sexta-feira, 28 de junho de 2013

Um dos melhores que assisti até agora em 2013: Guerra Mundial Z

Hoje, sexta-feira, estreia o filme Guerra Mundial Z, do Brad Pitt. Assisti na quarta-feira, quando aconteceu a pré-estreia. Eu e a minha irmã saímos do cinema com o peito doendo, pois passamos o filme quase todo sem respirar direito, tão tensa foi a situação criada pelo diretor Marc Foster (De 007 – Quantum of Solace). Um dos melhores longas que eu assisti esse ano (E olha que eu assisto muitos filmes).


O trailer de Guerra Mundial Z é daquele que te instiga. Ele não dá spoiler, apenas mostra uma confusão desenfreada e correria em várias partes do planeta. Todos os artigos, críticas e sinopses sobre Guerra Mundial Z falam qual é o “problema”, mas como o trailer não fala, quis ficar sem saber até chegar no filme (Só que uma amiga minha sem querer falou e eu quase esganei ela). Então, eu é que não vou dar spoiler para vocês, prefiro deixar na curiosidade.

Correria o tempo todo

O longa adapta Guerra Mundial Z, livro do autor Max Brooks. A produção teve uma série de problemas, com refilmagens significativas e uma troca constante de roteiristas. No filme algo muito grave está acontecendo no mundo e o ser humano corre o risco de ser extinto. Cabe a Gerry (Brad Pitt, seu lindo!), um ex-agente especial da Organização das Nações Unidas (ONU), descobrir como começou esse mal e como eliminá-lo. Obrigado a deixar sua família para trás, ele parte em uma missão que o leva a vários lugares do planeta. Em nenhum país a situação está nem próxima de equilibrada, o que vai deixando o espectador se contorcendo de quase pânico na cadeira do cinema.

Gerry e o vice-secretário geral da ONU

No último ato do filme está tão caótico, tão ruim, que eu nem tinha ideia de como tudo ia terminar. Você fica desesperançado junto com os personagens e pensa “Caramba, agora o mundo já era”. E o desfecho foi muito bom.

A família de Gerry

Brad Pitt, além de protagonista, é um dos produtores de Guerra Mundial Z. Ele não é nenhum Leonardo DiCaprio ou Christoph Waltz, mas é bom, muito bom. Aparece em praticamente todas as cenas e faz um excelente trabalho carregando o filme nas costas. Quem também se destaca é Daniella Kertesz, uma israelense que faz o papel de Segen, uma soldada que auxilia Gerry na sua missão da metade do filme para sempre. Olhando a ficha dela, vi que é a primeira vez que participa de alguma produção da Hollywood, as outras foram do seu país natal.

Gerry e Segen

Guerra Mundial Z impressiona com as cenas corridas e com os sustos que dá no espectador (Eu disse ontem que levei uns sustos com Depois da Terra, né? Esqueça, eu levei susto mesmo foi com esse filme). Os efeitos visuais foram extremamente bem feitos, tanto que chega a dar medo, ainda mais porque eu assisti em 3D, o que dá ainda mais susto nas pessoas.

Confusão

Com o passar do filme, a reação da plateia era barulhenta. Dava para ouvir as pessoas gritando de susto e depois rindo da própria reação exagerada, dava para ver que as respirações estavam suspensas e também dava para perceber a tensão palpável no ar.

Ao final da sessão, vi todo mundo (Todo mundo mesmo) respirando, enfim, em paz. Os comentários que ouvi de pessoas ao redor em sua maioria foram “Nossa, que filme tenso”, “Eu levei susto”, “Muito bom, né?” e “Nem sei se vou dormir hoje a noite”.

Caos em seu estado mais literal

Apesar dos meus comentários sobre sustos e tensão, não é um filme de terror. É ação e suspense na sua melhor forma.

Recomendo muito.

Teca Machado

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