terça-feira, 23 de maio de 2017

A Garota do Calendário: Julho


Entre altos e baixos, trancos e barrancos, lá vamos nós na série de livros A Garota do Calendário, de Audrey Carlan, publicada pela Verus Editora. Quem tem acompanhado as resenhas vê que vim tendo mais baixos do que altos com os volumes – principalmente o de Maio, argh – mas quando começa o segundo semestre de Mia, com o livro de Junho, as coisas realmente dão uma balançada. E em Julho, algo que os leitores esperavam desde Janeiro, finalmente acontece, mas não de forma suave ou fácil.


Veja as resenhas dos livros anteriores: Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio e Junho.

Mia Saunders é uma garota de Las Vegas que precisa se tornar acompanhante de luxo após o pai contrair uma dívida de U$ 1 milhão. Trabalhando na agência da tia, cada cliente a contrata por um mês e paga a quantia de U$ 100 mil, então ao final de um ano ela terá pago tudo e ainda vai conseguir juntar um pouco de dinheiro para si. Ao contrário do que podem pensar, ela não é garota de programa. Ela faz sexo com o cliente apenas se quiser – mas ganha um bônus por isso. 

Em Julho ela vai trabalhar com Anton Santiago, mais conhecido como Latin Lov-ah, um dos cantores de hip hop mais quentes do mundo. Mia vai para Miami para estrelar seu clipe novo, mas ainda sofre pelos traumas de ter sido espancada e quase ter sido estuprada no mês anterior. Todas as vezes que Anton a toca nos ensaios, ela tem um surto. Então precisa curar suas feridas emocionais, ao mesmo tempo que necessita lidar com a visita de Wes no seu aniversário. Ela está pronta para finalmente abrir seu coração ao cara que foi seu primeiro cliente?

Audrey Carlan
Vemos no volume de Julho uma Mia mais contida e reflexiva. Após o trauma do livro passado, ela está sofrendo muito emocionalmente. Suas feridas físicas já sararam, mas as psicológicas não. Anton é um amorzinho, ainda que um tanto sem noção. É um cara caliente, mas que respeita uma mulher. Prova disso é como trata Mia desde o começo. E o Wes, o surfista roteirista gostosão está ali mais uma vez para nos provar que realmente foi feito para Mia.

Julho é um dos meses em que Mia menos me estressou. Tenho uma relação meio de amor e ódio com ela em que fico com vontade de dar um soco em sua cara em diversos momentos em vários volumes da série. E a forma como Audrey Carlan escreve cenas sexuais me incomoda em alguns pontos, principalmente quando fica vulgar demais – e acreditem, direto a autora erra a mão e fica pesado, mas até que em Julho não tanto.

Esse foi um volume nem cá e nem lá. Não foi ruim, mas também não foi dos melhores: foi morno. Na verdade, quase toda A Garota do Calendário tem sido assim. Mas, como eu nunca paro uma série pela metade e nem um livro, continuo firme e forte lendo um volume por mês. Atualmente estou no de Setembro e posso dizer que REALMENTE principalmente a partir de agosto a história toma uma reviravolta tremenda. Nem parecem os mesmos livros.

               

Recomendo.

Teca Machado

Um comentário :

  1. Essa série é quase inacreditável, né? As reviravoltas nesse segundo semestre é de cair o queixo. Hahahahaha
    Acho que gosto mais da série que você porque gosto muito da Mia. Hahahaha
    Mas as mudanças são coisa de louco mesmo.
    Espero que aprove o final!! :D

    Bjs

    http://livrosontemhojeesempre.blogspot.com.br

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