sábado, 25 de maio de 2013

The 80’s are back!


Se tem um ator com a maior cara de loser de Hollywood, para mim, é Tobey Maguire. Ele sempre com aquela expressão de quem acabou de ter uma dor de barriga, de quem levou um fora, de quem não sabe por que vive. Detesto ele como Homem-Aranha. Prefiro muito mais o Andrew Garfield. Tobey Maguire é seguido de perto por Kristen Stewart (Argh!) e Topher Grace (O Eric de The 70’s Show). Mas, pelo menos, esse último tenta fazer piadinhas autodepreciativas sobre ser um perfeito mané (Sei que essa expressão é de velho, mas não encontrei uma melhor). E, mais uma vez, Topher Grace fez o mesmo papel de inseguro/mala/bobo/mané no filme Uma Noite Mais Que Louca.


É bem Sessão da Tarde, sabe? Domingo passado, nada para fazer, assisti pelo Netflix. Foi uma escolha boa para um quase final de fim de semana. Previsível, legalzinho e que dá para dar umas risadas. E, para quem gosta dos anos 1980, é uma boa pedida (Mas Rock of Ages – Comentei aqui – é infinitamente melhor).

Típica festa anos 1980

O mais legal de Uma noite Mais Que Louca é a trilha sonora. Como passa no final dos anos 1980 (E eu adoro os bregas anos 1980!), não podemos esperar nada menos do que músicas clássicas que fazem você dançar involuntariamente. Tem Duran Duran, Mötley Crue, The Buggles e muitos outros. Se você não gostar do filme, com certeza vai gostar das canções e do figurino, que pegou a essência daquela década sem exagerar (Eu sempre me pergunto o que as pessoas tinham na cabeça na época para se vestirem daquele jeito. Seriam resquícios das drogas dos anos 1970 que ainda faziam efeito?).

Protagonistas de Uma Noite Mais Que Louca

Então, Uma Noite Mais Que Louca é mais da mesma fórmula de filmes americanos: Garoto loser, garota popular. Ele apaixonado por ela. Ela nem sabe quem é ele. Ele decide conquista-la numa festa muito louca. E é claro que consegue (Apesar da química inexistente entre o casal). 

Loser!

Vale do San Francisco, 1988. Matt Franklin (Topher Grace) é um jovem de 22 anos que terminou a faculdade no MIT e, apesar de ser um gênio, não tem ideia do que fazer da vida. Enquanto não resolve, trabalha numa locadora de vídeos. Quando Tori Frederking (Teresa Palmer, de Eu Sou o Número Quatro – Comentei aqui) volta para a cidade, ele decide que chegou a hora de conquistar a garota, pois é algo que quis nos últimos 10 anos. Junto com Wendy (Anna Faris, de Qual É O Seu Número? – Comentei aqui), sua irmã gêmea, e seu melhor amigo Barry (Dan Fogler, de Maldita Sorte), Matt decide ter um fim de semana épico.

Os dois amigos meio losers

Topher Grace é Topher Grace. Sem gracinha, tentando provar o seu valor e blá blá blá. Boriiiiiing! Eu esperava mais de Anna Faris, que é sempre TÃO engraçada. Mas a culpa não é dela, é na verdade do papel, que tenta ser meio sério num filme de comédia. Foi mal aproveitada. Teresa Palmer é a cara da Kristen Stewart, mas muito mais bonita e com expressões faciais de humanos, não de robôs. Atriz mediana. Nada espetacular, mas não é má também. Quem rouba a cena, na verdade, é Dan Fogler, o típico gordinho tosco e engraçado que todo mundo odeia amar, mas ama. As cenas mais engraçadas são dele, óbvio.

A Teresa Palmer que tem quase a mesma cara que a Kristen Stewart

Não acho que Uma Noite Mais Que Louca vai ficar marcado na sua memória por muito tempo, mas é um bom divertimento e uma boa maneira de passar um tempinho nos anos 1980.

Curiosidade: O filme foi feito em 2007, mas foi lançado só em 2011. A bilheteria foi baixa e grande parte dela foi doada à noiva de Chris Medina, um dos participantes do American Idol de 2009, que havia sofrido um grave acidente.

Anna Faris sendo Anna Faris: Louca

Recomendo.

Teca Machado

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