. E ainda são, né? Vamos falar a verdade.

Olha que música deliciosamente chiclete e empolgante:




Por falar em Beatles, o enredo do filme é baseado na trajetória dos meninos de Liverpool, por mais que isso não seja explícito. A história é aparentemente bobinha: Década de 1950, quatro rapazes se juntam para tocar numa banda chamada The Oneders, rebatizada posteriormente de The Wonders. Seu início é em apresentações de calouros. Começam a fazer sucesso na cidade, no Estado, no país e depois em todo o planeta, até que viram uma febre, e entram em declínio.

That Thing You Do

O clima do filme é de realidade e isso é o que lhe dá charme. As situações são perfeitamente possíveis de acontecer, ainda mais na época em que o filme passa. É uma década considerada de ouro, onde tudo era mais mágico, bonito e efervescente. O figurino e a fotografia são lindos, extremamente bem feitos e típicos dos anos 1950. O cabelo da banda é igualzinho dos Beatles (Quase do Justin Bieber, haha).

Cara de meninos bonzinhos

Apesar de as atuações não serem “ai, meu Deus, eles merecem o Oscar”, todos estão confortáveis em seus papeis, principalmente Tom Everett Scott, no papel de Guy Patterson, o protagonista do filme, baixista da banda. Destaque também para Johnathon Schaech, como Jimmy Mattingly, o vocalista de personalidade conturbada. Liv Tyler está lá bonitinha, é Faye Dolan, interesse amoroso de Guy e Jimmy. 

Tom Everett Scott

Um dos melhores momentos de The Wonders é quando a banda toca na rádio pela primeira vez. Eles ficam tão feliz e animados que você fica também. Eles têm uma sintonia tão boa entre si, com músicas tão boas, que o espectador torce para que a banda seja real. Não é, mas bem que podia ser. Eu seria, com certeza.

Só para vocês entrarem ainda mais no clima de The Wonders, aqui outra música do filme:




Recomendo muito.

Teca Machado

3 comentários:

  1. Sou super fã do Tom Hanks, mas ainda não assiste esse filme. Mas com essa descrição que você fez, certamente entra na minha lista de filmes à assistir.
    Sérgio Ribeiro.

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  2. Parabéns pelo texto. *Apenas lembrando: o personagem Guy Patterson era baterista, e não baixista da banda*.

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  3. Acabei de ver o filme são 7 da manhã kkkk. Muito bom e importante. A música eu conhecia e Jurava que era de uma banda de verdade

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